21 de set de 2012

REFLEXÕES

Opera com Jesus onde estejas e esforça-te por identificar, apenas, o lado bom de todos e de todas as coisas que facilmente descobrirás, prosseguindo, tranquilo e ditoso, no cometimento a que foste chamado e que executas com abnegação, conservando tua felicidade de servir sem te preocupares com as imperfeições alheias que te tragam ao conhecimento.




Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco – livro Rumos Libertadores, pág. 125 – Editora, LEAL)

14 de set de 2012



ESTRÉIA DE FILME ESPÍRITA



E a vida continua...

Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”,de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.


Sinopse:A transposição deste romance para a tela põe em destaque o que a obra original tem de mais expressivo em seu conteúdo. Converte a essência de cada trecho literário em cenas vivas, instigantes, de interesse humano inquestionável.Levado por uma dessas tantas "coincidências" da vida, um homem de cinqüenta anos conhece, em circunstâncias dramáticas, uma jovem de vinte e cinco. Fugitivo de si mesmo, sobrevivente de uma tragédia pessoal que o tempo ensinou a esconder num bem-humorado sorriso, no mesmo instante se encanta por essa moça, que além da frustrada paixão pelo marido infiel nenhuma razão mais possui para continuar vivendo.Como náufragos à deriva, Ernesto e Evelina juntam forças e esperanças. Mas não só amores e desamores passados os tornam semelhantes. A questão da saúde comprometida pela mesma enfermidade grave, outra "coincidência", lança expectativas sombrias no futuro dos dois. Como investir numa tão promissora amizade que pode acabar sem glória e sem despedida no centro cirúrgico de um hospital? Instala-se a dúvida. E nos poucos dias que os separam de seus destinos curiosamente parecidos, o homem e a mulher que o "acaso" trouxe para um encontro preparam suas almas apostando na Vida mas com um olho na Morte.No último minuto de proximidade na estância de repouso preparatório para as cirurgias, dizer o quê? Adeus? Até breve? Na falta de resposta o silêncio foi melhor. Um sorriso e uma mão acenando disseram mais.Como no Teatro, fechava-se a cortina ao final do Primeiro Ato. O Segundo seria num outro palco, numa nova dimensão, para uma outra platéia. Entenderiam os protagonistas, agora, que a Vida é uma peça de muitos Atos, porém sem fim.






MINUTOS DE SABEDORIA

29- ELEVE seu coração em prece! Mas evite recitar fórmulas lidas ou decoradas.Que de seu coração partam as palavras espontâneas, como você faz quando conversa com um amigo querido.Prece não é obrigação que  alguém desempenhe para "ver-se livre de um peso".Ore fervorosamente, mas sentindo as palavras que profere, para que a ligação com as Entidades angélicas seja efeiiva e real.Faça da oração um hábito indispensável à saúde espiritual.

9 de set de 2012

BIOGRAFIA



Eunice Weaver
( Eunice Sousa Gabi Weaver)

Eunice Sousa Gabi Weaver nasceu em uma fazenda de café em São Manoel-SP, filha de Henrique Gabbi, um carpinteiro natural de Reggio, Itália, e de Leopoldina Gabbi, natural de Piracicaba,
Era portadora de beleza particular, impressionava pela altivez sem imposição, pela decisão sem arrogância e pela simplicidade repassada de nobreza.
Descendente de imigrantes suíços, tendo recebido educação austera. Sendo sua mãe portadora de hanseníase, quando Eunice tinha três anos de idade, a sua família mudou-se para Uruguaiana-RS. Ali fez os seus estudos primários, no Colégio União.
Tendo prosseguido os seus estudos em São Paulo, formou-se na Escola Normal e fez o curso de Educação Sanitária. Certo dia de 1927, em visita a uma família amiga, reencontrou o seu antigo professor e diretor do Colégio União, Charles Anderson Weaver, viúvo, casaram-se seis meses depois, tendo ido residir em Juiz de Fora-MG. Embora o casal não tendo tido filhos, Eunice cuidou dos quatro filhos do primeiro casamento do marido.
Um ano mais tarde, Charles foi convidado pela Universidade de New York para dirigir a Universidade Flutuante da América do Norte, instalada num transatlântico, que faria uma viagem ao redor do mundo para melhor formação de seus alunos.
Tendo aceito o convite, partiu do Rio de Janeiro acompanhado pela esposa, que aproveitou para estudar Jornalismo, Sociologia, Serviço Social e Filosofias Orientais, em visita a 42 países.

Como repórter, trabalhou durante a viagem, viveu um dia inteiro num templo budista, foi até o Himalaia de jumento e entrevistou durante quatro horas Mahatma Ghandi, um dos fatos mais emocionantes de sua vida - "Foi o homem mais próximo de Jesus Cristo que conheci".
Estagiou em numerosos leprosários: nas ilhas Sandwich (no Pacífico Sul), no Egito, na China, no Japão e na Índia.
De volta ao Brasil, fundou em Juiz de Fora a Sociedade de Assistência aos Lázaros.
De madrugada, quando passava o trem para Belo Horizonte, dirigia-se à estação ferroviária, a fim de prestar assistência aos hansenianos que eram transportados no vagão da segunda classe ao Leprosário Santa Isabel , naquela cidade.
Ali, oferecia-lhes roupas, cobertores e refeições.
A recomendação era sempre a mesma: "Dona Eunice, tome conta de nossos filhos, não os deixe passar fome, não permita que fiquem doentes com esta terrível moléstia".
Aquilo ficava em seus ouvidos.
Fundou o Educandário Carlos Chagas , em Juiz de Fora (1921) e o Educandário Santa Maria, no Rio de Janeiro.
Em 1935, obteve do então Presidente da República, Getúlio Vargas, a promessa de auxílio oficial para a obra, no montante do dobro do que ela conseguisse arrecadar junto à sociedade civil.
Com esse acordo, Eunice dedicou-se a viajar por todo o país, divulgando a campanha da Federação das Sociedades de Assistências aos Lázaros e Defesa contra a Lepra.
Uma das passagens mais interessantes durante as construções dos Educandários se deu no Amazonas.
Eunice estava no canteiro de obras da futura instituição que iria abrigar os filhos dos hansenianos daquela região quando, de repente, um bando de jagunços aparece e tenta impedir a obra sob a alegação que não queriam um leprosário no local, pois na região não existia lepra.
Eunice então, sugeriu ao líder dos jagunços que subissem o rio onde, em poucas horas ela lhe mostraria algum leproso, caso contrário, não construiria o Educandário.
Nesse instante, pegaram um barco e subiram o rio.
Após várias horas percorrendo o referido rio, nenhum leproso foi encontrado.
Os jagunços, com sua costumeira arrogância e cheios de si por terem conseguido impedir a construção do leprosário, resolveram dar a questão por encerrada.
Entretanto, num determinado momento, Eunice vendo uma choupana, disse: "Pare, aqui tem lepra!"
Ao descerem do barco concluíram que dentro da choupana haviam mais de trinta leprosos.
O líder dos jagunços, atônito com o fato ocorrido, abandonou as suas funções de jagunço e passou a ajudar na construção do Educandário.
Surgia naquele momento o primeiro coordenador do Educandário de Manaus.
Dona Eunice Weaver esteve presente, também, em memoráveis labores assistenciais, criando e ajudando obras meritórias surgidas no Brasil, como verdadeira sacerdotisa da fraternidade.
Foi a primeira mulher a receber a Ordem Nacional do Mérito, no grau de Comendador, em novembro de 1950, e a primeira pessoa, na América do Sul, a receber o troféu Damien-Dutton. Publicou "Vida de Florence Nightingale", "A Enfermeira" e "A História Maravilhosa da Vida".
Em 1960, Eunice Weaver recebeu o título de Cidadã Carioca ao completar 25 anos na direção da Federação e, em 11/09/1965, por indicação do vereador Pedro de Castro, recebeu o título de Cidadã Honorária de Juiz de Fora.
Representou o Brasil em inúmeros congressos internacionais sobre a hanseníase, tendo organizado serviços assistenciais no Paraguai, Cuba, México, Guiatemala, Costa Rica e Venezuela.
Em Outubro de 1967, foi para a ONU como delegada brasileira no 12º Congresso Mundial.
Sofreu, entretanto, incompreensões e experimentou amarguras sem fim.
Corajosa e arrebatada, possuía elevado caráter, que a permitiu manter-se lutando tenazmente em defesa dos seus "filhos", enfrentando dificuldades compreensíveis e situações complexas, nunca lhe faltando, porém, os auxílios da misericórdia do Senhor, e em hora alguma foi escasso o socorro do céu!
Apesar das dificuldades naturais, no mais, tudo eram felicidades e contínuas alegrias.
Na ausência do sempre solícito esposo, a jornada a sós lhe é mais difícil.
Amigos leais buscaram animá-la, confortando-a e encorajando-a para a luta, mas a ausência física do idolatrado companheiro, pungia fortemente.
Entretanto, em 1959, uma de suas amigas a levou até Pedro Leopoldo para conhecer o médium Chico Xavier e, a mensagem de paz e otimismo transmitida pelo médium, lhe deu forças para continuar.

Ela, agora sentia que seu marido não a abandonara.
E, com garra, voltou a enfrentar todas as tarefas que a vida lhe impusera.
Ora era a luta por verbas sempre escassas e difíceis, adiante, os serviços administrativos fatigantes.
As viagens contínuas e exaustivas, continuavam sustentadas pelo amor, feito de renúncia pelos menos favorecidos - "Os filhos do Calvário"-, marchando em direção do amanhã ajudada por centenas de mulheres valorosas que ainda prosseguem inspiradas no seu imorredouro exemplo.
Em diversos Estados do Brasil, instituições de assistência aos hansenianos levam o nome de "Sociedade Eunice Weaver".

Um dia, já agora de cabelos brancos, D. Eunice recebeu uma carta de um leproso e, mais uma vez, se emocionou.
Ele agradecia a acolhida que seus filhos tiveram num dos educandários, falava da boa alimentação, da educação, do carinho com que foram recebidos e, muito especialmente, agradecia o amor que os havia tornado bondosos e generosos.
E fazia uma pergunta à D. Eunice, que a deixou engasgada de emoção. Mas esclarecia: a senhora pode não responder, se achar que não deve, mas eu preciso fazer para me desabafar:
Por quê a senhora escolheu, na vida, este caminho tão duro, de cuidar dessa raça de gente inválida que todo mundo tem pavor?
Dona Eunice não respondeu. Sorriu.
Sorriu recordando as outras cartas de engenheiros, aviadores, advogados, professores, todos filhos de leprosos e por ela encaminhados na vida, durante esses trinta anos, narrando as suas vitórias, as suas conquistas, os seus trabalhos, que deram às suas vidas as alegrias sadias dos que são construídos com AMOR.
Sempre trabalhando, faleceu em 9 de Dezembro de 1969, aos 67 anos, como sempre vivera: dedicada ao próximo.

Terminando de discutir compromissos com o Governo do Rio Grande do Sul, ela voltava feliz na expectativa de melhores dias para aqueles a quem considerava os seus de coração, quando foi subitamente chamada para a Vida Espiritual.
Transladado seu corpo ao Rio de Janeiro, lá foi velado na Igreja Metodista e sepultada no Cemitério dos Ingleses, ao lado do seu idolatrado esposo.
Seu trabalho missionário, entretanto, cresceu e prossegue no ministério do socorro e apoio aos hansenianos e suas famílias.
"Gigante como Eunice Weaver não morre; é como a vela: Se gasta no afã de servir, iluminando o caminho de alguém". Rev. Manoel H. da Silva Mário Albino Martins - Coordenador do Educandário Carlos Chagas
Eunice Weaver foi uma das mulheres mais brilhantes do país, dedicando-se toda a vida aos cuidados aos hansenianos.
Era detentora do título “A Servidora do Bem”.
O seu corpo foi sepultado ao lado dos restos mortais do marido, no Cemitério dos Ingleses, Rio de Janeiro

Estudando o" Livro dos Espíritos "



Parte Segunda – Capítulo 2Encarnação dos espíritosObjetivo da encarnação – A alma – Materialismo








134 O que é a alma?
– Um Espírito encarnado.
134 a O que era a alma antes de se unir ao corpo?
– Um Espírito.
134 b As almas e os Espíritos são, portanto, uma e a mesma coisa?
– Sim, as almas são os Espíritos. Antes de se unir ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que povoam o mundo invisível e se revestem temporariamente de um corpo carnal para se purificar e se esclarecer.
135 Há no homem outra coisa mais que a alma e o corpo?
– Há o laço que une a alma ao corpo.
135 a Qual é a natureza desse laço?
– Semimaterial, ou seja, de natureza intermediária entre o Espírito e o corpo. É preciso que assim seja para que possam se comunicar um com o outro. É por esse princípio que o Espírito age sobre a matéria e vice-versa.
☼ Desse modo, o homem é formado de três partes essenciais: 1ª) O corpo ou ser material, semelhante ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital;
2ª) A alma, Espírito encarnado que tem no corpo a sua habitação;
3ª) O princípio intermediário ou perispírito, substância semimaterial que serve de primeiro envoltório ao Espírito e une a alma ao corpo físico. São como num fruto: a semente, o perisperma e a casca.
136 A alma é independente do princípio vital?
– O corpo é apenas o envoltório, repetimos isso constantemente.
136 a O corpo pode existir sem a alma?
– Sim, pode; porém, desde que cesse a vida no corpo, a alma o abandona. Antes do nascimento, não há união definitiva entre a alma e o corpo; ao passo que, depois que essa união está estabelecida, só a morte do corpo rompe os laços que o unem à alma, que o deixa. A vida orgânica pode animar um corpo sem alma, mas a alma não pode habitar um corpo em que não há vida orgânica.
136 b O que seria nosso corpo se não houvesse alma?
– Uma massa de carne sem inteligência, tudo o que quiserdes, exceto um ser humano.
137 Um mesmo Espírito pode encarnar em dois corpos diferentes ao mesmo tempo?
– Não; o Espírito é indivisível e não pode animar simultaneamente dois seres diferentes. (Veja O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, cap. 7 – Da Bicorporeidade e da Transfiguração.)
138 Que pensar daqueles que consideram a alma como o princípio da vida material?
– É uma questão de palavras que não nos diz respeito. Começai por vos entenderdes a vós mesmos.
139 Alguns Espíritos e, antes deles, alguns filósofos definiram assim a alma: “Uma centelha anímica emanada do grande Todo”. Por que essa contradição?
– Não há contradição; depende da significação das palavras. Por que não tendes uma palavra para cada coisa?
☼ A palavra alma é empregada para exprimir coisas muito diferentes. Uns chamam alma o princípio da vida, e com esse entendimento é exato dizer, em sentido figurado, que a alma é “uma centelha anímica emanada do grande Todo”. Essas últimas palavras indicam a fonte universal do princípio vital do qual cada ser absorve uma porção que, depois da morte, retorna à massa. Essa idéia não exclui a de um ser moral distinto, independente da matéria e que conserva sua individualidade. É esse ser que se chama, igualmente, alma, e é nesse sentido que se pode dizer que a alma é um Espírito encarnado. Ao dar à alma definições diferentes, os Espíritos falaram conforme a idéia que faziam da palavra e de acordo com as idéias terrestres de que ainda estavam mais ou menos imbuídos. Isso decorre da insuficiência da linguagem humana, que não tem uma palavra para cada idéia, gerando uma infinidade de enganos e discussões. Eis por que os Espíritos superiores nos dizem que nos entendamos primeiro acerca das palavras (Ver na Introdução explicação mais detalhada de alma).
140 O que pensar da teoria da alma subdividida em tantas partes quanto os músculos e sendo responsável, assim, por cada uma das funções do corpo?
– Isso depende ainda do sentido que se dá à palavra alma. Se a entendermos como o fluido vital, tem razão; mas se queremos entendê-la como Espírito encarnado, é errada. Como já dissemos, o Espírito é indivisível. Ele transmite o movimento aos órgãos pelo fluido intermediário, sem se dividir.
140 a Entretanto, há Espíritos que deram essa definição.
– Espíritos ignorantes podem tomar o efeito pela causa.
☼ A alma atua por intermédio dos órgãos e os órgãos são animados pelo fluido vital, que se reparte entre eles e se concentra mais fortemente nos órgãos que são os centros ou focos do movimento. Conseqüentemente, não procede a idéia de igualar a alma ao fluido vital, se por alma queremos dizer o Espírito que habita o corpo durante a vida e o abandona na morte.
141 Há alguma verdade na opinião dos que pensam que a alma é exterior e envolve o corpo?
– A alma não está aprisionada no corpo como um pássaro numa gaiola. Irradiante, ela brilha e se manifesta ao redor dele como a luz através de um globo de vidro ou como o som ao redor de um centro sonoro. É desse modo que se pode dizer que é exterior, mas não é o envoltório do corpo. A alma tem dois envoltórios ou corpos: um sutil e leve, que é o primeiro, chamado perispírito; o outro, grosseiro, material e pesado, que é o corpo carnal. A alma é o centro de todos esses envoltórios, como o germe o é numa semente, como já dissemos.
142 O que dizer desta outra teoria segundo a qual a alma, numa criança, se completa a cada período de vida?
– O Espírito é um só, está completo na criança como no adulto. Os órgãos ou instrumentos das manifestações da alma é que se desenvolvem e se completam. Nesse caso é ainda tomar o efeito pela causa.
143 Por que todos os Espíritos não definem a alma da mesma maneira?
– Os Espíritos não são todos igualmente esclarecidos sobre estas questões. Há Espíritos cujos conhecimentos são ainda limitados e não compreendem as coisas abstratas, como ocorre entre vós com as crianças. Há também Espíritos pseudo-sábios, que fazem rodeio de palavras para se impor; aliás, como acontece entre vós. Mas, além disso, os próprios Espíritos esclarecidos podem se exprimir em termos diferentes que, no fundo, têm o mesmo significado, especialmente quando se trata de coisas para as quais a vossa linguagem é inadequada para exprimir claramente, precisando de figuras e comparações que tomais como realidade.

144 O que se deve entender por alma do mundo ?
– O princípio universal da vida e da inteligência de onde nascem as individualidades. Mas aqueles que se servem dessas palavras freqüentemente não se compreendem uns aos outros. A palavra alma tem uma aplicação tão elástica que cada um a interpreta de acordo com a sua imaginação. Já se atribuiu, também, uma alma à Terra, o que é preciso entender como sendo o conjunto de Espíritos devotados que dirigem as vossas ações no bom caminho quando os escutais, e que são, de algum modo, os representantes de Deus em relação ao vosso globo.
145 Como tantos filósofos antigos e modernos têm discutido por tanto tempo sobre a ciência psicológica sem ter chegado à verdade?
– Esses homens eram os precursores da Doutrina Espírita eterna. Eles prepararam os caminhos. Eram homens e se enganaram, tomaram suas próprias idéias pela luz. Mas os próprios erros servem para deduzir a verdade ao mostrar os prós e os contras. Aliás, entre esses erros se encontram grandes verdades, que um estudo comparativo tornará compreensíveis1.
146 A alma tem uma sede determinada e circunscrita no corpo?
– Não, mas está mais particularmente na cabeça entre os grandes gênios, os que pensam muito, e no coração nos que têm sentimentos elevados e cujas ações beneficiam toda a humanidade.
146 a Que pensar da opinião daqueles que colocam a alma num centro vital?
– Isso quer dizer que o Espírito se localiza, de preferência, nessa parte do vosso organismo, uma vez que é para aí que convergem todas as sensações. Aqueles que a colocam no que consideram como centro da vitalidade a confundem com o fluido ou princípio vital. Contudo, pode-se dizer que a sede da alma está mais particularmente nos órgãos que servem às manifestações intelectuais e morais.

2 de set de 2012

REUNIÕES PÚBLICAS

Setembro de 2012


3ª feira, 14h

Dia 4 - Tema 1 : Será lícito abreviar a vida de um doente ?-, ESE,v 28- Maria Fausta

             Tema 2: Sinal Verde Lição 25 - Maria Inês



  Dia 11-    Tema 1 :  O Consolador PrometidoESE, VI, 3 e 4 - Sylvia Maria

                    Tema 2: Necessidade do Trabalho, LE, 682 a 685 - Luiz Fernando

Dia 18 - Culto Doméstico - Denise Duarte


Dia 25 - Tema 1: Dramas da obsessão - Ivone Maria

                Tema 2: Alice Maria- Sinal Verde, Lição 28





6ª feira, 20h

Dia 7 - Tema 1: Sinal Verde, Lição 26- Maria Inês

            Tema 2: O jugo leve, ESE, VI, 1 e 2 - Laura Barra




Dia 14 -Tema1 :  Sucessão e aperfeiçoamento das raças,  LE, 688 a 692- Bernardo

             Tema 2: O que se deve entender por pobre de espírito, ESE, VII, 1 e 2-Karina


Dia 21- Julgamento e Preconceito - Jorge Braga



 Dia 28 -Tema1 :Vida e Atos dos Apóstolos - Ângela Vidal
               Tema 2 :Sinal Verde Lição 29 - Heloise



Sábado, 17:30

Dia 1- Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues


Dia 8- Tema 1 :Sinal Verde , Lição 27 - Elysa
             Tema 2 :Devemos por termo às provas do próximo? ESE, V, 27 - Ivone Maria

Dia 15 - ANIVERSÁRIO DA MOCIDADE - Bernardo

Dia 22 -Porque conhecer primeiro as obras de Kardec ? - Angela Delou



Dia 29- Medicina da Alma- Sergio Thiessen













MOMENTO CEAO




Neste mês de setembro a Juventude Espírita Amaral Ornellas completa 76 anos de atividades dedicadas ao estudo da Doutrina Espírita num esforço incansável de atender aos jovens em seus anseios e indagações, aproximando-os do nosso guia e modelo: Jesus.
Por isso, dedicamos este editorial aos jovens que todos os sábados se reúnem sob a orientação dos mentores desta Casa.
Em primeiro lugar, queremos dizer-lhes que a atual diretoria cultiva o ideal da primeira hora da fundação das reuniões destinadas aos jovens que é oferecer-lhes um espaço de estudo como estímulo ao trabalho na seara do Mestre, nas fileiras de trabalhadores do CEAO, onde inúmeros são oriundos da JEAO, em diferentes gerações. Portanto, contamos com vocês, que serão os responsáveis pelo segundo século de trabalho desta Casa.
Em segundo lugar, é nosso intuito lembrar-lhes que a juventude sempre teve importante papel na divulgação do Evangelho e na codificação da Doutrina Espírita: João Evangelista, Marcos, Timóteo, Francisco de Assis, as irmãs Boudin, Chico Xavier e tantos outros. Aproveitem as forças da mocidade que representam o desabrochar dos talentos que Deus lhes concedeu para atenderem ao chamado de Jesus.
E, por fim, convidá-los à meditação das palavras de Erasto (discípulo de Paulo de Tarso), registradas no capítulo XX de O Evangelho Segundo o Espiritismo:

Pergunta – Se, entre os chamados para o Espiritismo, muitos se transviaram, quais os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho?
Resposta – Reconhecê-lo-eis pelos princípios da verdadeira caridade que eles ensinarão e praticarão. Reconhecê-lo-eis pelo número de aflitos a que levam consolo; reconhecê-lo-eis pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal; reconhecê-lo-eis, finalmente, pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de Sua lei; os que seguem Sua lei, esses são os escolhidos e Ele lhes dará a vitória; mas Ele destruirá aqueles que falseiam o espírito dessa lei e fazem dela degrau para contentar sua vaidade e ambição.


AlguémAlguém te bate à porta, dia a dia,
Esmolando-te amor, oculto embora
Nas agruras e chagas de quem chora
Entre a grande aflição e a noite fria...

Medita e ouvi-lo-ás chamando agora
Na miséria cansada que te espia,
Nos herdeiros da sombra e da agonia,
Que se arrastam gemendo estrada afora...

Alguém te segue os passos, de mansinho,
Junto às trevas e às dores do caminho,
Anotando o que fazes por vencê-las;

Esse alguém é Jesus que, em toda idade,
Arrecada os teus gestos de bondade
No Tesouro Divino das Estrelas.
Auta de Souza


Fonte :Editorial do Rota de Luz-Boletim Informativo do CEAO- Setembro/2012