Terças - 14 h
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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01
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Parábola do Semeador
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Sylvia Maria
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08
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Do Maravilhoso e do Sobrenatural - LM, 1ª parte, cap.II
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Luiz Fernando
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15
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A avareza - Revista Espírita, Fev.1858
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Wilson
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Quem é minha mãe e quem são meus irmãos - ESE, XIV, 5 e 6
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Maria José
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22
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Natal: Como é o seu?
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Hermínia San Gil
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29
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Reflexões para o Ano Novo
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Gilberto
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Sextas - 20h
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04
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Necessidade da vida social/Voto de silêncio - LE, 766 a 772
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Heloise
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11
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Página de Alerta
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Bianca Cirillo
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18
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Jesus no Lar
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Ângela Vidal
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25
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Sábado - 17h : 30min
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05
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Aprendendo com André Luiz
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Wantuil Rodrigues
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12
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Espiritismo na TV
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Bernardo
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19
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Um minuto com Jesus, p.207
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Elysa
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Estudo sobre a natureza do Cristo - OP, 1ª parte, I a IX
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Maria Fausta
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26
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Laços de família - LE, 773 a 775
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Nancy
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Crueldade - LE, 752 a 756
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Adauto Valverde
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30 de nov. de 2015
REUNIÕES PÚBLICAS
22 de nov. de 2015
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO VII
RETORNO À VIDA CORPORAL
I - PRELÚDIO DO RETORNO
330. Os Espíritos conhecem a época em que terão de se reencarnar?
— Eles a pressentem, como o cego sente o fogo de que se aproxima. Sabem que devem retomar um corpo, como sabeis que deveis morrer um dia, mas ignoram quando isso acontecerá. (Ver item 166.)
330. A) A reencarnação é, portanto, uma necessidade da vida espírita, como a morte é uma necessidade da vida corpórea?
— Seguramente, assim é.
331. Todos os Espíritos se preocupam com a sua reencarnação?
— Há os que absolutamente não pensam nela, que nem mesmo a compreendem; isso depende de sua natureza mais ou menos avançada. Para alguns, a incerteza quanto ao futuro é uma punição.
332. O Espírito pode abreviar ou retardar o momento da reencarnação?
— Pode abreviá-lo, solicitando-o por suas preces, e pode também retardá-lo, se recuar ante a prova. Porque entre os Espíritos há também indiferentes e poltrões; mas não o faz impunemente, pois sofre com isso, como aquele que recusa o remédio que o pode curar.
333. Se um Espírito se sentisse bastante feliz numa condição mediana entre os Espíritos errantes, e não tivesse a ambição de se elevar, poderia prolongar indefinidamente esse estado?
— Não indefinidamente; cedo ou tarde, o Espírito sente a necessidade de avançar; todos devem elevar-se, pois esse é o destino de todos.
334. A união da alma com este ou aquele corpo está predestinada, ou no último momento é que se faz a escolha?
— O Espírito é sempre designado com antecedência. Escolhendo a prova que deseja sofrer, o Espírito pede para se encarnar; ora, Deus, que tudo sabe e tudo vê, sabe e vê com antecedência que tal alma se unirá a tal corpo.
335. O Espírito tem o direito de escolher o corpo ou somente o gênero de vida que lhe deve servir de prova?
— Ele pode escolher também o corpo, porque as imperfeições do corpo são provas que o ajudam no seu adiantamento, se ele vencer os obstáculos encontrados; mas a escolha nem sempre depende dele, que pode pedi-la.
335 – a) Pode o Espírito, no último momento, recusar o corpo escolhido?
— Se o recusasse, sofreria muito mais do que aquele que não tivesse tentado nenhuma prova.
336. Poderia acontecer que um corpo que deve nascer não encontrasse Espírito para encarnar-se nele?
— Deus proveria a isso. A criança, quando deve nascer para viver, tem sempre uma alma predestinada: nada é criado sem um desígnio.
337. A união do Espírito com determinado corpo pode ser imposta por Deus?
— Pode ser imposta, da mesma maneira que as diferentes provas, sobretudo quando o Espírito ainda não está apto afazer uma escolha com conhecimento de causa. Como expiação, o Espírito pode ser constrangido a se unir ao corpo de uma criança que, por seu nascimento e pela posição que terá no mundo, poderá tornar-se para ele um meio de castigo.
338. Se acontecesse que muitos Espíritos se apresentassem para ocupar um mesmo corpo que vai nascer, o que decidiria entre eles?
— Muitos podem pedi-lo, mas é Deus quem julga, em casos assim, qual é o mais capaz, de preencher a missão a que a criança se destina. Mas, como já disse, o Espírito é designado antes do instante em que deve unir-se ao corpo.
339. 0 momento da encarnação é seguido de perturbação semelhante ao que se verifica na desencarnação?
_ Muito maior, e sobretudo mais longa. Na morte, o Espírito sai da escravidão; no nascimento, entra nela.
340. O instante em que o Espírito deve encarnar-se é para ele um instante solene? Cumpre ele esse ato como coisa grave e importante?
— É como um viajante que embarca para uma travessia perigosa e não sabe se vai encontrar a morte nas vagas que afronta.
Comentário de Kardec: O viajante que embarca sabe a que perigos se expõe, mas não sabe se naufragará. Assim se dá com o Espírito: ele conhece o gênero de provas a que se submete, mas não sabe se sucumbirá.
Da mesma maneira que a morte do corpo é um renascimento para o Espírito,a reencarnação é para ele uma espécie de morte, ou antes, de exílio e de clausura. Ele deixa o mundo dos Espíritos pelo mundo corpóreo, como o homem deixa o mundo corpóreo pelo mundo dos Espíritos. O Espírito sabe que se reencarnará, como o homem sabe que morre; mas, como este, não tem consciência do fato senão no último momento, quando chega o tempo desejado. Então nesse momento supremo, a perturbação o envolve, como no homem em agonia, e essa perturbação persiste até que a nova existência esteja nitidamente firmada. O início da reencarnação é uma espécie de agonia para o Espírito.
341. A incerteza do Espírito quanto à eventualidade do sucesso das provas que vai sofrer na vida é para ele uma causa de aflição, antes da encarnação?
— Uma grande aflição, pois as provas da sua existência o retardarão ou farão avançar, segundo as tiver bem ou mal suportado.
342. No momento de sua reencarnação, o Espírito é acompanhado por outros Espíritos, seus amigos, que assistem à sua partida do mundo espírita, como o vão receber na sua volta?
— Isso depende da esfera que o Espírito habita. Se está nas esferas em que reina a afeição, os Espíritos que o amam o acompanham até o derradeiro momento, o encorajam e freqüentemente, mesmo, o seguem durante a vida.
343. Os Espíritos amigos que nos seguem durante a vida são, por vezes, os que vemos em sonho, que nos testemunham a sua afeição e que se nos apresentam com feições desconhecidas?
— Muito freqüentemente o são; eles vêm visitar-nos, como ides ver um prisioneiro sob chaves.
2 de nov. de 2015
REUNIÕES PÚBLICAS
Terças - 14 h
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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03
|
Parábola do filho pródigo
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Sylvia
Maria
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10
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Espíritos
felizes: Sixdeniers - CI, 2a parte,
II
|
Luiz
Fernando
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17
|
Com as coisas de Deus não se brinca
|
Denise Duarte
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24
|
Um minuto com Jesus, p. 203
|
Alice Maria
|
Pena de morte - LE,
760 a 765
|
Leda Lúcia
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|
Sextas -
20h
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06
|
Duelo
- LE,
757 a 759
|
Heloise
|
Benefícios pagos com a ingratidão - ESE, cap. XIII, 19
|
Fernanda
Toscana
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13
|
A
verdadeira propriedade
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Gilberto
Bordallo
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20
|
Um minuto com Jesus, p. 201
|
Nancy
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Espíritos
felizes: A Condessa de Paula - CI, 2a
parte, II
|
Gilberto
Marques
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27
|
Turbulências familiares
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Ângela
Vidal
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Sábado -
17h : 30min
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07
|
Aprendendo
com André Luiz
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Wantuil Rodrigues
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14
|
Formas-pensamento
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Helena Langoni
|
21
|
Há espíritos? - LM,
1a
parte, I
|
Ivone Maria
|
28
|
Um minuto com Jesus, p. 205
|
Antonio Oliveira
|
Espíritos felizes: A Viúva Foulon - CI, 2a parte, II
|
Sara Castelo
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