31 de mar de 2012

REUNIÕES PÚBLICAS

ABRIL/2012

Caros amigos,

A partir deste mês ,haverá dias de reuniões públicas em que teremos 2 temas abordados no mesmo dia.

3ª feira, 14h

Dia 3 - Tema : A vida futura- ESE, II 2 e 3 - Maria Fausta
Comentário - Sinal verde, lição 1- Maria Inês

Dia 10 -Tema 1 : A realeza de Jesus- Maria José
Tema 2 : A Importância da evangelização infantil- Luiz Fernado

Dia 17 - Tema : Ideias inatas- Sergio Daemon
Comentário : Sinal Verde ,lição 2 - Alice maria

Dia 24-Tema : A caminho da Luz - Ivone Maria


6ª Feira - 20h

Dia 06 - Tema : Espiritismo e Páscoa - Guilherme kremer

Dia 13 - Tema 1 : Bençãos e maldiçôes LE, 557 - Bruno
Tema 2 : A Importância da evangelização infantil - Karina

Dia 20 - Tema :Toc- transtorno obsessivo compulsivo e espiritismo-Alonso Santos

Dia 27 -Tema : Vida e atos dos apóstolos - Ângela Vidal
Comentário : Sinal Verde, lição 4 - Maria Inês


Sábado - 17:30

Dia 07 - Tema: Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues

Dia 14 - Tema : Transição planetária na visão espírita- João Aparecido Ribeiro

Dia 21 - Tema : A importância da evangelização infantil- Ivone Maria
Comentário : Sinal Verde, lição 3 - Lahna

Dia 28 - Tema 1 : O ponto de vista - Cecília
Tema 2 :Das ocupações e missões dos espíritos LE, 558-560-Maria Cristina

22 de mar de 2012

LANÇAMENTO DE FILME

Novo Filme Espiritualista – Área Q – Mundo Maior Filmes
Filme estréia dia 13 de Abril nas telas de cinema de todo o país.
Narra a história do jornalista investigativo Thomas Mathews (Isaiah Washington) virou de cabeça para baixo quando seu filho sumiu misteriosamente e ele acaba sendo enviado para o Brasil, com o intuito de investigar possíveis contatos com seres de outro planeta.
co-produzido pela Estação Luz Filmes que fez “Bezerra de Menezes, o Diário de um Espírito”, “Chico Xavier”, de Daniel Filho e ” As Mães de Chico Xavier” . E mais: o “Area Q” também co- produzido pela Mundo Maior Filmes , da Fundação Espírita André Luiz, que realizou “O Filme dos Espíritos”.
Não é um filme classificado como espírita, mas revela princípios da Doutrina Espírita através da sétima arte. Utilizando-se de uma boa dose de licença poética, faz refletir sobre a vida extrafísica, fala da emancipação da alma durante o sonho, que não estamos sozinhos no Universo, da transição planetária, em defesa da vida desde a concepção e a preservação do meio ambiente. A reencarnação é abordada de forma muito direta e a chamada ” Há muitas moradas na Casa do meu Pai” é um alerta nesse momento de Transição e que devemos cuidar melhor da nossa Morada.

www.tvmundomaior.com.br


18 de mar de 2012

RÁDIO RIO DE JANEIRO





PROGRAMA SORRISO DE ESPERANÇA






Já imaginou como as ondas do rádio podem levar o consolo a tantos ouvintes? Toda terça-feira, às 14h, em nossa querida Rádio Rio de Janeiro (1400 am), entra em cena o programa Sorriso de Esperança. Antes mesmo de ouvir a doce voz de Ana Maria Spranger e seus companheiros abnegados João Aparecido e Alonso Santos, é possível acompanhar uma suave música instrumental. O programa visa consolar os ouvintes em dificuldades espirituais, além de tirar dúvidas à luz do Espiritismo através de uma pergunta interativa.



Também pode ser acessado, em qualquer lugar do mundo, pelo endereço http://www.radioriodejaneiro.am.br/



Não perca!

REFLEXÕES

TEU RECOMEÇO

A cada momento podes recomeçar uma tarefa edificante que ficou interrompida. Nunca é tarde para fazê-lo; todavia, é muito danoso não lhe dar prosseguimento.

Parar uma atividade por motivos superiores às forças é fenômeno natural. Deixá-la ao abandono é falência moral.

A vida é constituída de desafios constantes. Sai-se de um para outro em escala ascendente de valores e conquistas intelecto-morais. Sempre há que se começar a viver de novo.

Uma decepção que parece matar as aspirações superiores; um insucesso que se afigura como um desastre total; um ser querido que morreu e deixou uma lacuna impreenchível; uma enfermidade cruel que esfacelou as resistências; um vício que, por pouco, não conduziu à loucura; um prejuízo financeiro que anulou todas as futuras aparentes possibilidades; uma traição que poderia ter-te levado ao suicídio, são apenas motivos para recomeçar de novo e nunca para se desistir de lutar.

Não houvesse esses fenômenos negativos na convivência humana, no atual estágio de desenvolvimento das criaturas, e os estímulos para o progresso e a libertação seriam menores.
Colhido nas malhas de qualquer imprevisto ou já esperado problema aterrador, tem calma e medita, ao invés de te deixares arrastar pela convulsão que se irá estabelecer. Refugia-te na oração, a fim de ganhares força e inspiração divina.

Como tudo passa, isto também passará, e, quando tal acontecer, faze teu recomeço, a princípio, com cautela, parcimonioso, até que te reintegres novamente na ação plenificadora.

Teu recomeço é síndrome de próxima felicidade.

FRANCO, Divaldo Pereira. Filho de Deus

17 de mar de 2012

POR DENTRO DO MOVIMENTO ESPÍRITA


19º Encontro com Divaldo Franco

Atenção.: Tem Poucos convites, Apressem-se !!!!


01/08 QUARTA - 14 às 18h CASA DE ESPANHA
19º SEMINÁRIO BENEFICENTE PROL MANSÃO DO CAMINHO 40 REAIS
RUA VITÓRIO DA COSTA, 254 - HUMAITÁ.
DIREITO A UM LIVRO ESTACIONAMENTO NO LOCAL. NÃO TRAGA CRIANÇAS
INGRESSOS: 2569-8770 GLORIA;
NO ABRIGO THEREZA DE JESUS 2569-0387;
NAS LIVRARIAS DO LAR DE TEREZA 3208-5264/2256-8548;
NA LIVRARIA A CASA RUA CONDE DE BONFIM 255 LOJA106 - 3172-3098
OU LIVRARIA ESPÍRITA JOANNA DE ÂNGELIS COM IRACEMA
RUA DO CATETE 347 LOJA 7– 2265 2065
TEMA:MEDIUNIDADE: DESAFIOS E BÊNÇÃOS

BIOGRAFIA


Lins de Vasconcelos
por Saulo de Meira Albach

Nasceu no dia 27 de março de 1891, na Vila da Serra do Teixeira, na Paraíba do Norte. Teve uma infância pobre no sertão nordestino. Alista-se no Exército; transferido para Santa Catarina, ele que era católico, toma contato com o Espiritismo na cidade de Florianópolis.

Por volta de seus vinte e um anos de idade Lins chega a Curitiba, onde passa a freqüentar a Federação Espírita do Paraná. Trabalha como cartorário e forma-se engenheiro agrônomo. Inicia sua luta em defesa do estado leigo, questionando privilégios concedidos pelo Estado à Igreja Católica.


Por conta dessa defesa intransigente, Lins foi demitido do Cartório e submetido a processo criminal. Com ajuda do Sr. José Leprevost, paga fiança para não ser preso. O mesmo amigo arruma-lhe emprego em sua firma comercial. Lins consolida-se socialmente ao fundar a Companhia Pinheiro Indústria e Comércio, empresa do ramo madeireiro, no Rio de Janeiro.

Com 25 anos incompletos Lins é eleito presidente da Federação Espírita do Paraná, entidade da qual foi secretário-geral por cinco vezes e presidente por seis mandatos, num período de dezoito anos.

Integrou a Federação Espírita do Paraná à Liga Brasileira Contra o Analfabetismo em 1916; propôs a criação de cursos especiais de médiuns em 1914; teve notável atuação no campo da assistência social.

Em sua atuação política manifestou-se contra a subvenção aos bispados católicos, proposta feita pelo Presidente do Estado do Paraná, em 1925; contra a entrada de capelães para a marinha de guerra (Lins convenceu seus pares da FEP a enviar telegrama ao Presidente da República, em fevereiro de 1918); contra o ensino religioso nas escolas públicas.

Em 1946 encaminhou proposta à Constituinte visando resguardar o estado leigo, a liberdade de consciência religiosa, a laicidade do ensino público, a secularização dos cemitérios e a absoluta separação entre a Igreja e o Estado.

Destacou-se, também, como jornalista espírita, atividade que culminou com a compra do jornal "Mundo Espírita", fundado por Henrique Andrade. Lins transferiu este jornal e suas oficinas para Curitiba como órgão oficial da FEP.

Lins demonstrou grande preocupação com o estudo doutrinário. Em 1949, Lins proferiu discurso no 2º Congresso Espírita Pan-Americano, realizado no Rio de Janeiro. Eis alguns trechos de seu discurso:

"É belo dulcificar o coração, é mesmo grandioso e até sublime, mas é sensato iluminar o templo para que os morcegos não o invadam, fazendo do Espiritismo um instrumento de cegueira ou um anestésico para as horas de dores".

"No Brasil, o Espiritismo tomou um franco aspecto de aplicação social e exemplificação evangélica. E a tal ponto isso vem ocorrendo que as sociedades, antes de terem sede própria, já estão fundando creches, ambulatórios, orfanatos, abrigos, lares, albergues, hospitais, amparos, etc. Fazem isso com ardor evangélico e pouca preocupação de instruir e fazer adeptos. Conquistam o coração e desprezam o entendimento, deixando o convertido na superfície com risco de submergir ao embate da primeira procela".

"Não deixa de ser caridade auxiliar os pobres com pensões, isso é incontestável. Mas entre um benefício dessa ordem, passageiro, exclusivista, e um outro de feição geral concretizada em obra perfeitamente consolidada e transmissível à posteridade, a diferença é tão grande que se assemelha à penumbra comparada com a luz."

Lins teve destacada atuação na propagação do Pacto Áureo, tentativa feita pela FEB para unificar o Espiritismo no Brasil, participando da Caravana da Fraternidade ao lado de Leopoldo Machado, Francisco Spinelli e outros.

Lins aplicou boa parte de sua fortuna no movimento espírita. Deixou obras em inúmeras cidades brasileiras, financiou eventos (como o I Congresso de Mocidades Espíritas, em 1948, no Rio de Janeiro). O patrimônio da FEP, por exemplo, deve-se a Lins que em seu testamento legou a metade da meação do seu patrimônio . O Colégio Lins de Vasconcelos, legado de Lins foi recentemente vendido pela diretoria da FEP, sob a alegação de prejuízos financeiros. No testamento de Lins foram agraciadas com quantias em dinheiro todas as entidades federativas regionais existentes, inclusive a Liga Espírita do Brasil.

Desencarnou no dia 21 de março de 1952, na cidade de São Paulo. Foi inumado nos jardins do então Sanatório Bom Retiro, conforme vontade sua manifestada em vida.

Fonte :
http://www.espiritnet.com.br/Biografias/bioglins.htm

13 de mar de 2012

POMADA DO VOVÔ PEDRO

Caros,

Achamos interessante trazer, neste vídeo, a origem da Pomada do Vovô Pedro.
Encontramos esta pomada nas casas espíritas de forma gratuita.

11 de mar de 2012

ESPIRITISMO E ECOLOGIA

ANIMAIS EM SOFRIMENTO

Se os animais estão isentos da lei de causa e efeito, em suas motivações profundas, já que não têm culpas a expiar, de que maneira se lhes justificar os sacrifícios e aflições?

Assunto aparentemente relacionado com injustiça, mas a lógica nos deve orientar os passos na solução do problema. Imperioso interpretar a dor por mais altos padrões de entendimento.

Ninguém sofre, de um modo ou de outro, tão-somente para resgatar o preço de alguma coisa. Sofre-se também angariando os recursos precisos para obtê-la. Assim é que o animal atravessa longas eras de prova a fim de domesticar-se, tanto quanto o homem atravessa outras tantas longas eras para instruir-se.

Que mal terá praticado o aprendiz a fim de submeter-se aos constrangimentos da escola? E acaso conseguirá ele diplomar-se em conhecimento superior se foge às penas edificantes da disciplina?

Espírito algum obtém elevação ou cultura por osmose, mas sim através de trabalho paciente e intransferível. O animal igualmente para atingir a auréola da razão deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por integrá-la na posse definitiva do raciocínio.

Compreendamos, desse modo, que o sofrimento é ingrediente inalienável no prato do progresso.

Todo ser criado simples e ignorante é compelido a lutar pela conquista da razão, e atingindo a razão, entre os homens, é compelido igualmente a lutar a fim de burilar-se devidamente.

O animal se esforça para obter as próprias percepções e estabelecê-las. O homem se esforça avançando da inteligência para a sublimação.

Certifiquemo-nos, porém, de que toda criatura caminha para o reino da angelitude, e que, investindo-se na posição de espírito sublime, não mais conhece a dor, porquanto o amor ser-lhe-á sol no coração dissipando todas as sombras da vida ao toque de sua própria luz.

Emmanuel
Do livro “Aulas da Vida”, psicografia de Chico Xavier

8 de mar de 2012

REFLEXÕES

Comemorando hoje , dia 8 de março , o Dia Internacional das mulheres, optamos por trazer este texto de Léon Denis . Aproveitamos também para parabenizar todas as mulheres .

O ESPIRITISMO E A MULHER
Léon Denis

Encontram-se, em ambos os sexos, excelentes médiuns; é à mulher, entretanto, que parecem outorgadas as mais belas faculdades psíquicas. Daí o eminente papel que lhe está reservado na difusão do novo Espiritualismo.

Malgrado às imperfeições inerentes a toda criatura humana, não pode a mulher, para quem a estuda imparcialmente, deixar de ser objeto de surpresa e algumas vezes de admiração. Não é unicamente em seus traços pessoais que se realizam, em a Natureza e na Arte, os tipos da beleza, da piedade e da caridade; no que se refere aos poderes íntimos, à intuição e adivinhação, sempre foi ela superior ao homem. Entre as filhas de Eva é que obteve a antiguidade as suas célebres videntes e sibilas. Esses maravilhosos poderes, esses dons do Alto, a Igreja entendeu, na Idade Média, aviltar e suprimir, mediante os processos instaurados por feitiçaria. Hoje encontram eles sua aplicação, porque é sobretudo por intermédio da mulher que se afirma a comunhão com a vida invisível.

Mais uma vez se revela a mulher em sua sublime função de mediadora que o é em toda a Natureza. Dela provém a vida; e ela a própria fonte desta, a regeneradora da raça humana, que não subsiste e se renova senão por seu amor e seus ternos cuidados. E essa função preponderante que desempenha no domínio da vida, ainda a vem preencher no domínio da morte. Mas nós sabemos que a morte e a vida são uma, ou antes, são as duas formas alternadas, os dois aspectos contínuos da existência.

Mediadora também é a mulher no domínio das crenças. Sempre serviu de intermediária entre a nova fé que surge e a fé antiga que definha e vai desaparecendo. Foi o seu papel no passado, nos primeiros tempos do Cristianismo, e ainda o é na época presente.

O Catolicismo não compreendeu a mulher, a quem tanto devia. Seus monges e padres, vivendo no celibato, longe da família, não poderiam apreciar o poder e o encanto desse delicado ser, em quem enxergavam antes um perigo.

A antiguidade pagã teve sobre nós a superioridade de conhecer e cultivar a alma feminina. Suas faculdades se expandiam livremente nos mistérios. Sacerdotisa nos tempos védicos, ao altar doméstico, intimamente associada, no Egito, na Grécia, na Gália, às cerimônias do culto, por toda a parte era a mulher objeto de uma iniciação, de um ensino especial, que dela faziam um ser quase divino, a fada protetora, o gênio do lar, a custódia das fontes da vida. A essa compreensão do papel que a mulher desempenha, nela personificando a Natureza, com suas profundas intuições, suas percepções sutis, suas adivinhações misteriosas, é que foi devida a beleza, a força, a grandeza épica das raças grega e céltica.

Porque, tal seja a mulher, tal é o filho, tal será o homem. É a mulher que, desde o berço, modela a alma das gerações. É ela que faz os heróis, os poetas, os artistas, cujos feitos e obras fulguram através dos séculos. Até aos sete anos o filho permanecia no gineceu sob a direção materna. E sabe-se o que foram as mães gregas, romanas e gaulesas. Para desempenhar, porém, tão sagrada missão educativa, era necessária a iniciação no grande mistério da vida e do destino, o conhecimento da lei das preexistências e das reencarnações; porque só essa lei dá à vida do ser, que vai desabrochar sob a égide materna, sua significação tão bela e tão comovedora.

Essa benéfica influência da mulher iniciada, que irradiava sobre o mundo antigo como uma doce claridade, foi destruída pela lenda bíblica da queda original.

Segundo as Escrituras, a mulher é responsável pela proscrição do homem; ela perde Adão e, com ele, toda a Humanidade; atraiçoa Sansão. Uma passagem do Eclesiastes a declara “uma coisa mais amarga que a morte”. O casamento mesmo parece um mal: “Que os que têm esposas sejam como se não as tivessem” – exclama Paulo.

Nesse ponto, como em tantos outros, a tradição e o espírito judaico prevaleceram, na Igreja, sobre modo de entender do Cristo, que foi sempre benévolo, compassivo, afetuoso para com a mulher. Em todas as circunstâncias a escuda ele com sua proteção; dirige-lhe suas mais tocantes parábolas. Estende-lhe sempre a mão, mesmo quando decaída. Por isso as mulheres reconhecidas lhe formam uma espécie de cortejo; muitas o acompanharão até a morte.

A situação da mulher, na civilização contemporânea, é difícil, não raro dolorosa. Nem sempre a mulher tem para si os usos e as leis; mil perigos a cercam, se ela fraqueja, se sucumbe, raramente se lhe estende mão amiga. A corrupção dos costumes fez da mulher a vítima do século. A miséria, as lágrimas, a prostituição, o suicídio – tal é a sorte de grande número de pobres criaturas em nossas sociedades opulentas.

Uma reação, porém, já se vai operando. Sob a denominação de feminismo, um certo movimento se acentua legítimo em seu princípio, exagerado, entretanto, em seus intuitos; porque ao lado de justas reivindicações, enuncia propósitos que fariam da mulher, não mais mulher, mas cópia, paródia do homem. O movimento feminista desconhece o verdadeiro papel da mulher e tende a transviá-la do destino que lhe está natural e normalmente traçado. O homem e a mulher nasceram para funções diferentes, mas complementares. No ponto de vista da ação social, são equivalentes e inseparáveis.

O moderno Espiritualismo, graças às suas práticas e doutrinas, todas de ideal, de amor, de equidade, encara a questão de modo diverso e resolve-a sem esforço e sem estardalhaço. Restitui a mulher seu verdadeiro lugar na família e na obra social, indicando-lhe a sublime função que lhe cabe desempenhar na educação e no adiantamento da Humanidade. Faz mais, reintegra-a em sua missão de mediadora predestinada, verdadeiro traço de união que liga as sociedades da Terra às do Espaço.

A grande sensibilidade da mulher a constitui o médium por excelência, capaz de exprimir, de traduzir os pensamentos, as emoções, os sofrimentos das almas, os altos ensinos dos Espíritos celestes. Na aplicação de suas faculdades encontra ela profundas alegrias e uma fonte viva de consolações. A feição religiosa do Espiritismo a atrai e lhe satisfaz as aspirações do coração, as necessidades de ternura, que estendem, para além do túmulo, aos entes desaparecidos. O perigo para ela, como para o homem, está no orgulho dos poderes adquiridos, na suscetibilidade exagerada. O ciúme, suscitando rivalidades entre médiuns, torna-se muitas vezes motivo de desagregação para os grupos.

Daí a necessidade de desenvolver na mulher, ao mesmo tempo que os poderes intuitivos, suas admiráveis qualidades morais, o esquecimento de si mesma, o júbilo do sacrifício, numa palavra, o sentimento dos deveres e das responsabilidades inerentes à sua missão mediatriz.

O Materialismo, não ponderando senão o nosso organismo físico, faz da mulher um ser inferior por sua fraqueza e a impele à sensualidade. Ao seu contato, essa flor de poesia verga ao peso das influências degradantes, se deprime e envilece. Privada de sua função mediadora, de sua imaculada auréola, tornada escrava dos sentidos, não é mais um ser instintivo, impulsivo, exposto às sugestões dos apetites mórbidos. O respeito mútuo, as sólidas virtudes domésticas desaparecem; a discórdia e o adultério se introduzem no lar; a família se dissolve, a felicidade se aniquila. Uma nova geração, desiludida e céptica, surge do seio de uma sociedade em decadência.

Com o Espiritualismo, porém, ergue de novo a mulher a inspirada fronte; vem associar-se intimamente à obra de harmonia social, ao movimento geral das idéias. O corpo não é mais que uma forma tomada por empréstimo; a essência da vida é o espírito, e nesse ponto de vista o homem e a mulher são favorecidos por igual. Assim, o moderno Espiritualismo restabelece o mesmo critério dos Celtas, nossos pais; firma a igualdade dos sexos sobre a identidade da natureza psíquica e o caráter imperecível do ser humano, e a ambos assegura posição idêntica nas agremiações de estudo.

Pelo Espiritismo se subtrai a mulher ao vértice dos sentidos e ascende à vida superior. Sua alma se ilumina de clarão mais puro; seu coração se torna o foco irradiador de ternos sentimentos e nobilíssimas paixões. Ela reassume no lar a encantadora missão que lhe pertence, feita de dedicação e piedade, seu importante e divino papel de mãe, de irmã e educadora, sua nobre e doce função persuasiva.

Cessa, desde então, a luta entre os dois sexos. As duas metades da Humanidade se aliam e equilibram no amor, para cooperarem juntas no plano providencial, nas obras da Divina Inteligência.

6 de mar de 2012

HOMENAGEM À CLESILDA CAVALCANTE


Caros Amigos,

É com o coração apertado , mas compreendendo os planos Superiores, que comunicamos o desencarne de Clesilda Cavalcante, companheira de lides espíritas.

Hoje, 6 de março de 2012, a palestra em nossa casa seria proferida por ela mas a nossa companheira partiu ontem,dia 5 para a Pátria Espiritual, conforme os designos divinos, sendo seu sepultamento realizado hoje, no Cemitério de Inhaúma, RJ, as 9h .

Clesilda por muitos anos atuou no movimento espírita, levando estudos doutrinários a muitas casas e em outras frentes de trabalho no bem, que o espiritismo oferece, com muito carinho, dedicação e responsabilidade e cremos que, dará , do plano em que se encontra, continuidade e este trabalho abençoado.

Entramos em prece por Clesilda, pedindo a Jesus e seus guias e mentores para que ela encontre Paz , Confiança, e a certeza de que será acolhida carinhosamente, pelos que lá já a aguardavam , e aos seus familiares , rogamos por forças, que sem dúvida ,chegarão do mais alto.

Sob o sol dourado , com um céu muito azul envolto em luz, vai, Clesilda. Segue !

A Direção e amigos do CEAO.

5 de mar de 2012

MOMENTO CEAO


EVANGELIZAÇÃO RETORNANDO DAS FÉRIAS

Olá pessoal..!!!

A Evangelização do CEAO retornará neste próximo sábado dia 10 de Março.

As 15:20h – De 3 a 14 anos e grupo de pais.

As 17:15h – Juventude: de 15 a 21 anos.

Em Março, estaremos estudando a "Criação Divina"!

Esperamos por vocês !!!!

Karina Ocanha- Departamento de Evangelização do CEAO

4 de mar de 2012

MINUTOS DE SABEDORIA


25

DESPERTE!
Não deixe que a rotina arrase sua vida!
Execute sua tarefa com amor sempre renovado, porque isto trará
alegria a você mesmo.
A rotina cansa e corrói a alma, desalenta e carcome o entusiasmo .
Renove cada manhã seu armazenamento de alegria, de viver .
Ajude a todos e cumpra alegremente sua tarefa, para receber de
volta o benefício da felicidade de seu trabalho.

Torres Pastorino

Estudando o" Livro dos Espíritos "


Parte Segunda – Mundo espírita ou dos espíritos
Capítulo 1 – dos Espíritos
Terceira Ordem



Terceira ordem – Espíritos imperfeitos


101 Características gerais
– Predominância da matéria sobre o Espírito. Propensão ao mal. Ignorância, orgulho, egoísmo e todas as más paixões que são suas conseqüências.

Eles têm a intuição de Deus, mas não o compreendem.

Nem todos são essencialmente maus. Entre alguns há mais leviandade, inconseqüência e malícia do que verdadeira maldade. Alguns não fazem o bem nem o mal; mas, apenas pelo fato de não fazerem o bem, já demonstram sua inferioridade. Outros, ao contrário, se comprazem no mal e ficam satisfeitos quando encontram a ocasião de o fazer.

Podem aliar a inteligência à maldade ou à malícia; mas qualquer que seja seu desenvolvimento intelectual, suas idéias são pouco elevadas e seus sentimentos mais ou menos inferiores.

Seus conhecimentos sobre as coisas do mundo espírita são limitados e o pouco que sabem se confunde com as idéias e os preconceitos da vida corporal. Eles podem nos dar apenas noções falsas e incompletas, mas o observador atento encontra, muitas vezes, em suas comunicações imperfeitas, a confirmação das grandes verdades ensinadas pelos Espíritos Superiores.

Seu caráter se revela pela sua linguagem. Todo Espírito que em suas comunicações revela um mau pensamento pode ser classificado na terceira ordem. Por conseqüência, todo mau pensamento que nos é sugerido vem de um Espírito dessa ordem.

Eles vêem a felicidade dos bons e isso é, para eles, um tormento incessante, porque sentem todas as agonias que originam a inveja e o ciúme.

Conservam a lembrança e a percepção dos sofrimentos da vida corporal e essa impressão é, muitas vezes, mais dolorosa do que a realidade. Sofrem, verdadeiramente, pelos males que suportaram em vida e pelos que fizeram os outros sofrer. E como sofrem por longo tempo, acreditam que irão sofrer para sempre. A Providência, para puni-los, permite que assim pensem3.

Pode-se dividi-los em cinco classes principais:

102 Décima classe. Espíritos Impuros – São inclinados ao mal e fazem dele o objeto de suas preocupações. Como Espíritos, dão conselhos falsos, provocam a discórdia e a desconfiança e se mascaram de todas as formas para melhor enganar. Eles se ligam às pessoas de caráter mais fraco, que cedem às suas sugestões, a fim de prejudicá-los, satisfeitos em poder retardar o seu adiantamento e fazê-las fracassar nas provas por que passam.

Nas manifestações, esses espíritos são reconhecidos pela linguagem. A trivialidade e a grosseria das expressões, entre os Espíritos como entre os homens, é sempre um indício de inferioridade moral ou intelectual. Suas comunicações revelam a baixeza de suas inclinações e, se tentam enganar ao falar de uma maneira sensata, não podem sustentar esse papel por muito tempo, e acabam sempre por denunciar a sua origem.

Alguns povos fizeram desses Espíritos divindades malfazejas; outros os designaram sob o nome de demônios, maus gênios, espíritos do mal.

Quando estão encarnados, são inclinados a todos os vícios que geram as paixões vergonhosas e degradantes: a sensualidade, a crueldade, a mentira, a hipocrisia, a cobiça e a avareza sórdida. Fazem o mal pelo prazer de fazê-lo e, muitas vezes, sem motivos e por ódio ao bem, escolhem quase sempre suas vítimas entre as pessoas honestas. São flagelos para a humanidade, seja qual for a posição da sociedade a que pertençam, e o verniz da civilização não os livra da baixeza e da desonra.

103 Nona classe. Espíritos Levianos – São ignorantes, maliciosos, inconseqüentes e zombeteiros. Envolvem-se em tudo, respondem a tudo, sem se preocupar com a verdade. Comprazem-se em causar pequenos desgostos e pequenas alegrias, atormentar e induzir maliciosamente ao erro por meio de mistificações e espertezas. A esta classe pertencem os Espíritos vulgarmente designados sob os nomes de duendes, trasgos4, gnomos, diabretes. Estão sob a dependência dos Espíritos Superiores, que se utilizam deles, muitas vezes, como fazemos com os nossos servidores.

Nas suas comunicações com os homens, a linguagem é algumas vezes espirituosa e engraçada, mas quase sempre sem profundidade. Compreendem os defeitos e o ridículo humanos, exprimindo-os em tiradas mordazes e satíricas. Se usam nomes supostos, é mais para se divertir conosco do que por maldade.

104 Oitava classe. Espíritos Pseudo-Sábios – Seus conhecimentos são bastante amplos, mas acreditam saber mais do que sabem na realidade. Tendo realizado alguns progressos sob diversos pontos de vista, sua linguagem tem uma característica séria que pode induzir ao erro e ocasionar enganos sobre suas capacidades e seus conhecimentos. Mas isso é apenas um reflexo dos preconceitos e das idéias sistemáticas que conservam da vida terrena. É uma mistura de algumas verdades ao lado dos erros mais absurdos, no meio dos quais sobressai a presunção, o orgulho, a inveja e a obstinação das quais não puderam se libertar.

105 Sétima classe. Espíritos Neutros – Não são bastante bons para fazer o bem, nem suficientemente maus para fazer o mal. Inclinam-se tanto para um quanto para o outro e não se elevam acima da condição comum da humanidade, tanto pela moral quanto pela inteligência. Eles se prendem às coisas deste mundo e lamentam a perda das alegrias grosseiras que nele deixaram.

106 Sexta classe. Espíritos Batedores e Perturbadores – Estes Espíritos não formam, propriamente falando, uma classe distinta quanto às qualidades pessoais, podendo pertencer a todas as classes da terceira ordem. Manifestam, freqüentemente, sua presença por efeitos sensíveis e físicos, como pancadas, o movimento e o deslocamento anormal dos corpos sólidos, a agitação do ar, etc. Parecem estar ainda, mais do que outros, ligados à matéria e ser os agentes principais das variações e transformações das forças e elementos da natureza no globo, seja ao atuarem sobre o ar, a água, o fogo, os corpos duros ou nas entranhas da terra. Reconhece-se que esses fenômenos não se originam de uma causa imprevista e física, quando têm um caráter intencional e inteligente. Todos os Espíritos podem produzir esses fenômenos, mas os de ordem elevada os deixam, geralmente, como atribuições dos subalternos, mais aptos às coisas materiais do que às da inteligência. Quando julgam que essas manifestações são úteis, servem-se dos Espíritos dessa classe como seus auxiliares.

1 de mar de 2012

REUNIÕES PÚBLICAS

MARÇO DE 2012

TERÇA-FEIRA, 14H

DIA 06- Caracteres da perfeição - Silvia Maria

DIA 13 - Poder Oculto. Talismã-fetiçaria. LE 551 a 556 - Luiz Fernando

DIA 20 - Transmissão de Pensamento - Ev Cap XXVIII 9 a 15 - Maria Lucia

DIA 27 - A caminho da luz- estudo do cap.XXII - Ivone Maria


SEXTA-FEIRA, 20H

DIA 02 - Qualidade da prece - EV Cap XXVII 1 a 4 - Maria Fausta

Dia 09 - O homem de bem - Clodes Coutinho

DIA 16 - Gozo dos bens terrenos - Nilza Erich

DIA 23 - Tema Livre - Gilberto Marques

Dia 30 - Vida e atos dos Apóstolos- Ângela Vidal

SÁBADO, 17h30

DIA 03- Aprendendo com André Luiz- Wantuil Rpdrigues

DIA 10- A Mulher e o espiritismo - Telma Brilhante

DIA 17 - Eficácia da Prece - EV CAP XXVII 6 a 8 - Ivone Maria

DIA 24 -Francisco, o sol de Assis- Ângela Delou

Dia 31 - Preces Inteligíveis - EV CAP XXVII 16- Sara Castelo