REUNIÕES PÚBLICAS DE ABRIL DE 2011
TERÇAS-FEIRAS, 14H
DIA 05 - "JUSTIÇA DAS AFLIÇÕES" - EV. CAP. 5 ITEM 3- MARIA FAUSTA
DIA 12 - "ÂNJOS E DEMÔNIOS " LE. 128 À 131 - LUIZ FERNANDO
DIA 19 - "O LIVRO ESPÍRITA, O LIVRO DOS ESPÍRITOS" - LEDA LÚCIA
DIA 26 - "A CAMINHO DA LUZ" - IVONE MARIA
SEXTAS-FEIRAS, 20H
DIA 01 - TEMA LIVRE - EDUARDO GUIMARÃES
DIA 08 - "CAUSAS ATUAIS DAS AFLIÇÕES" - EV CAP. 5 ITÉM 4 - AIDA PAULO
DIA 15 - "REFORMA ÌNTIMA SEM CULPA" - BIANCA CIRILO
DIA 22 - "VIDA E ATO DOS APÓSTOLOS"- ÂNGELA VIDAL
SÁBADOS, 17:30H
DIA 02 - "APRENDENDO COM ANDRÉ LUIZ "- WANTUIL RODRIGUES
DIA 09 - "CAUSAS ANTERIORES DAS AFLIÇÕES EV CAP 5 - ITENS 6 À 10- IVONE MARIA
DIA 16 -"OBJETIVOS DA REENCARNAÇÃO" - LE 132 À 133 - CECÍLIA
DIA 23 - "ESQUECIMENTO DO PASSADO"- EV CAP 5 ÍTEM 11 - KARINA
DIA 30 - "MATERIALISMO" LE 1147 À 148 - ÂNGELA RODRIGUES
31 de mar. de 2011
27 de mar. de 2011
LANÇAMENTO DE LIVRO
TRANSIÇAÕ PLANETÁRIAAutor / Medium: Franco, Divaldo Pereira. Espírito: Manoel Philomeno de Miranda.
Editora Leal
Editora Leal
Estamos no limiar da grande transição, em que o nosso planeta passará da condição de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. Isso já constava no planejamento celestial há muito tempo e não se dará, obviamente, num passe de mágica, pois se trata de um processo de transformação lento e gradual, porém, impostergável.
As tragédias naturais, como o tsunami do oceano Índico – objeto de nossas considerações – fazem parte desse processo, pois elas têm o objetivo de fazer a Humanidade progredir mais depressa, através do expurgo daqueles espíritos calcetas, refratários à ordem e à evolução moral e espiritual, que já não podem mais ser retardadas. Eles passarão algum tempo em outras esferas, aprendendo as leis do Amor e do Bem, até que tenham condições de retornar ao nosso planeta, para dar seu contribuição em benefício do progresso da Humanidade.
Nesta extraordinária Obra, nossos caros leitores conhecerão os mecanismos e as razões da ordem superior da Transição Planetária, em favor das mudanças urgentes e necessárias que promovam o respeito às leis, à ética e a Natureza, transformando o homem num ser integral, consciente dos seus deveres para com Deus, consigo próprio e o próximo.
Nesta extraordinária Obra, nossos caros leitores conhecerão os mecanismos e as razões da ordem superior da Transição Planetária, em favor das mudanças urgentes e necessárias que promovam o respeito às leis, à ética e a Natureza, transformando o homem num ser integral, consciente dos seus deveres para com Deus, consigo próprio e o próximo.
CANTINHO DA MÚSICA
CANÇÃO DA PAZ
É uma música de nosso querido e saudoso companheiro Luiz Antonio Millecco, espírita e músico terapeuta. É a palavra paz cantada em sete idiomas. Interpretação de Luiz Claudio Millecco com participação do autor. Coreografia de Frida Zalcman
REFLEXÕES
AS QUATRO ESTAÇÕES DA VIDAVocê já notou a perfeição que existe na natureza? Uma prova incontestável da harmonia que rege a Criação. Como num poema cósmico, Deus rima a vida humana com o ritmo dos mundos.
Ao nascermos, é a primavera que eclode em seus perfumes e cores. Tudo é festa. A pele é viçosa. Cabelos e olhos brilham, o sorriso é fácil. Tudo traduz esperança e alegria.
Delicada primavera, como as crianças que encantam os nossos olhos com sua graça. Nessa época, tudo parece sorrir. Nenhuma preocupação perturba a alma.
A juventude corresponde ao auge do verão. Estação de calor e beleza, abençoada pelas chuvas ocasionais. O sol aquece as almas, renovam-se as promessas.
Os jovens acreditam que podem todas as coisas, que farão revoluções no mundo, que corrigirão todos os erros.
Trazem a alma aquecida pelo entusiasmo. São impetuosos, vibrantes. Seus impulsos fortes também podem ser passageiros... Como as tempestades de verão.
Mas a vida corre célere. E um dia - que surpresa - a força do verão já se foi.
Uma olhada ao espelho nos mostra rugas, os cabelos que começam a embranquecer, mas também aponta a mente trabalhada pela maturidade, a conquista de uma visão mais completa sobre a existência. É a chegada do outono.
Ao nascermos, é a primavera que eclode em seus perfumes e cores. Tudo é festa. A pele é viçosa. Cabelos e olhos brilham, o sorriso é fácil. Tudo traduz esperança e alegria.
Delicada primavera, como as crianças que encantam os nossos olhos com sua graça. Nessa época, tudo parece sorrir. Nenhuma preocupação perturba a alma.
A juventude corresponde ao auge do verão. Estação de calor e beleza, abençoada pelas chuvas ocasionais. O sol aquece as almas, renovam-se as promessas.
Os jovens acreditam que podem todas as coisas, que farão revoluções no mundo, que corrigirão todos os erros.
Trazem a alma aquecida pelo entusiasmo. São impetuosos, vibrantes. Seus impulsos fortes também podem ser passageiros... Como as tempestades de verão.
Mas a vida corre célere. E um dia - que surpresa - a força do verão já se foi.
Uma olhada ao espelho nos mostra rugas, os cabelos que começam a embranquecer, mas também aponta a mente trabalhada pela maturidade, a conquista de uma visão mais completa sobre a existência. É a chegada do outono.
Nessa estação, a palavra é plenitude. Outono remete a uma época de reflexão e de profunda beleza. Suas paisagens inspiradoras - de folhas douradas e céus de cores incríveis - traduzem bem esse momento de nossa vida.
No outono da existência já não há a ingenuidade infantil ou o ímpeto incontido da juventude, mas há sabedoria acumulada, experiência e muita disposição para viver cada momento, aproveitando cada segundo.
Enfim, um dia chega o inverno. A mais inquietante das estações. Muitos temem o inverno, como temem a velhice. É que esquecem a beleza misteriosa das paisagens cobertas de neve.
Época de recolhimento? Em parte. O inverno é também a época do compartilhamento de experiências.
Quem disse que a velhice é triste? Ela pode ser calorosa e feliz, como uma noite de inverno diante da lareira, na companhia dos seres amados.
Velhice também pode ser chocolate quente, sorrisos gentis, leitura sossegada, generosidade com filhos e netos. Basta que não se deixe que o frio enregele a alma.
Felizes seremos nós se aproveitarmos a beleza de cada estação. Da primavera levarmos pela vida inteira a espontaneidade e a alegria.
Do verão, a leveza e a força de vontade. Do outono, a reflexão. Do inverno, a experiência que se compartilha com os seres amados.
A mensagem das estações em nossa vida vai além. Quando pensar com tristeza na velhice, afaste de imediato essa ideia.
Lembre-se que após o inverno surge novamente a primavera. E tudo recomeça.
Nós também recomeçaremos. Nossa trajetória não se resume ao fim do inverno. Há outras vidas, com novas estações. E todas iniciam pela primavera da idade.
Após a morte, ressurgiremos em outros planos da vida. E seremos plenos, seremos belos. Basta para isso amar. Amar muito.
Amar as pessoas, as flores, os bichos, os mundos que giram serenos. Amar, enfim, a Criação Divina. Amar tanto que a vida se transforme numa eterna primavera.
Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 13, ed. Fep
20 de mar. de 2011
LANÇAMENTO DE LIVRO
15 de mar. de 2011
POR DENTRO DO MOVIMENTO ESPÍRITA
13 de mar. de 2011
LIBERDADE E RESPONSABILIDADE
Tudo na criação está em permanente processo de transformação e aprimoramento. Assim também ocorre com os homens. Em sua condição de espíritos, trilham marcha ascendente rumo à angelitude. Foram criados em estado de absoluta simplicidade e ignorância, Mas possuem, desde o princípio, os embriões de todas as virtudes. Nas primeiras experiências foram conduzidos grandemente pelos instintos. Gradualmente tomaram ciência de seu potencial e passaram a fazer opções. Titubeantes no princípio, desenvolveram a consciência de si próprios e da sua vontade. Um elemento primordial do progresso consciente é o livre-arbítrio.As espécies animais e vegetais são conduzidas pelas forças da natureza, em suas etapas de elaboração. Já os homens podem escolher os caminhos que trilham. O progresso espiritual pressupõe o desenvolvimento da faculdade de discernir o bem e o mal. Para a aquisição desse senso moral, para crescer em entendimento e compreensão, é imprescindível a liberdade de opção. Quanto mais o espírito burila seu intelecto e exerce sua vontade, mais liberdade tem. Seu leque de opções aumenta. Mas não é somente a liberdade que ganha expressão. Com o conhecimento e o lento evoluir do ser, ele se torna mais responsável pelo que faz. Quando o instinto predomina, a responsabilidade é ínfima. Quando a vontade e a consciência regem o destino, torna-se inarredável a responsabilidade. O homem é intrinsecamente livre em seus atos e pensamentos, mas responde por tudo o que faz e pensa.
As leis humanas são freqüentemente burladas e enganadas, contudo, nos estatutos divinos não há qualquer falha. Sendo as leis divinas inscritas na consciência de cada homem, elas jamais são burladas. Ninguém escapará de si próprio. Cada qual é livre para pensar, falar e agir. Mas essa liberdade sempre deve respeitar os direitos do próximo. A movimentação do livre-arbítrio jamais deve causar sofrimento e coerção para outrem. Quem se permite infelicitar o semelhante, infelicita-se a si próprio. O desrespeito à dignidade e à felicidade alheias aprisiona o seu autor.
O homem que provoca sofrimento prepara para si um cárcere de sombra e desgraças. Talvez ele engane a justiça humana. Quiçá logre anestesiar a própria consciência por um tempo. Mas cedo ou tarde, nesta encarnação ou em outra, despertará para a realidade. Sua consciência o chamará a prestar contas de seus atos. Então, a dor infligida ressurgirá no íntimo do ser. Entre inibições e complexos, lutas e sofrimentos, ele se acertará com as leis divinas.
Reflita na responsabilidade que você possui, em sua condição de homem livre. Você pode muito. Pode escolher ser honesto ou desonesto, misericordioso ou cruel, leal ou traiçoeiro, útil ou inútil. Mas responderá por seus atos. Não se trata de pecado e castigo, mas de responsabilidade. Pense nisso!
Fonte: Textos da Equipe de Redação do Momento Espírita (http://www.momento.com.br/exibe_texto.php?id=1390).
10 de mar. de 2011
Estudando "O Livro dos Espíritos"
55 - Todos os globos que circulam no espaço são habitados?
– Sim, e o homem da Terra está longe de ser, como pensa, o primeiro em inteligência, bondade e perfeição. Entretanto, há homens que se julgam superiores a tudo e imaginam que somente este pequeno globo tem o privilégio de ter seres racionais. Orgulho e vaidade! Acreditam que Deus criou o universo só para eles.
☼ Deus povoou os mundos com seres vivos, todos convergindo para o objetivo final da Providência. Acreditar que só existem seres vivos no planeta que habitamos seria colocar em dúvida a sabedoria de Deus, que não faz nada inútil. A cada um desses mundos Deus deve ter dado uma destinação mais séria do que divertir as nossas vistas. Nada, aliás, nem pela posição, nem pelo volume, nem pela constituição física da Terra, pode razoavelmente fazer supor que seja a única a ter o privilégio de ser habitada, com exclusão de tantos milhares de mundos semelhantes.
56 - A constituição física dos diferentes globos é a mesma?
– Não. Não se assemelham em nada.
57 - Como a constituição física dos mundos não é a mesma, podemos concluir que os seres que os habitam têm corpos e uma organização diferente?
– Sem dúvida, como entre vós os peixes são feitos para viver na água e os pássaros, no ar.
58 Os mundos mais afastados do Sol são privados da luz e do calor, já que o Sol apenas se mostra para eles com a aparência de uma estrela?
– Não. Não se assemelham em nada.
57 - Como a constituição física dos mundos não é a mesma, podemos concluir que os seres que os habitam têm corpos e uma organização diferente?
– Sem dúvida, como entre vós os peixes são feitos para viver na água e os pássaros, no ar.
58 Os mundos mais afastados do Sol são privados da luz e do calor, já que o Sol apenas se mostra para eles com a aparência de uma estrela?
– Acreditais então que não há outras fontes de luz e de calor além do Sol, e não considerais o valor e a importância da eletricidade que, em alguns mundos, desempenha um papel que vos é desconhecido e muito mais importante do que na Terra? Aliás, já dissemos que os seres desses mundos não são nem da mesma matéria nem têm os órgãos dispostos como os vossos.
☼ As condições de existência dos seres que habitam os diferentes mundos devem ser apropriadas ao meio em que vivem. Se nunca tivéssemos visto peixes, não compreenderíamos que seres pudessem viver na água. É assim em outros mundos, que contêm, sem dúvida, elementos que nos são desconhecidos. Não vemos, na Terra, longas noites polares iluminadas pela eletricidade das auroras boreais4? O que há de impossível em que, em certos mundos, a eletricidade seja mais abundante do que na Terra e tenha aplicações e funções, cujos efeitos não podemos compreender? Esses mundos podem, portanto, conter em si mesmos as fontes de calor e de luz necessárias aos seus habitantes
☼ As condições de existência dos seres que habitam os diferentes mundos devem ser apropriadas ao meio em que vivem. Se nunca tivéssemos visto peixes, não compreenderíamos que seres pudessem viver na água. É assim em outros mundos, que contêm, sem dúvida, elementos que nos são desconhecidos. Não vemos, na Terra, longas noites polares iluminadas pela eletricidade das auroras boreais4? O que há de impossível em que, em certos mundos, a eletricidade seja mais abundante do que na Terra e tenha aplicações e funções, cujos efeitos não podemos compreender? Esses mundos podem, portanto, conter em si mesmos as fontes de calor e de luz necessárias aos seus habitantes
6 de mar. de 2011
REFLEXÕES
Reserva-te o direito de permanecer indiferente às provocações de qualquer natureza.Numa época de insensatez como esta, o mal anda em liberdade, seduzindo os incautos.
Aqui, é a ira dos outros que te agride.
Ali, está o sexo sem freio que te sensibiliza.
Acolá, eis a ambição que te desperta o interesse.
Próximo se encontra o vício, enredando vítimas.
Em torno de ti, a diversão perturbadora campeia.
Por toda parte, a vitória do crime e da dissolução dos costumes multiplica os seus tentáculos qual polvo cruel e dominador.
Olha essas facilidades como sendo a estrada de espinhos venenosos que a grama verde e agradável esconde no chão, e não te permitas pôr-lhe os pés, evitando-te os acidentes de efeitos danosos.
(Joanna de Ângelis/psicografado por Divaldo Franco, no livro Vida Feliz, CLIII)
2 de mar. de 2011
ESPIRITISMO E ECOLOGIA
A ÁGUA Água santa, benção pura das bênçãos celestiais, que o Senhor te multiplique os doces mananciais. Água que lavas o corpo de todas as criaturas, és a fonte de bondade que dimana das alturas. Sangue vivo do planeta, na forma que aperfeiçoa, nos campos do mundo inteiro toda a terra te abençoa. O teu impulso amoroso é vida, perfume, essência, és em todos os recantos, Mãe das forças da existência. Por ti, há pomares fartos, doçuras no lar que abriga, ventos frescos no deserto, orvalho na noite amiga. Água tranquila e bondosa que acaricia o sedento, lavas manchas, lavas sombras, desde o solo ao firmamento. Aclaras a imensidade, na borrasca, no escarcéu, circulas em toda a terra, depois de voltar ao céu. Água santa, irmã da paz, da abundância, da limpeza, garantes o dom da vida nas luzes da Natureza. Doce bem da Divindade que envolve os lares e os ninhos, és a terna mensageira do amor de Deus nos caminhos. Em todo o lugar do mundo, haja paz, haja discórdia, és a benção paternal da Eterna Misericórdia.
Do livro Cartilha Da Natureza - Francisco Cândido Xavier / Casemiro Cunha
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