29 de mai de 2011

TEXTO ANTIDEPRESSIVO

Quando você se observar , à beira do desânimo , acelere o passo para frente , proibindo-se parar. Ore , pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras. Faça algo de bom , além do cansaço em que se veja.
Leia uma página edificante , que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias. Tente contato de pessoas , cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.
Procure um ambiente , no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos. Preste um favor , especialmente aquele favor que você esteja adiando.
Visite um enfermo , buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas. Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.
Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante , através de problemas e lutas , na aquisição de experiência , e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças , mas não se acomoda com a inércia em momento algum.

Autor: André Luiz
Psicografia de Francisco Xavier. Do livro: Busca e Acharás

22 de mai de 2011

POR DENTRO DO MOVIMENTO ESPÍRITA

PEÇA ESPÍRITA


Cia de Teatro da Umep apresenta
De Flora Geni
"Quero Voltar Para Casa"
Direção : Vagner Souza
28 de Maio a 03 de Julho -Sábados e Domingos, às 20h
Teatro Brigitte Blair- Rua Miguel lemos, 51, Copacabana (perto do metrô Cantagalo)
Ingressos 40,00

Posto de venda: Livraria Joanna de Ângelis - R. do Catete, 347 Loja 7 L. Machado -RJ

Espetáculo Benficente
Classificação- 10 anos

20 de mai de 2011

MOMENTO CEAO


REAPRESENTAÇÃO DA PEÇA "ERA UMA VEZ NA CASA ESPÍRITA"

O Teatro Ramiro Gama do CEAO, no dia 21 de Maio de 2011, sábado , às 19 h, após a reunião pública , fará uma reapresentação da peça teatral "Era uma vez na Casa Espírita". O texto é baseado na obra "Aconteceu na Casa Espírita" de Manoel Carneiro, pelo Espírito Nora. O ingresso é 1 kg de alimento não perecível. O Centro Espírita Amaral Ornellas está localizado na Rua Dr. leal, 76 , Engenho de Dentro. Não perca!!!!!

19 de mai de 2011

MINUTOS DE SABEDORIA

19

SEJA atencioso e compreensivo. Quantas vezes a pessoa que vem falar com você traz problemas recônditos, escondidos no âmago da alma! Mantenha-se sereno, você que já vislumbrou a luz do entendimento fraterno. Conserve seu equilíbrio, quando alguém se apresenta perturbado. Seja atencioso e compreensivo: o mundo está repleto de enfermos, e você tem saúde moral.

Torres Pastorino

15 de mai de 2011

A CHUVA DOS OLHOS

Chove.
Na fonte das águas, chove. Na fronte das lágrimas do pretérito calado. Lavando a chuva dos olhos cansados.
Chovendo nos mares, nos mares amados. Há quanto tempo você não chora? Há quanto tempo seus olhos não são inundados por lágrimas, por estas pequenas gotas que parecem nascer em nosso coração? Há quanto tempo?
Assim como o fenômeno natural da precipitação atmosférica, a chuva realiza o trabalho de purificar a terra, a água e o ar, também nossas lágrimas têm tal função.
A de limpar nosso íntimo, a de externar nossas emoções, sejam elas de alegria ou de pesar.
Precisamos aprender a expressar nossos sentimentos. Nossa cultura possui conceitos arraigados, como o de que "homem não chora", ou que "é feio chorar", que surgem em nossas vidas desde quando crianças, na educação familiar, e acabam por internalizarem-se em nossa alma, continuando a apresentar manifestações na vida adulta.
Sejamos homens ou mulheres na Terra, saibamos que todos rumamos para a busca da sensibilidade, do autodescobrimento, e da expressão de nossos sentimentos. Tudo que deixarmos guardado virá à tona, cedo ou tarde.
Se forem bons os sentimentos contidos, estaremos perdendo uma oportunidade valiosa de trazê-los ao mundo, melhorando nossas relações com o próximo e conosco mesmo.
Se forem sentimentos desequilibrados, estaremos perdendo a chance de encará-los, de analisá-los, e de tomar providências para que possam ser erradicados de nosso interior.
As barreiras que nos impedem de nos emocionar, de chorar, são muitas vezes as mesmas que nos fazem pessoas fechadas e retraídas. Barreiras que carecemos romper, para que nossos dias possam ser mais leves, mais limpos, como a atmosfera que recebe a água da chuva, e nela encontra sua purificação.
As chuvas dos olhos fazem um bem muito grande. Desabafar, colocar para fora o que angustia nosso íntimo, ou o que lhe dá alegria, é um exercício precioso. Um hábito salutar. Dizer a alguém o quanto o amamos, quando este sentimento surgir em nosso coração - mesmo sem um motivo especial -, será sempre uma forma de fortalecimento de laços. De construção de uma união mais feliz, e principalmente, um recurso para elevarmos nossa autoestima, nosso auto-amor.

* * *
Deus nos concedeu a chuva para regar os campos, para tornar mais puro o ar. Também nos presenteou com as lágrimas, para que as nossas paisagens íntimas pudessem ser regadas, e para que os ares do Espírito encontrassem a pureza.

Texto da Redação do Momento Espírita.
http://conscienciaevida.blogspot.com/2009/06/as-chuvas-dos-olhos.html

13 de mai de 2011

REFLEXÕES


O Cansaço

Quando te sintas sitiado pelo desfalecimento de forças ou o cansaço se te insinue em forma de desânimo, pára um pouco e refaze-te. O cansaço é mau conselheiro. Produz irritação ou indiferença, tomando as energias e exaurindo-as.
Renova a paisagem mental, buscando motivação que te predisponha ao prosseguimento da tarefa. Por um momento, repousa, a fim de conseguires o vigor e o entusiasmo para a continuidade da ação. Noutra circunstância, muda de atividade, evitando a monotonia que intoxica os centros da atenção e entorpece as forças.
Não te concedas o luxo do repouso exagerado, evitando tombar na negligência do dever. Com método e ritmo, conseguirás o equilíbrio psicológico de que necessitas, para não te renderes à exaustão. * Jesus informou com muita propriedade, numa lição insuperável, que “o Pai até hoje trabalha e eu também trabalho”, sem cansaço nem enfado.
A mente renovada pela prece, e o corpo estimulado pela consciência do dever, não desfalecem sob os fardos, às vezes, quase inevitáveis do cansaço. Age sempre com alegria e produze sem a perturbação que o cansaço proporciona.

Episódios Diários Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

11 de mai de 2011

BIOGRAFIA


Yvonne do Amaral Pereira

Yvonne do Amaral Pereira nasceu na antiga Vila de Santa Tereza de Valença, hoje Rio das Flores, sul do estado do Rio de Janeiro, às 6 horas da manhã. O pai, um pequeno negociante, Manoel José Pereira Filho e a mãe Elizabeth do Amaral Pereira. Teve 5 irmãos mais moços e um mais velho, filho do primeiro casamento da mãe.
Aos 29 dias de nascida, depois de um acesso de tosse, sobreveio uma sufocação que a deixou como morta (catalepsia ou morte aparente). O fenômeno foi fruto dos muitos complexos que carregava no espírito, já que, na última existência terrestre, morrera afogada por suicídio. Durante 6 horas permaneceu nesse estado.
O médico e o farmacêutico atestaram morte por sufocação. O velório foi preparado. A suposta defunta foi vestida com grinalda e vestido branco e azul. O caixãozinho branco foi encomendado. A mãe se retirou a um aposento, onde fez uma sincera e fervorosa prece a Maria de Nazaré, pedindo para que a situação fosse definida, pois, não acreditava que a filha estivesse morta. Instantes depois, a criança acorda aos prantos. Todos os preparativos foram desfeitos. O funeral foi cancelado e a vida seguiu seu curso normal.
O pai, generoso de coração, desinteressado dos bens materiais, entrou em falência por três vezes, pois favorecia os fregueses em prejuízo próprio. Mais tarde, tornou-se funcionário público, cargo que ocupou até sua desencarnação, em 1935. O lar sempre foi pobre o modesto, conheceu dificuldades inerentes ao seu estado social, o que, segundo ela, a beneficiou muito, pois bem cedo alheou-se das vaidades mundanas e compreendeu as necessidades do próximo. O exemplo de conduta dos pais teve influência capital no futuro comportamento da médium.
Era comum albergar na casa pessoas necessitadas e mendigos. Aos 4 anos já se comunicava audio-visualmente com os espíritos, aos quais considerava pessoas normais encarnadas. Duas entidades eram particularmente caras: O espírito Charles, a quem considerava pai terreno real, devido a lembranças vivas de uma encarnação passada, em que este espírito fora seu pai carnal. Charles, o espírito elevado, foi seu orientador durante toda a sua vida e atividade mediúnica.
O espírito Roberto de Canalejas, que foi médico espanhol em meados do século XIX era a outra entidade pela qual nutria um profundo afeto e com a qual tinha ligações espirituais de longa data e dívidas a saldar. Mais tarde, na vida adulta, manteria contatos mediúnicos regulares com outras entidades não menos evoluídas, como o Dr. Bezerra de Menezes, Camilo Castelo Branco, Frederic Chopin e outras.
Aos 8 anos repetiu-se o fenômeno de catalepsia, associado a desprendimento parcial. Aconteceu à noite e a visão que teve, a marcou pelo resto da vida. Em espírito, foi parar ante uma imagem do “Senhor dos Passos”, na igreja que freqüentava. Pedia socorro, pois sofria muito. A imagem, então, cobrando vida, lhe dirigiu as seguintes palavras: “Vem comigo minha filha, será o único recurso que terás para suportar os sofrimentos que te esperam”, aceitou a mão que lhe era estendida, subiu os degraus e não lembra de mais nada.
De fato, Yvonne Pereira foi uma criança infeliz. Vivia acossada por uma imensa saudade do ambiente familiar que tivera na sua última encarnação na Espanha e que lembrava com extraordinária clareza. Considerava seus familiares, principalmente seu pai e irmãos, como estranhos. A casa, a cidade onde morava, eram totalmente estranhas. Para ela, o pai verdadeiro era o espírito Charles e a casa, a da Espanha. Esses sentimentos desencontrados e o afloramento das faculdades mediúnicas, faziam com que tivesse comportamento considerado anormal por seus familiares.
Por esse motivo, até os dez anos, passou a maior parte do tempo na casa da avó paterna. O seu lar era espírita. Aos 8 anos teve o primeiro contato com um livro espírita. Aos 12, o pai deu-lhe de presente “O Evangelho segundo o Espiritismo” e o “Livro dos Espíritos”, que a acompanharam pelo resto da vida, sendo a sua leitura repetida, um bálsamo nas horas difíceis. Aos 13 anos começou a freqüentar as sessões práticas de Espiritismo, que muito a encantavam, pois via os espíritos comunicantes.
Teve como instrução escolar o curso primário. Não pode, por motivos econômicos, fazer outros cursos, o que representou uma grande provação para ela, pois amava o estudo e a leitura. Desde cedo teve que trabalhar para o seu próprio sustento, e o fez com a costura, bordado, rendas, flores, etc... A educação patriarcal que recebeu, fez com que vivesse afastada do mundo. Isto, por um lado, favoreceu o desenvolvimento e recolhimento mediúnico, mas por outro, a tornou excessivamente tímida e triste. Como já vimos, a mediunidade apresentou-se nos primeiros dias de vida terrena, através do fenômeno de catalepsia, vindo a ser este, um fenômeno comum na sua vida a partir dos 16 anos.
A maior parte das reportagens de além-túmulo, dos romances, das crônicas e contos relatados por Yvonne Pereira, foram coletados no mundo espiritual através deste processo, na hora do sono reparador. A sua mediunidade, porém, foi diversificada. Foi médium psicógrafo e receitista (Homeopatia) assistida por entidades de grande elevação, como Bezerra de Menezes, Charles, Roberto de Canalejas, Bittencourt Sampaio.
Praticou a mediunidade de incorporação e passista. Possuía mediunidade de efeitos físicos, chegando a realizar algumas sessões de materialização, mas nunca sentiu atração por esta modalidade mediúnica. Os trabalhos, no campo da mediunidade, que mais gostava de fazer eram os de desdobramento, incorporação e receituário. Como foi dito, através do desdobramento noturno que Yvonne Pereira navegava através do mundo espiritual, amparada por seus orientadores, coletando as crônicas, contos e romances com os quais hoje nos deleitamos.
Como médium psicofônico, pode entrar em contato com obsessores, obsidiados, e suicidas, aos quais, devotava um carinho especial, sendo que muitos deles tornaram-se espíritos amigos. No receituário homeopático trabalhou em diversos centros espíritas de várias cidades em que morou durante os 54 anos de atividade. Foi uma médium independente, que não se submetia aos entraves burocráticos que alguns centros exercem sobre seus trabalhadores, seguia sempre a “Igreja do Alto” e com ela exercia a caridade a qualquer hora e a qualquer dia em que fosse procurada pelos sofredores.
Foi uma esperantista convicta e trabalhou arduamente na sua propaganda e difusão, através de correspondência que mantinha com outros esperantistas, tanto no Brasil, quanto no exterior. Desde muito pequena cultivou o estudo e a boa leitura. Aos 16 anos já tinha lido obras dos grandes autores como Goethe, Bernardo Guimarães, José de Alencar, Alexandre Herculano, Arthur Conan Doyle e outros. Escreveu muitos artigos publicados em jornais populares. Todos foram perdidos.
A obra mediúnica de Yvonne Pereira consta de 20 livros. Yvonne do Amaral Pereira Nasceu no Rio de Janeiro em 24-12-1906. Desencarnou no Rio de Janeiro em 19-03-1984

Fonte: Jornal Macaé Espírita - Nº 289/290 - Janeiro e Fevereiro de 2000
Biografia compilada por Rocky Antonio Valencia Oyola

7 de mai de 2011

HOMENAGEM ÀS MÃES

Fazemos neste momento, uma homenagem à todas as mamães pelo seu dia e pedimos a Deus e a Jesus que as abençoe hoje e sempre. Feliz Dia das Mães !!!!!

Obrigado Senhor!
Obrigado , Senhor , pela mãe que você me deu ...
... por todas as Mães do mundo
... pelas mães brancas , de pele alvinha ...
... pelas pardas , morenas ou bem pretinhas ...
... pelas ricas e pelas pobrezinhas ...
... pelas mães - titias , pelas mães -vovós , pelas madrastas -mães ,
... pelas professoras - mães ...
... pela mãe que embala ao colo o filho que não é seu ...
... pela saudade querida da mãe que já partiu ...
... pelo amor latente em todas as mulheres , que
desperta ao sentir desabrochar em si uma nova vida ...
... pelo amor , maravilhoso amor que une mães e filhos ...
Eu lhe agradeço , Senhor !

Charlesk

5 de mai de 2011

LANÇAMENTO DE LIVRO


O JOVEM ESPÍRITA QUER SABER

Brilhante sob todos os aspectos a iniciativa do Grupo de Esperanto Pac-horo e da Associação Editora Espírita F.V. Lorenz, no esforço de reunir 25 escritores e palestrantes para responder perguntas de inúmeras Mocidades Espíritas do Estado do Rio de Janeiro, num único livro, com o mesmo título da presente abordagem.

As diferentes mocidades apresentaram as perguntas que foram direcionadas aos diferentes entrevistados e o resultado aí está, materializado em mais uma obra de divulgação e estudo espírita: O Jovem Espírita Quer Saber, e com o subtítulo Questionamentos de Inúmeras Mocidades, que 25 Escritores Espíritas respondem.

Temas como Namoro, Homossexualidade, Sexo, Drogas lícitas e ilícitas, Timidez, Depressão, Suicídio, Morte, Aborto, Pais adolescentes, Gravidez na Adolescência, Família, Conflitos de Gerações, Arte, Mídia, Violência e Meio Ambiente, entre outros temas, fazem da obra um referencial para as mocidades espíritas, orientando os jovens e propiciando valiosas perspectivas de debates e estudos à luz do Espiritismo

Autores :Orson Peter Carrara,Raul Teixeira, Richard Simonetti, Sergio Felipe, Dalva Silva Souza, André Trigueiro, Sandra Borba, Carlos Augusto Abranches, Ney Lobo, entre outros queridos e conhecidos autores do movimento espírita .
Eis, pois, uma obra oportuníssima.

Pedidos, informações e contatos: fone 21-2221-2269 ou editora_lorenz@uol.com.br ou pac.horo@yahoo.com.br .

3 de mai de 2011

ESPIRITISMO E ECOLOGIA


O CONSUMO SEGUNDO O ESPIRITISMO

"Enquanto os ecologistas usam ferramentas cada vez mais sofisticadas para medir os impactos do consumo sobre os recursos naturais, os espíritas denunciam os problemas éticos decorrentes do consumismo. O assunto aparece bem fundamentado no capítulo V de O Livro dos Espíritos, que versa sobre a Lei de Conservação. É o caso da pergunta 705, em que Kardec indaga à Espiritualidade sobre um possível descompasso entre a capacidade de suporte da Terra e as necessidades humanas.
- Por que nem sempre a Terra produz bastante para fornecer ao homem o necessário?
- É que, ingrato, o homem a despreza! Ela, no entanto, é excelente mãe. Muitas vezes acusa a Natureza do que só é resultado de sua imperícia ou da sua imprevidência. A Terra produziria sempre o necessário, se com o necessário soubesse o homem contentar-se. Se o que ela produz não lhe basta a todas as necessidades, é que ele emprega no supérfluo o que poderia ser aplicado no necessário [...]
É muito interessante a semelhança dessa resposta com uma frase bastante conhecida do MAHATMA GANDHI, proferida no século seguinte:"A Terra pode oferecer o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens."
Algumas religiões ou doutrinas filosóficas denunciam com muita clareza o risco do deslumbramento com o mundo material. Defendem a consagração de parte de nosso tempo e energia ao cultivo de valores espirituais, considerados imperecíveis e essenciais, que nos acompanham, após o fim da vida corporal, por toda a eternidade. Um dos grandes desafios da existência na Terra é calibrar com sabedoria as demandas da matéria - de que somos feitos - sem se deixar levar pelas vicissitudes do mundo material. Nesse sentido, o apego à matéria é fator de sofrimento e estagnação material. [...]"

Do Livro "Espiritismo e Ecologia"
Autor - André Trigueiro

Estudando o" Livro dos Espíritos "


O Livro dos Espíritos
Parte Primeira – Capítulo 4
Princípio vital
Seres orgânicos e inorgânicos



*Os seres orgânicos são os que têm em si uma fonte de atividade íntima que lhes dá a vida. Eles nascem, crescem, se reproduzem por si mesmos e morrem. São providos de órgãos especiais para a realização dos diferentes atos da vida, apropriados às suas necessidades de conservação. Os homens, os animais e as plantas são seres orgânicos.

Seres inorgânicos são todos os que não têm nem vitalidade, nem movimentos próprios e são formados apenas pela agregação da matéria; são os minerais, a água, o ar, etc.

60 É a mesma força que une os elementos da matéria nos corpos orgânicos e inorgânicos?
– Sim, a lei de atração é a mesma para tudo.

61 Há uma diferença entre a matéria dos corpos orgânicos e a dos inorgânicos?
– A matéria é sempre a mesma, mas nos corpos orgânicos está animalizada.

62 Qual é a causa da animalização da matéria?
– Sua união com o princípio vital.

63 O princípio vital é um agente particular ou é apenas uma propriedade da matéria organizada? Numa palavra, é um efeito ou uma causa?
– Uma e outra. A vida é um efeito produzido pela ação de um agente sobre a matéria. Esse agente, sem a matéria, não é vida, do mesmo modo que a matéria não pode viver sem esse agente. O princípio vital dá a vida a todos os seres que o absorvem e assimilam.

64 Vimos que o Espírito e a matéria são dois elementos constituintes do universo. O princípio vital forma um terceiro?
– É, sem dúvida, um dos elementos necessários à constituição do universo, mas ele mesmo tem sua fonte na matéria universal modificada. É um elemento, como para vós o oxigênio e o hidrogênio que, entretanto, não são elementos primitivos, embora tudo isso proceda de um mesmo princípio.

64 a Disso parece resultar que a vitalidade não tem seu princípio num agente primitivo distinto, mas numa propriedade especial da matéria universal, em razão de algumas modificações?
– É a conseqüência do que dissemos.

65 O princípio vital reside em algum dos corpos que conhecemos?
– Tem sua fonte no fluido universal. É o que chamais fluido magnético ou fluido elétrico animalizado. Ele é o intermediário, o elo entre o Espírito e a matéria.

66 O princípio vital é o mesmo para todos os seres orgânicos?
– Sim, modificado conforme as espécies. É o que lhes dá movimento e atividade e os distingue da matéria inerte, uma vez que o movimento da matéria não é a vida. A matéria recebe esse movimento, não o dá.

67 A vitalidade é um atributo permanente do agente vital ou apenas se desenvolve pelo funcionamento dos órgãos?

– Apenas se desenvolve com o corpo. Não dissemos que esse agente sem a matéria não é a vida? É preciso a união das duas coisas para produzir a vida.

67 a Pode-se dizer que a vitalidade está em estado latente, quando o agente vital não está unido ao corpo?

– Sim, é isso.

☼ O conjunto dos órgãos constitui uma espécie de mecanismo que recebe um estímulo de atividade íntima ou princípio vital que existe neles. O princípio vital é a força motriz dos corpos orgânicos. Ao mesmo tempo que o agente vital estimula os órgãos, a ação deles mantém e desenvolve a atividade do agente vital, quase do mesmo modo como o atrito produz o calor

2 de mai de 2011

CANTINHO DA MÚSICA

Já estavamos com saudades de cantar um pouco.....
Então, trouxemos O MAR DA VIDA de Allan Filho, Voz e Violão, Mais um brinde do Clube de Arte, a arte a serviço do bem, Lar Fabiano de Cristo, www.clubedearte.org.br