26 de ago. de 2019

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS
LEI DE ADORAÇÃO - CAPÍTULO 2

II – Adoração Exterior
       653. A adoração necessita de manifestações exteriores?
       — A verdadeira adoração é a do coração. Em todas as vossas ações,  pensai sempre que um senhor vos observa.
       653 – a) A adoração exterior é útil?
       — Sim, se não for um vão simulacro. É sempre útil dar um bom exemplo: mas os que a fazem só por afetação e amor próprio e cuja conduta desmente a sua aparente piedade dão um exemplo antes mau do que bom e fazem mais mal do que supõem.
       654. Deus tem preferência pelos que o adoram desta ou daquela maneira?
      — Deus prefere os que o adoram do fundo do coração, com sinceridade, fazendo o bem e evitando o mal, aos que pensam honrá-lo através de cerimônias que não os tornam melhores para os seus semelhantes.
      Todos os homens são irmãos e filhos do mesmo Deus, que chama para ele todos os que seguem as suas leis, qualquer que seja a forma pela qual se exprimam.
      Aquele que só tem a aparência da piedade é um hipócrita; aquele para  quem a adoração é apenas um fingimento e está em contradição com apropria conduta dá um mau exemplo.
      Aquele que se vangloria de adorara Cristo mas que é orgulhoso, invejoso e ciumento, que é duro e implacável com os outros ou ambicioso dos bens mundanos, eu vos declaro que só tem a religião nos lábios e não no coração. Deus, que tudo vê, dirá: aquele que conhece a verdade é cem vezes mais culpável do mal que faz do que o selvagem ignorante e será tratado de maneira consequente, no dia do juízo. Se um cego vos derruba ao passar, vós o desculpais, mas se é um homem que enxerga bem, vós o censurais e com razão.
      Não pergunteis, pois, se há uma forma de adoração mais conveniente, porque isso seria perguntar se é mais agradável a Deus ser adorado numa língua do que em outra. Digo-vos ainda uma vez: os cânticos não chegam a ele senão pela porta do coração.
      655. E reprovável praticar uma religião na qual não se acredita de coração, quando se faz isso por respeito humano e para não escandalizar os que pensam de outra maneira?
      — A intenção, nisso como em tantas outras coisas, é a regra. Aquele que não tem em vista senão respeitar as crenças alheias não faz mal; faz melhor do que aquele que as ridicularizasse, porque esse faltaria com a caridade. Mas quem as praticar por interesse ou por ambição é desprezível aos olhos de Deus e dos homens. Deus não pode agradar-se daquele que só demonstra humildade perante ele para provocar a aprovação dos homens.
    656. A adoração em comum é preferível à adoração individual?
    — Os homens reunidos por uma comunhão de pensamentos e sentimentos tem mais força para atrair os bons Espíritos. Acontece o mesmo quando se reúnem para adorar a Deus. Mas não penseis, por isso, que a adoração em particular seja menos boa; pois cada um pode adorar a Deus pensando nele.

19 de ago. de 2019

ROTA DE LUZ - AGOSTO


ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO

Nossa homenagem, na passagem do 96° aniversário de fundação do Centro Espirita Amaral Ornellas, ao seu mentor Amaral Ornellas que, do plano espiritual, sob a égide de Jesus, permanece inspirando a todos nós, seareiros humildes, nos propósitos de servir ao próximo.

Ao seu fundador Diamantino Fausto Ramos de Sá, nosso eterno agradecimento pelo trabalho realizado em prol do CEAO.

Convidamos a todos para participarem de nossa programação de aniversário:

20.08.2019 – Palestra com Gilberto Marques,
“CEAO: RUMO AO CENTENÁRIO”;

23.08.2019 – Palestra com Adriano Almeida,
“A EDUCAÇÃO DO ESPIRITO”;

24.08.2019 – Palestra com Darcy Neves Moreira,
“JESUS, O EDUCADOR’.

Diretoria CEAO


15 de ago. de 2019

PROGRAMAÇÃO DE ANIVERSÁRIO

 O Centro Espírita Amaral Ornellas comemora o seu 96º aniversário.  Para celebrarmos mais esse ano de atividades convidamos aos trabalhadores, amigos e frequentadores a se unirem nós e refletir sobre A educação do Espírito, aquela que consiste na arte de formar o caráter. 




12 de ago. de 2019

AUTOR: JOANNA DE ÂNGELIS



Joanna de Ângelis

Responsável pela coordenação do trabalho mediúnico de Divaldo Franco, o Espírito Joanna de Ângelis publicou seu primeiro livro, Messe de Amor, em 1964. Sua produção literária tem, ao todo, cerca de 60 obras, todas psicografadas por Divaldo Franco.  Algumas de suas encarnações passadas são descritas e personalidades diversas são atribuídas ao Espírito de Joanna de Ângelis. Na época de Jesus, foi Joana de Cusa, esposa de importante autoridade romana, que já naquela época seguia os ensinamentos de Jesus. Séculos depois, se candidatou a viver com Francisco de Assis a simplicidade do Evangelho de Jesus. No México, foi Juana Inés de La Cruz, jovem que contribuiu para a valorização dos estudos, inclusive para as mulheres daquela época. E no Brasil, foi Joana Angélica de Jesus, nascida em Salvador (BA) em 1761. Aos 21 anos, Joana Angélica ingressou no Convento da Lapa, tornando-se Irmã das Religiosas Reformadas de Nossa Senhora da Conceição da Lapa. Como abadessa do Convento da Lapa, em Salvador, defendeu suas irmãs e foi sacrificada na porta de entrada do mosteiro, a golpes de baioneta, quando tentava impedir que soldados do Império invadissem o Convento, durante as lutas pela Independência do Brasil, no dia 20 de fevereiro de 1823.
(Fonte: A Veneranda Joanna de Angelis, Celeste Santos e Divaldo Pereira Franco.)

7 de ago. de 2019

SUGESTÃO DE LEITURA

Trazemos como sugestão de leitura para o mês de agosto é o livro O Amor como Solução de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco.

Sinopse:
Em um momento de grande crise de valores espirituais e morais que a Humanidade atravessa, a benfeitora Joanna de Ângelis oferece-nos trinta pequenos capítulos de reflexões bem-elaboradas que apontam a solução pelo amor.

A veneranda chama-nos a atenção em relação aos graves desequilíbrios que a quase todos atormentam: propostas de triunfo a qualquer preço, jogos enganosos dos desejos infrenes, exaltação de ídolos da fantasia e do encantamento, fruição de prazeres embriagadores, sensualidade inesgotável, indiferença pelo próximo. Ressalta a diminuição da claridade do sol da razão e da ética, que se deixam anestesiar em relação ao amor e excitar quando se trata dos prazeres perturbadores.
O apogeu da Ciência e da Tecnologia é destacado pela mentora como insuficiente para alcançar os arcanos íntimos dos seres humanos que creem que as suas contribuições devem destinar-se, exclusivamente, ao conforto material, e são aplicadas no imediatismo de falsas necessidades.
Ante a impossibilidade de mudar o mundo, Joanna de Ângelis recomenda-nos que cada homem e mulher mude a conduta interna e conquiste o seu lugar ao sol da harmonia, utilizando sempre O amor como solução e impondo a mudança geral.