27 de jan de 2017

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

IV- Letargia, Catalepsia, Morte Aparente
       422. Os letárgicos e os catalépticos vêem e ouvem geralmente o que se   passa em torno deles, mas não podem manifestá-lo; é pelos olhos e os ouvidos do corpo que o fazem?
        — Não; é pelo Espírito; o Espírito está consciente, mas não pode comunicar-se.
        422 – a) Por que não pode comunicar-se?
        — O estado do corpo se opõe a isso. Esse estado particular dos órgãos   vos da a prova de que existe no homem alguma coisa além do corpo, pois o corpo não está funcionando e o Espírito continua a agir.
       423. Na letargia, o Espírito pode separar-se inteiramente do corpo de maneira a dar a este todas as aparências da morte, e voltar a ele em seguida?
       – Na letargia, o corpo não está morto, pois há funções que continuam a realizar-se; a vitalidade se encontra em estado latente, como na crisálida mas não se extingue. Ora, o Espírito está ligado ao corpo, enquanto ele vive; uma vez rompidos os laços pela morte real e pela desagregação dos órgãos a separação é completa e o Espírito não volta mais. Quando um homem aparentemente morto volta à vida, é que a morte não estava consumada.
       424. Pode-se, através de cuidados dispensados a tempo, renovar os laços a se romperem e devolver à vida um ser que, sem esses recursos morreria realmente?
       – Sim, sem dúvida, e disso tendes prova todos os dias. O magnetismo é nesses casos, muitas vezes, um meio poderoso, porque dá ao corpo o fluido vital que lhe falta e que era insuficiente para entreter o funcionamento dos órgãos.
Comentário de Kardec:   A letargia e a catalepsia têm o mesmo princípio, que é a perda momentânea da sensibilidade e do movimento, por uma causa fisiológica ainda inexplicada.  Elas diferem entre si em que, na letargia, a suspensão das forcas vitais é geral dando ao  corpo todas as aparências da morte, e, na catalepsia, é localizada e pode afetar uma parte mais ou menos extensa do corpo, de maneira a deixar a inteligência livre para se manifestar, o que não permite confundi-la com a morte. A letargia é sempre natural; a catalepsia é às vezes espontânea, mas pode ser provocada e desfeita artificialmente pela ação magnética.

16 de jan de 2017

LIVRO DO MÊS

Ninguém consegue viver com alegria sem o concurso da esperança.
Esperança de melhores dias;
Esperança de realizações superiores;
Esperança de paz;
Esperança de elevação.

O livro Momentos de Esperança de Joanna de Ângelis sobre a psicografia de Divaldo Franco, vem nos esclarecer na lição sobre Esperança.


Esta é sugestão de leitura de nossa amiga Léa Silva trás este mês.
Visite nossa Biblioteca - Ivan de Almeida Sá

1 de jan de 2017

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
03
Não são os que gozam de saúde que precisam de médicos - ESE, XXIV, 11 e12
Sylvia Maria
Selma
10
Reencarnação - fundamentos da justiça divina
Luiz Fernando
Evalda
17
Gotas de Esperança - lição 104
Alice Maria
Dircileide
Existência de Deus - GE, II, 1 a 7
Nancy Salles
24
Oração de São Francisco: programa de vida
Ivone Maria
Sylvia Maria
31
Preces pelos doentes e obsidiados - ESE, XXVII,77 a 84
Maria Fausta
Maria Helena
Sextas - 20h
06
Temor da morte - CI, 1ª parte II
Nilza Erich
Walkyria
13
Escolhas das provas - LE, 258 a 273
Heloíse
Ângela Vidal
20
Gotas de Esperança - lição 52
Walkyria
Nancy Salles
Pressentimentos - LE, 522 a 524
Gilberto Marques
27
Fazer o bem sem ostentação - ESE, XIII, 1 a 3
Ângela Vidal
Heloíse
Sábado - 17h:30min
07
Aprendendo com André Luiz
Wantuil  Rodrigues
Sylvia Maria
14
Direito de propriedade. Roubo - LE, 880 a 885
Sara Castelo
Nancy Salles
21
Espiritismo e Psicologia transpessoal
Karina Ocanha
Maria Cristina
28
Missão dos espíritas - ESE, XX, 4 a 5
Bernardo Marques
Sara Castelo

FELIZ ANO NOVO

Carta de Ano Bom

Entre um ano que se vai
E outro que se inicia,
Há sempre nova esperança,
Promessas de Novo Dia...
Considera, meu amigo,
Nesse pequeno intervalo,
Todo o tempo que perdeste
Sem saber aproveitá-lo.
Se o ano que se passou 
Foi de amargura sombria,
Nosso Pai Nunca está pobre
Do pão de luz da alegria.
Pensa que o céu não esquece
A mais ínfima criatura,
E espera resignado
O teu quinhão de ventura.
Considera, sobretudo
Que precisas, doravante,
Encher de luz todo o tempo
Da bênção de cada instante.
Sê na oficina do mundo
O mais perfeito aprendiz,
Pois somente no trabalho
Teu ano será feliz.
Não esperes recompensas
Dos bens da vida terrestre,
Mas, volve toda a esperança
À paz do Divino Mestre.
Nas lutas, nunca te esqueças
Deste conceito profundo:
O reino da luz de Cristo
Não reside neste mundo.
Não olhes faltas alheias,
Não julgues o teu irmão,
Vive apenas no trabalho
De tua renovação.
Quem se esforça de verdade
Sabe a prática do bem,
Conhece os próprios deveres
Sem censurar a ninguém.
Ano Novo!... Pede ao Céu
Que te proteja o trabalho,
Que te conceda na fé
O mais sublime agasalho.
Ano Bom!... Deus te abençoe
No esforço que te conduz
Das sombras tristes da Terra
Para as bênçãos de Jesus.
XAVIER, Francisco Cândido. Cartas do Evangelho. Pelo Espírito Casimiro Cunha. LAKE.