19 de dez de 2012

NATAL E ESPIRITISMO

::: NATAL E ESPIRITISMO :::

 

1. INTRODUÇÃO

... De onde vem o termo Natal? Por que 25 de dezembro? Desde quando se comemora nesta data? Qual o espírito do Natal? Qual o significado dos presentes, das árvores e do Papai Noel? Tencionamos desenvolver este assunto analisando o nascimento de Cristo, o espírito natalício e os subsídios oferecidos pelo Espiritismo, para uma melhor interpretação da sua simbologia.

2. CONCEITO

Natal - Do latim natale significa nascimento. Dia em que se comemora o nascimento de Cristo (25 de dezembro).

3. HISTÓRICO

As Igrejas orientais, desde o século IV, celebravam a Epifania (“aparição” ou “manifestação”), em 6 de janeiro, cujo simbolismo referia-se ao mistério da vinda ao mundo do Verbo Divino feito homem. Em Roma, desde o tempo do Imperador Aureliano (274), o dia 25 de dezembro (solstício de Inverno, no calendário Juliano) era consagrado ao Natalis Solis Invicti, festa mitríaca do “renascimento” do Sol. A Igreja romana não tardou em contrapor-lhe a festa cristã do Natale de Cristo, o verdadeiro “sol de justiça”. Esta festa pronto se estendeu por todo o Ocidente, não tardando também em ser adotada por todas as igrejas orientais. (Enciclopédia luso-Brasileira de Cultura)

O nascimento de Cristo sempre esteve envolvido em controvérsias. Para uns, seria 1.º de janeiro; para outros, 6 de janeiro, 25 de março e 20 de maio. Pelas observações dos chineses, o Natal seria em março, que foi quando um cometa, tal qual a estrela de Belém, reluziu na noite asiática no ano 5 d.C. Como data festiva, é um arranjo inventado pela Igreja e enriquecida através dos tempos pela incorporação de hábitos e costumes de várias culturas: a árvore natalina é contribuição alemã (século VIII); o Papai Noel (vulgo São Nicolau) nasceu na Turquia (século IV); os cartões de natal surgiram na Inglaterra, em meados do século XIX. (Estado de São Paulo, p. D3)


4. NASCIMENTO DE JESUS

4.1. A MANJEDOURA

Conta-se que Jesus nascera numa manjedoura, rodeado de animais. Um monge diz que isso não é verdade, pois como a casa de José era pequena para abrigar toda a sua família, o novo rebento deu-se no estábulo. Em termos simbólicos, a manjedoura revela o caráter humilde e simples daquele que seria o maior revolucionário de todos os tempos, sem que precisasse escrever uma única palavra. Os exemplos de sua simplicidade devem nortear os nossos passos nos dias que correm. De nada adianta dizermo-nos adeptos de Cristo e agirmos de modo contrário aos seus ensinamentos.

4.2. ANÚNCIO PROFÉTICO

O nascimento de Jesus fora anunciado pelos profetas da antiguidade, nos seguintes termos: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus convosco)”. Na época predita veio ao mundo o arauto, o Salvador, aquele que tiraria os “pecados” do mundo. Os judeus, contudo, não entenderam a grande mensagem do Salvador: esperavam-no na condição de rei, de governador. Ele, porém, dizia ser rei, mas não deste mundo. Enaltecendo a continuidade desta vida, vislumbrava-nos a expectativa da vida futura, muito mais proveitosa e sem as dificuldades materiais da vida presente.

4.3. UMA NOVA LUZ

O nascimento de Jesus coincide com a percepção de uma nova luz para a humanidade sofredora. Os ensinamentos de Jesus devem servir para transformar não apenas um homem, mas toda a Humanidade. Numa simples visão de conjunto, observamos o que era planeta antes e no que se transformou depois de sua vinda. O Espírito Emmanuel, em Roteiro, diz-nos que antes de Cristo, a educação demorava-se em lamentável pobreza, o cativeiro era consagrado por lei, a mulher aviltada qual alimária, os pais podiam vender os filhos etc. Com Jesus, entretanto, começa uma era nova para o sentimento. Iluminados pela Divina influência, os discípulos do Mestre consagram-se ao serviço dos semelhantes; Simão Pedro e os companheiros dedicam-se aos doentes e infortunados; instituem-se casas de socorro para os necessitados e escolas de evangelização para o espírito popular etc. (Xavier, 1980, cap. 21)

5. A SIMBOLOGIA DO NATAL

5.1. PAPAI NOEL

Papai Noel, símbolo do Natal, é usado pelos comerciantes, a fim de incrementar as vendas dos seus produtos no final de cada ano. O espírito do natal, segundo a propaganda, está relacionado com a fartura da mesa, a quantidade de brinquedos e outros produtos que o consumidor possa ter em seu lar. À semelhança dos reflexos condicionados, estudados por Pavlov, há repetição, intensidade e clareza dos estímulos à compra, dando-nos a entender que estamos comemorando o renascimento de Cristo. Se não prestarmos atenção, cairemos na armadilha do consumismo exacerbado, dificultando a meditação e a reflexão durante esta data tão especial para a Humanidade.

5.2. O ESPÍRITO DO NATAL

O espírito do Natal deve ser entendido como a revivescência dos ensinos de Cristo em cada uma de nossas ações. Não há necessidade de esperarmos o ano todo para comemorá-lo. Se em nosso dia-a-dia estivermos estendendo simpatia para com todos e distribuindo os excessos de que somos portadores, estaremos aplicando eficazmente a “Boa-Nova” trazida pelo mestre Jesus. “Não se pode servir a Deus e a Mamon”. A perfeição moral exige distinção entre espírito e matéria. A riqueza existe para auxiliar o homem no seu aperfeiçoamento espiritual. Se lhe dermos demasiado valor, poderemos obscurecer nossa iluminação interior. Útil se torna, assim, conscientizarmo-nos de que somos usufrutuários e não proprietários dos bens terrenos.

Sérgio Biagi Gregório

Fonte: Centro Espírita Ismael

http://www.facebook.com/PensamentosDeAndreLuiz
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13 de dez de 2012

REFLEXÕES

Fermento Espiritual


"Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?"

- Paulo. (I Coríntios, 5:6).



O fermento é uma substância que excita outras substâncias, e nossa vida é sempre um fermento espiritual com que influenciamos as existências alheias.

Ninguém vive só.

Temos conosco milhares de expressões do pensamento dos outros e

milhares de outras pessoas nos guardam a atuação mental, inevitavelmente.

Os raios de nossa influência entrosam-se com as emissões de quantos

nos conhecem direta ou indiretamente, e pesam na balança do mundo

para o bem ou para o mal.

Nossas palavras determinam palavras em quem nos ouve, e, toda vez que

não formos sinceros, é provável que o interlocutor seja igualmente desleal.

Nossos modos e costumes geram modos e costumes da mesma natureza,

em torno de nossos passos, mormente naqueles que se situam em posição inferior à nossa, nos círculos da experiência e do conhecimento.

Nossas atitudes e atos criam atitudes e atos do mesmo teor,

em quantos nos rodeiam, porquanto aquilo que fazemos atinge

o domínio da observação alheia, interferindo no centro de elaboração

das forças mentais de nossos semelhantes.

O único processo, portanto, de reformar edificando é aceitar as sugestões

do bem e praticá-las intensivamente, por intermédio de nossas ações.

Nas origens de nossas determinações, porém, reside a idéia.

A mente, em razão disso, é a sede de nossa atuação pessoal, onde estivermos.

Pensamento é fermentação espiritual. Em primeiro lugar estabelece atitudes, em segundo gera hábitos e, depois, governa expressões e palavras, através das quais a individualidade influencia na vida e no mundo.

Regenerado, pois, o pensamento de um homem, o caminho

que o conduz ao Senhor se lhe revela reto e limpo.

Do livro Fonte Viva - Emmanuel . pisicografia de Francisco Candido Xavier



4 de dez de 2012

CANTINHO DA POESIA

Cada vez que o Natal volta de novo

A cantar e a fulgir,

Cristo retorna ao coração do povo,

Aclarando o porvir. 


Amaral Ornellas

 

Canção do Natal

Mestre amado, agradecemos,

Em teu Natal de alegria,

A paz que anuncia

A vida superior...

Por nossa esperança em festa,

Pelo pão, pelo agasalho,

Pelo suor do trabalho,

Louvado sejas, Senhor!...

Envoltos na luz da prece,

Louvamos-te os dons supremos,

Nas flores que te trazemos,

Cantando de gratidão!...

Felizes e reverentes,

Rogamos-te, Doce Amigo,

A bênção de estar contigo

No templo do coração.


Casimiro Cunha


 Fonte : Rota de Luz -Ano XV Nº.9 Boletim Informativo do Centro Espírita Amaral Ornellas (Dezembro /2012)

 


 


 


 


 

MOMENTO CEAO




Neste último Boletim de 2012, queremos agradecer a todos aqueles que cooperaram com as atividades doutrinárias e assistenciais desta Casa e desejar-lhes um período natalino de paz pela sintonia com as vibrações amorosas do Mestre Jesus.

Que em 2013 possamos nos inspirar nos versos de Jésus Gonçalves e dar a cada dia um significado especial no esforço de nos transformarmos em verdadeiros cristãos:


Mestre, por teu exemplo de bondade

Todos nós recebemos, cada dia,

Os tesouros da paz e da alegria

Nos talentos divinos da humildade.

É por Ti, meu Senhor, na palha agreste,

Revestida de excelsos resplendores,

Que pisamos o chão de nossas dores

Como quem segue para o Lar Celeste!...

Jésus Gonçalves





Sugestão de leitura para a garotada:

Histórias que Jesus Contou – Clóvis Tavares

O Evangelho da Meninada: uma história de Jesus – Eliseu Rigonatti

Atendamos ao Sublime Apelo:

“Deixai que venham a mim as criancinhas e não as impeçais...” – Jesus.


 

FONTE : ROTA DE LUZ-Boletim Informativo do Centro Espírita Amaral Ornellas (Dezembro /2012)




 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 




2 de dez de 2012

REUNIÕES PÚBLICAS

Dezembro de 2012


3ª feira, 14h




Dia 4 - Tema 1 : Injúrias e violências, ESE, IX, 1 a 5 - Luiz |Fernando

             Tema 2: Sinal Verde Lição 38 -Alice Maria


Dia 11- Anjos de Guarda  - Deuza Nogueira



Dia 18- Dramas da obsessão- Ivone Maria



6ª feira, 20h



Dia 7 - Privações voluntárias,LE, 718 a 720- Bernardo



Dia 14 -A depressão e Jesus, o maior psicólogo do mundo- Alonso Santos



Dia 21 - Tema 1 - Sinal Verde Lição 39- Maria Ines Monteiro
               Tema 2 -Obediência e resignação ESE, IX, 8- Maria Fausta


Dia 28 -Tema :Vida e Atos dos Apóstolos - Ângela Vidal



Sábado, 17:30


Dia 1- Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues



Dia 8 - A Lição da Semente - do livro Jesus no Lar - Sonia Alvarenga


Dia 15- Tema 1 :Destruição necessária e Destruição abusiva LE, 728 a 730 - Maria Cristina

             Tema 2 :A paciência, -ESE, IX, 7 - Ivone Maria


Dia 22 -Meditando no Natal: a presença de Jesus na Terra - Ana Maria de Carvalho

Dia 29 - Tema 1 - Sinal Verde Lição 40- Elysa
                Tema 2 - Ano - Novo na visão espírita -Gilberto Marques