30 de nov de 2010

CANTINHO DA MÚSICA

Para encerrar o mês de Novembro passamos por aqui com "Água da Vida "

Deliciem-se......




Composição de Elizabete Lacerda Álbum "Filhos das Estrelas" "Água da Vida" , uma fonte de paz! Adorei compor esta canção! Foi inspirada "por Deus

29 de nov de 2010

CANTINHO DA POESIA

GESTOS SIMPLES
Casimiro Cunha

Não te proclamas inútil porque te falte vintém

O amor espontâneo e puro é a fonte de todo o bem

Se o desejo de ajudar é a força com que te afinas,

Resguarda-te na humildade, olha as coisas pequeninas

Toda delonga no auxílio é como luz que se atrasa;

Na exaltação do melhor começa da própria casa

À queixa dos entes caros traze a bênção da esperança:

Suporta com paciência o choro de uma criança

Se um parente vive errado dá-lhe à vida, estranha e louca,

A prece no sentimento e a caridade na boca

Lava o prato que te serve, compõe a roupa da mesa,

Toma a vassoura e protege a formação da limpeza

Na indiferença da rua, por mais pressa em teu caminho,

Estende o braço ao enfermo que segue triste e sozinho

Atravessando a calçada, coopera em favor do asseio

E desloca todo entrave que perturbe o passo alheio

Estira a semente amiga no extenso lençol do chão,

Envolvendo a própria estrada em vida, perfume e pão

Articula, onde estiveres, verbo doce e cristalino

Duas frases de bondade elevam qualquer destino

Não olvides que Jesus, o Mestre da Redenção,

Trouxe a luz do Céu à Terra no ouro do coração.

LIVRO ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL - Psicografia: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos

28 de nov de 2010

ESTUDANDO "O LIVRO DOS ESPÍRITOS"

O Livro dos Espíritos, primeira parte, "Das Causas Primárias". Cap.3 CRIAÇÃO – Formação dos mundos - Perguntas 37 a 39.

O Universo compreende a infinidade dos mundos que vemos e não vemos, todos os seres animados e inanimados, todos os astros que se movem no espaço e os fluidos que o preenchem.

37. O Universo foi criado ou existe de toda a eternidade como Deus?
— Ele não pode ter sido feito por si mesmo; e se existisse de toda a eternidade, como Deus, não poderia ser obra de Deus.

Comentário de Kardec: A razão nos diz que o Universo não poderia fazer-se por si mesmo, e que, não podendo ser obra do acaso, deve ser obra de Deus.

38. Como criou Deus o universo?
— Para me servir de uma expressão corrente: por sua Vontade. Nada exprime melhor essa vontade todo-poderosa do que estas belas palavras do Gênese: “Deus disse: Faça-se a luz., e a luz foi feita”.

39. Podemos conhecer o modo de formação dos mundos?
— Tudo o que se pode dizer, e que podeis compreender, é que os mundos se formam pela condensação da matéria espalhada no espaço.

BOA LEITURA

No mês de novembro, o nosso Blog indica o livro "Nas Fronteiras da Loucura", de Manoel Philomeno de Miranda - obra psicografada por Divaldo Franco. Trata-se de uma sugestão que recebemos por e-mail da nossa irmã Heloise. Envie a sua indicação para ceaornellas@hotmail.com . Lembre-se de indicar as obras recomendadas pela Federação Espírita Brasileira (Feb). Uma boa leitura!

NAS FRONTEIRAS DA LOUCURA

“É muito diáfana a linha divisória entre a sanidade e o desequilíbrio mental”, adverte o venerável Espírito Manoel Philomeno de Miranda, no limiar desta Obra, que contém explicação inicial do Espírito André Luiz, através do médium Francisco Cândido Xavier.
Ao lado do Espírito Bezerra de Menezes, o Autor Espiritual narra suas observações durante o período de um carnaval carioca, abordando várias técnicas obsessivas em casos de abusos e alienações com droga, álcool, sexo, aborto e tentativa de suicídio, demonstrando o trabalho dos Bons Espíritos num Posto de Socorro Central no Mundo Espiritual.
* * *
Mais uma vez, nosso País ver-se-á sacudido pelas grosseiras vibrações do carnaval. Estranhas e perigosas formas de prazer mundano formam o leque de tentações típicas dos festejos momescos. Daí a importância de uma profunda reflexão sobre as graves advertências feitas por nossos mentores em tão expressiva obra que, editada em 1982, não perdeu sua atualidade, embora sejam outras as personagens desses mesmos dramas.

Sempre atento, o autor espiritual acompanha a complexa estrutura de socorro às vítimas de cruéis obsessores que, na surdina, espreitam os imprevidentes que se multiplicam assustadoramente nesse período de tormentosos acidentes morais. Sob a liderança enérgica e amorosa do venerável Bezerra de Menezes, grupos organizados de espíritos benfeitores desdobram-se na proteção de foliões, quase sempre jovens à cata de sensações, que sucumbem aos apelos do álcool, das drogas e do sexo livre.

Essas operações de apoio fraterno atendem às preces fervorosas dos entes queridos dessas presas fáceis que podem, ante o peso de influências deletérias, chegarem à insanidade mental e a crimes de diversos contornos. Os primeiros capítulos tratam do nefando ato do aborto. O duelo mental entre a mãe irresponsável e o ser desejoso de reencarnar é de extrema angústia em cenário de sombras e desvarios, que culmina em terrível simbiose obsessiva, acarretando inenarráveis sofrimentos para ambos.

A bênção da maternidade, que poderia escrever um épico de amor, dilui-se sob a cáustica do ódio, matriz de perturbações seculares. Sempre sob a tutela de Bezerra, Manoel Philomeno de Miranda descreve, com detalhes surpreendentes, as inteligentes maquinações dos agentes das trevas na montagem das armadilhas onde caem os incautos.

Só os que se ligam às esferas superiores do pensamento conseguem escapar pelas vias iluminadas da oração. Denuncia as táticas de perseguição em que o vampirismo é a ferramenta macabra desses processos demoníacos. Nesse intercâmbio psíquico de baixo nível faz-se a hipnose irresistível que produz as conseqüências nefastas em números crescentes detectados pelas estatísticas que escandalizam nossa sociedade.

É tão alarmante o fenômeno, que a acumulação dessas forças degradantes formam largas faixas de vibrações mais fortes (...). Segundo o autor, a espessura dessas faixas, sobre essas regiões, pode atingir alguns quilômetros acima da superfície do Planeta. É o produto da fúria carnavalesca, irradiações dos que participam ativamente enlouquecidos (...).

Bezerra aconselha aos espíritas que meditem na necessidade de se ocupar o precioso tempo desses dias em atividades construtivas no campo da promoção social e do estudo doutrinário, dignificando a vida na busca dos valores espirituais, fugindo ao báratro dos apelos animalizados.

No capítulo 26, o iluminado benfeitor aborda considerações e preparativos para ressaltar a importância das casas espíritas nas atividades socorristas, mormente nas reuniões mediúnicas, na difícil tarefa do amparo cristão aos náufragos desse tempestuoso oceano de loucuras generalizadas, a fim de enlaçá-los, agressores e agredidos, nas suaves vibrações do perdão e da fraternidade.

Nas Fronteiras da Loucura é obra única no gênero que deve ser alvo de acurado estudo individualizado ou em grupamentos formados por pessoas sinceramente interessadas no aprofundamento dos terríveis processos obsessivos que se iniciam nos dias das mentirosas alegrias do carnaval e se estendem, por tempo indeterminado, levando ao agravamento do carma de grande massa humana, que podem chegar aos nossos lares fazendo tombar aqueles que se ligam aos nossos corações.

Carlos Augusto de São José
Fonte: Jornal Mundo Espírita - Fevereiro/2008

26 de nov de 2010

VIOLÊNCIA NO RIO

Nos últimos dias, passamos a acompanhar as notícias sobre a violência no Rio. Sem dúvida, o medo e os comentários invadiram a nossa rotina. De imediato e sem pedir licença, acabaram se instalando em nossos pensamentos. Como deveremos agir nesse momento? Selecionamos uma mensagem de Bezerra de Menezes que ressalta a importância de pensarmos em Jesus.

JESUS É O EXEMPLO

Os homens, em sua grande maioria, acusam a violência, mas nada fazem para expulsar as reações violentas dos seus atos. Empregam, constantemente, violência nos seus julgamentos, nas suas palavras, esquecendo-se, apesar de se dizerem cristãos, dos exemplos de mansuetude de Nosso Mestre Jesus.

A maior culpa de termos o nosso planeta Terra repleto de violência cabe a cada homem que não se compenetrou de que o Evangelho de Jesus deve ser o roteiro dos nossos dias. Se nos lembrarmos de cumprir o mandamento nele contido de amar os inimigos, com toda certeza eliminaremos o negativismo que campeia em nossos dias.

O problema do medo e da insegurança reside na falta de compreensão de que o destino de qualquer espírito é evoluir infinitamente para a perfeição.

A fim de que nossos passos sejam firmes e seguros, não nos esqueçamos: Jesus é o Exemplo.

Autor: Bezerra de Menezes Psicografia de Adde Aguiar de Almeida

ESPIRITISMO E ECOLOGIA

A LENHA

Essa lenha pobre e seca, que se entrega com bondade, é sugestão do caminho e exemplifica a humildade. Já pensaste em seu passado? Um lenho seco... que era? Talvez o galho mais lindo dos dias da primavera. Quem sabe? talvez um tronco, terno abrigo nos caminhos, um palácio nobre e verde de flores e passarinhos.
No entanto, em missão de auxílio, com santa resignação, não se nega a cooperar nas máquinas de carvão. Em noite chuvosa e fria, ela é a doce companheira que aquece as recordações, crepitando na lareira. Ao seu calor, os mais velhos acham prazer na lembrança; os mais moços a alegria de comentar a esperança. Morrendo animosamente, em chamas de luz e graça, ela sabe que é de Deus, por isso trabalha e passa. Se viveu rindo e cantando, entre seivas e prazeres, com os mesmos encantamentos, cumpre os últimos deveres.
Ah! quão poucos na jornada convertem reminiscências em calor, vida e perfume de novas experiências!... Mas chega o dia em que o homem, sem combater, sem negar-se, precisa, como essa lenha, da coragem de apagar-se.

Cartilha Da Natureza Francisco Cândido Xavier / Casemiro Cunha

MINUTOS DE SABEDORIA

10

Modifique seu modo de pensar, para que sua saúde se firme e
se estabeleça. Pare de queixar-se de doenças! A doença é aumentada pela nossa emissão mental negativa. Expulse a enfermidade, confiando em sua cura! Você pode curar-se! Você está melhorando cada dia mais, sob todos os pontos de vista.

Torres Pastorino


24 de nov de 2010

A PONTE

O homem andava pelo caminho árido. Longo era o percurso a vencer. Chegou afinal a um ponto onde pensou que não poderia prosseguir. Enorme abismo se apresentava à frente. Como transpô-lo? Sentou-se desolado à beira da garganta escancarada.
E agora? Então olhou para sua direita e divisou um pouco além de onde se encontrava, o perfil de uma ponte. Ébrio de contentamento, dirigiu-se para lá. As forças lhe voltaram e ele, satisfeito, caminhou sobre o abismo de rochas nuas, seguro, graças à ponte.
São variadas as pontes no mundo e, algumas, famosas. A Golden Gate em São Francisco; a Presidente Costa e Silva, mais conhecida como Rio-Niterói; a Ponte da Amizade, ligando Brasil e Paraguai; a Ponte Neuf, em Paris. Diferentes em largura, comprimento e arquitetura. Todas, no entanto, traço de união entre duas extremidades distantes. Você já pensou alguma vez se tornar uma ponte? Ponte entre Deus e os homens, entre a luz e as sombras?
Um hífen de luz entre a dor e o medicamento precioso, entre o desalentado e o consolo, entre o faminto e o alimento? Estenda suas mãos e aja. Enquanto muitos reclamam das distâncias, estenda os braços e estabeleça a ponte da fraternidade. Quando vários gritam em face do caos que impera, estenda a ponte da organização e da disciplina. Seja uma ponte entre a miséria e o trabalho digno, convidando os companheiros que seguem com você, a se engajarem em ocupação útil que garante o pão, o abrigo, a nobreza de servir. Lembre que entre os homens e Deus, Jesus, o Divino Amigo ainda hoje permanece de braços abertos, conforme Ele mesmo afirmou: Tudo que pedirdes ao Pai em Meu nome, Ele vos dará.
* * *
Estêvão, o primeiro mártir do Cristianismo tornou-se uma ponte entre Jesus e o Apóstolo Paulo, filtrando o pensamento do Cristo, para que as epístolas traduzissem as recomendações do Mestre aos núcleos nascentes da Boa Nova.
Chico Xavier fez da sua existência uma ponte entre o mundo visível e invisível, fazendo sol nas almas, encurtando as distâncias da saudade.
A exemplo dele, pontes se multiplicam no mundo, na ação de homens e mulheres que se anulam em benefício do próximo.
Madre Teresa de Calcutá, Alberto Schweitzer, Irmã Dulce. Sem falar nos professores que estabelecem a ponte entre o livro e a ignorância, descerrando os caminhos da cultura. Médium, servidor, amigo, irmão. Onde esteja, torne-se uma ponte de amor, de alegria, de serviço.
* * *
Deus vive, manifesta e dilata o Seu amor através das criaturas. Onde você estiver, Ele se manifestará. Permita que os outros O sintam através de você, da sua ação, da sua palavra e da sua expressão. Pense nisso. Mas pense, agora!

Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 2, ed. Fep.
Em 03.11.2009.

22 de nov de 2010

CANTINHO DA POESIA

A ESCOLA DE JESUS CONVIDA
Casemiro Cunha

Se desejas luz e paz,

Eis, meu amigo, que insisto,

Na tua vinda, hoje mesmo,

A Escola de Jesus Cristo.

Ruge ainda a tempestade?

Não te perturbes, não temas.

O Evangelho é o templo vivo

Que nos resolve os problemas.

Perdeste tudo em derrotas

Da ambição arrasadora?

Vem renovar teus caminhos,

Partindo da Manjedoura.

Tens aflições, amargura,

Tristezas, enfermidade?

Vem ouvir os pareceres

Do Médico de Verdade.

O sofrimento, o cansaço,

Parecem longos, sem fim?

Escuta o convite eterno,

Repetindo: – “Vinde a Mim!...”

Tens sede de compreensão

Carinhosa e compassiva?

Recorda que, há dois mil anos,

Corre a Fonte da Água Viva.

Queres a vida risonha

Num mar de alegria e flores?

Procura a simplicidade

Dos filhos dos Pescadores.

Sentes dúvidas, anseias,

Quanto à luz dos fins supremos?

Volve ao Messias, embora

No impulso de Nicodemos.

Caíste? Esquece a mentira

Com que ainda te aconselhas.

Coloca os pés noutro rumo,

Busca a Porta das Ovelhas.

Se te envolve a sombra extensa

Da lágrima tormentosa,

Lembra os bens que floresceram

Sobre a Via Dolorosa.

Se padeces a tortura

Do espírito solitário,

Console-te a glória eterna

Que resplendeu no Calvário.

A luta tem sido um fardo

Para a tua alma oprimida?

Atende a Cristo e acharás

Caminho, Verdade e Vida.

Vem à Escola do Evangelho

Da caridade e da luz,

O livro é teu coração,

O Mestre Amado é Jesus.

Apenas recomendamos

Que, antes de entrar, meu irmão,

Deixes, lá fora, as sandálias

Com que adoraste a ilusão.

Livro Cartas do Evangelho - Psicografia de Francisco Cândido Xavier

21 de nov de 2010

BIOGRAFIA

AMÉLIA RODRIGUES

Amélia Augusta do Sacramento Rodrigues nasceu em 26 de maio de 1861 na Fazenda Campos, situada em Freguesia de Oliveira dos Campinhos, Município de Santo Amaro da Purificação, Estado da Bahia. Enquanto encarnada foi uma notável poetisa, professora emérita, escritora consagrada e teatróloga, ou seja, um legítimo expoente cultural das Letras da Bahia. Desde sua infância já mostrava sua elevada condição espiritual, tendo começado a escrever poesias aos 12 anos.

Em 1891, graças à sua capacidade para lecionar e ao seu amor à causa do ensino, foi transferida para Salvador e lotada na Escola Central do Bairro Santo Antônio. Um de seus alunos, adolescente ainda, em 1905, foi selecionado para lecionar inglês pelo sistema do filósofo Spencer. Amélia Rodrigues não só o ajudou a compreender o pensamento daquele filósofo, como complementou o seu aprendizado. Disse a ele: "O jovem precisa de educação moral, que é o princípio fundamental da disciplina social; sem apelar para o coração, educar é formar no homem as mais duradouras forças da ordem social".

O pensamento de Amélia Rodrigues se identifica com o pensamento de Fénelon, contido em "O Evangelho Segundo o Espiritismo": "Educar é formar homens de Bem, e não apenas instruí-los".
Aposentada, não abdicou de seu ideal de ensinar. Retornou ao magistério de forma ainda mais marcante. Fundou o Instituto Maternal Maria Auxiliadora, que mais tarde transformou-se na "Ação dos Expostos."

Dedicou-se ao jornalismo como colaboradora das publicações religiosas "O Mensageiro da Fé", "A Paladina" e "A Voz". Escreveu algumas peças teatrais, entre as quais "Fausta" e "A Natividade". É autora dos poemas "Religiosa Clarisse" e "Bem me queres". Além de mostrar claramente sua ideologia abolicionista, produziu ainda obras didáticas, literatura infantil e romances.
Desencarnou em Salvador em 22 de agosto de 1926.No Plano Espiritual, continuou seu trabalho esclarecedor e educativo, baseado no Evangelho de Jesus, fonte inspiradora de suas obras quando encarnada.

Encontrou na Espiritualidade - seara infinita da imortalidade - maior expansão para seu espírito sequioso de conhecimento e faminto de amor, dando vazão aos anseios mais nobres. Aprofundou-se na mensagem de Jesus e, na atualidade, participa da falange de Joanna de Angelis, mentora de Divaldo Pereira Franco. Pela psicografia do abnegado trabalhador, vem trazendo páginas de beleza intraduzível que abordam os mais variados assuntos sobre o Evangelho, seu tema predileto, de onde extrai lições edificantes para aqueles que estão cansados e sobrecarregados, necessitados de orientação e de consolo.

Fonte: Até o Fim dos Tempos
Amélia Rodrigues (espírito) / psicografia de Divaldo Franco
Editora LEAL, publicado em 2000.

20 de nov de 2010

ESTUDANDO "O LIVRO DOS ESPÍRITOS"

O Livro dos Espíritos, primeira parte, "Das Causas Primárias". Cap.2 ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO – Espaço Universal - Perguntas 35 a 36.

35. O espaço universal é infinito ou limitado?

— Infinito. Supõe limites para ele: o que haveria além ? Isto confunde a tua razão, bem o sei, e, no entanto, a razão te diz que não pode ser de outra maneira. O mesmo se dá com o infinito em todas as coisas; não é na vossa pequena esfera que o podeis compreende(1).

Comentário de Kardec: Supondo-se um limite para o espaço, qualquer que seja a distância a que o pensamento possa concebê-lo, a razão diz que, além desse limite, há alguma coisa. E assim, pouco a pouco, até o infinito, porque essa alguma coisa, mesmo que fosse o vazio absoluto, ainda seria espaço.

36. O vazio absoluto existe em alguma parte do espaço universal?

— Não, nada é vazio. O que é vazio para ti, está ocupado por uma matéria que escapa ao teus sentidos e aos teus instrumentos(2)

(1) As variações de tratamento, ora na segunda pessoa do singular, ora na segunda pessoa do plural, correspondem aos momentos em que o Espírito se referia ao interlocutor, pessoalmente, a todos os presentes, ou ainda a toda a Humanidade. (N. do T.)

(1) Todos estes princípios estão hoje comprovados pela investigação científica, mesmo no campo do mais ortodoxo materialismo. Veja-se o livro El Cosmos y sus siete cstudus, de Vasiliev c Staniukovich, Editorial Paz, Moscou, tradução castelhana. (N. do T.)

ESPIRITISMO E ECOLOGIA

A FLOR

Olhai os lírios do campo vestidos de aroma e luz!... Este apelo vem do ensino do Evangelho de Jesus. O Mestre ensinou que a flor, sem qualquer preocupação, é mais rica e mais formosa que a pompa de Salomão. Diversos homens sem Cristo, de mente pobre e enfermiça, supuseram nesse apelo a exaltação da preguiça.
A lição, porém é outra: A força de sua essência louva em tudo, antes de tudo, o trabalho e a obediência. Bem poucos homens reparam que na selva, ou no jardim, toda flor revela e guarda harmonia até o fim. Sua doce formosura é bem que nunca se esvai, enfeitando os aposentos da Casa de Nosso Pai. Se alguém a separa da haste, quando nada mais lhe resta, completa com a sua dor, os júbilos de uma festa. No lamaçal, nas estufas, na miséria ou na opulência, a alegria harmoniosa é a vida de sua essência.
A flor pequenina e frágil, que nasce e perfuma à-toa, revela que em toda a parte a vida é formosa e boa. O que é preciso é guardar, na aspereza mais sombria, a fé no Pai de Bondade ao ritmo da alegria.

Cartilha Da Natureza Francisco Cândido Xavier / Casemiro Cunha

18 de nov de 2010

MINUTOS DE SABEDORIA

9
Nossa mente está mergulha da na Mente Divina que sustenta os universos infinitos. Nossa força mental permanece impregnada da Força Mental divina, que está em toda a parte ao mesmo tempo. Procure manter-se unido a essa Força Infinita, e jamais será derrotado.Você tem esse poder: confie! Você vencerá em toda a linha, se o quiser.

Torres Pastorino

17 de nov de 2010

REFLEXÕES

A PAZ EM VOCÊ

A palavra paz costuma estar nos discursos de todas as pessoas.

Seja o político influente, o religioso, a mãe de família, o patrão ou o empregado, todos afirmam desejar a paz.

Contudo, é comum a percepção de que a paz é algo que se produz no exterior e por obra de outros.

Deseja-se a paz à custa de atos alheios.

Se ela não se faz presente, entende-se que a culpa é de terceiros.

Culpa-se o governo pelos estrépitos das ruas.

Culpam-se os políticos pela cultura de desonestidade que prejudica a tranquilidade.

Sempre são os outros os responsáveis.

Entretanto, toda realização legítima e duradoura começa no indivíduo.

As ideias surgem nas mentes de alguns, alastram-se, convertem-se em atos e gradualmente tomam corpo no meio social.

Toda conquista positiva perfaz esse caminho para se converter de ideia de poucos em realidade de muitos.

Com a paz não pode ser diferente.

Mas, em relação a ela, ainda há uma peculiaridade.

A genuína pacificação se opera no íntimo do ser.

O exterior tumultuado pode constituir um desafio à preservação da harmonia interior.

Ocorre que o silêncio do mundo não induz à paz interna.

Em geral, quem tem a consciência pesada busca se agitar bastante, a fim de não se deter na própria realidade.

Como algo interno, a paz legítima é uma construção pessoal e intransferível.

Ninguém se pacifica à custa do semelhante.

Um ser iluminado pode dar exemplos, conselhos e lições.

Contudo, pacificar-se é um processo de dignificação, que só o próprio interessado pode realizar.

Ele pressupõe a compreensão de que atos indignos sempre têm tristes consequências.

Ninguém adquire plenitude interior sem agir com dignidade e sem dominar seus pensamentos e sentimentos.

A entrega ao crepitar das paixões apenas complica a existência.

Os gozos mundanos são momentâneos, ao passo que a lembrança do que se fez dura bastante.

Não há como viver em paz e desfrutar de vantagens indevidas, prejudicar os semelhantes e fazer o que a consciência reprova.

O requisito básico da paz é a tranquilidade de consciência.

Para isso, é preciso tornar-se senhor da própria vontade.

Hábitos de longa data não somem em um repente.

Enquanto eles são dominados, a vontade precisa ser firme.

Para não viver torturado por desejos ilícitos, também se impõe deter o olhar no que de belo há no mundo.

Sem angústia, mas com a firme intenção de corrigir-se aos poucos, direcionar a própria atenção e o próprio querer para atividades dignas.

Devagar, surge o prazer de ser trabalhador, digno e bondoso.

Como resultado, faz-se a paz no íntimo do ser.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita
Em 19.03.2010

CANTINHO DA MÚSICA

Trouxemos o vídeo da música "O Divino Irmão" , cantada por Allan Filho, no programa Despertar Espírita - produzido pelo Clube de Arte e exibido no dia 02 de maio de 2010.

16 de nov de 2010

RADIO RIO DE JANEIRO

OS MENSAGEIROS
Desta vez, viemos recomendar o programa "Os Mensageiros", que é apresentado na Rádio Rio de Janeiro (1400KHz AM), de segunda à sexta de 11h às 11:30h. É um resumo, maravilhosamente comentado, por Berenice Lima e Deuza Nogueira, do famoso livro "Os Mensageiros", ditado por André Luiz e psicografado por Francisco Cândido Xavier. Aproveitamos para lembrar que o nosso centro é um posto arrecadador da Rádio Rio de Janeiro.

14 de nov de 2010

REFLEXÕES

UM ALUNO DIFERENTE

A professora levou seus alunos até os jardins do colégio para lhes falar sobre a natureza mostrando-lhes a natureza viva.

Aproximou-se de um flamboyant, coalhado de flores, e perguntou aos alunos que árvore era aquela.

Alguns, disseram que era uma árvore, apenas. Outros, que aquela árvore era um flamboyant, pois em sua casa havia um semelhante.

Uma menina falou que os flamboyants só servem para fazer sujeira na calçada, quando derrubam as flores, pois isso é o que sua mãe diz sempre.

Um garoto disse que seu pai havia cortado um, recentemente, pois suas raízes racharam o muro de seu quintal.

Mas Pedro, menino de alma sensível, começou dizendo que via ali muito mais que uma árvore.

Disse que via as flores, muito belas por sinal, mas que também podia sentir seu suave perfume.

Chamou atenção para as abelhas que pousavam de flor em flor, e também dos pássaros que buscavam refúgio em seus galhos aconchegantes.

Lembrou que todos estavam sob a sombra generosa que as folhas propiciavam, e apontou para alguns insetos que passeavam, ligeiros, pelo tronco gentil.

Falou, ainda, das muitas vidas que encontram guarida naquele flamboyant desprendido, como liquens, musgos, pequenas bromélias e outras tantas formas de vida que se podia perceber.

“Eis o que percebo, professora”, falou Pedro, com a espontaneidade de um pequeno-grande poeta.

A educadora, ainda embevecida com a aula que acabara de receber, falou amavelmente: “você tem razão, Pedro. Definir este pequeno universo simplesmente como uma árvore, é matar toda a sua grandeza e majestade.”

Existem pessoas que não percebem os flamboyants floridos em praças, bosques e ruas. Elas são muito ocupadas para perder tempo com coisas sem importância.

Tem pessoas que definem flores e folhas apenas como sujeira indesejável.

Outras preferem cortar árvores de dezenas de anos, para que não rachem seus muros e calçadas de cimento.

Existem também aquelas para as quais os flamboyants representam alguns cifrões. Cortados, poderiam oferecer madeira para lenha ou se transformar em belos móveis.

E há aquelas pessoas, como o pequeno Pedro, que vêem muito mais que uma simples árvore. Vêem o autógrafo do Criador, na majestosa obra da natureza.

E você, a que grupo de pessoas pertence?

Reverenciar a vida é respeitá-la na sua mais ampla forma de expressão.

Albert Schweitzer, o notável e mundialmente famoso missionário, médico, musicista e filósofo da Alsácia, conta, em seu livro autobiográfico intitulado minha infância e mocidade:

“Achava inconcebível antes mesmo de freqüentar a escola que, na oração da noite, só me mandassem rezar pelos homens.

Por isso, depois de mamãe orar comigo e dar-me o beijo de boa noite, eu acrescentava, por conta própria, uma pequena oração suplementar, de minha autoria, em nome de todos os seres humanos, dizendo:

Bom Deus, protegei e abençoai tudo o que respira, preservai-nos do mal e fazei-nos dormir tranqüilamente!”

Um garoto de apenas sete anos de idade, com uma consciência lúcida sobre o que é reverenciar a vida.

Apenas um menino, mas certo de que amar a Deus sobre todas as coisas quer dizer, em primeiro lugar, respeitar sua obra, e todas as coisas por ele criadas.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro “Minha infância e mocidade”, de Albert Schweitzer, Edições Melhoramentos, São Paulo.

13 de nov de 2010

RÁDIO RIO DE JANEIRO

No dia 14 de novembro,domingo, a Rádio Rio de Janeiro realizará a X Feira da Integração Funtarso / Casas Espíritas. O evento será às 10 horas no Abrigo Tereza de Jesus, na Rua Ibituruna, 53 - Tijuca. O nosso Centro estará presente em duas barracas na Feira. Para participar é preciso levar 1 kg de alimento não perecível. Mais informações pelo telefone 3386-1400. Venha colaborar! Participe

11 de nov de 2010

MINUTOS DE SABEDORIA

8

Cada um de nós é responsável por seus atos. Por que vai desanimar, pelo que os outros fizeram a você? Que tem você que ver com isso? Siga à frente, ainda que o mundo inteiro esteja contra você. Você há de vencer, mesmo que fique sozinho. Continue sem desânimo, por que você é o único responsável por seus atos.

Torres Pastorino

10 de nov de 2010

REFLEXÕES

À PROCURA DE DEUS

Uma velha narrativa indígena fala de um homem que, certo dia, sentiu uma grande necessidade de Deus. Então, dentro de sua alma, sussurrou: “Deus, fale comigo. Preciso imensamente ouvir sua voz”.

No mesmo instante, no galho próximo, o canto de um rouxinol encheu a natureza. O homem não se apercebeu da beleza do canto, nem da mensagem que vinha na musicalidade canora e repetiu: “Deus, fale comigo!”

Nesse instante, a natureza modificou sua feição e um trovão ecoou nos céus. Ainda assim, o homem foi incapaz de ouvir. Olhou em volta e disse: “Deus, deixe-me vê-Lo”.

E uma estrela brilhou no céu. Logo mais, milhões de pequenas lanternas brilharam por todo o manto da noite. A lua se desfez em luz de prata e se espelhou nas águas do lago.

Mas o homem não notou. Agora, quase desesperado, começou a falar mais alto: “Deus, mostre-me um milagre”. E uma criança nasceu. Contudo, o homem não sentiu o pulsar da vida no novo ser que surgia, esperançoso.
O homem começou a chorar.

“Deus”, disse, “sinto-me tão só. Toque-me e deixe-me sentir que Você está aqui comigo...” E uma borboleta pousou suavemente em seu ombro, abrindo e fechando as asas multicoloridas. O homem levantou o ombro e a espantou.

O estudo da natureza nos mostra, em todos os lugares, a ação de uma vontade oculta. Por toda parte a matéria obedece a uma força que a domina, organiza e dirige. O espetáculo da natureza, o aspecto dos céus, das montanhas, dos mares apresentam ao nosso Espírito a idéia de um Deus oculto no Universo.

Em cada um de nós existem fontes ocultas de onde podem brotar ondas de vida e de amor, virtudes, potências inumeráveis.

É aí, nesse santuário íntimo que se pode procurar Deus. Deus está em nós. As almas refletem Deus como as gotas do orvalho da manhã refletem os fogos do sol, cada uma delas segundo o seu próprio brilho e o grau de pureza.

É dentro de si mesmos que todos os homens de gênio, os grandes missionários e os profetas conheceram Deus e Suas Leis e as revelaram aos povos da Terra.

É consolador e doce poder caminhar na vida com a fronte levantada para os céus, sabendo que, mesmo nas tempestades, no meio das mais cruéis provas, nos fundos cárceres, como à beira dos abismos, uma Providência, uma Lei Divina paira sobre nós.

Um Pai que observa os nossos atos e que, de nossas lutas, de nossas lágrimas, faz sair a nossa própria glória e a nossa felicidade.

É nesses pensamentos que está toda a força do Homem de Bem.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no texto Prece indígena, do livro By San Etioy, recebido pela Internet, e no cap. IX – 2ª parte do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.

9 de nov de 2010

CANTINHO DA MÚSICA

NA PORTA DE DAMASCO
Esta semana trouxemos o vídeo "Na Porta de Damasco" para nosso deleite espiritual.
É só ouvir e aproveitar !!!!!!



APROVEITAMOS PARA LEMBRAR QUE OS ENSAIOS DO CORAL SÃO AOS SÁBADOS DE 16:45 ÀS 17:15 HS

8 de nov de 2010

CANTINHO DA POESIA

O Livro Estelar

O Livro dos Espíritos é a base

Do novo refletir, da nova fase

Que a humanidade tem no Espiritismo.

Sua luz em toda parte está presente,

Trazendo-nos o que o Cristo consente,

Na estrada evolutiva do psiquismo.

O Livro dos Espíritos é o norte

P’ra quem quer caminhar com passo forte,

Tendo os olhos fixados nas estrelas.

Permite ao ser humano o entendimento

Das questões que explodem no pensamento,

Para que todos possam entendê-las.

É o Livro nobre que a filosofia

Permite que se pense o dia-a-dia

Co’a lucidez da mente, com vigor.

Projeta luz na sombra inserta n’alma,

Ante aflições induz-nos sempre à calma,

Qual carta augusta do Consolador.

Obra pujante bem pouco entendida,

No mundo é bússola p’ra nossa vida,

É um fogo a iluminar-nos a razão.

O Livro base da excelsa Doutrina

Tanta grandeza à mente descortina,

E impulsa-nos para a renovação.

Fundamental é estudá-lo primeiro,

Para aplicar nosso golpe certeiro

Sobre a ignorância em seus diversos ritos.

Cada questão prepara-nos a mente

Para a resposta mais viva e eloquente,

Que engendra luz na sombra dos aflitos.

Cantamos, hoje, o louvor mais sentido,

Vendo o mundo a chorar, triste e ferido,

A sucumbir sob o materialismo.

Confiantes na ação de Deus sobre a Terra,

E na expansão do bem que o belo encerra

Nas douradas lições do Espiritismo.

Ivan de Albuquerque

Mensagem psicografada pelo médium Raul Teixeira, em 05.4.2004, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói-RJ. Em 10.09.2010.

7 de nov de 2010

REFLEXÕES

A ARTE DO MATRIMÔNIO

Qual será o segredo dos casamentos duradouros? Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão.

Em verdade, cada um tem sua fórmula especial. Recentemente lemos as anotações de um escritor que achamos muito interessantes.

Ele afirma que um bom casamento deve ser criado. No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas.

É jamais ser muito velho para dar-se as mãos, diz ele. É lembrar de dizer “te amo”, pelo menos uma vez ao dia.

É nunca ir dormir zangado. É ter valores e objetivos comuns.

É estar unidos ao enfrentar o Mundo. É formar um círculo de amor que una toda a família.

É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer.

É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo.

É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito.

E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo. Ser natural e saber agir com tato.

É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.

É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro. Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido.

É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos.

É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia.

É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro. Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois.

É ser o apoio diante dos demais. É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal.

É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro.

Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente. Detalhes pequenos, mas importantes.

É saber dar atenção para a família do outro pois, ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade.

É cultivar o desejo constante de superação.

É responder dignamente e de forma justa por todos os atos.

É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro.

O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio, vai se firmando dia a dia, através da convivência estreita.

O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura, não tende a acabar, mas amplia-se, uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes, manias e costumes um do outro.

O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade, da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. A arte do matrimônio, no cap. Na mulher o homem aprecia, no cap.No homem a mulher aprecia, do livro Um presente especial, de Roger Patrón Liján, ed. Aquariana e cap. 2, do livro Vereda familiar, do Espírito Thereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira, ed.Fráter.

6 de nov de 2010

Estudando o" Livro dos Espíritos "

O Livro dos Espíritos, primeira parte, "Das Causas Primárias". Cap.2 ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO – Propriedades da Matéria - Perguntas 33 a 34-a.

33. A mesma matéria elementar é suscetível de passar por todas as modificações e adquirir todas as propriedades?

— Sim, e é isso que deveis entender, quando dizemos que tudo está em tudo(1).

Comentário de Kardec: O oxigênio, o hidrogênio, o azoto, o carbono e todos os corpos que consideramos simples não são mais do que modificações de uma substância primitiva. Na impossibilidade, em que nos encontramos ainda, de remontar de outra maneira, que não pelo pensamento, a essa matéria, esses corpos são para nós verdadeiros elementos, e podemos, sem maiores conseqüências, considerá-los assim até nova ordem.

33 – a) Essa teoria não parece dar razão à opinião dos que não admitem, para a matéria, mais do que dois elementos essenciais: a força e o movimento, entendendo que todas as outras propriedades não são senão efeitos secundários, que variam segundo a intensidade da força e a direção do movimento?

— Essa opinião é exata. Falta acrescentar que, também, segundo a disposição das moléculas, como se vê, por exemplo, num corpo opaco que pode tornar-se transparente e vice-versa.

34. As moléculas têm uma forma determinada?

— Sem dúvida que as moléculas têm uma forma, mas não a podeis apreciar.

34 – a) Essa forma é constante ou variável?
Constante para as moléculas elementares primitivas, mas variável para as moléculas secundárias, que são aglomerações das primeiras. Isso que chamais molécula está longe da molécula elementar.

(1) Este princípio explica o fenômeno conhecido de todos os magnetizadores, que consiste em se dar, pela vontade, a uma substancia qualquer, à água, por exemplo, as mais diversas propriedades: um gosto determinado, e mesmo as qualidades ativas de outras substâncias. Só havendo um elemento primitivo, e as modificações dos diferentes corpos sendo apenas modificações desse elemento, resulta que a mais inofensiva substância tem o mesmo princípio que a mais deletéria. Uma modificação análoga pode produzir-se pela ação magnética, dirigida pela vontade. Assim, a água, que é formada de uma parte de oxigênio e duas de hidrogênio, torna-se corrosiva, se duplicarmos a proporção do oxigênio.

5 de nov de 2010

ESPIRITISMO E ECOLOGIA

A LÃ

Em todas as latitudes da terra que aperfeiçoa, é sempre meiga e bem vinda a lã carinhosa e boa. Conserva a saúde e a vida, nos invernos, nos trabalhos, e mãe delicada e nobre dos mais puros agasalhos. Faz frio? Desceu a noite em borrascas escarninhas? A lã protetora e santa vai vestir as criancinhas. Há velhice amargurada movendo-se quase morta?
A divina benfeitora vem de leve e reconforta. Enfermos entristecidos atados a grandes dores? Recolhe-os bondosamente em ninhos de cobertores. Presta aos homens neste mundo auxílio amoroso e forte, desde o berço da chegada, ao leito de dor na morte. Heroína afetuosa de serviço e de bondade, preserva no mundo inteiro o corpo da Humanidade. Quem a veste, conservando-a, encontra incessantemente a couraça que resiste ao frio mais inclemente. Lembremos, vendo-a servir sem recompensa e sem palmas, o Cordeiro que dá lã necessária a nossas almas. Não te doa nos caminhos o inverno de angústia e pranto: vistamos os sentimentos em lã do Cordeiro Santo.

Cartilha Da Natureza Francisco Cândido Xavier / Casemiro Cunha

4 de nov de 2010

MINUTOS DE SABEDORIA

7
Embora sozinho, continue a caminhada! Se todos o abandonarem, prossiga sua jornada. Se as trevas crescerem em seu redor, mais uma razão para que você mantenha acesa a pequenina chama de sua fé.
Não deixe que sua luz se apague, para que você mesmo não fique em trevas. Ilumine, com sua luz, as trevas que o circundam.
Torres Pastorino

3 de nov de 2010

REFLEXÕES

A Vida te coloca onde você escolheu estar... Nasceste no lar que precisavas. Vestiste o corpo físico que merecias.
Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. Teus parentes e amigos são as almas que atraístes, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sobre teu controle. Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas, tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos, atitudes, são as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivencial. Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Reprograme tua meta, Busque o bem e viverás melhor.

Chico Xavier

2 de nov de 2010

MENSAGEM PARA O DIA DOS FINADOS

ELES VIVEM
Emmanuel

Ante os que partiram, precedendo-te na Grande Mudança, não permitas que o desespero te ensombre o coração. Eles não morreram. Estão vivos. Compartilham-te as aflições, quando te lastimas sem consolo. Inquietam-se com a tua rendição aos desafios da angústia, quando te afastas da confiança em DEUS.
Eles sabem igualmente quanto dói a separação. Conhecem o pranto da despedida e te recordam as mãos trementes no adeus, conservando na acústica do Espírito as palavras que pronunciaste, quando não mais conseguiam responder às interpelações que articulaste no auge da amargura.
Não admitas estejam eles indiferentes ao teu caminho ou à tua dor. Eles percebem quanto te custa a readaptação ao mundo e à existência terrestre sem eles e quase sempre se transformam em cirineus de ternura incessante, amparando-te o trabalho de renovação ou enxugando-te as lágrimas quando tateias a lousa ou lhes enfeita a memória perguntando porque...
Pensa neles com saudade convertida em oração. As tuas preces de amor representam acordes de esperança e devotamento, despertando-os para visões mais altas da vida.
Quanto puderes, realiza por eles as tarefas em que estimariam prosseguir. Se muitos deles são teu refúgio e inspiração nas atividades a que te prendem no mundo, para muitos outros deles és o apoio e o incentivo para a elevação que se lhes faz necessária. Quando te disponhas a buscar os entes queridos domiciliados no Mais Além, não te detenhas na terra que lhes resguarda as últimas relíquias da experiência no plano material...
Contempla os céus em que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite, mas sim ao encontro de novo despertar.

Livro Retornaram Contando. Psicografia: Francisco Cândido Xavier

1 de nov de 2010

MOMENTO CEAO

Novembro é um mês em que a gente tende a recordar ainda mais dos entes queridos que já desencarnaram. Provavelmente, isso acontece por causa do dia 2 de novembro, data em que é comemorado o Dia dos Finados. A crença na reencarnação não acaba com a dor da saudade, mas ameniza esse sentimento através da compreensão.
No comecinho de novembro, a programação de palestras de nossa Casa está relacionada a esse assunto. Também vamos falar sobre o amor e a paz nos momentos atuais, liberdade e responsabilidade, compreensão e intolerância, a ingratidão dos filhos e os laços de família, a morte espiritual e muito mais.
Em nosso cantinho virtual, todos os dias você tem acesso a um texto diferente. Envie para o e-mail ceaornellas@hotmail.com uma sugestão de livro espírita para que possamos indicar em “Boa Leitura”. Lembre-se de indicar as obras recomendadas pela Federação Espírita Brasileira (Feb).
Que Deus abençoe a nossa caminhada e que nós empreguemos esforços para vencer os obstáculos que nos acometem no dia a dia.

Abraços fraternos,

Amigos do CEAO