20 de fev de 2018

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO IX
INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO
      525. Os Espíritos exercem influência sobre os acontecimentos da vida?
      — Seguramente, pois que te aconselham.
      525 – a) Exercem essa influência de outra maneira, além dos pensamentos  que sugerem, ou seja, têm uma ação direta sobre a realização das coisas?
      — Sim, mas não agem nunca fora das leis naturais.
  Comentário de Kardec: Pensamos erradamente que a ação dos Espíritos só deve manifestar-se por fenômenos extraordinários; desejaríamos que viessem em nosso auxílio através de milagres, e sempre os representamos armados de uma varinha mágica. Mas assim não é. e eis porque a sua intervenção nos parece oculta e o que se faz pelo seu concurso nos parece inteiramente natural. Assim, por exemplo, eles provocarão o encontro de duas pessoas, o que parece dar-se por acaso; inspirarão a alguém o pensamento de passar por tal lugar; chamarão sua atenção para determinado ponto, se isso pode conduzir ao resultado que desejam; de tal maneira que o homem, não julgando seguir senão os seus próprios impulsos, conserva sempre o seu livre-arbítrio.
      526. Tendo os Espíritos ação sobre a matéria, podem provocar certos efeitos com o fim de produzir um acontecimento? Por exemplo, um homem deve perecer: sobe então a uma escada, esta se quebra e ele morre. Foram os Espíritos que fizeram quebrar a escada para que se cumpra o destino desse homem?
     — E bem verdade que os Espíritos têm influência sobre a matéria, mas para o cumprimento das leis da natureza e não para as derrogar, fazendo surgir em determinado ponto um acontecimento inesperado e contrário a essas leis. No exemplo que citas, a escada se quebra porque está carunchada ou não era bastante forte para suportar o peso do homem; se estivesse no destino desse homem morrer dessa maneira, eles lhe inspirariam o pensamento de subir na escada que deveria quebrar-se com o seu peso e sua morte se  daria por um motivo natural, sem necessidade de um milagre para isso.
        527. Tomemos outro exemplo, no qual não intervenha o estado natural da matéria. Um homem deve morrer de raio: esconde-se embaixo de uma arvore o raio estala e ele morre. Os Espíritos poderiam ter provocado o raio dirigindo-o sobre ele?
        – E ainda a mesma coisa. O raio explodiu sobre aquela árvore e naquele momento porque o fato estava nas leis da Natureza. Não foi dirigido para a arvore porque o homem lá se encontrava, mas ao homem foi dada a inspiração de se refugiar numa árvore, sobre a qual ele deveria explodir. A árvore não seria menos atingida se o homem estivesse ou não sob ela.
        528. Um homem mal intencionado dispara um tiro contra outro mas o projétil passa apenas de raspão, sem o atingir. Um Espírito benfazejo pode ter desviado o tiro?   
       – Se o indivíduo não deve ser atingido, o Espírito benfazejo lhe inspira   o pensamento de se desviar, ou ainda poderá ofuscar o seu inimigo de maneira a lhe perturbar a pontaria; porque o projétil, uma vez lançado, segue a linha da sua trajetória.
       529. Que se deve pensar das balas encantadas, a que se referem algumas lendas e que atingem fatalmente o alvo?
       – Pura imaginação: o homem gosta do maravilhoso e não se contenta com as maravilhas da Natureza.         
       529 – a) Os Espíritos que dirigem os acontecimentos da vida podem ser contrariados por Espíritos que tenham desejos em contrário?
      – O que Deus quer, deve acontecer; se há retardamento ou empecilho  e por sua vontade.
      530. Os Espíritos levianos e brincalhões não podem provocar esses pequenos embaraços que se antepõem aos nossos projetos e transtornam as nossas previsões; em uma palavra, são eles os autores do que vulgarmente chamamos as pequenas misérias da vida?
      -Eles se comprazem nessas traquinices que são provas para vós destinadas a exercitar a vossa paciência; mas se cansam quando vêem que nada conseguem. Entretanto não seria justo nem exato responsabiliza-los por todas as vossas frustrações, das quais vos sois os principais autores, pelo vosso estouvamento. Convence-te, pois, de que, se a tua baixela se quebra é antes em virtude do teu descuido do que par culpa dos Espíritos.                  
      530 – a) Os Espíritos que provocam discórdias agem em conseqüência de animosidades pessoais ou atacam ao primeiro que encontram, sem motivo determinado, por simples malícia?
      — Por uma e outra coisa: às vezes, trata-se de inimigos que fizestes  nesta vida ou em existência anterior e que vos perseguem; de outras vezes, não há nenhum motivo.
      531.0 rancor dos seres que nos fizeram mal na Terra extingue-se coma sua vida corpórea?
     — Muitas vezes reconhecem sua injustiça e o mal que fizeram, mas muitas vezes também vos perseguem com o seu ódio, se Deus o permite, para continuar a vos experimentar.
     531 – a) Pode-se pôr termo a isso, e por que meio?
     — Sim, pode-se orar por eles, e ao se lhes retribuir o mal com o bem acabarão por compreender os seus erros. De resto, se souberdes colocar-vos acima de suas maquinações, cessarão de fazê-las ao verem que nada lucram.
Comentário de Kardec: A experiência prova que certos Espíritos prosseguem na sua vingança de uma existência a outra, e que. assim, expiaremos, cedo ou tarde, os males que pudermos ter acarretado a alguém.
     532. Os Espíritos têm o poder de desviar os males de certas pessoas, atraindo para elas a prosperidade?
     — Não o podem fazer inteiramente, porque há males que pertencem aos desígnios da Providência; mas minoram as vossas dores, dando-vos paciência e resignação.
     Sabei, também, que depende freqüentemente de vós desviar esses males ou pelo menos atenuá-los. Deus vos deu a inteligência para a usardes, e é sobretudo por meio dela que os Espíritos vos socorrem, sugerindo-vos pensamentos favoráveis. Mas eles não assistem senão aos que sabem assistir-se a si mesmos. É esse o significado das palavras: “Buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á”.
     Sabei ainda que aquilo que vos parece um mal nem sempre o é.Freqüentemente um bem deve resultar dele, que será maior que o mal, e é isso o que não compreendeis porque não pensais senão no momento presente ou na vossa pessoa.
     533. Podem os Espíritos fazer que se obtenham os dons da fortuna, desde que solicitados nesse sentido?
     —Às vezes, como prova, mas freqüentemente os recusam como se recusa a uma criança um pedido inconsiderado.
        533 – a) São os bons ou os maus Espíritos que concedem esses favores?
        – Uns e outros. Isso depende da intenção. Mas em geral são os Espíritos que querem arrastar-vos ao mal e que encontram um meio fácil de afazer nos prazeres que a fortuna proporciona.
        534. Quando os obstáculos parecem vir fatalmente contra aos nossos projetos, seria isso por influência de algum Espírito?
        – Algumas vezes, são os Espíritos; outras vezes, e o mais freqüentemente, é que vos colocastes mal. A posição e o caráter influem muitoSe vos obstinais numa senda que não é a vossa, os Espíritos nada têm com isso; sois vos mesmos que vos tornais o vosso mau gênio.
       535. Quando nos acontece alguma coisa feliz, é ao nosso Espírito protetor  que devemos agradecer?
       -Agradecei sobretudo a Deus, sem cuja permissão nada se faz e depois aos bons Espíritos que foram os seus agentes.
       535 – a) Que aconteceria se esquecêssemos de agradecer?
       — O que acontece aos ingratos
        535 – b) Há, entretanto, muita gente que não ora nem agradece e para quem sai tudo bem?
       – Sim, mas é necessário ver o fim; pagarão bem caro essa felicidade passageira que não merecem, porque, quanto mais tenham recebido mais terão de restituir.

15 de fev de 2018

LIVRO DO MÊS

"Não se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire e, sim, sobre o candeeiro, a fim de que ela ilumine todos aqueles que estão na casa" (Mateus, V:5)

Trazemos como sugestão de leitura o do livro Vereda Familiar, psicografia de J. Raul Teixeira, pelo Espírito de Thereza de Brito:

Enquanto a família, socialmente considerada, funciona como alicerce da sociedade comum, entendemos que o Centro Espírita levanta-se como base para  movimento espiritista(...) (Capítulo 32)

A família espirita terá no Centro Espírita a sentinela avançada da legítima fraternidade, do trabalho incansável e paz indestrutível, que todos devemos buscar, para que conquistem a sociedade e o movimento espírita a saúde e o progresso dos quais necessitam, tendo suas bases devidamente clarificadas pelas lições de Jesus Cristo, que ora o Espiritismo retoma para a felicidade de todos nós. (Antônio Oliveira) 




Sinopse: Em virtude da agitação na vida moderna e excessos de distrações facultados pelo avanço da tecnologia, a convivência familiar se revela complexa e cheia de desafios. Infelizmente muitos cônjuges, filhos, irmãos e pais revelam-se desqualificados para o enfrentamento dos desafios domésticos, desde os mais simples até os mais complexos elegendo, em algumas ocasiões, condutas arbitrárias, violentas e imaturas. Thereza de Brito, que em sua última reencarnação teve onze filhos e enfrentou diversos percalços familiares, dentre eles a viuvez precoce e a desencarnação de alguns filhos, aborda temas relevantes, tais como a educação dos filhos, a convivência ideal entre os casais, quais são os hábitos saudáveis a serem adotados no lar, a questão do batismo dos filhos, a realização de casamentos espíritas e o consumismo exagerado no lar, com fidelidade à filosofia espírita.

9 de fev de 2018

CARNAVAL

DIVALDO FRANCO



A palavra Carnaval, segundo alguns linguistas, é composta da primeira sílaba de velho provérbio latino: Carne nada vale (carnis levale), também interpretado como “festa do adeus à carne”. Equivale dizer que se deve aproveitar a vivência carnal para desfrutar-se até a exaustão os prazeres sensuais proporcionados pelos festejos.

A sua origem perde-se na poeira dos tempos, inicialmente entre os egípcios, em festa de homenagem a Ísis, mais tarde entre os judeus, os gregos, os romanos (as saturnais) até quando a Igreja o aceitou... Posteriormente, passou a ter aspectos mais amplos e Paris encarregou-se de divulgá-lo ao mundo. Na atualidade, o Brasil é o grande campeão do Carnaval, e, segundo o Guinness Book, o do Rio de Janeiro é o maior do planeta, com dois milhões e duzentos mil foliões, seguido pelo de Salvador, Recife, Olinda...

É a grande bacanal em que tudo é válido, desde que proporcione prazer.

À medida que os valores éticos foram perdendo a força do equilíbrio e da razão, tornou-se a grandiosa exposição de erotismo e de vulgaridade, a prejuízo da sensatez e da dignidade.
Realmente, não é o Carnaval o responsável pelos descalabros a que grande parte da sociedade se permite, mas, sim, a oportunidade para desvelar-se, cada qual, da persona que lhe oculta o ser profundo.


Objetivando ser uma catarse a muitos conflitos, momento de liberar-se da melancolia, de distrair-se, de sorrir e bailar, quase numa peculiar maneira de terapia do júbilo, os instintos primários assumiram o comando do indivíduo, fazendo-o liberar-se das paixões inferiores, por intermédio do exibicionismo e do total abuso sexual. Ao mesmo tempo, a fim de contrabalançar os limites orgânicos, as libações alcoólicas, as drogas de estímulo com graves consequências, os relacionamentos apaixonados e perigosos, a violência que se faz liberada pelos transtornos da personalidade.

Considerando-se a falsa finalidade do Carnaval, a festa em si mesma proporciona alegria, liberação de pequenos traumas, diverte, desde que vivenciada com equilíbrio e moderação. Transformada, porém, em elemento de sensualidade e de exorbitância do prazer, produz mais danos que satisfações, porquanto, logo passa, mas os hábitos e licenças morais permanecem, transformando a existência em um carnaval sem sentido, mais animalizando os seus adeptos.

Nessa efusão de promiscuidade a que muitos se permitem, o contágio de enfermidade infectocontagiosas, de transtornos emocionais e sonhos que se tornam pesadelos são os frutos amargos da grande ilusão.

Se desejas alegrar-te e participar dos desfiles alegóricos, ricos de beleza e de nudez erótica, procura manter o equilíbrio, lembrando-te, porém, de que és imortal.


Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 23-02-2017
Fonte: http://www.febnet.org.br/blog/geral/noticias/carnaval-divaldo-franco/ 

PALESTRAS NO CARNAVAL


3 de fev de 2018

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
06
As virtudes e os vícios - LE, 893 a 906
Antônio
 Oliveira
Ana Maria
13
CARNAVAL – Programação Especial


20
Vida Feliz - lição X
Ana Maria
Dircileide
Da Lei do Trabalho - LE, 3aparte, III
Ivone Maria
27
Casamento e Divórcio
Maria Fausta
Antônio
 Oliveira
Sextas - 20h
02
Vida Feliz - lição XIII
WalKyria
Heloise
“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”
Helena Langone
09
União da Alma e do Corpo - LE, 344 a360
Heloise
Walkyria
16
Bem-aventurados os puros de coração - ESE,VI II, 1 a 10
Alonso Santos
Nancy Sales
23
Felicidades e infelicidades relativas - LE, 920 a 933
Ângela Vidal
Heloise
Sábado - 17h:30min
03
Aprendendo com André Luís - Livro: Ação e Reação
Wantuil Rodrigues
Nancy Sales
10
CARNAVAL – Programação Especial


17
Vida Feliz - lição XIV
Ivani
Sara Castelo
Bem-aventurados os aflitos - ESE, V, 1 a 10
Gilberto Marques
24
Tema Livre
Sônia Formiga
Maria Cristina

23 de jan de 2018

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO IX
INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO

VII – Pressentimentos

      522. O pressentimento é sempre uma advertência do Espírito protetor?
       O pressentimento é o conselho íntimo e oculto de um Espírito que vos deseja o bem. E também a intuição da escolha anterior: é a voz do instinto. O Espírito, antes de se encarnar, tem conhecimento das fases principais da sua existência, ou seja, do gênero de provas a que irá ligar-se. Quando estas têm um caráter marcante, ele conserva uma espécie de impressão em seu foro íntimo, e essa impressão, que é a voz do instinto, desperta quando chega o momento, tornando-se pressentimento(2)
      523. Os pressentimentos e a voz do instinto têm sempre qualquer coisa de vago; na incerteza, o que devemos fazer?
       Quando estás em duvida, invoca o teu bom Espírito, ou ora a Deus, nosso soberano Senhor, para que te envie um de seus mensageiros, um de nós.
     524. As advertências de nossos Espíritos protetores têm por único objetivo a conduta moral ou também a conduta que devemos ter em relação às coisas da vida privada?
       Tudo; eles procuram fazer-vos viver da melhor maneira possível, mas frequentemente fechais os ouvidos às boas advertências e vos tornais infelizes por vossa culpa.
Comentário de Kardec: Os Espíritos protetores nos ajudam com os seus conselhos através da voz da consciência que fazem falar em nosso intimo; mas como nem sempre lhes damos a necessária importância oferecem-nos outros mais diretos, servindo-se das pessoas que nos cercam. Que cada um examine as diversas circunstâncias, felizes ou infelizes, de sua vida, e verá que em muitas ocasiões recebeu conselhos que nem sempre aproveitou e que lhe teriam poupado muitos dissabores, se os houvesse escutado. 



(2) Veja-se referência a este problema na nota do fim do capítulo. (N. do T)

17 de jan de 2018

LIVRO DO MÊS

Vamos começar o ano com uma boa leitura. 
A sugestão para janeiro é o livro SOS Família, de Divaldo Franco pelo espírito de Joanna de Ângelis e Espíritos Diversos.
"A família é, antes de tudo, um laboratório de experiências renovadoras, na qual a felicidade e a dor se alternam, programando a paz futura. 
Nem é o grupo da bênção, nem o elã da desdita. 
Antes, é a escola de aprendizagem e redenção futura." (Capítulo 2 - Vida em família)

Sugestão de: Antônio Oliveira.


Sinopse:
A família, na condição de grupo sanguíneo, está formulando um vigoroso pedido de socorro à sociedade em geral. Neste oportuno trabalho foram reunidos vários esclarecimentos e orientações de diversos espíritos, dentre os quais Amélia Rodrigues e Benedita Fernandes, além de entrevistas com Divaldo Franco referentes ao tema, numa tentativa de contribuir par o ajustamento e fortalecimento dos laços familiares, tão essenciais para o equilíbrio social. Um brado e especial S.O.S para a família!
Visite nossa Biblioteca - Ivan de Almeida Sá


2 de jan de 2018

REUNIÕES PÚBLICAS


Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
02
A fé mãe da esperança e da caridade - ESE, XIX, 11
Nancy Salles
Ana Maria
Deus - LE, 1 a 9
Antônio
 Oliveira
09
O que é mediunidade?
Ivone Maria
Maria Helena
16
A nova era - ESE, I, 9 a 11
Roseli Sebastiana
Dircileide
23
Vida Feliz - lição I
Alice Maia
Antônio
 Oliveira
Recordação da existência corpórea - LE, 304 a 319
Gilberto Marques
30
Tema livre
Ângela Vidal
Gilberto Marques
Sextas - 20h
05
Perispírito - LE, 93 a 95
Nilza Erich
Walkyria
O óbolo da viúva - ESE, XIII, 5 e 6
Gilberto Marques
12
Bem aventurados os que são brandos e pacíficos - ESE, IX
Alice Bandeira
Ivani
19
Vida Feliz - lição IV
Ana Maria
Nancy Salles
Obsessão tem cura?
Adauto Valverde
26
Tema livre
Frederico G. Kremer
Gilberto Marques
Sábado - 17h:30min
06
Maria - Livro: Boa Nova, lição 30
Leda Lúcia
Maria Cristina
13
O Cristo Consolador - ESE, VI
George de Souza
Gilberto Marques
20
Vida Feliz - lição IX
Elysa
Nancy Salles
Intuição das penas e gozos futuros - LE, 960 a 962
Sara Castelo
27
Você tem medo da morte? Refletindo com a Doutrina Espírita
Sérgio Daemon
Sara Castelo