9 de mai de 2015

MENSAGEM PARA AS MÃES

Deixamos, aqui, nossos votos de um Feliz Dia ,amanhã e sempre ,a todas as Mamães, e rogamos a Deus e a Jesus para que todas possam , com saúde , alegria , responsabilidade e #Amor, exercer  sua missão da maneira mais digna possível !

Escolhemos este texto , contido em nosso boletim informativo do mês de Maio,que nos lembra, através de Chico Xavier, sobre a continuidade da tarefa maternal , pelas mães desencarnadas
Que recebam nosso carinho e gratidão Também !!!

FelizDiaDasMães !!!

O ANJO BOM 

Dois anos de surras incessantes.

Dois anos vivera Chico junto da madrinha.

 Numa tarde muito fria, quando entrou em colóquio com dona Maria João de Deus, Chico implorou:— Mamãe, se a senhora vem nos ver, porque não me retira daqui?

O espírito caridoso afagou-o e perguntou:

— Mas a senhora sabe que nos faz muita falta...

A mãezinha consolou-o e explicou:

— Não perca a paciência. Pedi a Jesus para enviar um anjo que tome conta de vocês todos.

E sempre que revia a progenitora, o menino indagava:

— Mamãe, quando é que o anjo chegará?

— Espere, meu filho! — era a resposta de sempre.

Decorridos dois meses, o sr. João Cândido Xavier resolveu casar-se em segundas núpcias.

E dona Cidália Batista, a segunda esposa, reclamou os filhos de dona Maria João de Deus, que se achavam espalhados por casas diversas.

 Foi assim que a nobre senhora mandou buscar também o Chico.

Quando a criança voltou ao antigo lar contemplou a madrasta que lhe estendia as mãos.

Dona Cidália abraçou-o e beijou-o com ternura e perguntou:

— Meu Deus, onde estava este menino com a barriga deste jeito? (Chico era maltratado na casa onde vivia anteriormente)

Chico, encorajado com o carinho dela, abraçou-a também, como o pássaro que sentia saudades do ninho perdido.

A madrasta bondosa fitou-o bem nos olhos e indagou:

— Você sabe quem sou, meu filho?

— Sei sim. A senhora é o anjo bom de que minha mãe já falou...

E, desde então, entre os dois, brilhou o amor puro com que Chico seguiu a segunda mãe, até a morte”.

Extraído do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, de Ramiro Gama

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