29 de out de 2013

REUNIÕES PÚBLICAS



  NOVEMBRO DE 2013

Terças, 14 h
dia 05 - Tema : A parábola da figueira que secou –ESE,XVIII,10 – Roseli Sebastiana

dia 12 - Tema 1 : O homem no mundo- ESE, XVII,10  -  Maria José
            Tema 2 : Caracteres do homem de bem - LE, 918 – Luiz Fernando


dia 19 – Tema   : A porta estreita, ESE,XVII, 3 a 5 – Sylvia Maria
          Comentário :Um minuto com Jesus - pag 57 -Alice Maia


dia 26- Dramas da Obsessão – Ivone Maria

Sextas, 20h
Dia 01 - Tema : A virtude. ESE, XVII, 8 – Maria Fausta
Comentário :Um minuto com Jesus - pag 53 – Walquíria

Dia 8 - Tema : O materialismo – Bianca Cirilo

dia 15 - Tema 1 : Cuidar do corpo e do espírito- ESE, XVII,11  - Heloíse
            Tema 2 : Conhecimento de si mesmo- LE, 919 – Nilza Erich


Dia 22 - Tema : Perda dos entes queridos – LE, 934 a 936 - Bernardo
               Comentário :Um minuto com Jesus - pag 59 - Nair


dia 29 - Tema : Vida e Ato dos Apóstolos - Angela Vidal

Sábados, 17h30
Dia 02- Tema : Aprendendo com André Luiz- Wantuil Rodrigues


Dia 09 - Tema 1 : Os superiores e os Inferiores- ESE, XVII,9  - Marcio Martins
            Tema 2 : O egoísmo- LE, 913 a 917 – Maria Cristina


dia  16 – Tema: Parábola do festim das bodas- Sara
               Comentário :Um minuto com Jesus - pag 55-Karina

dia 23 - Tema : A Gratidão – Telma Brilhante

dia 30- Tema : Quem tem medo da morte ? – Sonia Alvarenga

18 de out de 2013

BIOGRAFIA

Ana Prado

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Durante os anos de 1918 e 1921, uma gama de surpreendentes fenômenos sacudiram o Brasil, e, especialmente, a cidade de Belém do Pará.
Ana Prado foi uma extraordinária médium que possibilitou a realização de  extraordinários fenômenos de materialização em nessa cidade. As sessões aconteciam na residência da família, sendo a filha do casal, Antonina Prado, médium psicografa.
As primeiras manifestações tiveram lugar em 12 de junho de 1918. Num fenômeno de transporte, os Espíritos fizeram aparecer, sob pequena mesa situada na sala devidamente fechada, uma flor que, de forma poética, simbolizava a avalanche de prodigiosas comprovações da imortalidade da alma que aquele pequeno grupo assistiria ao longo de três anos.
Um dos feitos mediúnicos mais expressivos de Ana registrou-se em 28 de abril de 1921, quando o espírito de Rachel Figner se materializou na presença de seu pai, Frederico Figner, diretor da conceituada Casa Edison, no Rio de Janeiro. Além das fotografias das materializações, foram produzidos moldes em parafina de flores, mãos e pés materializados. O fenômeno teve ampla cobertura da imprensa regional à época, muito contribuindo para a divulgação do Espiritismo.

A médium Ana Prado foi casada com Eurípedes Prado, um guarda-livros da firma Albuquerque & Cia. e desencarnou em 24 de abril de 1923 na cidade de Belém no estado do Pará.

12 de out de 2013

NOSSA HOMENAGEM A TODAS AS CRIANÇAS

42 - ESSAS OUTRAS CRIANÇAS

Quando abraças teu filho, no conforto doméstico, fica essas outras crianças que jornadeiam sem lar.
Dispões de alimento abundante para que teu filho se mantenha em linha de robustez.
Essas outras crianças, porem, caminham desnorteadas, aguardando os restos da mesa que lhes atira, com displicência,
findo o repasto.
Escolhes a roupa nobre e limpa de que teu filho se vestirá, conforme a estação.
Todavia, essas outras crianças tremem de frio, recobertas de andrajos.
Defendes teu filho contra a intempérie, sob o teto acolhedor, sustentando-o à feição de jóia no escrínio.
Contudo , essas outras crianças cochilam estremunhadas na via pública quando não se distendem no espaço asfixiante
do esgoto.
Abres ao olhar deslumbrados de teu filho, os tesouros da escola.
E essas outras crianças suspiram debalde pela luz do alfabeto, acabando, muita vez, encerradas no cubículo das prisões,
à face da ignorância que lhes cega a existência.
Conduzes teu filho a exame de pediatras distintos sempre que entremostre leve dor de cabeça.
Entretanto, essas outras crianças mimadas por moléstias atrozes, agonizam em leitos de pedra, sem que mão amiga as
socorra.
Ofereces aos sentidos de teu filho, a festa permanente das sugestões felizes, através da educação incessante.
No entanto, essas outras crianças guardam olhos e ouvidos quase sintonizados no lodo abismal das trevas.
Afaga, assim, teu filho no trono familiar, mas desce ao pátio da provação, onde essas outras crianças se agitam em
sombra ou desespero e ajuda-as quanto possa!
Quem serve no amor de Cristo, sabe que a boa palavra e o gesto de carinho, o pedaço de pão e a peça de vestuário, o
frasco de remédio e a xícara de leite operam maravilhas.
Proclamas a cada passo que esperas confiante o esplendor do futuro mas, enquanto essas outras crianças chorarem
desamparadas, clamaremos em vão pelo mundo melhor.

Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: "Religião dos Espíritos" - EDIÇÃO FEB

10 de out de 2013

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

 Cápitulo 3- Retorno da vida corpórea à vida Espiritual

Perturbação Espírita

163. Deixando o corpo, a alma tem imediata consciência de si mesma?
— Consciência imediata não é o termo: ela fica perturbada por algum tempo.
164. Todos os Espíritos experimentam, no mesmo grau e pelo mesmo tempo, a perturbação que se segue à separação da alma e do corpo?
Não, pois isso depende da sua elevação. Aquele que já está depurado se reconhece quase imediatamente, porque se desprendeu da matéria durante a vida corpórea, enquanto o homem carnal, cuja consciência não é pura, conserva por muito tempo mais a impressão da matéria.
165. O conhecimento do Espiritismo exerce alguma influência sobre a duração maior ou menor da perturbação?
Uma grande influência, pois o Espírito compreende antecipadamente a sua situação; mas a prática do bem e a pureza de consciência são o que exerce maior influência.
Comentário de Kardec: No momento da morte, tudo, a princípio, é confuso; a alma necessita de algum tempo para se reconhecer; sente-se como atordoada, no mesmo estado de um homem que saísse de um sono profundo e procurasse compreender a sua situação. A lucidez das idéias e a memória do passado lhe voltam à medida que se extingue a influência da matéria de que se desprendeu, e que se dissipa essa espécie de nevoeiro que lhe turva os pensamentos.
A duração da perturbação de após morte é muito variável: pode ser de algumas horas, como de muitos meses e mesmo de muitos anos. Aqueles em que é menos longa são os que se identificaram durante a vida com o seu estado futuro, porque então compreendem imediatamente a sua posição.
Essa perturbação apresenta circunstâncias particulares, segundo o caráter dos indivíduos e sobretudo de acordo com o gênero de morte. Nas mortes violentas, por suicídio suplício, acidente, apoplexia, ferimentos etc. o Espírito é surpreendido, espanta-se, não acredita que esteja morto e sustenta teimosamente que não morreu. Não obstante, vê o seu corpo, sabe que é dele, mas não compreende que esteja separado Procura as pessoas de sua afeição, dirige-se a elas e não entende por que não o ouvem. Esta ilusão mantém-se até o completo desprendimento do espírito, e somente então ele reconhece o seu estado e compreende que não faz mais parte do mundo dos vivos.
Esse fenômeno é facilmente explicável. Surpreendido pela morte imprevista, o Espírito fica aturdido com a mudança brusca que nele se opera. Para ele, a morte é ainda sinônimo de destruição, de aniquilamento; ora, como continua a pensar, como ainda vê e escuta, não se considera morto. E o que aumenta a sua ilusão é o fato de se ver num corpo semelhante ao que deixou na terra, cuja natureza etérea ainda não teve tempo de verificar. Ele o julga sólido e compacto como o primeiro e, quando se chama a sua atenção para esse ponto, admira-se de não poder apalpá-lo.
Assemelha-se este fenômeno ao dos sonâmbulos inexperientes que não crêem estar dormindo. Para eles, o sono é sinônimo de suspensão das faculdades; ora, como pensam livremente e podem ver, não acham que estejam dormindo. Alguns Espíritos apresentam esta particularidade, embora a morte não os tenha colhido inopinadamente; mas ela é sempre mais generalizada entre os que, apesar de doentes, não pensavam em morrer. Vê-se então o espetáculo singular de um Espírito que assiste aos próprios funerais como os de um estranho, deles falando como de uma coisa que não lhe dissesse respeito, até o momento de compreender a verdade.
A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem de bem; é calma e em tudo semelhante à que acompanha um despertar tranqüilo. Para aquele cuja consciência não está pura, é cheia de ansiedades e angústias.
Nos casos de morte coletiva, observou-se que todos os que pereceram ao mesmo tempo nem sempre se revêem imediatamente. Na perturbação que se segue à morte, cada um vai para o seu lado ou só se preocupa com aqueles que lhe interessam.