21 de mai de 2018

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO IX
INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO


     549. Há alguma coisa de verdadeiro nos pactos com os maus Espíritos?
     — Não, não há pactos, mas uma natureza má simpatiza com Espíritos maus. Por exemplo: queres atormentar o teu vizinho e não sabes como fazê-lo: chamas então os Espíritos inferiores que, como tu, só querem o mal, e pura te ajudar querem que também os sirvas nos seus maus desígnios. Mas disto não se segue que o teu vizinho não possa se livrar deles por uma conjuração contrária ou pela sua própria vontade. Aquele que deseja cometer uma ação má, pelo simples fato de o querer chama em seu auxílio os maus Espíritos, ficando obrigado a servi-los como eles o auxiliam, pois eles também necessitam dele para o mal que desejam fazer. É somente nisso que consiste o pacto.
      A dependência em que o homem se encontra, algumas vezes, dos Espíritos inferiores, provém da sua entrega aos maus pensamentos que eles lhe sugerem e não de qualquer espécie de estipulações feitas entre eles. O pacto, no sentido comum atribuído a essa palavra, é uma alegoria que figura uma natureza má simpatizando com Espíritos malfazejos.
      550. Qual o sentido das lendas fantásticas segundo as quais certos indivíduos teriam vendido sua alma a Satanás em troca de favores?
      — Todas as fábulas encerram um ensinamento e um sentido moral e o vosso erro é torná-los ao pé da letra. Essa é uma alegoria que se pode explicar assim: aquele que chama em seu auxílio os Espíritos para deles obteres dons da fortuna ou qualquer outro favor se rebela contra a Providência, renuncia à missão que recebeu e às provas que deve sofrer neste mundo e sofrerá as conseqüências disso na vida futura. Isso não quer dizer que sua alma esteja para sempre condenada ao sofrimento. Mas, porque em vez de se desligar da matéria ele se afunda cada vez mais, o gozo que preferiu na Terra não o terá no mundo dos Espíritos, até que resgate a sua falta através de novas provas, talvez maiores e mais penosas. Por seu amor aos gozos materiais coloca-se na dependência dos Espíritos impuros: estabelece-se entre eles um pacto tácito, que o conduz à perdição, mas que sempre, lhe será fácil romper com a assistência dos bons Espíritos, desde que o queira com firmeza.

17 de mai de 2018

LIVRO DO MÊS

Nossa sugestão de leitura é o livro S.O.S. Família, psicografia de Divaldo Franco, por espírito de diversos. No capítulo 31, que tem por título:  Alucinógenos, Toxicomania e Loucura, Joanna de Ângelis nos traz os seguintes alertas e esclarecimentos.

“A educação moral à luz do Evangelho sem disfarces nem distorções; a conscientização espiritual sem alardes; a liberdade e a orientação com bases na responsabilidade; as disciplinas morais desde cedo; a vigilância carinhosa dos pais e mestres cautelosos; a assistência social e médica em contribuição fraternal constituem antídotos eficazes para o aberrante problema dos tóxicos - auto-flagelo que a Humanidade está sofrendo, por haver trocado os valores reais do amor e da verdade pelos comportamentos irrelevantes quão insensatos da frivolidade.
O problema, portanto, é de educação na família cristianizada, na escola enobrecida, na comunidade honrada e não de repressão policial...
Se és jovem, não te iludas, contaminando-te, face ao pressuposto de que a cura se dá facilmente.
Se atravessas a idade adulta, não te concedas sonhos e vivências que pertencem à infância já passada, ansiando por prazeres que terminam ante a fugaz e enganosa durabilidade do corpo.
Se és mestre, orienta com elevação abordando a temática sem preconceito, mas com seriedade.
Se és pai ou mãe não penses que o teu lar estará poupado. Observa o comportamento dos filhos, mantém-te, atento, cuida deles desde antes da ingerência e do comprometimento nos embalos dos estupefacientes e alucinógenos, em cuja oportunidade podes auxiliá-los e preservá-los. Se, porém, te surpreenderes com o drama que se adentrou no lar, não fujas dele,
procurando ignorá-lo em conivência de ingenuidade, nem te rebeles, assumindo atitude hostil.
Conversa, esclarece, orienta e assiste os que se hajam tornado vítimas, procurando os recursos competentes da Medicina como da Doutrina Espírita, a fim de conseguires a reeducação e a felicidade daqueles que a Lei Divina te confiou para a tua e a ventura deles.”

Descrição do livro:  A família, na condição de grupo consanguíneo, está formulando um vigoroso pedido de socorro à sociedade em geral, afirma o Espírito Joanna de Ângelis no prefácio deste livro, no qual os organizadores, muito oportunamente, reuniram vários esclarecimentos e orientações de diversos Espíritos, dentre os quais Amélia Rodrigues, Manoel Philomeno de Miranda e Benedita Fernandes, além de entrevistas com Divaldo Franco, referentes ao tema da família, numa tentativa de contribuir para o ajustamento e o fortalecimento dos laços familiares, tão essenciais para o equilíbrio social. Este livro é um brado, um S.O.S para a família.

Sugestão de: Antônio Oliveira.

Visite nossa Biblioteca - Ivan de Almeida Sá

11 de mai de 2018

FELIZ DIA DAS MÃES


Carta de Agradecimento
Mãezinha querida:
Conceda-me sua bênção!
Trago os olhos orvalhados de lágrimas ante o calidoscópio das recordações da nossa inesquecível comunhão terrestre.
Você havia programado para sua filha toda uma trajetória de felicidade e empenhou-se para que se tornasse exequível a consecução dos seus planos.
Investiu sua existência abençoada pela ternura e pelo amor, sem propor qualquer exigência.
Desde os primeiros dias da nossa convivência, enquanto me embalava nos braços cantando as ternas canções de ninar, o seu pensamento voava na direção do futuro, pintando as paisagens ditosas para sua menina.
Cresci sob o céu generoso do seu coração aberto ao enternecimento, sempre irrigada e mantida pela inefável vigilância do seu devotamento.
À semelhança de uma delicada flor, você cuidava de mim, impedindo que os fatores de destruição me alcançassem.
Enrijeceu-me os sentimentos morais em torno dos deveres e das responsabilidades, desenvolveu-me a inteligência com os recursos da sua pedagogia sábia e impulsionou-me ao progresso espiritual…
Mas eu não me dava conta, porém, no meu estado de crescimento intelecto-moral, dos sacrifícios que tudo isto lhe causava, sem compreender que o pavio da vela que produz luz, gasta-se enquanto arde e consome o combustível que sustenta a claridade.
Foi, desse modo, que você partiu para a imortalidade, quando estava a um passo do triunfo terreno.
Jamais olvidarei o seu olhar de despedida, quando os lábios já não podiam emitir os sons das palavras.
Logo depois, alcancei o pódio da glória e recebi muitas homenagens.
Ninguém pensou, no entanto, que eu era o fruto da sua devoção, o resultado do seu miraculoso trabalho de modelar a argila que eu era, elaborando aquilo em que me transformei.
Venho hoje agradecer-lhe, estrela da minha noite e luz perene de todos os meus dias.
As palavras são muito pobres para expressar-lhe o meu amor infinito e toda a minha gratidão.
Enquanto as mães tecerem a túnica de proteção enobrecedora para os filhos, a Humanidade estará garantida e avançará conquistando o infinito.
Quando vemos o desar e o sofrimento na Terra, em verdadeiro campeonato de alucinações, percebemos que somente o amor, conforme o possuem as mães, poderá deter o avanço dessas aflições tormentosas.
As mães logram atenuar a violência e a loucura generalizada, muitas vezes sendo suas vítimas em holocaustos de autodoação, que terminam por modificar a Terra em agonia…
No dia dedicado a todas as mães, desejo transferir para você, que prossegue acompanhando-me do zimbório celeste, todo o meu carinho e afeto, à medida que você vem deixando o rastro iluminado para que eu possa um dia alcançá-la no Paraíso, após concluída a minha tarefa humana.
Eis, porém, que agora, liberta dos grilhões constritores da matéria, inicio a ascensão em sua busca, aguardando o seu apoio e proteção.
Mãezinha querida!
Que Deus a abençoe sempre!

Psicografia de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Amélia Rodrigues na noite de 21 de março de 2012 - Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, BA.

2 de mai de 2018

REUNIÕES PÚBLICAS

  

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
01
Família: projeto divino
Deuza Nogueira
Nancy Sales
08
Turbulências familiares - Livro: Constelação Familiar, cap. 23
Luiz Fernando
Maria Helena
15
A ingratidão dos filhos e laços de família - ESE, XIV,9
Rosely Sebastiana
Dircileide
22
Cuidemos das crianças - Livro: Vereda Familiar, cap. 11
Hermínia San Gil
Maria Helena
29
Vida Feliz - lição XV              

Ana Maria
Enfermidade na família - Livro: Vereda Familiar, cap.26
Angela Vidal
Sextas - 20h
04
A parentela corporal e a parentela espiritual  - ESE, IV, 5 a 7
Edgard Abreu
Walkyria
11
Vida Feliz - lição XXIV
Walkyria
Nancy Salles
A reencarnação fortalece os laços de família - ESE, IV, 18 a 23
Gilberto Marques
18
Exercício da paz no lar - Livro: Vereda Familiar, cap. 4
Ricardo Gaspar
Gilberto Marques
25
Estudando Léon Denis: Os problemas da existência - Livro: O Porquê da Vida
Denise Duarte
Camila
Sábado - 17h:30min
05
Aprendendo com André Luís - Lições sobre Família
Wantuil Rodrigues
Sara Castelo
12
Vida Feliz - lição XXV
Ivani
Maria Cristina
O Evangelho no lar
Aimar Sobreira
19
A liberdade conjugal  - Livro: Vereda Familiar, cap.7
Bianca Pinheiro
Dircileide
26
Consumismo doméstico - Livro: Vereda Familiar, cap.20
Sara Castelo
Nancy Salles

24 de abr de 2018

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO IX
INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO


       541. Numa batalha, há Espíritos que a assistem e que amparam cada uma das forças em luta?
      — Sim, e que estimulam a sua coragem.
Comentário de Kardec: Assim os antigos nos representavam os deuses tomando partido por este ou aquele povo. Esses deuses nada mais eram do que os Espíritos representados por figuras alegóricas.
      542. Numa guerra, a justiça está sempre de um lado; como os Espíritos tomam partido a favor do errado?
      — Sabeis perfeitamente que há Espíritos que só buscam a discórdia e a destruição. Para eles a guerra é a guerra; a justiça da causa pouco lhes importa.
      543. Certos Espíritos podem influenciar o general na concepção dos seus planos de campanha?
      — Sem nenhuma dúvida. Os Espíritos podem influenciá-lo nesse sentido, como em todas as concepções.
      544. Os maus Espíritos poderiam suscitar-lhe planos errados, com vistas à derrota?
      — Sim, mas não tem ele o seu livre-arbítrio? Se o seu raciocínio não lhe permite distinguir uma ideia certa de uma falsa, terá de sofrer as conseqüências e faria melhor em obedecer do que em comandar.
      545. O general pode, algumas vezes, ser guiado por uma espécie de dupla vista, uma visão intuitiva que lhe mostre por antecipação o resultado dos seus planos?
      — E freqüentemente o que acontece com o homem de gênio. É o que ele chama inspiração e lhe permite agir com uma espécie de certeza. Essa inspiração lhe vem dos Espíritos que o dirigem e se servem das faculdades de que ele é dotado.
     546. No tumulto do combate, o que acontece aos espíritos dos que sucumbem? Ainda se interessam pela luta, após a morte?
     Alguns continuam a se interessar, outros se afastam.
 Comentário de Kardec: Nos combates, acontece o mesmo que se verifica em todos os casos de morte violenta: no primeiro momento, o Espírito fica surpreso e como aturdido, não acreditando que está morto; parece-lhe ainda tomar parte na ação. Não é senão pouco a pouco que a realidade se lhe impõe.
     547. Os Espíritos que se combatiam quando vivos, uma vez mortos se reconhecem como inimigos e continuam ainda excitados uns contra os outros?
     — Nesses momentos, o Espírito jamais se mostra calmo. No primeiro instante, ele ainda pode odiarão seu inimigo e mesmo o perseguir. Mas quando as idéias se lhe acalmarem, verá que a sua animosidade não tem mais ramo de ser. Não obstante, poderá ainda conservar resquícios maiores ou menores, de acordo com o seu caráter.
     547 – a) Ouve ainda o fragor da batalha?
     — Sim, perfeitamente.
     548. O Espírito que assiste friamente a um combate, como espectador, testemunha a separação entre a alma e o corpo? E como esse fenômeno se apresenta a ele?
     — Há poucas mortes realmente instantâneas. Na maioria das vezes, o Espírito cujo corpo foi mortalmente ferido não tem consciência disso no mesmo instante. Quando começa a retomar consciência é que se pode distinguir o Espírito a mover-se ao lado do cadáver. Isso parece tão natural que a vista do corpo morto não produz, nenhum efeito desagradável. Toda a vida tendo sido transportada para o Espírito, somente ele chama a atenção e é com ele que o espectador conversa ou a quem dá ordens.

10 de abr de 2018

LIVRO DO MÊS


Nossa sugestão de leitura é o capítulo intitulado: O necessário e o Supérfluo, do livro A Educação a luz do Espiritismo, por Lydienio Barreto de Menezes. Nesse capítulo, o autor assinala o seguinte:

Como pode o homem conhecer o limite do necessário? “Aquele que é ponderado o conhece por intuição. Muitos só chegam a conhecê-lo por experiência e à sua própria custa."

Mediante a organização que nos deu, não traçou a Natureza o limite das nossas necessidades?

“Sem dúvida, mas o homem é insaciável. Por meio da organização que lhe deu, a Natureza lhe traçou o limite das necessidades; porém, os vícios lhe alteraram a constituição e lhe criaram necessidades que não são reais." (O Livro dos Espíritos - Questão 715 e 716)

“Deus conhece as nossas necessidades e a elas provê, como for necessário. O homem, porém, insaciável nos seus desejos, nem sempre sabe contentar-se com o que tem: o necessário não lhe basta» reclama o supérfluo. A Providência, então, o deixa entregue a si mesmo. Frequentemente, ele se torna infeliz por culpa sua e por haver desatendido à voz que por intermédio da consciência o advertia. Nesses casos, Deus fá-lo sofrer as consequências, a fim de que lhe sirvam de lição para o futuro.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo XXV, item 7).

Ao analisarmos a questão 716 de “O Livro dos Espíritos vamos observar que a Natureza dotou o homem de condições para avaliar quais os limites de suas reais necessidades. Porém, fugindo do caminho que a Natureza sempre apontou, foi aumentando cada vez mais as suas necessidades e, nos dias atuais, milhões e milhões são gastos na compra de produtos que, se nunca tivessem existido, não fariam falta nenhuma. Estamos vivendo a era do consumismo.

Poderão alguns argumentar que a produção desses produtos gera empregos necessários para a manutenção de muitas famílias, o que refutamos, pois esses empregos e capitais poderiam ser utilizados na produção de uma maior quantidade de alimentos ou bens necessários para atender a um número maior de habitantes que não têm acesso a eles, já que a aquisição do supérfluo não está ao alcance de todos. (...)

Respondendo à questão 715 que encima este comentário, os Espíritos Superiores disseram: “Aquele que é ponderado conhece os limites das necessidades por intuição.“ O inconsequente, que tenta açambarcar os bens da Terra para se proporcionar o supérfluo, com prejuízo daqueles a quem falta o necessário, olvida a lei de Deus e terá que responder pelas privações que houver causado aos outros.” - Questão 717.


Acautelem-se, portanto os pais ensinando aos seus filhos quanto ao equilíbrio tão necessário no consumo dos bens que eles - os pais - ou a natureza oferecem, para evitar surpresas futuras.

Sugestão de: Antônio Oliveira.

Visite nossa Biblioteca - Ivan de Almeida Sá

1 de abr de 2018

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
03
Vida Feliz - Lição XXII
Ana Maria
Maria Helena
Uniões antipáticas - LE, 939 e 940
Gilberto Marques
10
Perdoai para que Deus vos perdoe - ESE, X, 1 a 10
Lêda Lúcia
Ana Maria
17
Os elementos gerais do Universo - LE 1aparte, II
Sérgio Daemon
Dircileide
24
Fenômenos renovadores - Livro: Momentos de Saúde
Maria Fausta
Ivone Maria
Sextas - 20h
06
Pecado por pensamento - Adultério - ESE,VIII, 5 e 6
Nilza Erich
Walkyria
O Materialismo - LE, 147 e 148
Heloise Barros
13
Comportamento e Consciência - Livro: Momentos de Consciência
Fátima Queiroz
Gilberto Marques
20
Vida Feliz - Lição XXIII
Camila
Nancy Sales
A alma - LE, 134 a 146
Ivone Maria
27
Estudando Léon Denis: Dever e Liberdade - Livro: O Porquê da Vida
Ângela Vidal
Ivani
Sábado - 17h:30min
07
Aprendendo com André Luiz
Wantuil Rodrigues
Maria Cristina
14
Vida Feliz - Lição XIX
Pedro Henrique
Sara Castelo
A prece - LE, 658 a 666
Sônia Brandão
21
Não ponhais a candeia debaixo do alqueire - ESE,XXIV
Mauro Araújo
Nancy Sales
28
Tema Livre
Bernardo Marques
Dircileide