31 de out de 2014

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
04
Entendendo a Resignação
Nilza de Sousa
11
Um Minuto com Jesus - pág. 133
Alice Maia
Espíritos Medianos: Sr. Cardon, Médico - CI, 2aparte, III
Luiz Fernando
18
Ideias Inatas - LE, 218 a 221
Maria Fausta
Bem e Mal Sofre - ESE, V, 18
Wilson
25
Ressurreição e Vida
Ivone Maria
Sextas - 20h
07
Parecenças Físicas e Morais - LE, 207 a 217
Gilberto Marques
Espíritos Medianos: Joseph Bré - CI, 2aparte, III
Nilza Erich
14
O Sermão da Montanha
Eduardo Guimarães
21
Um Minuto com Jesus - pág.135
Heloise
A Felicidade não é deste Mundo - ESE, V, 20
Bruno Toscano
28
Os Valores da Família Espírita
Ângela Vidal
Sábado – 17h:30min
01
Aprendendo com André Luiz - Entre a Terra e o Céu
Wantuil Rodrigues
08
Do Átomo ao Arcanjo
Mauro Araújo
15
Comemoração dos Mortos. Funerais - LE, 320 a 329
Ivone Maria
22
Um Minuto com Jesus - pág.137
Elysa
Espíritos Medianos: Anna Belleville - CI, 2aparte, III
Sara Castelo
29
Espíritos Errantes - LE, 223 a 233
Karina
O Mal e o Remédio - ESE, V, 19
Sylvia Maria

24 de out de 2014

LANÇAMENTO DE LIVRO

Recentíssimo lançamento da FEB, no livro Espiritismo e política, Aylton Paiva discute se há “alguma relação entre Espiritismo e Política? Esta é uma pergunta que em muitos lugares temos lido e para a qual há sempre uma resposta negativa: Espiritismo nada tem a ver com Política. No entanto, tais respostas apressadas e, muitas vezes, vazadas em preocupante tom de que seja até “um pecado”, são frutos de desinformação e de preconceitos consagrados.
Sob o aspecto filosófico, o Espiritismo tem a ver e muito com a Política, já que esta deve ser a arte de administrar a sociedade de forma justaEm sua obra básica, O livro dos espíritos, o Espiritismo consagra 405 questões, ou seja, da pergunta nº 614 à 1019, para tratar das Leis de Adoração,Trabalho, Reprodução, Conservação, Destruição, Sociedade, Progresso, Igualdade, Liberdade, e Justiça, Amor e Caridadeda Perfeição, das Esperanças e Consolações. Tais questões envolvem, portanto, o homem no seu relacionamento com o Criador da vida, com o planeta em que vive, com seus semelhantes, com as sociedades de que participa. Logo, sob o aspecto filosófico, o Espiritismo apresenta normas políticas.”

19 de out de 2014

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS


PARTE SEGUNDA - CAP. IV
VII – Parentesco e Filiação
203. Os pais transmitem aos filhos uma porção de sua alma, ou nada mais fazem do que lhes dar a vida animal, a que uma nova alma vem juntar depois a vida moral?
  — Somente a vida animal, porque a alma é indivisível. Um pai estúpido pode ter filhos inteligentes, e vice-versa.
  204. Desde que tivemos muitas existências, o parentesco remonta às anteriores?    
 — Não poderia ser de outra maneira. A sucessão das existências corpóreas estabelece entre os Espíritos liames que remontam às existências anteriores; disso decorrem freqüentemente as causas de simpatia entre vós e alguns Espíritos que vos parecem estranhos.
 205. Segundo certas pessoas, a doutrina da reencarnação parece destruir os laços de família, fazendo-as remontar às existências anteriores.
 — Ela os amplia, em vez de destruí-los. Baseando-se o parentesco em afeições anteriores, os laços que unem os membros de uma mesma família são menos precários. A reencarnação amplia os deveres da fraternidade, pois no vosso vizinho ou no vosso criado pode encontrar-se um Espírito que foi do vosso sangue.
 205 – a) Ela diminui, entretanto, a importância que alguns atribuem à sua filiação, porque se pode ter tido como pai um Espírito que pertencia a uma outra raça, ou que tivesse vivido em condição bem diversa.
 — É verdade; mas essa importância se baseia no orgulho. O que a maioria honra nos antepassados são os títulos, a classe, afortuna. Este coraria de haver tido por avô um. sapateiro honesto, e se vangloriaria de descender de um nobre debochado. Mas digam ou façam o que quiserem, não impedirão que as coisas sejam como são, porque Deus não regulou as leis da Natureza pela nossa vaidade.
 206. Desde que não há filiação entre os Espíritos dos descendentes de uma mesma família, o culto dos antepassados seria uma coisa ridícula?
 — Seguramente não, porque devemos sentir-nos felizes de pertencer a uma família na qual se encarnam Espíritos elevados. Embora os Espíritos não procedam uns dos outros, não têm menos afeição pelos que estão ligados a eles por laços de família, porque os Espíritos são freqüentemente atraídos a esta ou àquela família por causa de simpatias ou ligações anteriores. Mas acreditai que os Espíritos de vossos antepassados não se sentem absolutamente honrados com o culto que lhes tributais por orgulho. Seu mérito não recai sobre vós senão na medida em que vos esforçais por seguir os seus bons exemplos. Somente assim a vossa lembrança lhes pode ser, não apenas agradável, mas até mesmo útil.

11 de out de 2014

REFLEXÕES

Preconceito

Capítulo 16, item 4
“... Tendo-o visto, lhe disse:
Zaqueu, apressai-vos em descer, porque é preciso que eu me aloje hoje em vossa casa.

Zaqueu desceu logo e o recebeu com alegria.
Vendo isso, todos murmuraram dizendo:
Ele foi alojar-se na casa de um homem de má vida...”

(Capítulo 16, item 4.)

Diz-se que um indivíduo atingiu um bom nível ético quando pensa por si mesmo em termos gerais e críticos;
quando dirige sua conduta conforme julgar correto, demonstrando assim independência interior;
quando é autónomo para definir o bem e o mal, sem seguir fórmulas sociais;
e, por fim, quando não é escravo das suas crenças inconscientes, porque faz constante exercício de autoconhecimento.

Por nosso quadro de valores ter sido adquirido de forma não vivencial é que nosso mundo íntimo está repleto de preconceitos e nosso nível ético encontra-se distante da realidade.

Ter preconceitos é, pois, assimilar as coisas com julgamento preestabelecido, fundamentado na opinião dos
outros.

Os preconceitos são as raízes de nossa infelicidade e sofrimento neurótico, pois deterioram nossa visão da vida como uma lasca que inflama a área de nosso corpo em que se aloja.

Aceitamos esses valores dos adultos com quem convivemos, de uma maneira e forma tão sutis que nem percebemos.

Basta a criança observar um comentário sobre a sexualidade de alguém, ou a religião professada pelos vizinhos, para assimilar ideias e normas vivenciadas pelo adulto que promove a crítica.

De maneira distorcida, baseia-se no julgamento de outrem, quando é válido somente o auto julgamento, apoiado sempre na análise dos fatos como realmente eles são.

Qual seria então tua visão atual a respeito do sexo, religião, raça, velhice, nação, política e outras tantas?

Seriam formadas unicamente sem a influência dos outros?

Será que tua forma de ver a tudo e a todos não estaria repleta de obstáculos formados pelos teus conceitos preestabelecidos?

Por não estares atento ao processo da vida em ti, é que precisas do juízo dos outros, tornando-te assim dependente e incapacitado diante de tuas condutas.

Jesus de Nazaré demonstrou ser plenamente imune a qualquer influência alheia quanto a seus sentimentos e sentidos de vida, revelando isso em várias ocorrências de seu messiado terreno.

Ao visitar a casa de Zaqueu, não deu a mínima importância aos murmúrios maldizentes das criaturas de estrutura psicológica infantil, pois sabia caminhar discernindo por si mesmo.

Toda alma superior tem um sistema de valores não baseado em regras rígidas;
avalia os indivíduos, atos e atitudes com seu senso interior, sentimentos, emoções e percepções intuitivas, tendo assim apreciações e comportamentos peculiares.

Para ela, cada situação é sempre nova e cada pessoa é sempre um mundo à parte.

Em verdade, Cristo veio para os doentes que têm a coragem de reconhecer-se como tais, não porém para os sãos, ou para aqueles que se mascaram. Zaqueu, vencendo os próprios conceitos inadequados de chefe dos publicanos, derrubou as barreiras do personalismo elitista e rendeu-se à mensagem da Boa Nova.

Despojou-se do velho mundo que detinha na estrutura de sua personalidade e renovou-se com conceitos de vida imortal, aceitando-se como necessitado dos bens espirituais.

Disse Jesus:
“O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado”. (1)

Ao dizer isso, o Mestre se referia ao antigo mandamento de Moisés, que impedia toda e qualquer atividade aos sábados, e que Ele, por sabedoria e por ser desprovido de qualquer preconceito, entendia a serventia dessa lei para determinada época, porém queria agora mostrar aos homens que “as experiências passadas são válidas, mas precisam ser adequadas às nossas necessidades da realidade presente”.

Nossos preconceitos são entraves ao nosso progresso espiritual.

(1) Marcos 2:27.

Extraído do Livro Renovando Atitudes  de Francisco do Espírito Santo Neto , ditado pelo Espírito Hammed

5 de out de 2014

MOMENTO CEAO

SEMINÁRIO
Temos a honra de convidá-lo(a) para o Seminário “Preconceito : Você respeita as diferenças ?” a ser ministrado pelo Orador Espírita André Trigueiro. Compareça para ouvirmos juntos, conceitos sobre um tema tão importante!

3 de out de 2014

REUNIÕES PÚBLICAS


Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
07
Vida e Obra de Léon Denis
Rosely Sebastiana
14
O Suicídio e a Loucura - ESE, V, 14 a 17
Luiz Fernando
21
Sorte das Crianças depois da Morte - LE, 197 a 199
Maria José
Elementos Fluídicos - Gênese, XIV, 1
Sylvia Maria
28
Ressurreição e Vida
Ivone Maria
Sextas - 20h
03
Allan Kardec, Percalços e Alegrias
Bernardo Marques
10
A Conquista da Paz Íntima
Bianca Cirilo
17
Um Minuto com Jesus - pág.129
Walkyria
Formação e Propriedade do Perispírito - Gênese, XIV,1
Ivone Maria
24
Parentesco e Filiação - LE, 203 a 206
Gilberto Marques
Motivos de Resignação - ESE, V, 12 a 13
Nilza Erich
31
Separações Conjugais
Ângela Vidal
Sábado – 17h:30min
04
Aprendendo com André Luiz - Entre a Terra e o Céu
Wantuil Rodrigues
11
Encarnação nos Diferentes Mundos - LE, 172 a 188
Sara
18
O Espírito Emmanuel
George de Souza
25
Um Minuto com Jesus - pág.131
Elysa
Ação dos Espíritos sobre os Fluidos - Gênese, XIV,1
Karina