31 de ago de 2015

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
01
Parábola do mau rico
Sylvia Maria
08
A Lei da Destruição - LE, 728 e 741
Luiz Fernando
15
Caridade para os criminosos - ESE, cap. XI, 14
Wilson
Expiações terrestres: Marcel, o menino do n0 4 - CI, cap. VIII
Maria José
22
Retribuir o mal com o bem - ESE, cap. XII, 1 a 4
Fátima Queiroz
29
Um minuto com Jesus, p. 195
Alice Maria
Fazer o bem sem ostentação - ESE, cap. XIII, 1 a 3
Leda Lúcia
Sextas - 20h
04
Dimensões espirituais do Centro Espírita
Denise Duarte
11
Os inimigos desencarnados – ESE, cap. XII, 5 e 6
Gilberto Marques
Expiações terrestres: Max, o mendigo - CI, cap. VIII
Fernanda Toscano
18
O que a Bíblia fala sobre Jesus
Gerson Simões Monteiro
25
Obsessão na família
Ângela Vidal
Sábado - 17h : 30min
05
Um minuto com Jesus, p. 197
Antônio
Oferecer a outra face - ESE, cap. XIII, 7 e 8
Ivone Maria
12
Aniversário da Mocidade
Karina Costa
19
O orgulho
Laura Barra
26
Adoração a Deus
Sara Castelo



22 de ago de 2015

MOMENTO CEAO

                                                  PROGRAMAÇÃO DE ANIVERSÅRIO

  25 de Agosto,o CEAO completa 92 anos de sua fundação.

92 anos de portas abertas com propositos edificantes de estudo, trabalho e atendimento com #Amor, Graças ao Pai !
Sintam-se convidados a comparecer em nossa semana festiva, a fim de juntos, agradecidos , desfrutarmos de momentos de estudo e alegria.

                                                                  
                                                                

17 de ago de 2015

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAP. VI
VIDA ESPÍRITA

VII - Relações Simpáticas e Antipáticas dos Espíritos - Metades Eternas

      291. Além da simpatia geral, determinada pelas semelhanças, há afeições particulares entre os Espíritos?

      — Sim, como entre os homens. Mas o liame que une os Espíritos é mais forte na ausência do corpo, porque não está mais exposto às vicissitudes das paixões.
      292. Há aversões entre os Espíritos?
      — Não há aversões senão entre os Espíritos impuros, e são estes que excitam entre vós as inimizades e as dissensões.
      293. Dois seres que foram inimigos na Terra conservarão os seus ressentimentos no mundo dos Espíritos?
      — Não; compreenderão que sua dissensão era estúpida e o motivo, pueril. Apenas os Espíritos imperfeitos conservam uma espécie de animosidade, até que se purifiquem. Se não foi senão um interesse material o que os separou, não pensarão mais nele por pouco desmaterializados que estejam. Se não houver antipatia entre eles, o motivo da dissensão não mais existindo, podem rever-se com prazer.
Comentário de Kardec:  Da mesma maneira que dois escolares, chegando à idade da razão, reconhecem a puerilidade de suas brigas infantis e deixam de se malquerer.
      294. A lembrança das más ações que dois homens cometeram, um contra o outro, é obstáculo à sua simpatia?
      — Sim, ela os leva a se distanciarem.
      295. Que sentimento experimentam, após a morte, aqueles a quem fizemos mal neste mundo?
      — Se são bons, perdoam, de acordo com o vosso arrependimento. Se são maus, podem conservar o ressentimento, e por vezes vos perseguir até numa outra existência. Deus pode permiti-lo, como um castigo.
      296. As afeições dos Espíritos são suscetíveis de alteração?
      — Não, porque eles não podem enganar-se, não usam mais a máscara
 sob a qual se ocultam os hipócritas, e é por isso que as suas afeições são inalteráveis, quando eles são puros. O amor que os une é para eles fonte de uma suprema felicidade.
      297. A afeição que dois seres mantiveram na Terra prossegue sempre no mundo dos Espíritos?
      — Sim, sem dúvida, se ela se baseia numa verdadeira simpatia: mas se  as causas de ordem física tiverem maior influência que a simpatia, ela cessa com as causas. As afeições, entre os Espíritos, são mais sólidas e mais duráveis que na Terra, porque não estão subordinadas ao capricho dos interesses materiais e do amor-próprio.
       298. As almas que se devem unir estão predestinadas a essa união desde a sua origem, e cada um de nós tem, em alguma parte do Universo,a sua  metade, à qual algum dia se unirá fatalmente?
       — Não; não existe união particular e fatal entre duas almas. A união existe entre os Espíritos, mas em graus diferentes, segundo a ordem que ocupam, ou seja, de acordo com a perfeição que adquiriram: quanto mais perfeitos, tanto mais unidos. Da discórdia nascem todos os males humanos; da concórdia resulta felicidade completa.
      299. Em que sentido se deve entender a palavra metade, de que certos Espíritos se servem para designar os Espíritos simpáticos?
      —A expressão é inexata; se um Espírito fosse a metade de outro, quando separado estaria incompleto.
      300. Dois Espíritos perfeitamente simpáticos quando reunidos ficarão assim pela eternidade ou podem separar-se e unir-se a outros Espíritos?
      — Todos os Espíritos são unidos entre si. Falo dos que já atingiram a perfeição. Nas esferas inferiores, quando um Espírito se eleva, já não tem a  mesma simpatia pelos que deixou.
      301. Dois Espíritos simpáticos são o complemento um do outro, ou essa  simpatia é o resultado de uma afinidade perfeita?
      — A simpatia que atrai um Espírito para outro é o resultado da perfeita concordância de suas tendências, de seus instintos; se um. devesse completar o outro, perderia a sua individualidade.
      302. A afinidade necessária para a simpatia perfeita consiste apenas na semelhança dos pensamentos e sentimentos, ou também na uniformidade dos conhecimentos adquiridos?
      — Na igualdade dos graus de elevação.
      303. Os Espíritos que hoje não são simpáticos podem sê-lo mais tarde?
      — Sim, todos o serão. Assim, o Espírito que está numa determinada esfera inferior, quando se. aperfeiçoar, chegará à esfera em que se encontra o outro. Seu encontro se realizará mais prontamente se o Espírito mais elevado, suportando mal as provas a que se submetera, tiver permanecido no mesmo estado.
      303 – a) Dois Espíritos simpáticos podem deixar de sê-lo?
      — Certamente, se um deles é preguiçoso.
 Comentário de Kardec: A teoria das metades eternas é uma imagem que representa a união de dois Espíritos simpáticos. E uma expressão usada até mesmo na linguagem vulgar e que não deve ser tomada ao pé da letra. Os Espíritos que dela se servem não pertencem à ordem mais elevada. A esfera de suas idéias é necessariamente limitada, e exprimiram o seu pensamento pelos termos de que se teriam servido na vida corpórea É necessário rejeitar esta ideia de que dois Espíritos, criados um para o outro  devem um dia fatalmente reunir-se na eternidade, após terem permanecido separados durante um lapso de tempo mais ou menos longo.