29 de abr de 2015

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
05
Parábola da Candeia
Sylvia Maria
12
Caracteres e conhecimento da Lei Natural - LE, 614 a 628
Luiz Fernando
19
Deixai que venham a mim as criancinhas - ESE, cap. VIII,18 e 19
Maria José
Criminosos arrependidos: “Verger” - CI, cap. VII, 2ª parte
Wilson
26
Um minuto com Jesus, p. 175
Alice
Intuição
Joaquim Couto
Sextas - 20h
01
Um minuto com Jesus, p. 171
Alice
Criminosos arrependidos: “Lemaire”- CI, cap. VII, 2ª parte
Gilberto
08
Dos Três Reinos - LE, 2ª parte, cap.11
Marcelo São Tiago
15
Os bons espíritas - ESE, cap. XVII, item 4
Danilo Villela
22
A paciência - ESE, cap. IX, item 7
Helena Langoni
29
Orientação religiosa na família
Ângela Vidal
Sábado - 17h:30min
02
Aprendendo com André Luiz - Entre a Terra e o Céu
Wantuil Rodrigues
09
A experiência da maternidade
Sara
16
Um minuto com Jesus, p. 173
Elysa
Escândalos - ESE, cap.VIII, 11 a 17
Ivone
23
Espíritos de crianças
George Abreu de Souza
30
A marcha do progresso
Odiléa Ferraz

27 de abr de 2015

LANÇAMENTO DE LIVRO

Livraria Cultura promoverá o lançamento de livro inédito de Chico Xavier
Finalizando as comemorações do mês em que Chico Xavier completaria 105 anos de nascimento, será lançado na Livraria Cultura (SP e DF), nos dias 29 e 30 de abril, o livro inédito Verdade e amor. A obra é o resultado da parceria entre a FEB Editora e a Ed. CEU e apresenta 34 mensagens — entre poemas e prosas —, que trazem reflexões sobre perdão, humildade, paciência, além de valiosas palavras de otimismo, todas psicografadas pelo maior médium de todos os tempos.
Lançamento do livro Verdade e amor:
Dia: 29/4/2015 (quarta-feira)
Horário: das 17h às 20h
Local: Auditório Livraria Cultura – Bourbon Shopping – Pompeia
Rua Turiassu, 2100 - Piso 3 - Loja 211
Perdizes - São Paulo - SP
Dia: 30/4/2015 (quinta-feira)
Horário: das 19h às 21h30
Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura – Shopping Iguatemi –
SHIN CA 4, Lote A - Piso Superior - Loja 101
Lago Norte - Brasília - DF
Reserve o seu em http://bit.ly/18V86SV
Fonte : Facebook da FEB

25 de abr de 2015

Desencarnações Coletivas


Emmanuel
Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?
(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).
RESPOSTA:
Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.
Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.
***
Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de
sangue e lágrimas.
Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.
***
Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.
É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.

***
Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.
Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.
(Transcrito do livro: XAVIER, Francisco C. Autores diversos. Chico Xavier pede licença. S.Bernardo do Campo: Ed. GEEM. Cap. 19).
Fonte :http://www.febnet.org.br/



9 de abr de 2015

RÁDIO RIO DE JANEIRO

Rádio Rio de Janeiro 1400 am,ou www.radioriodejaneiro.am.br/oucaoaudio/
  Estudo do livro Libertação, da série André Luiz. De segunda a sexta, ás 11:00h. Não Percam !!
Com Berenice Lima e Deuza Nogueira

Lembrando que nossa casa (CEAO) é, também, um posto arrecadador de ajuda para a  Rádio Rio deJaneiro , a única rádio espírita do Rio de janeiro , que tantas mensagens consoladoras e estudos , leva àqueles que estão, no momento, impossibilitados de comparecer a uma casa espírita, ou mesmo quando , estamos em casa ou no carro, aproveitando tudo que essa rádio nos oferece de bom !!! 

2 de abr de 2015

O VENTO

 Certa vez, uma senhora foi até Uberaba e lá, diante do Chico, começou a se queixar de que não conseguia nada do que precisava, mesmo trabalhando na Doutrina e orando dia e noite.
Ao ouvir suas queixas, Chico lhe disse:
- Quando a gente tem fé, quando confia, eles ajudam, minha filha!
Uma vez, em Pedro Leopoldo , eu ensinava catecismo às crianças, mas, um dia, me proibiram.
Eu ensinava catecismo para quarenta crianças… e fui proibido porque me tornara espírita. Fiquei em casa.
Mas as crianças queriam o tio Chico…
Então as famílias levaram as crianças lá em casa.
E eu fiquei com muita pena, porque na igreja elas tinham lanche. Já eram duas horas e eu só tinha água e uns pedacinhos de pão em casa.
Eram quarenta crianças… Como eu iria alimentar aquelas crianças?
Eu fiz uma prece e pedi a Deus que me ajudasse, porque elas não podiam ficar sem comer.
Como é que eu iria fazer?
Estávamos embaixo de uma árvore.
E, então, um vento muito estranho começou a balançar as folhas da árvore.
O vento uivava entre os galhos daquela árvore.
Uma vizinha saiu e perguntou:
— Chico, que é isso? Que barulho é esse?
— O vento…
— O vento?!… E essas crianças aí?
— Catecismo!…
— Você não deu nada para elas comerem?
— Não tenho!…
— Oh, Chico! Eu tenho, aqui, bolo e pão.
E a outra vizinha do lado também apareceu e perguntou:
— O que foi isso, Chico? Que vento foi esse?
— O vento…
— E essas crianças aí?
— O catecismo…
E assim, doze famílias se reuniram e passaram a oferecer o alimento, o lanche daquelas crianças, por causa do vento.
- José Antônio V. de Paula - do livro Um Minuto com Chico Xavier.