29 de fev de 2016

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
01
Bem-aventurados os aflitos - ESE, V
Sylvia Maria
Selma
08
Períodos de desenvolvimento do Espiritismo - LE, Introdução, 3 a 5 e Conclusão 1 e 5
Luiz Fernando
Evalda
15
Caracteres da perfeição - ESE,  XVII, itens 1 e 2
Wilson
Dircileide
Conhecimento do passado - LM, XXVI, item 290
Maria José
22
Irmãos em perigo - Agenda Cristã, cap. 8
Alice Maia
Sylvia Maria
Aparição dos Espíritos de pessoas vivas - LM, VII, itens 114 a 121
Ivone Maria
29
A fé, a esperança e a caridade - Revista Espírita, fev./1862
Roseli Sebastiana
Nancy Sales
Sextas - 20h
04
Em seu benefício - Agenda Cristã, cap. 6
Walkyria
Heloise
Origem do bem e do mal - LG, III, itens 1 a 10
Bruno Toscano
11
Utilidade providencial da riqueza - ESE, XVI, itens 7 e 8
Bianca Cirillo
Nancy Salles
18
Deus: o Pai Nosso
Ângela Vidal
Walkyria
25
Desgosto da vida - LE, 943 a 957
Eloy Villela
Ângela Vidal
Sábado - 17h:30min
05
Aprendendo com André Luiz
Wantuil
Sylvia Maria
12
Espíritos errantes - LE, 223 a 233
Maria Fausta
Walkyria
19
Solicitação fraterna - Agenda Cristã, cap. 7
Elysa
Maria Cristina
Questões sobre a natureza e da identidade dos Espíritos - LM, XXIV
Sara Castelo
26
O homem de bem - ESE, XVII, item 3
Clodes Coutinho
Nancy Sales

15 de fev de 2016

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO VII
RETORNO A VIDA CORPORAL

      361. De onde vêm para o homem as suas qualidades morais, boas ou más?
      — São as do Espírito que está nele encarnado; quanto mais puro é esseEspírito, mais o homem é propenso ao bem.
      361 – a) Parece resultar daí que o homem de bem é a encarnação de um bom Espírito, e o homem vicioso, a de um mau Espírito?
     — Sim, mas dize antes que é um Espírito imperfeito, pois de outra forma se poderia crer nos Espíritos sempre maus, a que chamais demônios.
      362. Qual o caráter dos indivíduos em que se encarnam os Espíritos brejeiros e levianos?(1)
      — São estouvados, espertos e, algumas vezes, seres malfazejos.
      363. Os Espíritos têm paixões estranhas à Humanidade?
      — Não; se assim fosse, vós também as teríeis.
      364. É o mesmo Espírito que dá ao homem as qualidades morais e as da inteligência?
      — Seguramente que é o mesmo, e na razão do grau a que tenha chegado. O homem não tem em si dois Espíritos.
      365. Por que os homens mais inteligentes, que revelam um Espírito superior neles encarnados, são, às vezes, ao mesmo tempo, profundamente viciosos?
      — É que Espírito encarnado não é bastante puro, e o homem cede à influência de outros Espíritos ainda piores. O Espírito progride numa marcha ascendente insensível, mas o progresso não se realiza simultaneamente em todos os sentidos; num período ele pode avançar em ciência, num outro em moralidade.
      366. Que pensar da opinião segundo a qual as diferentes faculdades intelectuais e morais do homem seriam o produto de outros tantos Espíritos  diversos, nele encarnados, tendo cada qual uma aptidão especial?
      — Refletindo-se a respeito, reconhece-se que é absurda. O Espírito deve ter todas as aptidões. Para poder progredir, necessita de uma vontade única.
Se o homem fosse um amálgama de Espíritos, essa vontade não existiria e ele não teria individualidade, pois, na sua morte, todos esses Espíritos seriam  como um bando de pássaros livres da gaiola.
     O homem se queixa muitas vezes de não compreender algumas coisas, mas é curioso ver-se como ele multiplica as dificuldades, quando tem em mãos uma explicação muito simples e natural. Isso é ainda tomar o efeito pela causa; fazer com o homem o que os pagãos faziam com Deus. Eles criam em tantos deuses quantos os fenômenos do universo. Mas, mesmo entre eles, as pessoas sensatas não viam nesses fenômenos mais do que efeitos, tendo por causa um Deus único.
 Comentário de Kardec:  O mundo físico e o mundo moral nos oferecem, a respeito, numerosos pontos de comparação. Acreditou-se na multiplicidade da matéria, enquanto o exame se detinha na aparência dos fenômenos; hoje, compreende-se que esses fenômenos tão variados podem não ser mais do que modificações de uma matéria elementar  única. As diversas faculdades são manifestações de uma mesma causa que é a alma,ou do Espírito encarnado, e não de muitas almas, como os diferentes sons do órgão são produtos de uma mesma espécie de ar, e não de tantas espécies de ar quantos forem os sons. Desse sistema resultaria que, quando um homem perde ou adquire certas aptidões, certas tendências, isso significa que outros tantos Espíritos o possuíram ou deixaram, o que o tornaria um ser múltiplo, sem individualidade e, conseqüentemente, sem responsabilidade. Isto, além do mais, é contraditado pelos tão numerosos exemplos de manifestações em que os Espíritos provam sua personalidade e sua identidade.


(1) No original: “Esprits folieis e légers”. Alguns traduzem por “duendes”, porque, em francês, “espritftillet” é duende. No caso presente, porém, o acréscimo do adjetivo “légers” e a própria sequência do assunto parecem dar razão à nossa tradução. (N. do T)

6 de fev de 2016

EMMANUEL NOS FALA SOBRE O CARNAVAL

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.
É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização.
Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.
Ao lado dos mascarados da pseudoalegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras.
Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloquente atestado de sua miséria moral.
Emmanuel
Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939 / Revista Internacional de Espiritismo, Janeiro de 2001

Fonte: http://radioboanova.com.br/artigos/emmanuel-nos-fala-sobre-o-carnaval

5 de fev de 2016

PROGRAMAÇÃO PARA OS DIAS DE CARNAVAL

PROGRAMAÇÃO PARA OS DIAS DE CARNAVAL
DIA
HORÁRIO
TEMA
RESPONSÁVEL
DIRIGENTE
06
SÁBADO
9:00h
Consumismo - ESE, cap. XVI, 09 a 15
Sylvia Maria
Nancy
07
DOMINGO
Incertezas (desemprego) - ESE, cap. XXV
Gilberto Marques
Ivone Maria
08
SEGUNDA
Fragilidade das relações familiares - ESE, cap. XXII e XIV, item 9
Sara Castelo
Walquíria
09
TERÇA
Violência - LE, 3a parte, cap. VI
Ivone Maria
Manoel