26 de mar. de 2018

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO IX
INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO

          536. Os grandes fenômenos da Natureza, esses que se consideram como perturbações dos elementos, são devidos a causa fortuitas ou têm pelo contrário, um fim providencial?                                          
         — Tudo tem uma razão de ser e nada acontece sem a permissão de Deus.
      536 – a) Esses fenômenos sempre objetivam o homem ?
      – Algumas vezes têm uma razão de ser diretamente relacionado ao homem mas freqüentemente não tem outro objetivo que o restabelecimento do equilíbrio e da harmonia das forças físicas da Natureza.
      536 – b) Concebemos perfeitamente que a vontade de Deus seja a causa primaria, nisso como em todas as coisas; mas como sabemos que os Espíritos podem agir sobre a matéria e que eles são os agentes da vontade de Deus perguntamos se alguns dentre eles não exerceriam uma influência sobre os elementos para os agitar, acalmar ou dirigir?
      — Mas é evidente; isso não pode ser de outra maneira. Deus não se entrega a uma ação direta sobre a Natureza, mas tem os seus agentes dedicados, em todos os graus da escala dos mundos.
      537. A Mitologia dos antigos é inteiramente fundada sobre as idéias espíritas, com a diferença de que consideravam os Espíritos como divindades. Ora, eles nos representavam esses deuses ou esses Espíritos com atribuições especiais. Assim, uns eram encarregados dos ventos, outros do raio, outros de presidir à vegetação etc. Essa crença é destituída de fundamento?
      — Tão pouco destituída de fundamento que está ainda muito aquém daverdade.
      537 – a) Pela mesma razão poderia haver Espíritos habitando o interior da Terra e presidindo aos fenômenos geológicos?
      — Esses Espíritos não habitam precisamente a Terra, mas presidem e dirigem os fenômenos segundo as suas atribuições. Um dia tereis a explicação de todos esses fenômenos e os compreendereis melhor.
      538. Os Espíritos que presidem aos fenômenos da Natureza formam uma categoria especial no mundo espírita, são seres à parte ou Espíritos que foram encarnados, como nós?
     — Que o serão, ou que o foram.
      538 – a) Esses Espíritos pertencem às ordens superiores ou inferiores da hierarquia espírita?
     — Segundo o seu papel for mais ou menos material ou inteligente; unsmandam, outros executam; os que executam as coisas materiais são sempre de uma ordem inferior, entre os Espíritos como entre os homens.
     539. Na produção de certos fenômenos, das tempestades, por exemplo, é somente um Espírito que age ou se reúnem em massa?
     — Em massas inumeráveis.
     540. Os Espíritos que agem sobre os fenômenos da Natureza agem com conhecimento de causa em virtude de seu livre-arbítrio, ou por um impulso instintivo e irrefletido?
     — Uns, sim; outros, não. Faço uma comparação: figurai essas miríades de animais que pouco a pouco fazem surgir do mar as ilhas e os arquipélagos;acreditais que não há nisso um objetivo providencial e que essa transformação da face do globo não seja necessária para a harmonia geral? São, entretanto, animais do último grau os que realizam essas coisas, enquanto vão provendo às necessidades e sem perceberem que são instrumentos de Deus. Pois bem,  da mesma maneira os Espíritos mais atrasados são úteis ao conjunto; enquanto elesensaiam para a vida, e antes de terem plena consciência de seus atos e de seu livre-arbítrio, agem sobre certos fenômenos de que são agentes sem o  saberem. Primeiro, executam; mais tarde, quando sua inteligência estiver  desenvolvida, comandarão e dirigirão as coisas do mundo material; mais tarde ainda, poderão dirigir as coisas do mundo moral. É assim que tudo serve, tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, pois ele mesmo começou pelo átomo. Admirável lei de harmonia, de que o  vosso Espírito limitado ainda não pode abranger o conjunto!

8 de mar. de 2018

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


TODO DIA É DIA DA MULHER
As mulheres são tão importantes para a humanidade, que a elas foram reservadas duas datas no calendário terreno: 8 de março, como dia internacional; e 30 de abril, como dia nacional.
Ouvi de uma colega de trabalho: “Ficarei feliz quando não houver um dia específico para se homenagear a mulher.”
É uma afirmação curiosa e, a nosso ver, profunda, pois todo dia é “dia da mulher”.
Por que não há “dia do homem”?
Embora alguns já tenham sugerido tal data, talvez até de maneira pouco séria, toma-se como princípio que todos os dias são dos homens. Então, não há necessidade de destacar um dia para tal homenagem.
O registro de duas datas para a comemoração do dia da mulher não deixa de configurar a triste realidade de que a mulher ainda é vítima de discriminação e preconceito, medo e violência, humilhação e vergonha, agressão e dor, como as estatísticas mundiais demonstram e a mídia estampa em suas reportagens.
Segundo pesquisa da ONU, sete em cada dez mulheres no mundo serão vítimas de violência física ou sexual. O Brasil, não tem do que se orgulhar nesse quesito, pois está entre os primeiros no ranking das estatísticas de violência contra a mulher.
Por outro lado, tais homenagens, justas e merecidas, ensejam manifestações e reivindicações no sentido de aperfeiçoar as relações sociais, minimizando as diferenças de tratamento por questão de gênero.
Estamos gradativamente avançando em termos legislativos. Há previsão de proteção pela lei. E o Brasil possui legislação avançada no que tange à violência contra a mulher. Entretanto, há muito que aperfeiçoar quanto à aplicabilidade da legislação.
Questionava-se no passado se a mulher tinha alma. Que coisa!
Hoje compreendemos que a mulher tem alma, porém, devemos reconhecer que ela precisa ser tratada com respeito.
A mulher tem sentimento e merece ser amada.
A mulher é competente e necessita ser reconhecida, sem discriminação.
A mulher alimenta a vida e requisita, com justiça, ser tratada dignamente.
Se não fosse por uma mulher, eu não teria a oportunidade de escrever e, você, de ler essas palavras.
Por isso, nossa gratidão e congratulações a todas as mulheres!



2 de mar. de 2018

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
06
O Objetivo da encarnação - LE, 132 e 133
Nancy Sales
Ana Maria
O sono - Revista Espírita, dez./1858
Myriam Fernandes
13
Separação da alma e do corpo - LE, 154 e 162
Luiz Fernando
Ivone Maria
20
Não vim destruir a lei - ESE, I, 1-8
Aimar Sobreira
Dircileide
27
Vida Feliz - lição XV
Alice Maria
Antônio
 Oliveira
Decisão de ser feliz - Livro: Momentos de Saúde
Ivone Maria
Sextas - 20h
02
A fatalidade e os pressentimentos - Revista Espírita, dez./1858
Bernardo Marques
Gilberto Marques
09
Aquele que se eleva será rebaixado - ESE, VII, 3 a 6
Laura Barra
Walkyria
16
Aquisição da Consciência - Livro: Momentos de Consciência
Bruno Toscano
Ana Maria
23
Léon Denis: Vida e Obra
Ângela Vidal
Dircileide
30
Vida Feliz - lição XVII
Camila
Nancy Salles
O óbolo da viúva - ESE, XIII, 5 e 6
Dircileide
Sábado - 17h:30min
03
Aprendendo com André Luís
Wantuil Rodrigues
Walkiria
10
Parábola dos Talentos
Gilberto Marques
Maria Cristina
17
Vida Feliz - lição XVIII
Ivani
Nancy Salles
A alma depois da morte - LE, 149 e 153
Sara Castelo
24
Tema Livre
Danilo Vilela
Sara Castelo
31
Educação integral - Livro: Momentos de Meditação
Priscila Chagas
Dircileide