Terças - 14 h
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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DIRIGENTE
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02
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O Sermão da Montanha
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Sylvia Maria
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Selma
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09
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Carnaval
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16
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Profissão de Fé Espírita Raciocinada
- ObrasPóstumas - 1ª parte
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Ivone Maria
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Evalda
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23
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Em favor de você mesmo - Agenda Cristã, cap. 4
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Alice
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Dircileide
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A ingratidão dos filhos e os laços de família - ESE- Cap. XIV, item 9
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Nancy
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Sextas - 20h
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05
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Parábola do Bom
Samaritano - ESE - Cap. XV
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Heloíse
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Walquíria
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12
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Desigualdade das riquezas/ Provas de riqueza e de miséria - LE, 808 a
816
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Gilberto
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Ângela
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19
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A Música Celeste - Obras Póstumas - 1ª parte
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Bernardo
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Heloíse
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26
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Medicamentos Evangélicos - Agenda Cristã, cap. 5
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Walquíria
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Nancy
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A presença dos avós
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Angela
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Sábado - 17h:30min
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06
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Carnaval
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13
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Privilégios Cristãos - Agenda Cristã, cap. 3
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Antônio
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Maria Cristina
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Igualdade de direitos do homem e da mulher - LE, 817 a 822
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Sara
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20
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Fora da Caridade não há salvação - ESE - Cap.15, 8 a 10
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Sylvia
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Walquíria
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27
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O Homem Integral
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Karina
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Sara
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31 de jan. de 2016
REUNIÕES PÚBLICAS
15 de jan. de 2016
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO VII
RETORNO A VIDA CORPORAL
II - UNIÃO DA ALMA COM O CORPO
344. Em que momento a alma se une ao corpo?
— A união começa na concepção, mas não se completa senão no momento do nascimento. Desde o momento da concepção, o Espírito designado para tomar determinado corpo a ele se liga por um laço fluídico, que se vai encurtando cada vez mais, até o instante em que a criança vem à luz; o grito que então se escapa de seus lábios anuncia que a criança entrou para o número dos vivos e dos servos de Deus.
345. A união entre o Espírito e o corpo é definitiva desde o momento da concepção? Durante esse primeiro período, o Espírito poderia renunciar a tomar o corpo que lhe foi designado?
— A união é definitiva no sentido de que outro Espírito não poderia substituir o que foi designado para o corpo; mas, como os laços que o prendem são muito frágeis, fáceis de romper, podem ser rompidos pela vontade do Espírito que recua ante a prova escolhida. Nesse caso, a criança não vinga.
346. Que acontece ao Espírito, se o corpo que ele escolheu morrer antes de nascer?
— Escolhe outro.
346 – a) Qual pode ser a utilidade dessas mortes prematuras?
—As imperfeições da matéria, na maioria das vezes, são a causa dessas mortes.
347. Que utilidade pode ter para um Espírito a sua encarnação num corpo que morre poucos dias depois de nascer?
— O ser ainda não tem consciência bastante desenvolvida da sua existência; a importância da morte é quase nula; freqüentemente, como já dissemos, trata-se de uma prova para os pais.
348. O Espírito sabe, com antecedência, que o corpo por ele escolhido não tem possibilidade de viver?
— Sabe, algumas vezes; mas, se o escolheu por esse motivo, é que recua ante a prova.
349. Quando falha uma encarnação para o Espírito, por uma causa qualquer, é ela suprida imediatamente por outra existência?
— Nem sempre imediatamente; o Espírito necessita de tempo para escolher de novo, a menos que a reencarnação instantânea decorra de uma determinação anterior.
350. O Espírito, uma vez unido ao corpo da criança, e não podendo mais retroceder, lamenta algumas vezes a escolha feita?
— Queres perguntar se, como homem, ele se queixa da vida que tem? Se desejaria outra? Sim. Se lamenta a escolha feita? Não, porque não sabe que a escolheu. O Espírito, uma vez encarnado, não pode lamentar uma escolha de que não tem consciência, mas pode achar muito pesada a carga. E, se a considera acima de suas forças, é então que recorre ao suicídio.
351. No intervalo da concepção ao nascimento, o Espírito goza de todas as suas faculdades?
— Mais ou menos, segundo a fase, porque não está ainda encarnado, mas ligado ao corpo. Desde o instante da concepção, a perturbação começa a envolver o Espírito, advertido, assim, de que chegou o momento de tomar uma nova existência; essa perturbação vai crescendo até o nascimento. Nesse intervalo, seu estado é mais ou menos o de um Espírito encarnado, durante o sono do corpo. A medida que o momento do nascimento se aproxima, suas idéias se apagam, assim como a lembrança do passado se apaga desde que entrou na vida. Mas essa lembrança lhe volta pouco a pouco à memória, no seu estado de Espírito.
352. No momento do nascimento, o Espírito recobra imediatamente a plenitude de suas faculdades?
— Não: elas se desenvolvem gradualmente com os órgãos. Ele se encontra numa nova existência; é preciso que aprenda a se servir dos seus instrumentos; as idéias lhe voltam pouco a pouco, como a um homem que acorda e se encontra numa posição diferente da que ocupava antes de dormir.
353. A união do Espírito com o corpo não estando completa e definidamente consumada, senão depois do nascimento, pode considerar-se o feto como tendo uma alma?
— O Espírito que deve animar existe, de qualquer maneira, fora dele.Propriamente falando, ele não tem uma alma, pois a encarnação está apenas em vias de se realizar, mas está ligado à alma que deve possuir.
354. Como se explica a vida intra-uterina?
— E a da planta que vegeta. A criança vive a vida animal. O homem possui em si a vida animal e a vida vegetal, que completa, ao nascer, com a vida espiritual.
355. Há, como o indica a Ciência, crianças que desde o ventre da mãe não têm possibilidades de viver? E com que fim acontece isso?
— Isso acontece freqüentemente, e Deus o permite como prova, seja
para os pais, seja para o Espírito destinado a encarnar.
356. Há crianças natimortas que não foram destinadas à encarnação de um Espírito?
— Sim, há as que jamais tiveram um Espírito destinado aos seus corpos: nada devia cumprir-se nela. É somente pelos pais que essa criança nasce.
356 – a) Um ser dessa natureza pode chegar ao tempo norma! De nascimento?
— Sim, algumas vezes, mas então não vive.
356 – b) Toda criança que sobrevive tem, portanto, necessariamente, um Espírito encarnado em si?
— Que seria ela, sem o Espírito? Não seria um ser humano.
357. Quais são, para o Espírito, as conseqüências do aborto?
— Uma existência nula e a recomeçar.
358. O aborto provocado é um crime, qualquer que seja a época da concepção?
— Há sempre crime quando se transgride a lei de Deus. A mãe ou qualquer pessoa cometerá sempre um crime ao tirar a vida à criança antes do seu nascimento, porque isso é impedir a alma de passar pelas provas de que o corpo devia ser o instrumento.
359. No caso em que a vida da mãe estaria em perigo pelo nascimento da criança, há crime em sacrificar a criança para salvar a mãe?
—É preferível sacrificar o ser que não existe a sacrificar o que existe.
360. E racional ter pelos fetos o mesmo respeito que se tem pelo corpo de uma criança que tivesse vivido?
— Em tudo isto vede a vontade de Deus e a sua obra, e não trateislevianamente as coisas que deveis respeitar. Por que não respeitar as obras da criação, que, às vezes, são incompletas pela vontade do Criador? Isso pertence aos seus desígnios, que ninguém é chamado a julgar
1 de jan. de 2016
REFLEXÃO
Ano Novo é também oportunidade de
aprender, trabalhar e servir. O tempo como paternal amigo, como que se
reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para
necessária ascensão.
Lembra-te de que o ano em
retorno é novo dia a convocar-te para a execução de velhas promessas que ainda
não tivestes a coragem de cumprir.
Se tens inimigos faze das horas
renascer-te o caminho da reconciliação.
Se foste ofendido, perdoa, a fim de
que o amor te clareie a estrada para frente.
Se descansaste em demasia, volve ao
arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.
Se a tristeza te requisita esquece-a
e procura a alegria serena da consciência tranquila no dever bem cumprido.
Ano Novo! Novo Dia!
Sorri para os que te feriram e busca
harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.
Recorda que há mais ignorância que
maldade em torno de teu destino.
Não maldigas nem condenes.
Auxilia a acender alguma luz para
quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.
Não te desanimes nem te desconsoles.
Cultiva o bom ânimo com os que te
visitam dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.
Não te esqueças de que Jesus jamais
se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso,
repete-nos de hora a hora: - Ama e auxilia sempre. Ajuda aos outros amparando a
ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce
alegria da porta aberta de teu coração.
Pelo Espírito Emmanuel
XAVIER, Francisco Cândido. Vida
e Caminho. Espíritos Diversos. GEEM.
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