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Terças - 14 h
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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04
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Parábola do fariseu e o do publicano
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Sylvia
Maria
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11
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Casamento,
celibato e poligamia - LE, 695 a 701
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Wilson
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A
fé e a caridade - ESE, cap. XI, 13
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Luiz
Fernando
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18
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Um minuto com Jesus, p. 189
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Alice Maria
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O egoísmo - ESE, cap. XI, 11 e 12
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Maria Fausta
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25
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Madalena - a transformação pelo amor
|
Deuza Nogueira
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Sextas -
20h
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07
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Gozo
dos bens terrenos, necessário e supérfluo - LE, 711
a 717
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Bruno
Toscano
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14
|
Um minuto com Jesus, p. 191
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Walkyria
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|
A
lei do amor - ESE, cap. XI, 8 a 10
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Heloise
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21
|
Mediunidade
na família
|
Ângela
Vidal
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28
|
Pedro, tu me amas?
|
Adriano de Almeida
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Sábado -
17h:30min
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01
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Aprendendo com André Luiz
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Wantiul Rodrigues
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08
|
Um minuto com Jesus, p. 193
|
Elysa
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Culto
do Evangelho no lar
|
Bernardo
Marques
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15
|
Lei
da Reprodução - LE, 686 a 694
|
Ivone Maria
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22
|
Daí a Cesar o que é de Cesar - ESE, cap.
XI, 5 a 7
|
Sara Castelo
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29
|
João
o Discípulo Amado
|
Guilherme Kremer
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31 de jul. de 2015
REUNIÕES PÚBLICAS
24 de jul. de 2015
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
SEGUNDA PARTE - CAP. VI
VIDA ESPÍRITA
VI – Relações de Além-Túmulo
274. As diferentes ordens de Espíritos estabelecem entre elas uma hierarquia de poderes; e há entre eles subordinação e autoridade?
— Sim, muito grande. Os Espíritos têm, uns sobre os outros, a autoridaderelativa à sua superioridade. E a exercem por meio de uma ascendência moralirresistível.
274 – a) Os Espíritos inferiores podem subtrair-se à autoridade dos superiores?
— Eu disse: irresistível.
275. O poder e a consideração de que um homem goza na Terra dão-lhe alguma supremacia no mundo dos Espíritos?
— Não; pois os pequenos serão elevados e os grandes, rebaixados. Lê os salmos.
275 – a) Como devemos entender essa elevação e esse rebaixamento?
— Não sabes que os Espíritos são de diferentes ordens, segundo os seusméritos? Pois bem, o maior na Terra pode estar na última classe entre os Espíritos; enquanto o seu servidor estará na primeira. Compreendes isso? Jesus não disse: Quem se humilhar será exaltado e quem se exaltar será humilhado?
276. Aquele que foi grande na Terra e se encontra inferior entre os Espíritos sente humilhação?
— Quase sempre muito grande, sobretudo se era orgulhoso e invejoso.
277. O soldado que, após a batalha, encontra o seu general no mundo dos Espíritos, reconhece-o ainda como seu superior?
— O título não é nada; a superioridade real é tudo.
278. Os Espíritos de diferentes ordens estão misturados?
— Sim e não; quer dizer, eles se vêem, mas se distinguem uns dos outros.Afastam-se ou se aproximam segundo a semelhança ou divergência de seussentimentos, como acontece entre vós. E todo um mundo, do qual o vosso é o reflexo obscuro. Os da mesma ordem se reúnem por uma espécie de afinidade, e formam grupos ou famílias de Espíritos unidos pela simpatia e pelos propósitos; os bons, pelo desejo de fazer o bem; os maus, pelo desejo de fazer o mal, pela vergonha de suas faltas e pela necessidade de se encontrarem entre os seres semelhantes a eles.
Comentário de Kardec: Igual a uma grande cidade, onde os homens de todas as classes e de todas as condições se vêem e se encontram, sem se confundirem, onde as sociedades se formam pela similitude de gostos, onde o vicio e a virtude se acotovelam, sem se falarem.
279. Todos os Espíritos têm acesso, reciprocamente, uns junto aos outros?
— Os bons vão por toda parte e é necessário que assim seja, para que possam exercer a sua influência sobre os maus. Mas as regiões habitadas pelos bons são interditadas aos imperfeitos, afim de que não levem a elas o distúrbio das más paixões.
280. Qual é a natureza das relações entre os bons e os maus Espíritos?
— Os bons procuram combater as más tendências dos outros, a fim de os ajudar a subir; e uma missão.
281. Por que os Espíritos inferiores se comprazem em nos levar ao mal?
— Pelo despeito de não terem merecido estar entre os bons. Seu desejo é o de impedir, tanto quanto puderem, que os Espíritos ainda inexperientes atinjam o bem supremo. Querem fazer os outros provarem aquilo que eles provam. Não vedes o mesmo entre vós ?
282. Como os Espíritos se comunicam entre si?
— Eles se vêem e se compreendem; a palavra é material: é o reflexo dafaculdade espiritual. O fluido universal estabelece entre eles uma comunicaçãoconstante; é o veículo da transmissão do pensamento, como o ar é para vós oveículo do som; uma espécie de telégrafo universal que liga todos os mundos,permitindo aos Espíritos corresponderem-se de um mundo a outro.
283. Os Espíritos podem dissimular reciprocamente os seus pensamentos; podem esconder-se uns dos outros?
— Não; para eles, tudo permanece a descoberto, principalmente quando são perfeitos. Podem distanciar-se uns dos outros, mas sempre se vêem. Esta não é uma regra absoluta, porque certos Espíritos podem muito bem tornar-se invisíveis para outros, se julgam útil fazê-lo.
284. Como podem os Espíritos, que não têm mais corpo, constatar a própria individualidade e distinguir-se dos outros que os rodeiam?
— Constatam a sua individualidade pelo períspirito, que os torna seres distintos uns para os outros, como os corpos entre os homens.
285. Os Espíritos se reconhecem por terem convivido na Terra? O filho reconhece o pai; o amigo, o seu amigo?
— Sim, e assim de geração a geração.
285 – a) Como se reconhecem no mundo dos Espíritos os homens que se conheceram na Terra?
— Vemos a nossa vida passada e a lemos como num livro. Vendo o passado de nossos amigos e de nossos inimigos, vemos a sua passagem da vida para a morte.
286. A alma, ao deixar os despojos mortais, vê imediatamente os parentes e amigos que a precederam no mundo dos Espíritos?
—Imediatamente, nem sempre; pois, como já dissemos, é-lhe necessárioalgum tempo para reconhecer o seu estado e sacudir o véu material.
287. Como a alma é recebida, na sua volta ao mundo dos Espíritos?
—A do justo, como um irmão bem-amado e longamente esperado; a do mau, como um ser que se desprega.
288. Que sentimento experimentam o Espíritos impuros, à vista de outro mau Espírito que chega?
— Os maus ficam satisfeitos de verem os seres à sua imagem e como eles privados da felicidade infinita; como acontece, na Terra, a um ladrão entre os seus iguais.
289. Nossos parentes e nossos amigos vêm, às vezes, ao nosso encontro, quando deixamos a Terra?
— Sim, vêm ao encontro da alma que estimam, felicitam-na como no regresso de uma viagem, se ela escapou aos perigos do caminho, e a ajudam a se desprender dos liames corporais. E um favor concedido aos bons Espíritos, quando os que os amam vêm ao seu encontro, enquanto os que estão manchados ficam no isolamento ou cercados somente de Espíritos semelhantes a eles: é uma punição.
290. Os parentes e os amigos reúnem-se sempre após a morte?
— Isso depende de sua elevação e do caminho que seguem para o seuadiantamento. Se um deles está mais adiantado e marcha mais rápido que o outro, não poderão ficar juntos; poderão ver-se algumas vezes, mas não estarão sempre reunidos, a não ser quando possam marchar ombro a ombro, ou quando tiverem atingido a igualdade na perfeição. Além disso, a privação de ver os parentes e amigos é às vezes uma punição
274. As diferentes ordens de Espíritos estabelecem entre elas uma hierarquia de poderes; e há entre eles subordinação e autoridade?
— Sim, muito grande. Os Espíritos têm, uns sobre os outros, a autoridaderelativa à sua superioridade. E a exercem por meio de uma ascendência moralirresistível.
274 – a) Os Espíritos inferiores podem subtrair-se à autoridade dos superiores?
— Eu disse: irresistível.
275. O poder e a consideração de que um homem goza na Terra dão-lhe alguma supremacia no mundo dos Espíritos?
— Não; pois os pequenos serão elevados e os grandes, rebaixados. Lê os salmos.
275 – a) Como devemos entender essa elevação e esse rebaixamento?
— Não sabes que os Espíritos são de diferentes ordens, segundo os seusméritos? Pois bem, o maior na Terra pode estar na última classe entre os Espíritos; enquanto o seu servidor estará na primeira. Compreendes isso? Jesus não disse: Quem se humilhar será exaltado e quem se exaltar será humilhado?
276. Aquele que foi grande na Terra e se encontra inferior entre os Espíritos sente humilhação?
— Quase sempre muito grande, sobretudo se era orgulhoso e invejoso.
277. O soldado que, após a batalha, encontra o seu general no mundo dos Espíritos, reconhece-o ainda como seu superior?
— O título não é nada; a superioridade real é tudo.
278. Os Espíritos de diferentes ordens estão misturados?
— Sim e não; quer dizer, eles se vêem, mas se distinguem uns dos outros.Afastam-se ou se aproximam segundo a semelhança ou divergência de seussentimentos, como acontece entre vós. E todo um mundo, do qual o vosso é o reflexo obscuro. Os da mesma ordem se reúnem por uma espécie de afinidade, e formam grupos ou famílias de Espíritos unidos pela simpatia e pelos propósitos; os bons, pelo desejo de fazer o bem; os maus, pelo desejo de fazer o mal, pela vergonha de suas faltas e pela necessidade de se encontrarem entre os seres semelhantes a eles.
Comentário de Kardec: Igual a uma grande cidade, onde os homens de todas as classes e de todas as condições se vêem e se encontram, sem se confundirem, onde as sociedades se formam pela similitude de gostos, onde o vicio e a virtude se acotovelam, sem se falarem.
279. Todos os Espíritos têm acesso, reciprocamente, uns junto aos outros?
— Os bons vão por toda parte e é necessário que assim seja, para que possam exercer a sua influência sobre os maus. Mas as regiões habitadas pelos bons são interditadas aos imperfeitos, afim de que não levem a elas o distúrbio das más paixões.
280. Qual é a natureza das relações entre os bons e os maus Espíritos?
— Os bons procuram combater as más tendências dos outros, a fim de os ajudar a subir; e uma missão.
281. Por que os Espíritos inferiores se comprazem em nos levar ao mal?
— Pelo despeito de não terem merecido estar entre os bons. Seu desejo é o de impedir, tanto quanto puderem, que os Espíritos ainda inexperientes atinjam o bem supremo. Querem fazer os outros provarem aquilo que eles provam. Não vedes o mesmo entre vós ?
282. Como os Espíritos se comunicam entre si?
— Eles se vêem e se compreendem; a palavra é material: é o reflexo dafaculdade espiritual. O fluido universal estabelece entre eles uma comunicaçãoconstante; é o veículo da transmissão do pensamento, como o ar é para vós oveículo do som; uma espécie de telégrafo universal que liga todos os mundos,permitindo aos Espíritos corresponderem-se de um mundo a outro.
283. Os Espíritos podem dissimular reciprocamente os seus pensamentos; podem esconder-se uns dos outros?
— Não; para eles, tudo permanece a descoberto, principalmente quando são perfeitos. Podem distanciar-se uns dos outros, mas sempre se vêem. Esta não é uma regra absoluta, porque certos Espíritos podem muito bem tornar-se invisíveis para outros, se julgam útil fazê-lo.
284. Como podem os Espíritos, que não têm mais corpo, constatar a própria individualidade e distinguir-se dos outros que os rodeiam?
— Constatam a sua individualidade pelo períspirito, que os torna seres distintos uns para os outros, como os corpos entre os homens.
285. Os Espíritos se reconhecem por terem convivido na Terra? O filho reconhece o pai; o amigo, o seu amigo?
— Sim, e assim de geração a geração.
285 – a) Como se reconhecem no mundo dos Espíritos os homens que se conheceram na Terra?
— Vemos a nossa vida passada e a lemos como num livro. Vendo o passado de nossos amigos e de nossos inimigos, vemos a sua passagem da vida para a morte.
286. A alma, ao deixar os despojos mortais, vê imediatamente os parentes e amigos que a precederam no mundo dos Espíritos?
—Imediatamente, nem sempre; pois, como já dissemos, é-lhe necessárioalgum tempo para reconhecer o seu estado e sacudir o véu material.
287. Como a alma é recebida, na sua volta ao mundo dos Espíritos?
—A do justo, como um irmão bem-amado e longamente esperado; a do mau, como um ser que se desprega.
288. Que sentimento experimentam o Espíritos impuros, à vista de outro mau Espírito que chega?
— Os maus ficam satisfeitos de verem os seres à sua imagem e como eles privados da felicidade infinita; como acontece, na Terra, a um ladrão entre os seus iguais.
289. Nossos parentes e nossos amigos vêm, às vezes, ao nosso encontro, quando deixamos a Terra?
— Sim, vêm ao encontro da alma que estimam, felicitam-na como no regresso de uma viagem, se ela escapou aos perigos do caminho, e a ajudam a se desprender dos liames corporais. E um favor concedido aos bons Espíritos, quando os que os amam vêm ao seu encontro, enquanto os que estão manchados ficam no isolamento ou cercados somente de Espíritos semelhantes a eles: é uma punição.
290. Os parentes e os amigos reúnem-se sempre após a morte?
— Isso depende de sua elevação e do caminho que seguem para o seuadiantamento. Se um deles está mais adiantado e marcha mais rápido que o outro, não poderão ficar juntos; poderão ver-se algumas vezes, mas não estarão sempre reunidos, a não ser quando possam marchar ombro a ombro, ou quando tiverem atingido a igualdade na perfeição. Além disso, a privação de ver os parentes e amigos é às vezes uma punição
16 de jul. de 2015
NOTA DE DESENCARNE
AMIGAS/OS,
É COM MUITA EMOÇÃO , APESAR DE SABERMOS QUE OS DESÍGNIOS DO PAI SÃO INQUESTIONÁVEIS, QUE PASSAMOS POR AQUI PARA COMUNICAR O DESENCARNE DE NOSSA COMPANHEIRA GILCE CARDOSO ROCHA , QUE PARTIU PARA A PÁTRIA ESPIRITUAL ONTEM, 15/07 .
ENTRE TANTAS ATIVIDADES NO BEM, PARTICIPOU DA EVANGELIZAÇÃO DE JOVENS E DO GRUPO DE TEATRO RAMIRO GAMA, CRIADO POR ELA, EM NOSSA CASA , QUE TANTAS ALEGRIAS, EM SUAS APRESENTAÇÕES , NOS PROPORCIONOU !...
UMA COMPANHEIRA BEM QUERIDA POR TODOS NÓS, PELA SUA MANEIRA CARINHOSA, SIMPLES E ACOLHEDORA DE SER !!! .
O VELÓRIO SERÁ NO CEMITÉRIO DE INHAÚMA HOJE , 16/07 , QUINTA, A PARTIR DE 13HS NA CAPELA SANTA CÁSSIA SALA 6 E O SEPULTAMENTO ACONTECERÁ AS 15HS
NOSSOS SENTIMENTOS A TODOS OS SEUS FAMILIARES, NA CERTEZA QUE NOSSA AMADA CONFREIRA PERSEVEROU ATÉ O FIM E RECEBERÁ DO PAI CELESTE O GALARDÃO MERECIDO.
SEGUE,QUERIDA GILCE , CONFIANTE, DESTEMIDA, PARA A LUZ , EM PAZ !
1 de jul. de 2015
REUNIÕES PÚBLICAS
|
Terças - 14 h
|
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|
DIA
|
TEMA
|
EXPOSITOR
|
|
07
|
Parábola do Festim de Bodas
|
Sylvia Maria
|
|
14
|
Autoconhecimento
|
César Augusto
Lourenço
|
|
21
|
Espíritos endurecidos: “Um Espírito aborrecido” -
CI, 2ª parte, cap. VII.
|
Wilson
|
|
Perdoai para que Deus vos perdoe - ESE, cap. X, 1
a 4.
|
Maria José
|
|
|
28
|
Um minuto com Jesus, p. 185.
|
|
|
Amar o próximo como a si mesmo - ESE, cap. XI.
|
Aimar Sobreiro
|
|
|
Sextas - 20h
|
||
|
03
|
Perdão das ofensas - ESE, cap. X, itens 14 e 15
|
Bernardo Marques
|
|
10
|
Atmosfera espírita Revista Espírita maio 1867
|
Jaime Lobato
|
|
17
|
Angele, nulidade sobre a Terra - CI, 2ªparte, cap.
VII.
|
Fernanda Toscano
|
|
Sacrifícios - LE, 669 a 679.
|
Gilberto
|
|
|
24
|
Doença de Alzheimer: Um olhar espírita
|
Alonso Santos
|
|
31
|
Um minuto com Jesus, p. 187.
|
Walquíria
|
|
Desencarnação na família
|
Ângela Vidal
|
|
|
Sábado - 17h:30min
|
||
|
04
|
Aprendendo com André Luiz
|
Wantuil
|
|
11
|
Escolha das provas - LE, 258 a 273.
|
Ana Maria Carvalho
|
|
18
|
Reconciliação com os adversários - ESE, cap. X,
itens 1 a 4
|
Ivone Maria
|
|
25
|
Um minuto com Jesus, p. 183.
|
Elysa
|
|
A Rainha de Oude - CI, 2ª parte, cap. VII
|
Márcio Costa
|
|
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