19 de dez de 2012

NATAL E ESPIRITISMO

::: NATAL E ESPIRITISMO :::

 

1. INTRODUÇÃO

... De onde vem o termo Natal? Por que 25 de dezembro? Desde quando se comemora nesta data? Qual o espírito do Natal? Qual o significado dos presentes, das árvores e do Papai Noel? Tencionamos desenvolver este assunto analisando o nascimento de Cristo, o espírito natalício e os subsídios oferecidos pelo Espiritismo, para uma melhor interpretação da sua simbologia.

2. CONCEITO

Natal - Do latim natale significa nascimento. Dia em que se comemora o nascimento de Cristo (25 de dezembro).

3. HISTÓRICO

As Igrejas orientais, desde o século IV, celebravam a Epifania (“aparição” ou “manifestação”), em 6 de janeiro, cujo simbolismo referia-se ao mistério da vinda ao mundo do Verbo Divino feito homem. Em Roma, desde o tempo do Imperador Aureliano (274), o dia 25 de dezembro (solstício de Inverno, no calendário Juliano) era consagrado ao Natalis Solis Invicti, festa mitríaca do “renascimento” do Sol. A Igreja romana não tardou em contrapor-lhe a festa cristã do Natale de Cristo, o verdadeiro “sol de justiça”. Esta festa pronto se estendeu por todo o Ocidente, não tardando também em ser adotada por todas as igrejas orientais. (Enciclopédia luso-Brasileira de Cultura)

O nascimento de Cristo sempre esteve envolvido em controvérsias. Para uns, seria 1.º de janeiro; para outros, 6 de janeiro, 25 de março e 20 de maio. Pelas observações dos chineses, o Natal seria em março, que foi quando um cometa, tal qual a estrela de Belém, reluziu na noite asiática no ano 5 d.C. Como data festiva, é um arranjo inventado pela Igreja e enriquecida através dos tempos pela incorporação de hábitos e costumes de várias culturas: a árvore natalina é contribuição alemã (século VIII); o Papai Noel (vulgo São Nicolau) nasceu na Turquia (século IV); os cartões de natal surgiram na Inglaterra, em meados do século XIX. (Estado de São Paulo, p. D3)


4. NASCIMENTO DE JESUS

4.1. A MANJEDOURA

Conta-se que Jesus nascera numa manjedoura, rodeado de animais. Um monge diz que isso não é verdade, pois como a casa de José era pequena para abrigar toda a sua família, o novo rebento deu-se no estábulo. Em termos simbólicos, a manjedoura revela o caráter humilde e simples daquele que seria o maior revolucionário de todos os tempos, sem que precisasse escrever uma única palavra. Os exemplos de sua simplicidade devem nortear os nossos passos nos dias que correm. De nada adianta dizermo-nos adeptos de Cristo e agirmos de modo contrário aos seus ensinamentos.

4.2. ANÚNCIO PROFÉTICO

O nascimento de Jesus fora anunciado pelos profetas da antiguidade, nos seguintes termos: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus convosco)”. Na época predita veio ao mundo o arauto, o Salvador, aquele que tiraria os “pecados” do mundo. Os judeus, contudo, não entenderam a grande mensagem do Salvador: esperavam-no na condição de rei, de governador. Ele, porém, dizia ser rei, mas não deste mundo. Enaltecendo a continuidade desta vida, vislumbrava-nos a expectativa da vida futura, muito mais proveitosa e sem as dificuldades materiais da vida presente.

4.3. UMA NOVA LUZ

O nascimento de Jesus coincide com a percepção de uma nova luz para a humanidade sofredora. Os ensinamentos de Jesus devem servir para transformar não apenas um homem, mas toda a Humanidade. Numa simples visão de conjunto, observamos o que era planeta antes e no que se transformou depois de sua vinda. O Espírito Emmanuel, em Roteiro, diz-nos que antes de Cristo, a educação demorava-se em lamentável pobreza, o cativeiro era consagrado por lei, a mulher aviltada qual alimária, os pais podiam vender os filhos etc. Com Jesus, entretanto, começa uma era nova para o sentimento. Iluminados pela Divina influência, os discípulos do Mestre consagram-se ao serviço dos semelhantes; Simão Pedro e os companheiros dedicam-se aos doentes e infortunados; instituem-se casas de socorro para os necessitados e escolas de evangelização para o espírito popular etc. (Xavier, 1980, cap. 21)

5. A SIMBOLOGIA DO NATAL

5.1. PAPAI NOEL

Papai Noel, símbolo do Natal, é usado pelos comerciantes, a fim de incrementar as vendas dos seus produtos no final de cada ano. O espírito do natal, segundo a propaganda, está relacionado com a fartura da mesa, a quantidade de brinquedos e outros produtos que o consumidor possa ter em seu lar. À semelhança dos reflexos condicionados, estudados por Pavlov, há repetição, intensidade e clareza dos estímulos à compra, dando-nos a entender que estamos comemorando o renascimento de Cristo. Se não prestarmos atenção, cairemos na armadilha do consumismo exacerbado, dificultando a meditação e a reflexão durante esta data tão especial para a Humanidade.

5.2. O ESPÍRITO DO NATAL

O espírito do Natal deve ser entendido como a revivescência dos ensinos de Cristo em cada uma de nossas ações. Não há necessidade de esperarmos o ano todo para comemorá-lo. Se em nosso dia-a-dia estivermos estendendo simpatia para com todos e distribuindo os excessos de que somos portadores, estaremos aplicando eficazmente a “Boa-Nova” trazida pelo mestre Jesus. “Não se pode servir a Deus e a Mamon”. A perfeição moral exige distinção entre espírito e matéria. A riqueza existe para auxiliar o homem no seu aperfeiçoamento espiritual. Se lhe dermos demasiado valor, poderemos obscurecer nossa iluminação interior. Útil se torna, assim, conscientizarmo-nos de que somos usufrutuários e não proprietários dos bens terrenos.

Sérgio Biagi Gregório

Fonte: Centro Espírita Ismael

http://www.facebook.com/PensamentosDeAndreLuiz
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13 de dez de 2012

REFLEXÕES

Fermento Espiritual


"Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?"

- Paulo. (I Coríntios, 5:6).



O fermento é uma substância que excita outras substâncias, e nossa vida é sempre um fermento espiritual com que influenciamos as existências alheias.

Ninguém vive só.

Temos conosco milhares de expressões do pensamento dos outros e

milhares de outras pessoas nos guardam a atuação mental, inevitavelmente.

Os raios de nossa influência entrosam-se com as emissões de quantos

nos conhecem direta ou indiretamente, e pesam na balança do mundo

para o bem ou para o mal.

Nossas palavras determinam palavras em quem nos ouve, e, toda vez que

não formos sinceros, é provável que o interlocutor seja igualmente desleal.

Nossos modos e costumes geram modos e costumes da mesma natureza,

em torno de nossos passos, mormente naqueles que se situam em posição inferior à nossa, nos círculos da experiência e do conhecimento.

Nossas atitudes e atos criam atitudes e atos do mesmo teor,

em quantos nos rodeiam, porquanto aquilo que fazemos atinge

o domínio da observação alheia, interferindo no centro de elaboração

das forças mentais de nossos semelhantes.

O único processo, portanto, de reformar edificando é aceitar as sugestões

do bem e praticá-las intensivamente, por intermédio de nossas ações.

Nas origens de nossas determinações, porém, reside a idéia.

A mente, em razão disso, é a sede de nossa atuação pessoal, onde estivermos.

Pensamento é fermentação espiritual. Em primeiro lugar estabelece atitudes, em segundo gera hábitos e, depois, governa expressões e palavras, através das quais a individualidade influencia na vida e no mundo.

Regenerado, pois, o pensamento de um homem, o caminho

que o conduz ao Senhor se lhe revela reto e limpo.

Do livro Fonte Viva - Emmanuel . pisicografia de Francisco Candido Xavier



4 de dez de 2012

CANTINHO DA POESIA

Cada vez que o Natal volta de novo

A cantar e a fulgir,

Cristo retorna ao coração do povo,

Aclarando o porvir. 


Amaral Ornellas

 

Canção do Natal

Mestre amado, agradecemos,

Em teu Natal de alegria,

A paz que anuncia

A vida superior...

Por nossa esperança em festa,

Pelo pão, pelo agasalho,

Pelo suor do trabalho,

Louvado sejas, Senhor!...

Envoltos na luz da prece,

Louvamos-te os dons supremos,

Nas flores que te trazemos,

Cantando de gratidão!...

Felizes e reverentes,

Rogamos-te, Doce Amigo,

A bênção de estar contigo

No templo do coração.


Casimiro Cunha


 Fonte : Rota de Luz -Ano XV Nº.9 Boletim Informativo do Centro Espírita Amaral Ornellas (Dezembro /2012)

 


 


 


 


 

MOMENTO CEAO




Neste último Boletim de 2012, queremos agradecer a todos aqueles que cooperaram com as atividades doutrinárias e assistenciais desta Casa e desejar-lhes um período natalino de paz pela sintonia com as vibrações amorosas do Mestre Jesus.

Que em 2013 possamos nos inspirar nos versos de Jésus Gonçalves e dar a cada dia um significado especial no esforço de nos transformarmos em verdadeiros cristãos:


Mestre, por teu exemplo de bondade

Todos nós recebemos, cada dia,

Os tesouros da paz e da alegria

Nos talentos divinos da humildade.

É por Ti, meu Senhor, na palha agreste,

Revestida de excelsos resplendores,

Que pisamos o chão de nossas dores

Como quem segue para o Lar Celeste!...

Jésus Gonçalves





Sugestão de leitura para a garotada:

Histórias que Jesus Contou – Clóvis Tavares

O Evangelho da Meninada: uma história de Jesus – Eliseu Rigonatti

Atendamos ao Sublime Apelo:

“Deixai que venham a mim as criancinhas e não as impeçais...” – Jesus.


 

FONTE : ROTA DE LUZ-Boletim Informativo do Centro Espírita Amaral Ornellas (Dezembro /2012)




 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 




2 de dez de 2012

REUNIÕES PÚBLICAS

Dezembro de 2012


3ª feira, 14h




Dia 4 - Tema 1 : Injúrias e violências, ESE, IX, 1 a 5 - Luiz |Fernando

             Tema 2: Sinal Verde Lição 38 -Alice Maria


Dia 11- Anjos de Guarda  - Deuza Nogueira



Dia 18- Dramas da obsessão- Ivone Maria



6ª feira, 20h



Dia 7 - Privações voluntárias,LE, 718 a 720- Bernardo



Dia 14 -A depressão e Jesus, o maior psicólogo do mundo- Alonso Santos



Dia 21 - Tema 1 - Sinal Verde Lição 39- Maria Ines Monteiro
               Tema 2 -Obediência e resignação ESE, IX, 8- Maria Fausta


Dia 28 -Tema :Vida e Atos dos Apóstolos - Ângela Vidal



Sábado, 17:30


Dia 1- Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues



Dia 8 - A Lição da Semente - do livro Jesus no Lar - Sonia Alvarenga


Dia 15- Tema 1 :Destruição necessária e Destruição abusiva LE, 728 a 730 - Maria Cristina

             Tema 2 :A paciência, -ESE, IX, 7 - Ivone Maria


Dia 22 -Meditando no Natal: a presença de Jesus na Terra - Ana Maria de Carvalho

Dia 29 - Tema 1 - Sinal Verde Lição 40- Elysa
                Tema 2 - Ano - Novo na visão espírita -Gilberto Marques
























23 de nov de 2012

REFLEXÕES

HÓSPEDES



Convite é responsabilidade para quem o formula.

O hóspede receberá o tratamento que se dispensa à família.

Nenhum amigo, por mais íntimo, tomará a liberdade de chegar à residência dos

anfitriões, a fim de hospedar-se com eles, sem aviso.

Se a pessoa não é convidada a hospedar-se com esse ou aquele companheiro e

precisa valer-se da moradia deles para certos fins, mesmo a curto prazo, não deve fazer isso

sem consulta prévia.

Se alguém procura saber de alguém, quanto à possibilidade de hospedagem e não

recebe resposta, procederá corretamente, buscando um hotel, de vez que o amigo

consultado talvez tenha dificuldades, em casa, que, de pronto, não possa resolver.

Um hóspede para ser educado não entra nos desacordos da família ou do grupo que

o acolhe.

Em casa alheia, necessitamos naturalmente respeitar os horários e hábitos dos

anfitriões, evitando interferir em assuntos de cozinha e arranjos domésticos, embora seja

obrigação trazer o quarto de dormir tão organizado e tão limpo, quanto possível.

Grande mostra de educação acatar os pontos de vista das pessoas amigas, na

residência delas.

Na moradia dos outros, é imperioso ocupar banheiros pelo mínimo de tempo, para


que não se estrague a vida de quem nos oferece acolhimento.

Fugir de apontamentos e relatos inconvenientes à mesa, principalmente na hora das

refeições.

O hóspede não se intrometerá em conversações caseiras que não lhe digam respeito.

Justo gratificar, dentro das possibilidades próprias, aos irmãos empregados nas

residências que nos hospedam, já que eles não têm a obrigação de nos servir.     Do livro Sinal Verde pelo Espírito de André Luiz

Psicografado por Francisco Cândido Xavier

13 de nov de 2012

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÌRITOS

Parte Segunda – Capítulo 2 - Encarnação dos espíritosObjetivo da encarnação  –A Alma -Materialismo


Materialismo



147 Por que os anatomistas2, os fisiologistas3 e em geral os que se aprofundam nas ciências naturais são, muitas vezes, levados ao materialismo?



– O fisiologista vê tudo à sua maneira. Orgulho dos homens,que acreditam saber tudo e não admitem que alguma coisa possa ultrapassar seu conhecimento. Sua própria ciência lhes dá presunção. Pensam que a natureza não pode lhes ocultar nada.



148 Não é de lamentar que o materialismo seja uma conseqüência de estudos que deveriam, ao contrário, mostrar ao homem a superioridade da inteligência que governa o mundo? Por isso, pode-se concluir que são perigosos?



– Não é exato dizer que o materialismo seja uma conseqüência desses estudos. É o homem que tira deles uma falsa conseqüência, porque tem a liberdade de abusar de tudo, mesmo das melhores coisas. O nada, aliás, os amedronta mais do que eles demonstram, e os Espíritos fortes são, muitas vezes, mais fanfarrões do que bravos. A maioria dos materialistas só o são porque não têm nada para encher o vazio do abismo que se abre diante deles. Mostre-lhes uma âncora de salvação e se agarrarão a ela apressadamente.



☼ Por uma aberração4 da inteligência, há pessoas que vêem nos seres orgânicos apenas a ação da matéria e a esta atribuem todos os nossos atos. Vêem no corpo humano apenas a máquina elétrica; estudaram o mecanismo da vida apenas pelo funcionamento dos órgãos que muitas vezes viram se extinguir pela ruptura de um fio, e não viram nada mais que esse fio.



Procuraram ver se restava alguma coisa e, como encontraram apenas a matéria, que se tornara inerte, e não viram a alma escapar nem a puderam apanhar, concluíram que tudo estava nas propriedades da matéria e que, depois da morte, o pensamento se aniquilava. Triste conseqüência se fosse assim, porque então o bem e o mal não teriam significação alguma; o homem seria levado apenas a pensar em si mesmo e a colocar acima de tudo a satisfação de seus prazeres materiais, os laços sociais seriam rompidos e as afeições mais santas destruídas para todo o sempre. Felizmente, essas idéias estão longe de ser gerais, pode se até mesmo dizer que são muito limitadas e constituíram apenas opiniões individuais, porque em nenhuma parte constituíram doutrina. Uma sociedade fundada sobre essas bases teria em si o germe de sua dissolução, e seus membros se entredevorariam como animais ferozes5 .



O homem tem o pensamento instintivo de que nem tudo se acaba quando cessa a vida. Tem horror ao nada. Ainda que teime e resista inutilmente contra a idéia da vida futura, quando chega o momento supremo são poucos os que não se perguntam o que vai ser deles; a idéia de deixar a vida e não mais retornar é dolorosa. Quem poderia, de fato, encarar com indiferença uma separação absoluta, eterna, de tudo o que amou? Quem poderia, sem medo, ver abrir-se diante de si o imenso abismo do nada onde se dissiparão para sempre todas as nossas capacidades, todas as nossas esperanças, e dizer a si mesmo: “Qual o quê! Depois de mim, nada, nada mais além do vazio; tudo acabou; daqui a alguns dias minhas lembranças serão apagadas da memória dos que me sobreviverem; daqui a pouco não restará nenhum traço de minha passagem pela Terra; o próprio bem que fiz será esquecido pelos ingratos a quem servi; e nada pode compensar tudo isso, nenhuma outra perspectiva além do meu corpo roído pelos vermes!”



Esse quadro não tem alguma coisa de apavorante, glacial? A religião nos ensina que não pode ser assim, e a razão o confirma. Mas essa existência futura, vaga e indefinida não nos dá nenhuma esperança, sendo para muitos a origem da dúvida. Temos uma alma, sim, mas o que é nossa alma? Ela tem uma forma, uma aparência qualquer? É um ser limitado ou indefinido? Uns dizem que é um sopro de Deus; outros, uma centelha; outros, uma parte do grande Todo, o princípio da vida e da inteligência, mas o que tudo isso nos oferece? O que nos importa ter uma alma se depois da morte ela se confunde na imensidade como as gotas d’água no oceano? A perda de nossa individualidade não é para nós o mesmo que o nada? Diz-se, ainda, que é imaterial; mas uma coisa imaterial não poderá ter proporções definidas e para nós equivale ao nada. A religião ainda nos ensina que seremos felizes ou infelizes, conforme o bem ou o mal que tivermos feito. Mas em que consiste essa felicidade que nos espera no seio de Deus? É uma beatitude, uma contemplação eterna, sem outra ocupação a não ser a de cantar louvores ao Criador? As chamas do inferno são uma realidade ou um símbolo? A própria Igreja as entende nesta última significação, mas quais são aqueles sofrimentos? Onde está esse lugar de suplício? Numa palavra, o que se faz, o que se vê, nesse mundo que nos espera a todos? Diz-se que ninguém voltou de lá para nos prestar contas.



É um erro dizer isso. A missão do Espiritismo é precisamente a de nos esclarecer sobre esse futuro, de nos fazer, até certo ponto, tocá-lo e vê-lo, não mais só pelo raciocínio, mas apresentando fatos. Graças às comunicações espíritas, isso não é uma presunção, uma probabilidade que cada um entende à sua maneira, que os poetas embelezam com suas ficções ou pintam de imagens alegóricas que nos enganam. É a realidade que nos aparece, pois são os próprios Espíritos que vêm nos descrever sua situação, nos dizer o que foram, o que nos permite assistir, por assim dizer, a todas as peripécias de sua nova vida e, por esse meio, nos mostram a sorte inevitável que nos está reservada, de acordo com nossos méritos e deméritos. Há nisso algo de anti-religioso? Bem ao contrário, uma vez que os incrédulos aí encontram a fé e os indecisos a renovação de fervor e de confiança. O Espiritismo é o mais poderoso auxiliar da religião. E se é assim, é porque Deus o permite e o permite para reanimar nossas esperanças vacilantes e nos reconduzir ao caminho do bem mediante a perspectiva do futuro.





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Compare essa resposta com a da questão 628 (N. E.).

Anatomista: profissional que estuda a forma e a estrutura dos órgãos do corpo humano (N. E.).

Fisiologista: profissional que estuda o funcionamento das atividades vitais do corpo humano: crescimento, respiração, pensamento, etc. (N. E.).

Aberração: desvio, distorção, desatino (N. E.).

Como animais ferozes: embora Kardec tenha escrito isso há quase 150 anos, os sistemas políticos que se basearam na doutrina materialista se auto dissolveram por si, não tiveram continuidade (N. E.).












4 de nov de 2012

LANÇAMENTO DE LIVRO

Em nome do amor: a mediunidade com Jesus

Autor: Divaldo Pereira Franco Espírito: Bezerra de Menezes

Editora FEB


 




Esta é a hora de instaurardes na Terra a proposta de Jesus construindo o mundo novo que já se encontra em vossos corações.”

O que é a mediunidade? Como funcionam os canais de comunicação entre os vivos e os mortos? A partir de palestras e entrevistas concedidas pelo médium Divaldo Pereira Franco, as diversas vertentes do trabalho mediúnico são abordadas nesta obra organizada para estimular e esclarecer a prática e a vivência daqueles que participam e pesquisam a Doutrina Espirita em seu dia a dia.


Além de respostas e comentários sobre a mediunidade, o livro traz ainda uma série de belas mensagens do Espírito Bezerra de Menezes recebidas pelo médium baiano Divaldo Pereira Franco em reuniões do Conselho Federativo Nacional e em outros eventos espíritas nacionais e internacionais .



2 de nov de 2012

REUNIÕES PUBLICAS

NOVEMBRO DE 2012


3ª feira, 14h




Dia 6 - Tema 1 : Pecado por pensamentos, Adultério, ESE, VIII, 5 a 7 - Maria Fausta

           Tema 2: Sinal Verde Lição 35 -Alice Maria




Dia 13- Tema 1 :  Sinal verde´Lição 37 - Evalda

             Tema 2: Meios de conservação, LE, 704 a 710- Luiz Fernando



Dia 20 - Tema 1 -Deixai que venham a mim as criancinhas ESE, VIIII, 18 e 19 - Sylvia Maria

               Tema 2 -Necessário e supérfluo-LE, 715 a 717- Maria José




Dia 27- Dramas da obsessão- Ivone Maria





6ª feira, 20h

Dia 2 - Tema 1: Sinal Verde, Lição 34- Maria Inês

           Tema 2: Finados- Aída Paulo



Dia 9 - Casamento e celibato -LE, 695 a 699 - Bruno


Dia 16 -  A lei de Deus e o processo reencarnatório - Francisco Júnior



Dia 23 -Justiça e misericórdia- Danilo Vilella



Dia 30 -Tema :Vida e Atos dos Apóstolos - Ângela Vidal





Sábado, 17:30


Dia 3- Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues


Dia 10 - Tema 1- Sinal Verde , lição 36 - Elza

               Tema 2 -Escândalos - ESE, VIII, 11 a 17 - Ivone maria



              
Dia 17- Tema 1 :Bem aventurados os que têm os olhos fechados ESE, VIII, 20 e 21- Cecília


              Tema 2 :Gozo dos bens terrenos - Maria Cristina


Dia 24 -Perda de entes amados - André Trigueiro













MOMENTO CEAO

Dois de novembro, dia que elegemos para homenagear os entes amados que voltaram ao mundo espiritual. Momento solene para os encarnados: dia de lembrar e orar. Em muitos casos, a lembrança de uma prece fica apenas por este dia, o que já representa alguma coisa para aquele a quem ela é dirigida. Em O Livro dos Espíritos, na questão 320, aprendemos que a lembrança sensibiliza aos Espíritos “Muito mais do que podeis supor. Se são felizes, esse fato lhes aumenta a felicidade. Se são desgraçados, serve-lhes de lenitivo.”


Mas, basta a lembrança e a prece em apenas um dia?

O Espiritismo nos esclarece que os laços afetivos não se rompem e que a saudade é sentimento natural que deve ser equilibrado para não perturbar a caminhada daqueles que antecederam-nos, portanto, a prece é o grande recurso para que o nosso testemunho de simpatia os alcance e os auxilie a desprender-se das preocupações terrenas; bem como para balsamizar as dores dos que aqui ficaram. É um momento de encontro de corações sob a proteção divina, e deve dar-se durante todo o ano e não apenas num dia.

E a volta ao mundo corporal? Sempre a associamos a momentos felizes, preparação do enxoval, escolha do nome, imaginar o rostinho, sonhar com o futuro...

Mas, e para o reencarnante? Em O Livro dos Espíritos, questões 339 a 341, aprendemos que no momento de encarnar a perturbação espiritual é “Muito maior e sobretudo mais longa. (...) Procede como o viajante que embarca para uma travessia perigosa (...) De ansiedade bem grande, pois que as provas de sua existência o retardarão ou farão avançar conforme as suporte.” Dessas informações concluímos, também, que a prece se faz necessária para que o reencarnante sinta-se fortalecido e certo do amparo de seus pais.

É pela importância desses dois momentos na nossa vida que neste número refletimos sobre eles.


Livre, enfim!...




Hora final!.. A angústia, às súbitas, me toma...

Na fixidez do olhar, as lágrimas por clima...

Dentre a névoa difusa, uma luz se aproxima...

Ergo-me!... O corpo lembra esdrúxula redoma!...



Redivivo, me arrasto... Aspiro doce aroma...

Saio... O luar esplende... A visão se reanima...

O mundo é um roseiral estrelejado em cima...

Dos recessos do ser, o regozijo assoma!...



Será isso morrer?... Em êxtase me espanto!...

Arfa-me o peito em prece... Ouço terno acalanto...

Velhas canções do lar!... Brilha a noite orvalhada!...



Torno aos amados meus!... Cessa a estrada sombria

E parto, livre enfim, sonhando novo dia

No encalço de Outra Luz. Na luz da madrugada!...

Sabino Silva



Como explicar aos pequenos as questões ligadas a desencarnação, encarnação e reencarnação ? Se esta é a sua pergunta, sugerimos uma resposta: busque o auxílio da literatura espírita em obras destinadas à infância.


Para estes temas indicamos três obras publicadas pela FEB:

Meu Avô Desencarnou – Daniella e Fernanda Priolli F.e Carvalho

Bellinha e a Lagarta Bernadete – Adeilson Salles

Volta às aulas – Adeilson Salles




Fonte :Editorial do Rota de Luz-Boletim Informativo do CEAO- Novembro/2012




















20 de out de 2012

CANTINHO DA POESIA

Ainda  sob forte emoçâo e alegria , que nos tomaram conta durante a Palestra de hoje no CEAO, proferida pelo nosso vice- presidente Bernardo Marques, em comemoração ao natalício de nosso mentor Amaral Ornellas,passamos por aqui para trazer uma de suas lindas poesias ,  em sua homenagem !


Ouve

 Escuta! Enquanto a paz da oração te domina,


Qual melodia excelsa, a fremir, doce e mansa,

Há quem padeça e morra à míngua de esperança,

Rogando amparo, em vão, no lençol de neblina.



Ouve! A sombra tem voz que clama e desatina...

É a provação que ruge... A dor que não descansa...

Desce do pedestal da fria segurança,

Transfigura a bondade em fonte cristalina.



Estende o coração!... Serve, instrui, alivia...

Das sementes sutis de ternura e alegria

Prepararás, agora, o jardim do futuro...



Um dia, voltará à pátria de onde vieste

E apenas colherás na luz do Lar Celeste

O que dás de ti mesmo ao solo do amor puro.

Adolfo Oscar do Amaral Ornellas* DO LIVRO ANTOLOGIA DOS IMORTAIS - PSICOGRAFIA DE FRANCISCO CANDIDO XAVIER



14 de out de 2012

MINUTOS DE SABEDORIA

30




30-NÃO transforme sua prece em petitório insistente!

"O Pai sabe aquilo de que necessitamos, mesmo antes de pedirmos".

Quando quiser alguma coisa para si, peça-o também para os outros,

para todos os que estiverem nas mesmas condições.

No momento da prece, evite o egoísmo.

A prece é a melhor ocasião de demonstrarmos nosso amor.

E pedindo para todos, com amor, seremos os primeiros a receber o

benefício.

Quem acende uma luz, é o primeiro a iluminar-se.


TORRES PASTORINO



1 de out de 2012

MOMENTO CEAO

Um antigo presidente de nossa Casa, o Sr. Waldemar, costumava brincar com um evangelizando, dizendo que o mês de outubro era importante porque marcava o aniversário de Kardec, de Amaral Ornellas, dele e da pequenina criança, e arrematava dizendo-lhe: quem dera fôssemos como eles!


Esta é uma suave recordação de companheiro tão querido que, na sua brincadeira, nos levava a refletir sobre os exemplos destes dois valorosos Espíritos que reencarnaram num mesmo mês com 81anos de diferença: um, para ser o Codificador do Consolador prometido por Jesus e, o outro, para ser um trabalhador na Seara do Mestre à luz da Doutrina Espírita.

Reverenciamos nestes companheiros a perseverança, a coragem para seguir as pegadas do Mestre, trabalhando incansavelmente para a divulgação da Doutrina Espírita a fim de que o materialismo fosse combatido e a mensagem do Mestre fosse bem compreendida e germinasse nos corações a esperança, a alegria de viver.

Em suas vidas, ambos passaram pelas vicissitudes e dissabores comuns a todos nós encarnados na Terra, mas resignaram-se, foram humildes porque tinham a certeza da Misericórdia Divina, confiavam no amparo dos Bons Espíritos: Kardec recebeu os ataques de todos os detratores da Doutrina Espírita e Ornellas enfrentou as perseguições que os Espíritas sofriam no início do século XX.

E foi num mês de outubro que Kardec passou por uma experiência amarga: o Auto-de-fé, em Barcelona, no ano de 1861, quando trezentos exemplares de obras espíritas diversas foram queimados em praça pública por ordem do Bispo. Neste episódio, Kardec exemplifica a humildade e a serena confiança na orientação que recebe do Espírito de Verdade: não reagir, deixar que os acontecimentos sigam seu curso, porque “a queima dos livros determinará uma grande expansão das ideias espíritas e uma procura febricitante das obras dessa doutrina. As ideias se disseminarão lá com maior rapidez e as obras serão procuradas com maior avidez, desde que as tenham queimado. Tudo vai bem.”

Por tudo isso, é que neste mês Rota de Luz homenageia Kardec e Ornellas, aos quais somos gratos por nos oferecer no CEAO tantas oportunidades de esclarecimento pelo estudo e de consolo através das atividades de socorro espiritual. Deus os abençoe!


Em homenagem a Kardec




A cultura atingira o apogeu da descrença,

Imergira-se o Templo em fumo de vanglória

E, embora fosse o Cristo a eterna luz da História,

Afligia-se a Terra em sombra espessa e imensa.



A civilização padecia a presença

De soberano caos em púrpura irrisória,

Sob a pompa do verbo esfervilhada a escória,

Da cegueira e do escárnio a erguer-se em treva densa.



Mas Kardec domina a enorme noite humana

E traz no Espiritismo a Fé que se engalana,

Ao fulgor da Razão generosa e sincera...



O Evangelho ressurge. O céu brilha de novo.

E, Jesus, retornando ao coração do povo,           

Acende para o mundo o Sol da Nova Era.

Amaral Ornellas


O Prof. Rivail (Allan Kardec) tinha muitos amigos no meio literário parisiense, especialmente o romancista Théophile Gaultier e o comediógrafo Vitorien Sardou, além de uma relação cordial, mas distante, com Vitor Hugo, considerado por muitos o maior escritor do século XIX. Todos esses eram espíritas.


Nos arquivos pessoais de Vitor Hugo há um exemplar profusamente anotado de O Livro dos Espíritos. Também é comprovado que Hugo leu O Livro dos Médiuns. Uma de suas maiores obras, Les Contemplations, contém um poema que parece uma homenagem cifrada a Kardec e à Sociedade Parisiense de Estudos Espítitas, o poema Spes, que tanto pode significar “Esperança” em Latim, como era a sigla da Société Parisienne d’Études Spirites. Coincidência ou não, o poema fala sobre a certeza da vida além-túmulo



Fonte :Editorial do Rota de Luz-Boletim Informativo do CEAO- Outubro/2012










REUNIÕES PÚBLICAS

Outubro de 2012


3ª feira, 14h

Dia 2 - Tema 1 : Mistérios ocultos aos doutos e aos prudentes , ESE,VII, 7 a 10- Maria Fausta



Tema 2: Sinal Verde Lição 30 - Maria Inês



Dia 9- Tema 1 : Simplicidade e pureza de coraçãoESE, VIII, 1 a 4 - Sylvia Maria



Tema 2: Obstáculos  a reprodução, LE, 693 a 694 - Luiz Fernando


Dia 16 - O Livro Espírita - Sergio Daemom




Dia 23 - Tema 1: Missão do homem inteligente na terra, ESE.VII, 13 -Lêda  Lúcia



Tema 2: Alice Maria- Sinal Verde, Lição 32



Dia 30- Dramas da obsessão- Ivone Maria


6ª feira, 20h



Dia 5 - Tema 1: Sinal Verde, Lição 31- Maria Inês



Tema 2: O orgulho e a vaidade, ESE, VI, 11- Aída Paulo




Dia 12 - Viagem Espírita- 150 anos- Gilberto Marques

Dia 19 - A Nova Geração - Odiléa Ferraz



Dia 26 -Tema :Vida e Atos dos Apóstolos - Ângela Vidal


Sábado, 17:30


Dia 6- Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues



Dia 13 _ Oração Dominical - Ivone Maria


Dia 20 - Vida e Obra de Amaral Ornellas- Bernardo Marques

Dia 27- Tema 1 :Sinal Verde , Lição 33 - Kainã

Tema 2 :Tempos de Esperança : A fé raciocinada- Clodes Coutinho




















21 de set de 2012

REFLEXÕES

Opera com Jesus onde estejas e esforça-te por identificar, apenas, o lado bom de todos e de todas as coisas que facilmente descobrirás, prosseguindo, tranquilo e ditoso, no cometimento a que foste chamado e que executas com abnegação, conservando tua felicidade de servir sem te preocupares com as imperfeições alheias que te tragam ao conhecimento.




Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco – livro Rumos Libertadores, pág. 125 – Editora, LEAL)

14 de set de 2012



ESTRÉIA DE FILME ESPÍRITA



E a vida continua...

Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”,de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.


Sinopse:A transposição deste romance para a tela põe em destaque o que a obra original tem de mais expressivo em seu conteúdo. Converte a essência de cada trecho literário em cenas vivas, instigantes, de interesse humano inquestionável.Levado por uma dessas tantas "coincidências" da vida, um homem de cinqüenta anos conhece, em circunstâncias dramáticas, uma jovem de vinte e cinco. Fugitivo de si mesmo, sobrevivente de uma tragédia pessoal que o tempo ensinou a esconder num bem-humorado sorriso, no mesmo instante se encanta por essa moça, que além da frustrada paixão pelo marido infiel nenhuma razão mais possui para continuar vivendo.Como náufragos à deriva, Ernesto e Evelina juntam forças e esperanças. Mas não só amores e desamores passados os tornam semelhantes. A questão da saúde comprometida pela mesma enfermidade grave, outra "coincidência", lança expectativas sombrias no futuro dos dois. Como investir numa tão promissora amizade que pode acabar sem glória e sem despedida no centro cirúrgico de um hospital? Instala-se a dúvida. E nos poucos dias que os separam de seus destinos curiosamente parecidos, o homem e a mulher que o "acaso" trouxe para um encontro preparam suas almas apostando na Vida mas com um olho na Morte.No último minuto de proximidade na estância de repouso preparatório para as cirurgias, dizer o quê? Adeus? Até breve? Na falta de resposta o silêncio foi melhor. Um sorriso e uma mão acenando disseram mais.Como no Teatro, fechava-se a cortina ao final do Primeiro Ato. O Segundo seria num outro palco, numa nova dimensão, para uma outra platéia. Entenderiam os protagonistas, agora, que a Vida é uma peça de muitos Atos, porém sem fim.






MINUTOS DE SABEDORIA

29- ELEVE seu coração em prece! Mas evite recitar fórmulas lidas ou decoradas.Que de seu coração partam as palavras espontâneas, como você faz quando conversa com um amigo querido.Prece não é obrigação que  alguém desempenhe para "ver-se livre de um peso".Ore fervorosamente, mas sentindo as palavras que profere, para que a ligação com as Entidades angélicas seja efeiiva e real.Faça da oração um hábito indispensável à saúde espiritual.

9 de set de 2012

BIOGRAFIA



Eunice Weaver
( Eunice Sousa Gabi Weaver)

Eunice Sousa Gabi Weaver nasceu em uma fazenda de café em São Manoel-SP, filha de Henrique Gabbi, um carpinteiro natural de Reggio, Itália, e de Leopoldina Gabbi, natural de Piracicaba,
Era portadora de beleza particular, impressionava pela altivez sem imposição, pela decisão sem arrogância e pela simplicidade repassada de nobreza.
Descendente de imigrantes suíços, tendo recebido educação austera. Sendo sua mãe portadora de hanseníase, quando Eunice tinha três anos de idade, a sua família mudou-se para Uruguaiana-RS. Ali fez os seus estudos primários, no Colégio União.
Tendo prosseguido os seus estudos em São Paulo, formou-se na Escola Normal e fez o curso de Educação Sanitária. Certo dia de 1927, em visita a uma família amiga, reencontrou o seu antigo professor e diretor do Colégio União, Charles Anderson Weaver, viúvo, casaram-se seis meses depois, tendo ido residir em Juiz de Fora-MG. Embora o casal não tendo tido filhos, Eunice cuidou dos quatro filhos do primeiro casamento do marido.
Um ano mais tarde, Charles foi convidado pela Universidade de New York para dirigir a Universidade Flutuante da América do Norte, instalada num transatlântico, que faria uma viagem ao redor do mundo para melhor formação de seus alunos.
Tendo aceito o convite, partiu do Rio de Janeiro acompanhado pela esposa, que aproveitou para estudar Jornalismo, Sociologia, Serviço Social e Filosofias Orientais, em visita a 42 países.

Como repórter, trabalhou durante a viagem, viveu um dia inteiro num templo budista, foi até o Himalaia de jumento e entrevistou durante quatro horas Mahatma Ghandi, um dos fatos mais emocionantes de sua vida - "Foi o homem mais próximo de Jesus Cristo que conheci".
Estagiou em numerosos leprosários: nas ilhas Sandwich (no Pacífico Sul), no Egito, na China, no Japão e na Índia.
De volta ao Brasil, fundou em Juiz de Fora a Sociedade de Assistência aos Lázaros.
De madrugada, quando passava o trem para Belo Horizonte, dirigia-se à estação ferroviária, a fim de prestar assistência aos hansenianos que eram transportados no vagão da segunda classe ao Leprosário Santa Isabel , naquela cidade.
Ali, oferecia-lhes roupas, cobertores e refeições.
A recomendação era sempre a mesma: "Dona Eunice, tome conta de nossos filhos, não os deixe passar fome, não permita que fiquem doentes com esta terrível moléstia".
Aquilo ficava em seus ouvidos.
Fundou o Educandário Carlos Chagas , em Juiz de Fora (1921) e o Educandário Santa Maria, no Rio de Janeiro.
Em 1935, obteve do então Presidente da República, Getúlio Vargas, a promessa de auxílio oficial para a obra, no montante do dobro do que ela conseguisse arrecadar junto à sociedade civil.
Com esse acordo, Eunice dedicou-se a viajar por todo o país, divulgando a campanha da Federação das Sociedades de Assistências aos Lázaros e Defesa contra a Lepra.
Uma das passagens mais interessantes durante as construções dos Educandários se deu no Amazonas.
Eunice estava no canteiro de obras da futura instituição que iria abrigar os filhos dos hansenianos daquela região quando, de repente, um bando de jagunços aparece e tenta impedir a obra sob a alegação que não queriam um leprosário no local, pois na região não existia lepra.
Eunice então, sugeriu ao líder dos jagunços que subissem o rio onde, em poucas horas ela lhe mostraria algum leproso, caso contrário, não construiria o Educandário.
Nesse instante, pegaram um barco e subiram o rio.
Após várias horas percorrendo o referido rio, nenhum leproso foi encontrado.
Os jagunços, com sua costumeira arrogância e cheios de si por terem conseguido impedir a construção do leprosário, resolveram dar a questão por encerrada.
Entretanto, num determinado momento, Eunice vendo uma choupana, disse: "Pare, aqui tem lepra!"
Ao descerem do barco concluíram que dentro da choupana haviam mais de trinta leprosos.
O líder dos jagunços, atônito com o fato ocorrido, abandonou as suas funções de jagunço e passou a ajudar na construção do Educandário.
Surgia naquele momento o primeiro coordenador do Educandário de Manaus.
Dona Eunice Weaver esteve presente, também, em memoráveis labores assistenciais, criando e ajudando obras meritórias surgidas no Brasil, como verdadeira sacerdotisa da fraternidade.
Foi a primeira mulher a receber a Ordem Nacional do Mérito, no grau de Comendador, em novembro de 1950, e a primeira pessoa, na América do Sul, a receber o troféu Damien-Dutton. Publicou "Vida de Florence Nightingale", "A Enfermeira" e "A História Maravilhosa da Vida".
Em 1960, Eunice Weaver recebeu o título de Cidadã Carioca ao completar 25 anos na direção da Federação e, em 11/09/1965, por indicação do vereador Pedro de Castro, recebeu o título de Cidadã Honorária de Juiz de Fora.
Representou o Brasil em inúmeros congressos internacionais sobre a hanseníase, tendo organizado serviços assistenciais no Paraguai, Cuba, México, Guiatemala, Costa Rica e Venezuela.
Em Outubro de 1967, foi para a ONU como delegada brasileira no 12º Congresso Mundial.
Sofreu, entretanto, incompreensões e experimentou amarguras sem fim.
Corajosa e arrebatada, possuía elevado caráter, que a permitiu manter-se lutando tenazmente em defesa dos seus "filhos", enfrentando dificuldades compreensíveis e situações complexas, nunca lhe faltando, porém, os auxílios da misericórdia do Senhor, e em hora alguma foi escasso o socorro do céu!
Apesar das dificuldades naturais, no mais, tudo eram felicidades e contínuas alegrias.
Na ausência do sempre solícito esposo, a jornada a sós lhe é mais difícil.
Amigos leais buscaram animá-la, confortando-a e encorajando-a para a luta, mas a ausência física do idolatrado companheiro, pungia fortemente.
Entretanto, em 1959, uma de suas amigas a levou até Pedro Leopoldo para conhecer o médium Chico Xavier e, a mensagem de paz e otimismo transmitida pelo médium, lhe deu forças para continuar.

Ela, agora sentia que seu marido não a abandonara.
E, com garra, voltou a enfrentar todas as tarefas que a vida lhe impusera.
Ora era a luta por verbas sempre escassas e difíceis, adiante, os serviços administrativos fatigantes.
As viagens contínuas e exaustivas, continuavam sustentadas pelo amor, feito de renúncia pelos menos favorecidos - "Os filhos do Calvário"-, marchando em direção do amanhã ajudada por centenas de mulheres valorosas que ainda prosseguem inspiradas no seu imorredouro exemplo.
Em diversos Estados do Brasil, instituições de assistência aos hansenianos levam o nome de "Sociedade Eunice Weaver".

Um dia, já agora de cabelos brancos, D. Eunice recebeu uma carta de um leproso e, mais uma vez, se emocionou.
Ele agradecia a acolhida que seus filhos tiveram num dos educandários, falava da boa alimentação, da educação, do carinho com que foram recebidos e, muito especialmente, agradecia o amor que os havia tornado bondosos e generosos.
E fazia uma pergunta à D. Eunice, que a deixou engasgada de emoção. Mas esclarecia: a senhora pode não responder, se achar que não deve, mas eu preciso fazer para me desabafar:
Por quê a senhora escolheu, na vida, este caminho tão duro, de cuidar dessa raça de gente inválida que todo mundo tem pavor?
Dona Eunice não respondeu. Sorriu.
Sorriu recordando as outras cartas de engenheiros, aviadores, advogados, professores, todos filhos de leprosos e por ela encaminhados na vida, durante esses trinta anos, narrando as suas vitórias, as suas conquistas, os seus trabalhos, que deram às suas vidas as alegrias sadias dos que são construídos com AMOR.
Sempre trabalhando, faleceu em 9 de Dezembro de 1969, aos 67 anos, como sempre vivera: dedicada ao próximo.

Terminando de discutir compromissos com o Governo do Rio Grande do Sul, ela voltava feliz na expectativa de melhores dias para aqueles a quem considerava os seus de coração, quando foi subitamente chamada para a Vida Espiritual.
Transladado seu corpo ao Rio de Janeiro, lá foi velado na Igreja Metodista e sepultada no Cemitério dos Ingleses, ao lado do seu idolatrado esposo.
Seu trabalho missionário, entretanto, cresceu e prossegue no ministério do socorro e apoio aos hansenianos e suas famílias.
"Gigante como Eunice Weaver não morre; é como a vela: Se gasta no afã de servir, iluminando o caminho de alguém". Rev. Manoel H. da Silva Mário Albino Martins - Coordenador do Educandário Carlos Chagas
Eunice Weaver foi uma das mulheres mais brilhantes do país, dedicando-se toda a vida aos cuidados aos hansenianos.
Era detentora do título “A Servidora do Bem”.
O seu corpo foi sepultado ao lado dos restos mortais do marido, no Cemitério dos Ingleses, Rio de Janeiro

Estudando o" Livro dos Espíritos "



Parte Segunda – Capítulo 2Encarnação dos espíritosObjetivo da encarnação – A alma – Materialismo








134 O que é a alma?
– Um Espírito encarnado.
134 a O que era a alma antes de se unir ao corpo?
– Um Espírito.
134 b As almas e os Espíritos são, portanto, uma e a mesma coisa?
– Sim, as almas são os Espíritos. Antes de se unir ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que povoam o mundo invisível e se revestem temporariamente de um corpo carnal para se purificar e se esclarecer.
135 Há no homem outra coisa mais que a alma e o corpo?
– Há o laço que une a alma ao corpo.
135 a Qual é a natureza desse laço?
– Semimaterial, ou seja, de natureza intermediária entre o Espírito e o corpo. É preciso que assim seja para que possam se comunicar um com o outro. É por esse princípio que o Espírito age sobre a matéria e vice-versa.
☼ Desse modo, o homem é formado de três partes essenciais: 1ª) O corpo ou ser material, semelhante ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital;
2ª) A alma, Espírito encarnado que tem no corpo a sua habitação;
3ª) O princípio intermediário ou perispírito, substância semimaterial que serve de primeiro envoltório ao Espírito e une a alma ao corpo físico. São como num fruto: a semente, o perisperma e a casca.
136 A alma é independente do princípio vital?
– O corpo é apenas o envoltório, repetimos isso constantemente.
136 a O corpo pode existir sem a alma?
– Sim, pode; porém, desde que cesse a vida no corpo, a alma o abandona. Antes do nascimento, não há união definitiva entre a alma e o corpo; ao passo que, depois que essa união está estabelecida, só a morte do corpo rompe os laços que o unem à alma, que o deixa. A vida orgânica pode animar um corpo sem alma, mas a alma não pode habitar um corpo em que não há vida orgânica.
136 b O que seria nosso corpo se não houvesse alma?
– Uma massa de carne sem inteligência, tudo o que quiserdes, exceto um ser humano.
137 Um mesmo Espírito pode encarnar em dois corpos diferentes ao mesmo tempo?
– Não; o Espírito é indivisível e não pode animar simultaneamente dois seres diferentes. (Veja O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, cap. 7 – Da Bicorporeidade e da Transfiguração.)
138 Que pensar daqueles que consideram a alma como o princípio da vida material?
– É uma questão de palavras que não nos diz respeito. Começai por vos entenderdes a vós mesmos.
139 Alguns Espíritos e, antes deles, alguns filósofos definiram assim a alma: “Uma centelha anímica emanada do grande Todo”. Por que essa contradição?
– Não há contradição; depende da significação das palavras. Por que não tendes uma palavra para cada coisa?
☼ A palavra alma é empregada para exprimir coisas muito diferentes. Uns chamam alma o princípio da vida, e com esse entendimento é exato dizer, em sentido figurado, que a alma é “uma centelha anímica emanada do grande Todo”. Essas últimas palavras indicam a fonte universal do princípio vital do qual cada ser absorve uma porção que, depois da morte, retorna à massa. Essa idéia não exclui a de um ser moral distinto, independente da matéria e que conserva sua individualidade. É esse ser que se chama, igualmente, alma, e é nesse sentido que se pode dizer que a alma é um Espírito encarnado. Ao dar à alma definições diferentes, os Espíritos falaram conforme a idéia que faziam da palavra e de acordo com as idéias terrestres de que ainda estavam mais ou menos imbuídos. Isso decorre da insuficiência da linguagem humana, que não tem uma palavra para cada idéia, gerando uma infinidade de enganos e discussões. Eis por que os Espíritos superiores nos dizem que nos entendamos primeiro acerca das palavras (Ver na Introdução explicação mais detalhada de alma).
140 O que pensar da teoria da alma subdividida em tantas partes quanto os músculos e sendo responsável, assim, por cada uma das funções do corpo?
– Isso depende ainda do sentido que se dá à palavra alma. Se a entendermos como o fluido vital, tem razão; mas se queremos entendê-la como Espírito encarnado, é errada. Como já dissemos, o Espírito é indivisível. Ele transmite o movimento aos órgãos pelo fluido intermediário, sem se dividir.
140 a Entretanto, há Espíritos que deram essa definição.
– Espíritos ignorantes podem tomar o efeito pela causa.
☼ A alma atua por intermédio dos órgãos e os órgãos são animados pelo fluido vital, que se reparte entre eles e se concentra mais fortemente nos órgãos que são os centros ou focos do movimento. Conseqüentemente, não procede a idéia de igualar a alma ao fluido vital, se por alma queremos dizer o Espírito que habita o corpo durante a vida e o abandona na morte.
141 Há alguma verdade na opinião dos que pensam que a alma é exterior e envolve o corpo?
– A alma não está aprisionada no corpo como um pássaro numa gaiola. Irradiante, ela brilha e se manifesta ao redor dele como a luz através de um globo de vidro ou como o som ao redor de um centro sonoro. É desse modo que se pode dizer que é exterior, mas não é o envoltório do corpo. A alma tem dois envoltórios ou corpos: um sutil e leve, que é o primeiro, chamado perispírito; o outro, grosseiro, material e pesado, que é o corpo carnal. A alma é o centro de todos esses envoltórios, como o germe o é numa semente, como já dissemos.
142 O que dizer desta outra teoria segundo a qual a alma, numa criança, se completa a cada período de vida?
– O Espírito é um só, está completo na criança como no adulto. Os órgãos ou instrumentos das manifestações da alma é que se desenvolvem e se completam. Nesse caso é ainda tomar o efeito pela causa.
143 Por que todos os Espíritos não definem a alma da mesma maneira?
– Os Espíritos não são todos igualmente esclarecidos sobre estas questões. Há Espíritos cujos conhecimentos são ainda limitados e não compreendem as coisas abstratas, como ocorre entre vós com as crianças. Há também Espíritos pseudo-sábios, que fazem rodeio de palavras para se impor; aliás, como acontece entre vós. Mas, além disso, os próprios Espíritos esclarecidos podem se exprimir em termos diferentes que, no fundo, têm o mesmo significado, especialmente quando se trata de coisas para as quais a vossa linguagem é inadequada para exprimir claramente, precisando de figuras e comparações que tomais como realidade.

144 O que se deve entender por alma do mundo ?
– O princípio universal da vida e da inteligência de onde nascem as individualidades. Mas aqueles que se servem dessas palavras freqüentemente não se compreendem uns aos outros. A palavra alma tem uma aplicação tão elástica que cada um a interpreta de acordo com a sua imaginação. Já se atribuiu, também, uma alma à Terra, o que é preciso entender como sendo o conjunto de Espíritos devotados que dirigem as vossas ações no bom caminho quando os escutais, e que são, de algum modo, os representantes de Deus em relação ao vosso globo.
145 Como tantos filósofos antigos e modernos têm discutido por tanto tempo sobre a ciência psicológica sem ter chegado à verdade?
– Esses homens eram os precursores da Doutrina Espírita eterna. Eles prepararam os caminhos. Eram homens e se enganaram, tomaram suas próprias idéias pela luz. Mas os próprios erros servem para deduzir a verdade ao mostrar os prós e os contras. Aliás, entre esses erros se encontram grandes verdades, que um estudo comparativo tornará compreensíveis1.
146 A alma tem uma sede determinada e circunscrita no corpo?
– Não, mas está mais particularmente na cabeça entre os grandes gênios, os que pensam muito, e no coração nos que têm sentimentos elevados e cujas ações beneficiam toda a humanidade.
146 a Que pensar da opinião daqueles que colocam a alma num centro vital?
– Isso quer dizer que o Espírito se localiza, de preferência, nessa parte do vosso organismo, uma vez que é para aí que convergem todas as sensações. Aqueles que a colocam no que consideram como centro da vitalidade a confundem com o fluido ou princípio vital. Contudo, pode-se dizer que a sede da alma está mais particularmente nos órgãos que servem às manifestações intelectuais e morais.

2 de set de 2012

REUNIÕES PÚBLICAS

Setembro de 2012


3ª feira, 14h

Dia 4 - Tema 1 : Será lícito abreviar a vida de um doente ?-, ESE,v 28- Maria Fausta

             Tema 2: Sinal Verde Lição 25 - Maria Inês



  Dia 11-    Tema 1 :  O Consolador PrometidoESE, VI, 3 e 4 - Sylvia Maria

                    Tema 2: Necessidade do Trabalho, LE, 682 a 685 - Luiz Fernando

Dia 18 - Culto Doméstico - Denise Duarte


Dia 25 - Tema 1: Dramas da obsessão - Ivone Maria

                Tema 2: Alice Maria- Sinal Verde, Lição 28





6ª feira, 20h

Dia 7 - Tema 1: Sinal Verde, Lição 26- Maria Inês

            Tema 2: O jugo leve, ESE, VI, 1 e 2 - Laura Barra




Dia 14 -Tema1 :  Sucessão e aperfeiçoamento das raças,  LE, 688 a 692- Bernardo

             Tema 2: O que se deve entender por pobre de espírito, ESE, VII, 1 e 2-Karina


Dia 21- Julgamento e Preconceito - Jorge Braga



 Dia 28 -Tema1 :Vida e Atos dos Apóstolos - Ângela Vidal
               Tema 2 :Sinal Verde Lição 29 - Heloise



Sábado, 17:30

Dia 1- Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues


Dia 8- Tema 1 :Sinal Verde , Lição 27 - Elysa
             Tema 2 :Devemos por termo às provas do próximo? ESE, V, 27 - Ivone Maria

Dia 15 - ANIVERSÁRIO DA MOCIDADE - Bernardo

Dia 22 -Porque conhecer primeiro as obras de Kardec ? - Angela Delou



Dia 29- Medicina da Alma- Sergio Thiessen













MOMENTO CEAO




Neste mês de setembro a Juventude Espírita Amaral Ornellas completa 76 anos de atividades dedicadas ao estudo da Doutrina Espírita num esforço incansável de atender aos jovens em seus anseios e indagações, aproximando-os do nosso guia e modelo: Jesus.
Por isso, dedicamos este editorial aos jovens que todos os sábados se reúnem sob a orientação dos mentores desta Casa.
Em primeiro lugar, queremos dizer-lhes que a atual diretoria cultiva o ideal da primeira hora da fundação das reuniões destinadas aos jovens que é oferecer-lhes um espaço de estudo como estímulo ao trabalho na seara do Mestre, nas fileiras de trabalhadores do CEAO, onde inúmeros são oriundos da JEAO, em diferentes gerações. Portanto, contamos com vocês, que serão os responsáveis pelo segundo século de trabalho desta Casa.
Em segundo lugar, é nosso intuito lembrar-lhes que a juventude sempre teve importante papel na divulgação do Evangelho e na codificação da Doutrina Espírita: João Evangelista, Marcos, Timóteo, Francisco de Assis, as irmãs Boudin, Chico Xavier e tantos outros. Aproveitem as forças da mocidade que representam o desabrochar dos talentos que Deus lhes concedeu para atenderem ao chamado de Jesus.
E, por fim, convidá-los à meditação das palavras de Erasto (discípulo de Paulo de Tarso), registradas no capítulo XX de O Evangelho Segundo o Espiritismo:

Pergunta – Se, entre os chamados para o Espiritismo, muitos se transviaram, quais os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho?
Resposta – Reconhecê-lo-eis pelos princípios da verdadeira caridade que eles ensinarão e praticarão. Reconhecê-lo-eis pelo número de aflitos a que levam consolo; reconhecê-lo-eis pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal; reconhecê-lo-eis, finalmente, pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de Sua lei; os que seguem Sua lei, esses são os escolhidos e Ele lhes dará a vitória; mas Ele destruirá aqueles que falseiam o espírito dessa lei e fazem dela degrau para contentar sua vaidade e ambição.


AlguémAlguém te bate à porta, dia a dia,
Esmolando-te amor, oculto embora
Nas agruras e chagas de quem chora
Entre a grande aflição e a noite fria...

Medita e ouvi-lo-ás chamando agora
Na miséria cansada que te espia,
Nos herdeiros da sombra e da agonia,
Que se arrastam gemendo estrada afora...

Alguém te segue os passos, de mansinho,
Junto às trevas e às dores do caminho,
Anotando o que fazes por vencê-las;

Esse alguém é Jesus que, em toda idade,
Arrecada os teus gestos de bondade
No Tesouro Divino das Estrelas.
Auta de Souza


Fonte :Editorial do Rota de Luz-Boletim Informativo do CEAO- Setembro/2012

28 de ago de 2012

MINUTOS DE SABEDORIA



28-VISITE os pobres e enfermos.Pelo menos uma vez por se mana dedique algumas horas a consolar umcoração aflito.O consolo que você levar, mesmo com sacrifício de sua parte, é agarantia de que está cumprindo um dever de cristão e de homem.Não espere que o procurem, para agir fraternalmente, ampa rando osfracos e confortando os tristes.Nem pense que você está dan do mais do que recebe: quem consola umcoração triste, na realidade recebe muito mais do que dá.

Torres Pastorino

23 de ago de 2012

REFLEXÕES




NA VIA PÚBLICA
A rua é um departamento importante da escola do mundo, onde cada criatura pode
ensinar e aprender.
Encontrando amigos ou simples conhecidos, tome a iniciativa da saudação, usando
cordialidade e carinho sem excesso.
Caminhe em seu passo natural dentro da movimentação que se faça precisa, como
se deve igualmente viver: sem atropelar os outros.
Se você está num coletivo, acomode-se de maneira a não incomodar os vizinhos.
Se você está de carro, por mais inquietação ou mais pressa, atenda às leis do trânsito
e aos princípios do respeito ao próximo, imunizando-se contra males suscetíveis de lhe
amargurarem por longo tempo.
Recebendo as saudações de alguém, responda com espontaneidade e cortesia.
Não detenha companheiros na vida pública, absorvendo-lhes tempo e atenção com
assuntos adiáveis para momento oportuno.
Ante a abordagem dessa ou daquela pessoa, pratique a bondade e a gentileza,
conquanto a pressa, freqüentemente, esteja em suas cogitações.
Em meio às maiores exigências de serviço, é possível falar com serenidade e
compreensão, ainda mesmo por um simples minuto.
Rogando um favor, faça isso de modo digno, evitando assobios, brincadeiras de
mau gosto ou frases desrespeitosas, na certeza de que os outros estimam ser tratados com o
acatamento que reclamamos para nós.
Você não precisa dedicar-se à conversação inconveniente, mas se alguém
desenvolve assunto indesejável é possível escutar com tolerância e bondade, sem ferir o
interlocutor.
Pessoa alguma, em sã consciência, tem a obrigação de compartilhar perturbações ou
conflitos de rua.
Perante alguém que surja enfermo ou acidentado, coloquemo-nos, em pensamento,
no lugar difícil desse alguém e providenciemos o socorro possível.







Sinal Verde pelo Espírito de André Luiz
Psicografado por Francisco Cândido Xavier

12 de ago de 2012

MOMENTO CEAO




Amigos,


No dia 25 deste mês de agosto, o CEAO completará 89 anos de sua fundação .

É com muito carinho , alegria e gratidão que trabalhamos nesta casa de Amor , junto com a equipe espiritual que lá atua também em prol do nossos irmãos que chegam com suas dores maiores e em prol de nós mesmos....

Estaremos comemorando essa data tão significativa para com a nossa 28ª Jornada de Cultura Espírita c convidamos a todos para virem compartilhar esta alegria conosco. É só chegar ! Observem a programação .






9 de ago de 2012

Estudando o" Livro dos Espíritos "



Parte Segunda – Capítulo 2
Encarnação dos espíritos
Objetivo da encarnação – A alma – Materialismo
Objetivo da encarnação
132 Qual é o objetivo da encarnação dos Espíritos?
– A Lei de Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-los chegar à perfeição. Para uns é uma expiação; para outros é uma missão. Mas, para chegar a essa perfeição, devem sofrer todas as tribulações da existência corporal: é a expiação. A encarnação tem também um outro objetivo: dar ao Espírito condições de cumprir sua parte na obra da criação. Para realizá-la é que, em cada mundo, toma um corpo em harmonia com a matéria essencial desse mundo para executar aí, sob esse ponto de vista, as determinações de Deus, de modo que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.
☼ A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do universo. Deus, em sua sabedoria, quis que, numa mesma ação, encontrassem um meio de progredir e de se aproximar Dele. É assim que, por uma lei admirável da Providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na natureza.
133 Os Espíritos que, desde o princípio, seguiram o caminho do bem, têm necessidade da encarnação?
– Todos são criados simples e ignorantes e se instruem nas lutas e tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não podia fazer só alguns felizes, sem dificuldades e sem trabalho e, por conseguinte, sem mérito.
133 a Mas, então, de que serve aos Espíritos seguirem o caminho do bem, se isso não os livra das dificuldades da vida corporal?
– Eles chegam mais rápido à finalidade a que se destinam; e, depois, as dificuldades da vida são muitas vezes a conseqüência da imperfeição do Espírito. Quanto menos imperfeições, menos tormentos. Aquele que não é invejoso, ciumento, avarento ou ambicioso não sofrerá com os tormentos que procedem desses defeitos.

POR DENTRO DO MOVIMENTO ESPÍRITA

Todos os anos no mês de Agosto comemoramos o “Mês de Bezerra de Menezes” , por ter sido o mês de seu nascimento((Riacho do Sangue, 29 de agosto de 1831 )




E na nossa comemoração, aqui , deste ano , viemos trazendo em homenegem à este espírito Benevolente, ilumunado ,expoente da doutrina no Brasil, compadecido das dores maiores do Povo Brasileiro,PARA NOSSAS REFLEXÕES, esta mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Franco, no encerramento de sua palestra na noite de 2 de Agosto de 2012 no Grupo Espírita André Luiz, RJ/Brasil


Súplica de Amor Bezerra de Menezes

Tu, que nos convidaste para o banquete da Boa Nova, embora não


... dispuséssemos da túnica nupcial, aceitamos a invitação, e aqui estamos.



Tu, que nos convidaste para trabalhar na Tua vinha, embora não tivéssemos



condições hábeis para o bom serviço, e assim mesmo nos aceitaste.



Tu, que nos foste buscar perdidos no abismo, depois que tresmalhamos do



Teu rebanho, e a ele retornamos.



Tu, sublime amigo dos desventurados, que nunca Te cansaste de chamar-nos



ao seio da Tua misericórdia, em nome de Deus, e sempre acompanhas o nosso sucesso



dominado pela compaixão, novamente abres os Teus braços, para que repousemos no


Teu regaço.



Jesus!


Temos sede de paz.



Anelamos pelo encontro com a saúde integral que somente existe no Teu



afável coração.



Permite que, deste conúbio em que desces até nós, e nos mimetizas com



as Tuas energias santas, possamos representar-Te em qualquer lugar por onde



deambulemos, dizendo a todos que somos os Teus discípulos, fracamente fiéis,



carregando o madeiro das próprias aflições.



Jesus, Tu que nos amas, ajuda-nos a aprender a amar, de tal forma que a Tua



presença em nós anule a dominação arbitrária das nossas paixões, e sejas Tu a dominar-



nos interiormente, como um dia penetraste no Teu discípulo, o cantor das gentes, por



intermédio de quem passaste a cantar a Tua mensagem.



Segue conosco Senhor, e ajuda-nos a conquistar o nosso mundo interior para



que o Teu reino se estabeleça em nós, e se prolongue por toda a Terra.


Filhos da alma,

Eia, agora! Não depois, nem amanhã, nem mais tarde. O processo de


transformação íntima deve começar neste instante, sem recidivas no mal, sem retorno às


situações embaraçosas e perturbadoras.


O Mestre conta conosco na razão direta em que contamos com Ele.



Que brilhe, portanto, em nós, a luz que vem dEle, apagando por completo a



treva teimosa que permanece nas paisagens do nosso coração.



Bezerra





5 de ago de 2012

REUNIÕES PÚBLICAS



Agosto de 2012

3ª feira, 14h

Dia 7 - Tema 1 : Perda de pessoas amadas-, ESE,v 21- Maria Fausta

Tema 2: Sinal Verde Lição 21 - Maria Inês



Dia 14 - Tema 1: Os tormentos voluntários - ESE,V, 23- Maria José

Tema 2: Sacrifícios, LE, 669 - Luiz Fernando



Dia 21 - Equipe mediúnica - Luzia Mathias



Dia 28 - Tema 1: A melancolia -ESE,V,25- Sylvia Maria

Tema 2: Dramas da obsessão- Ivone Maria


6ª feira, 20h

Dia 3 - Tema 1: Sinal Verde, Lição 20- Maria Inês

Tema 2: Nossas escolhas - Nilza Erich



Dia 10 - Se fosse homem de bem teria morrido- ESE V,22 - Gilberto Marques


Tema 2: A prece - LE , 662 a 666  -Karina



Dia 17 - Tema 1: Sinal Verde, Lição 22 - Walkyria

Tema 2: A  felicidade não é deste mundo, ESE, V, 20 - Bruno


Dia 24 - Vida e Atos dos Apóstolos - Ângela Vidal


Dia 31 - Necessidade de trabalho-LE, 674 a 681 -Alice Bandeira de Melo


Sábado, 17:30

Dia 4 - Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues



Dia 11- Bezerra de Menezes e sua missão no Brasil - Jurema Célia



Dia 18 -Tema 1: Sinal Verde, Lição 23 - Kainã

Tema 2: Provas voluntárias, ESE, V, 26 - Ivone Maria



Dia 25- Tema : Os chamados de Jesus- Álvaro Chrispino


30 de jul de 2012

ESPIRITISMO E ECOLOGIA




O Consolador - Ciência
Livro: O Consolador Emmanuel & Francisco Cândido Xavier
CIÊNCIAS ESPECIALIZADAS

77 - Os Espíritos se preocupam com a Botânica?- Na Botânica encontrais as mesmas incógnitas dos princípios, apenas explicáveis pelos fatores transcendentes, o que prova a atenção do plano espiritual para com o chamado reino dos vegetais. Esse departamento da Natureza, campo de evolução como os outros, recebe igualmente o sagrado influxo do Senhor, através da assistência de seus mensageiros, desde os pródromos da organização planetária. Recordai-vos de que o homem é discípulo numa escola que o seu raciocínio já encontrou organizada pela sabedoria divina e, em nome dAquele que é a origem sagrada de nossas vidas, amai as árvores e tende cuidado com o campo, onde florescem as bênçãos do céu.


78 - A Zoologia é também objeto de atenção dos planos espirituais?- Sem dúvida, também a Zoologia merece o zelo da esfera invisível, mas é indispensável considerarmos a utilidade de uma advertência aos homens, convidando-os a examinar detidamente os seus laços de parentesco com os animais, dentro das linhas evolutivas, sendo justo que procurem colocar os seres inferiores da vida planetária sob o seu cuidado amigo. Os reinos da Natureza, aliás, são o campo de operação e trabalho dos homens, sendo razoável considerá-las mais sob a sua responsabilidade direta que propriamente dos Espíritos, razão por que responderão perante as leis divinas. pelo que fizeram, em consciência, com os patrimônios da natureza terrestre.



27 de jul de 2012

LANÇAMENTO DE LIVRO


O QUERIDO CONFRADE CEZAR BRAGA SAID TEVE ACESSO ÀS CARTAS QUE CHICO XAVIER ESCREVERA AO MÉDIUM DIVALDO FRANCO ELABORANDO BELO LIVRO COM ESSAS REFERIDAS CARTAS E, ENTÃO NO DIA 30/07/2012 ÀS 20 HORAS NA SOCIEDADE HEBRAICA DO RIO DE JANEIRO NA RUA DAS LARANJEIRAS, 346 HAVERÁ O LANÇAMENTO DESSE REFERIDO LIVRO QUE CEZAR SAID INTITULOU "CHICO E DIVALDO, AMIGOS PARA SEMPRE" . LOGO APÓS O MÉDIUM DIVALDO FRANCO PROFERIRÁ PALESTRA NA HEBRAICA. HAVERÁ AUTÓGRAFOS DO LIVRO E A ENTRADA É DE GRAÇA.


texto retirado do facebook de Ana maria Spranger

22 de jul de 2012

REFLEXÕES

A PALAVRA

Poderoso veículo de comunicação, a palavra é instrumento


que poucos utilizam como deveriam.

A boa palavra ergue e consola, ensina e corrige, ampara e

salva.

A má palavra envenena e mata, enlouquece e fulmina, desequilibra

e arma de ódio.

Muitos falam sem pensar, gerando antipatias e fomentando

crimes.

Outros pensam sem falar e perdem as oportunidades edificantes

de sustentar o ideal do bem e da vida.

Falar por falar expressa desequilíbrio, tanto quanto calar,

sempre, denota doentia introspecção.

Dispões desse abençoado instrumento para preservar a vida e

enriquecê-la de bênçãos, que é a palavra.

Usa o verbo com sabedoria, ensinando, ajudando e impulsionando

as pessoas ao avanço, ao progresso.

Articula a palavra sem gritaria nem desconcerto emocional,

de modo que se te faça agradável, inspirando os que te ouvem e

gerando simpatia em teu favor.

A arte de falar é conquista que todos devem lograr.

Não a esgrimas com teu verbo, nem a sepultes no mutismo da

alienação.

Fala sobre o bem, o amor e a esperança, propondo a alegria

entre as criaturas e ensinando-as a adquirir segurança pessoal no

processo da evolução.

Fonte:


Livro: Episódios Diários (Divaldo Franco - Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis)




.



18 de jul de 2012

POR DENTRO DO MOVIMENTO ESPÍRITA

DIVALDO FRANCO




CONFERÊNCIAS PÚBLICAS – Rio de Janeiro - Julho e Agosto


65 ANOS DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA 2012


29
DOMINGO
13 às 19 h
III CONGRESSO DO CENTRO ESPIRITA JOANNA DE ÂNGELIS DA BARRA "ENCONTRO COM DIVALDO FRANCO"
RIBALTA AV. DAS AMÉRICAS 9650 BARRA
RIO



30
SEGUNDA
20 h
SOCIEDADE HEBRAICA
RUA DAS LARANJEIRAS, 346 LARANJEIRAS
RIO



31
TERÇA
19 h
NO MUSEU DO EXÉRCITO CONDE DE LINHARES

AV PEDRO II 383 QUINTA DA BOA VISTA
APOIO: GRUPO ESPÍRITA CAMINHO DA ESPERANÇA
RIO



02
QUINTA
20 h
GRUPO ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ
RUA JIQUIBÁ, 139 – MARACANÃ
RIO



03
SEXTA
20 h
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UERJ CONCHA ACÚSTICA RUA SÃO FRANCISCO XAVIER, 524
APOIO: GRUPO ESPÍRITA CAMINHO DA ESPERANÇA
RIO



04
SÁBADO
17 h
CEOE JESUS GONÇALVES RUA MAPENDI 158 TAQUARA JACAREPAGUÁ
RIO



05
DOMINGO
DAS 9h ÁS 17h
22o FEIRÃO PRÓ-MANSÃO DO CAMINHO
COLÉGIO MILITAR - RUA SÃO FRANCISCO XAVIER, 267
APOIO: GRUPO ESPÍRITA CAMINHO DA ESPERANÇA
RIO




01/08/2012 - Quarta-feira - 14 às 18 h - CASA DE ESPANHA
19º SEMINÁRIO BENEFICENTE PRÓ-MANSÃO DO CAMINHO
MEDIUNIDADE : DESAFIOS E BÊNÇÃOS
RUA VITÓRIO DA COSTA, 254 - HUMAITÁ - RIO DE JANEIRO
Crachás: na Livraria Espírita Joanna de Ângelis Tel. 2265- 2065 com Iracema;
na Livraria A Casa Rua Conde de Bonfim, 255/106 Tel. 3172- 3098
no Abrigo Thereza de Jesus à Rua Ibituruna, 53 Tel. 2569 - 8215
no Lar de Tereza em Copacabana Tels. 3208- 5264/2256 -2548
e 2569 8770 Glória
Coordenação: anaspranger@gmail.com



17 de jul de 2012

MOMENTO CEAO

                                                                     PALESTRA COM TARDE DE AUTÓGRAFOS



Informamos que no dia 21/07/2012,sábado, haverá no CEAO- Centro Espírita Amaral Ornellas uma palestra pública com o orador Maurício Mancini, as 17h30 de tema "A força do amor".

Após a mesma, Maurício, que é do Centro Espírita Paulo de Tarso, fará em nossa livraria, uma tarde de autógrafos de suas obras em prol de sua casa espírita.
Sintam-se tds , carinhosamente convidados...é só chegar...
Nosso endereço é Rua Dr. Leal, 76 no Engenho de Dentro/ RJ.
Até lá !

13 de jul de 2012

POR DENTRO DO MOVIMENTO ESPÍRITA


“PAULO E ESTÊVÃO”: 70 ANOS

O ano de 2012 não só marca uma década

da desencarnação

de Francisco Cândido Xavier como também o ano em que o livro “Paulo e Estêvão” – por ele psicografado

e o seu preferido

– completa 70 anos de lançamento.

E para marcar o acontecimento, a Federação Espírita Brasileira (FEB) está lançando em nova apresentação gráfica este clássico do Espírito Emmanuel, já trazendo em sua capa a nova logomarca

das edições FEB. Com 488 páginas e 16x23cm, o livro sai pelo valor promocional


de R$27,00.

Somando ainda a esta homenagem,

vem o lançamento “Paulo

e Estêvão para jovens leitores”, de Adeilson Salles,

publicado em parceria pela FEB e a Federação Es-

pírita do Rio Grande do Sul. É uma releitura do conhecido romance voltada

mais a crianças e adolescentes. Com 88 páginas e 16x23cm, custa R$ R$20,25.

Os livros podem ser adquiridos na livraria virtual da FEB: http://www.feblivraria.com.br/
 
 
FONTE :www.boletimsei.org.br/?wpfb_dl=373


10 de jul de 2012

CANTINHO DA POESIA



Por inspiração de nossa companheira Neyde de Souza Barros, Tia Neyde, como carinhosamente é chamada no CEAO, trouxemos o Perdão em poesia de Maria Dolores.


CANTIGA DO PERDÃO

Não te iludas, amigo,

Por mais se expandam lágrimas contigo,

Todo lamento é vão...

Tudo o que tende para a perfeição,

Todo o bem que aparece e persiste no mundo

Vive do entendimento harmônico e profundo,

Através do perdão...

Perdão que lembre o sol no firmamento,

Sem se fazer pagar pelo foco opulento,

A vencer, dia a dia,

A escuridão da noite insondável e fria

E a nutrir, no seu longo itinerário,

O verme e a flor, o charco e o pó, o ninho e a fonte,

De horizonte a horizonte,

Quanto for necessário.

Perdão que nos destaque a lição recebida

Na humildade da rosa,

Bênção do céu, estrela cetinosa,

Que, ao invés de pousar sobre o diamante,

Desabrocha no espinho,

Como a dizer que a vida,

De caminho a caminho,

Não despreza ninguém,

E bela, generosa, alta e fecunda

Quer que toda maldade se transfunda

Na grandeza do bem...

Perdão que se reporte

À brandura da terra pisoteada,

Esquecida heroína de paciência,

Que acolhe, em toda parte, os detritos da morte

E sustenta os recursos da existência,

Mãe e escrava sublime de amor mudo,

Que preside, em silêncio, ao progresso de tudo!...

Amigo, onde estiveres,

Assegura a certeza

De que o perdão é lei da Natureza,

Segurança de todos os misteres.

Perdoa e seguirás em liberdade

No rumo certo da felicidade.

Nas menores tarefas que realizes,

Para lembrar sem sombra os instantes felizes

Na seara da luz,

Na qual a Luz de Deus se insinua e reflete,

É forçoso exercer o ensino de Jesus

Que nos manda perdoar

Setenta vezes sete

Cada ofensa que venha perturbar

O nosso coração;

Isso vale afirmar,

Na senda de ascensão,

Que, em favor da vitória,

A que aspiras na luta transitória,

É mais do que importante, é essencial

Que te esqueças, por fim, de todo mal!...

E que, em tudo, no bem a que te dês,

Seja aqui, mais além, seja agora ou depois,

Deus espera que ajudes e abençoes,

Compreendendo, amparando e servindo outra vez!...

(De “Antologia da Espiritualidade”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Maria Dolores)