31 de out de 2016

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
01
O povir e o nada - CI, 1a parte, I
Sylvia Maria
Selma
08
O universo físico é uma realização dos nossos pensamentos
Sônia Brandão
Evalda
15
Defenda-se  -  Agenda Cristã,  cap. 41
Alice Maria
Dircileide
Preces pelos doentes e obsidiados - ESE, XXVIII, 77 a 84
Maria José
22
Medo da morte
Maria Fausta
Sylvia Maria
29
São chegados os tempos - Gn, XVIII
Nilza de Souza
Maria Helena
Sextas - 20h
04
Você mesmo  -  Agenda Cristã,  cap. 42
Walkyria
Ângela Vidal
Dai gratuitamente o que de graça recebeste - ESE, XXVI
Heloíse
11
Teoria da persistência - Gn, XVI
Gilberto Marques
Nancy Sales
18
Paixões - LE, 907 a 912
Karina
Heloíse
25
No teu coração uma semente. Que fruto dará?
Ângela Vidal
Walkyria
Sábado - 17h:30min
05
Aprendendo com André Luiz
Wantuil  Rodrigues
Sara Castelo
12
Ande acima -  Agenda Cristã,  cap.44
Nancy Salles
Sylvia Maria
Maneira de orar. Felicidade que a prece proporciona - ESE, XXVII, 22 e 23
Antônio
Oliveira
19
Predições do Evangelho - Gn,XVII
Marcio Costa
Maria Cristina
26
Fluidoterapia: o passe
Ivone Maria
Walkyria

25 de out de 2016

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO VIII
EMANCIPAÇÃO DA ALMA

      400. O Espírito encarnado permanece voluntariamente no envoltório corporal?
     — E como perguntar se o prisioneiro está satisfeito sob as chaves. O Espírito encarnado aspira incessantemente à libertação, e quanto mais grosseiro é o envoltório, mais deseja ver-se desembaraçado.
     401. Durante o sono, a alma repousa como o corpo?
     Não, o Espírito jamais fica inativo. Durante o sono, os liames que o unem ao corpo se afrouxam e o corpo não necessita do Espírito. Então, ele percorre o espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos.
     402. Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?
     — Pelos sonhos. Sabei que, quando o corpo repousa, o Espírito dispõe de mais faculdades que no estado de vigília. Tem a lembrança do passado e, às vezes, a previsão do futuro; adquire mais poder e pode entrar em comunicação com os outros espíritos, seja deste mundo, seja de outro.
Freqüentemente dizes: “Tive um sonho bizarro, um sonho horrível, mas que não tem nenhuma verossimilhança”. Enganas-te. E quase sempre uma lembrança de lugares e de coisas que viste ou que verás numa outra existência ou em outra ocasião. O corpo estando adormecido, o Espírito trata de quebrar as suas cadeias para investigar no passado ou no futuro.
      Pobres homens, que conheceis tão pouco dos mais ordinários fenômenos da vida! Acreditais ser muito sábios, e as coisas mais vulgares vos embaraçam. A esta pergunta de todas as crianças: “O que é que fazemos quando dormimos; o que são os sonhos?”, ficais sem resposta.
      O sono liberta parcialmente a alma do corpo. Quando o homem dorme,momentaneamente se encontra no estado em que estará de maneira permanente após a morte. Os Espíritos que logo se desprendem da matéria, ao morrerem, tiveram sonhos inteligentes. Esses Espíritos, quando dormem, procuram a sociedade dos que lhes são superiores: viajam, conversam e se instruem com eles; trabalham mesmo em obras que encontram concluídas, ao morrer. Destes fatos deveis aprender, uma vez mais, a não ter medo da morte, pois morreis todos os dias, segundo a expressão de um santo.
      Isto para os Espíritos elevados; pois a massa dos homens que, com a morte, devem permanecer longas horas nessa perturbação, nessa incerteza de que vos têm falado, vão seja a mundos inferiores à Terra, onde antigas afeições os chamam, seja à procura de prazeres talvez ainda mais baixos do que possuíam aqui; vão beber doutrinas ainda mais vis, mais ignóbeis, mais nocivas do que as que professavam entre vós. E o que engendra a simpatia na Terra não é outra coisa senão o fato de nos sentirmos, ao acordar, ligados pelo coração àqueles com quem acabamos de passar oito ou nove horas de felicidade ou de prazer. O que explica também as antipatias invencíveis é que sentimos, no fundo do coração, que essas pessoas têm uma consciência diversa da nossa, porque as conhecemos sem jamais as ter visto. E ainda o que explica a indiferença, pois não procuramos fazer novos amigos, quando sabemos ter os que nos amam e nos querem. Numa palavra: o sono influi mais do que pensais, sobre a nossa vida.
      Por efeito do sono, os Espíritos encarnados estão sempre em relação com o mundo dos Espíritos, e é isso o que faz que os Espíritos superiores consintam, sem muita repulsa, em encarnar-se entre vós. Deus quis que durante o seu contato com o vício pudessem eles retemperar-se na fonte do bem, para não falirem, eles que vinham instruir os outros. O sono é a porta que Deus  lhes abriu para o contato com os seus amigos do céu; é o recreio após o  trabalho, enquanto esperam o grande livramento, a libertação final que deve restituí-los ao seu verdadeiro meio.
       O sonho é a lembrança do que o vosso Espírito viu durante o sono; mas  observai que nem sempre sonhais, porque nem sempre vos lembrais daquilo que vistes ou de tudo o que vistes. Isso porque não tendes a vossa alma em todo o seu desenvolvimento; freqüentemente não vos resta mais do que a lembrança da perturbação que acompanha a vossa partida e a vossa volta, a que se junta a lembrança do que fizeste ou do que vos preocupa no estado de vigília. Sem isto, como explicaríeis esses sonhos absurdos, a que estão sujeitos tanto os mais sábios quanto os mais simples? Os maus Espíritos também se servem dos sonhos, para atormentar as almas fracas e pusilânimes.
       De resto, vereis dentro em pouco desenvolver-se uma outra espécie desonhos; uma espécie tão antiga como a que conheceis, mas que ignorais. O  sonho de Joana, o sonho de Jacó, o sonho dos profetas judeus e de alguns indivíduos indianos: esse sonho é a lembrança da alma inteiramente liberta do corpo, a recordação dessa segunda vida de que há pouco eu vos falava.
      Procurai distinguir bem essas duas espécies de sonhos, entre aqueles de que vos lembrardes; sem isso, cairíeis em contradições e em erros que seriam funestos para a vossa fé.
  Comentário de Kardec: Os sonhos são o produto da emancipação da alma, que se torna mais independente pela suspensão da vida ativa e de relação. Daí uma espécie de  clarividência indefinida, que se estende aos lugares os mais distantes ou que jamais se viu, e algumas vezes mesmo a outros mundos. Daí também a lembrança que retraça na memória os acontecimentos verificados na existência presente ou nas existências anteriores. A extravagância das imagens referentes ao que se passa ou se  passou em mundos desconhecidos entremeadas de coisas do mundo atual formam esses conjuntos bizarros e confusos que parecem não ter senso nem nexo.
      A incoerência dos sonhos ainda se explica pelas lacunas decorrentes da lembrança incompleta do que nos apareceu no sonho. Tal como um relato ao qual se tivessem truncado frases ou partes de frases ao acaso: os fragmentos restantes sendo reunidos, perderiam toda significação racionai.
      403. Por que não nos recordamos sempre dos sonhos?
     — Nisso que chamais sono só tens o repouso do corpo, porque o Espírito esta em movimento. No sono, ele recobra um pouco de sua liberdade e se comunica com os que lhe são caros, seja neste ou em outros mundos. Mas como o corpo é de matéria pesada e grosseira, dificilmente conserva as impressões recebidas pelo Espírito, mesmo porque o Espírito não as percebeu pelos órgãos do corpo.
      404. Que pensar da significação atribuída aos sonhos?
      — Os sonhos não são verdadeiros, como entendem os ledores da sorte, pelo que é absurdo admitir que sonhar com uma coisa anuncia outra. Eles são verdadeiros no sentido de apresentarem imagens reais para o Espírito, mas que, freqüentemente, não têm relação com o que se passa na vida corpórea. Muitas vezes, ainda, como já dissemos, são uma recordação. Podem ser, enfim, algumas vezes, um pressentimento do futuro, se Deus o permite, ou a visão do que se passa no momento em outro lugar a que a alma se transporta. Não tendes numerosos exemplos de pessoas que aparecem em sonhos para advertir parentes e amigos do que lhes está acontecendo? O que são essas aparições senão a alma ou o Espírito dessas pessoas que se comunicam com a vossa? Quando adquiris a certeza de que aquilo que vistes realmente aconteceu, não é isso uma prova de que a imaginação nada tem com o fato, sobretudo se o ocorrido absolutamente não estava no vosso pensamento durante a vigília?
      405. Freqüentemente se vêem em sonhos coisas que parecem pressentimentos e que não se cumprem; de onde vêm elas?
      — Podem cumprir-se para o Espírito, se não se cumprem para o corpo.  Quer dizer que o Espírito vê aquilo que deseja, porque vai procurá-lo. Não se deve esquecer que, durante o sono, a alma está sempre mais ou menos sob a influencia da matéria e por conseguinte não se afasta jamais completamente  das idéias terrenas. Disso resulta que as preocupações da vigília podem dar, àquilo que se vê, a aparência do que se deseja ou do que se teme. A isso é que realmente se pode chamar um efeito da imaginação. Quando se está fortemente  preocupado com uma idéia, liga-se a ela tudo o que se vê.
      406. Quando vemos em sonho pessoas vivas, que conhecemos perfeitamente, praticarem atos em que absolutamente não pensam, não é isso  um efeito de pura imaginação?
      — Em que absolutamente não pensam? Como o sabes? Seus Espíritos  podem vir visitar o teu, como o teu pode visitar os deles, e nem sempre sabes o que pensam. Além disso, freqüentemente aplicais, a pessoas que conheceis, e segundo os vossos desejos, aquilo que se passou ou se passa em outras existências.
      407. É necessário o sono completo, para a emancipação do Espírito?
      — Não. O Espírito recobra a sua liberdade quando os sentidos se         entorpecem; ele aproveita para se emancipar, todos os instantes de descanso que o corpo lhe oferece. Desde que haja prostração das forças vitais, o Espírito se desprende, e quanto mais fraco estiver o corpo, mais o Espírito estará livre.
Comentário de Kardec: É assim que o cochilar, ou um simples entorpecimento dos sentidos, apresenta muitas vezes as mesmas imagens do sonho.
     408. Parece-nos, às vezes, ouvir cm nosso íntimo palavras pronunciadas distintamente e que não têm nenhuma relação com o que nos preocupa. De onde vêm elas?
      — Sim, e até mesmo frases inteiras, sobretudo quando os sentidos começam a se entorpecer. É, às vezes, o fraco eco de um Espírito que deseja comunicar-se contigo.
      409. Muitas vezes, num estado que ainda não é o cochilo, quando temos os olhos fechados, vemos imagens distintas, figuras das quais apanhamos os pormenores mais minuciosos. É um efeito de visão ou de imaginação?
      — Entorpecido o corpo, o Espírito trata de quebrar a sua cadeia: ele se transporta e vê, e se o sono fosse completo, isso seria um sonho.
      410. Têm-se às vezes, durante o sono ou o cochilo, idéias que parecem muito boas e que, apesar dos esforços que se fazem para recordá-las, se apagam da memória. De onde vêm essas idéias?
      — São o resultado da liberdade do Espírito, que se emancipa e goza, nesse momento, de mais amplas faculdades. Freqüentemente, também, são conselhos dados por outros Espíritos.
      410 – a) De que servem essas idéias ou esses conselhos, se a sua recordação se perde e não se pode aproveitá-los?
      — Essas idéias pertencem, algumas vezes, mais ao mundo dos Espíritos que. ao mundo corpóreo, mas o mais freqüente é que, se o corpo as esquece, o Espírito as lembra, e a idéia volta no momento necessário, como uma inspiração do momento.
      411. O Espírito encarnado, nos momentos em que se desprende da matéria e age como Espírito, conhece a época de sua morte?
      — Muitas vezes a pressente, e às vezes tem dela uma consciência bastanteclara, o que lhe dá, no estado de vigília, a sua intuição. É por isso que algumas pessoas prevêem, às vezes, a própria morte com grande exatidão.
       412. A atividade do Espírito, durante o repouso ou o sono do corpo, pode fatigar a este?
      — Sim, porque o Espírito está ligado ao corpo, como o balão cativo ao poste. Ora, da mesma maneira que as sacudidas do balão abalam o poste, a atividade do Espírito reage sobre o corpo, e pode produzir-lhe fadiga.

20 de out de 2016

HOMENAGEM A AMARAL ORNELLAS

"Aniversário de Nascimento de Amaral Ornellas Nosso Mentor Espiritual e trabalhador ativo para que a Lei do Amor se estabeleça na Terra. Que possamos nos equilibrar nas Asas da Esperança, de sua poesia, para vencermos as dificuldades do dia a dia"




17 de out de 2016

SUGESTÃO DE LEITURA

No mês de outubro trazemos a sugestão de leitura do livro Nosso Lar de Francisco Xavier pelo Espírito André Luiz.
 Este livro nos ensina, na lição Bosque das Águas sobre a beleza da região em Nosso Lar, que a água é empregada como alimento e remédio”. Léa Souza Silva
 

3 de out de 2016

HOMENAGEM


Homenagem a Kardec

 "Trouxeste, Allan Kardec, à longa noite humana,
O Cristo em nova luz - revivescida aurora! -
E onde estejas serás, eternidade afora,
A verdade sublime, em que o mundo se irmana.
Em teu verbo solar, a justiça se ufana
De aclarar, consolando, o coração que chora,
A fé brilha, o bem salva, a estrada se aprimora
E a vida, além da morte, esplende soberana!...
Escuta a gratidão da Terra... Em toda parte,
A alma do povo freme e canta ao relembrar-te
A presença estelar e a serena vitória.
Gênio, serviste! Herói, exterminaste as trevas!...
Recebe com Jesus, na glória a que te elevas,
Nosso preito de amor nos tributos da História."

Autor: Amaral Ornellas
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
04
Quem foi Allan Kardec? O professor Rivail
Sylvia Maria
Selma
11
Missão de Allan Kardec
Maria Fausta
Evalda
18
Constituição do Espiritismo - OP, 2ª parte
Sérgio Daemon
Dircileide
25
Viagem Espírita em 1862
Aimar Sobreira
Sylvia Maria
Sextas - 20h
07
Iniciação de Kardec no Espiritismo - OP, 2ª parte e LE, Introdução III a V
Heloise
Ângela Vidal
14
A Revista Espírita
Ivone Maria
Heloise
21
Homenagem a Amaral Ornellas
Bernardo Marques
Nancy Salles
28
Atitudes Kardequianas
Ângela Vidal
Walkyria
Sábado - 17h:30min
01
André Luiz e o Espiritismo no Brasil
Wantuil  Rodrigues
Sara Castelo
08
Auto de fé de Barcelona
Frederico G. Kremer
Sylvia Maria
15
Das Reuniões e Sociedades Espíritas - LM,XXIX
Sara Castelo
Walkyria
22
Viagens Espíritas em 1860 e 1861
Gilberto Marques
Maria Cristina
29
O Movimento Espírita na atualidade
Ângela Delou
Nancy Salles