8 de jan. de 2012

REFLEXÕES


Fruto e exemplo
Emmanuel e Chico Xavier
Do livro: Plantão de Paz - GEEM



"A árvore que produz maus frutos não é boa e a árvore que produz bons frutos não é má; - porquanto, cada árvore se conhece pelo seu fruto. Não se colhem figos nos espinheiros, nem cachos de uvas nas sarças. -O homem de bem tira boas coisas do bom tesouro do seu coração e o mau tira-as do mau tesouro do seu coração; porquanto, a boca fala do de que está cheio o coração.
São Lucas, cap. VI, vv. 43 a 45

"...O Espiritismo nos faculta os meios de experimentá-los, apontando os caracteres sempre morais, nunca materiais. É a maneira de se distinguirem dos maus os bons Espíritos que, principalmente, podem aplicar-se estas palavras de Jesus: 'Pelo fruto é que se reconhece a qualidade da árvore; uma árvore boa não pode produzir maus frutos, e uma árvore má não pode produzir bons.' Julgam-se os Espíritos pela qualidade de suas obras, como uma árvore pela qualidade dos seus frutos."
O Evangelho Seg. Espiritismo, cap. XXI, item 7

Revela-se a árvore na gleba em que se desenvolve por valiosos conjunto de utilidades, quais sejam: a seiva de que se nutre;
as frondes que albergam ninhos;
a flor que perfuma;
a sombra que ameniza;
o aspecto que balsamiza;
o lenho que reaquece.
Todavia, se não estende o fruto que lhe assinala a espécie, no socorro às criaturas que lhe observam o crescimento, terá desertado do objetivo fundamentala que se destina, reprovando a si mesma na solidão e na esterilidade.

Assim também o homem, no campo da luta em que se estagia, destaca-se por toda uma equipe de qualidades que lhe marcam a rota, como sejam:
a força com que se eleva;
a inteligência com que domina;
as ligações afetivas com que se associa a outros seres;
o ideal que se inflama;
o verbo que o manifesta;
a compreensão com que se orienta;
o entusiasmo de sonhar e realizar que lhe distingue os impulsos.
Entretanto, se foge à ação construtiva do exemplo nobre com que se exprimirá no edifício do progresso de todos, em favor dos irmãos que lhe buscam inspiração e modelo, em verdade terá perdido o ensejo divino para que foi trazido à existência, sentenciando-se à frustração.

No reino vegetal, todo o paciente esforço da árvore, sob o império das estações, tende à produção do fruto com que se desincumbirá do compromisso máximo, à frente da natureza; e no campo humano, todas as atividades laboriosas do espírito, sob o domínio da experiência, visam à demonstração do exemplo renovador com que enriquecerá a economia da vida, através dos valores físicos ou espirituais.

Vigiemos as nossas próprias ações no santuário das horas de cada dia, porque para todos nós prevalece o aviso de Jesus quando asseverou, convincente:

-"Pelos frutos conhecê-los eis."

6 de jan. de 2012

Estudando o" Livro dos Espíritos "


Parte Segunda – Mundo espírita ou dos espíritos

Capítulo 1 – dos Espíritos

Escala espírita


100 Observações preliminares:
A classificação dos Espíritos é baseada no grau de seu adiantamento, nas qualidades que adquiriram e nas imperfeições de que ainda devam se livrar. Essa classificação não tem nada de absoluto. Cada categoria apenas apresenta um caráter nítido em seu conjunto, mas de um grau a outro a transição é insensível e nos extremos as diferenças se apagam como nos reinos da natureza, nas cores do arco-íris, ou, ainda, como nos diferentes períodos da vida do homem. Pode-se formar um número de classes mais ou menos grande, segundo o ponto de vista de que se considere a questão. Ocorre o mesmo com todos os sistemas de classificações científicas: esses sistemas podem ser mais ou menos completos, mais ou menos racionais, mais ou menos cômodos para a inteligência, mas, quaisquer que sejam, não mudam em nada as bases da ciência. Assim, os Espíritos interrogados sobre esse ponto puderam variar no número de categorias sem que isso tenha conseqüências. Armaram-se alguns contestadores da Doutrina com essa contradição aparente, sem refletir que os Espíritos não dão nenhuma importância ao que é puramente convencional. Para eles, o pensamento é tudo. Deixam para nós a forma, a escolha dos termos, as classificações, numa palavra, os sistemas.

Acrescentamos ainda esta consideração, que jamais se deve perder de vista: é que entre os Espíritos, assim como entre os homens, há os muito ignorantes, e nunca será demais se prevenir contra a tendência de acreditar que todos devem saber tudo só porque são Espíritos. Qualquer classificação exige método, análise e conhecimento profundo do assunto. Portanto, no mundo dos Espíritos, aqueles que têm conhecimentos limitados são, como na Terra, os ignorantes, incapazes de abranger um conjunto para formular um sistema. Só imperfeitamente conhecem ou compreendem uma classificação qualquer. Para eles, todos os Espíritos que lhes são superiores são de primeira ordem, sem que possam apreciar as diferenças de saber, capacidade e moralidade que os distinguem entre si, como faria entre nós um homem rude em relação aos homens civilizados. Mesmo os que têm capacidade de o fazer podem variar nos detalhes, de acordo com seus pontos de vista, principalmente quando uma divisão como esta não tem limites fixados, nada de absoluto. Lineu, Jussieue Tournefort proclamaram, cada um, seu método, e a botânica não se alterou em nada por causa disso. É que o método deles não inventou as plantas, nem seus caracteres. Eles apenas observaram as semelhanças e funções com as quais depois formaram grupos ou classes. Da mesma maneira procedemos nós. Não inventamos os Espíritos, nem seus caracteres. Vimos e observamos. Nós os julgamos por suas palavras e seus atos, depois os classificamos por semelhanças, baseando-nos em dados que eles próprios nos forneceram.

Os Espíritos admitem geralmente três categorias principais ou três grandes divisões. Na última, a que está no início da escala, estão os Espíritos imperfeitos, caracterizados pela predominância da matéria sobre o Espírito e pela propensão ao mal.

Os da segunda são caracterizados pela predominância do Espírito sobre a matéria e pelo desejo do bem: esses são os bons Espíritos. Os da primeira categoria atingiram o grau supremo da perfeição: são os Espíritos puros.

Essa divisão nos parece perfeitamente racional e apresenta características bem definidas. Só nos faltava ressaltar, mediante um número suficiente de subdivisões, as diferenças principais do conjunto. Foi o que fizemos com o auxílio dos Espíritos, cujas instruções benevolentes nunca nos faltaram.

Com o auxílio desse quadro será fácil determinar a categoria e o grau de superioridade ou inferioridade dos Espíritos com os quais podemos entrar em contato e, por conseguinte, o grau de confiança e de estima que merecem. É de certo modo a chave da ciência espírita, visto que apenas ele pode nos explicar as anomalias, as diferenças que apresentam as comunicações, ao nos esclarecer sobre as desigualdades intelectuais e morais dos Espíritos. Observaremos, todavia, que nem sempre os Espíritos pertencem exclusivamente a esta ou aquela classe. Seu progresso apenas se realiza gradualmente e, muitas vezes, mais num sentido do que em outro, e podem reunir as características de mais de uma categoria, o que se pode notar por sua linguagem e seus atos.

2 de jan. de 2012

REUNIÕES PÚBLICAS

REUNIÕES PÚBLICAS DE JANEIRO DE 2012


Terça- 14h

Dia 3 - Medo/Pânico - Luiz Carlos Pereira Leite

Dia 10 - Influência dos espíritos em nossa vida - LE 525 a 530 - Luiz Fernando

Dia 17-Muitos chamados, poucos os escolhidos- EV cap 18 - Roseli

Dia 24 - Os que gozam de saúde não precisam de médicos- EV Cap XXIV 11 e 12


Sexta -20h

Dia 06- Coragem da fé - EV Cap XXIV 13 a 16 - Maria Fausta

Dia 13 - Estudo da parábola dos talentos - Sérgio Daemon

Dia 20 - Observai os pássaros de céu - EV Cap XXV 6 a 8 - Laura Barra

Dia 27 _ Vida e ato dos Apóstolos - Ângela Vidal


Sábado- 17h30

Dia 07 - Aprendendo com André Luiz - Wantuil Rodrigues

Dia 14 - Ação dos espíritos nos fenômenos da natureza LE 536 a 540 -Sara Castelo

Dia 21 - Quem são nossos filhos ? - Odiléa Ferraz

Dia 28 - Não vos afadigueis pela posse do ouro- EV Cap XXV 9 a 11 - Maria Cristina

30 de dez. de 2011

CANTINHO DA MÚSICA

MENSAGEM DE ANO NOVO

Queridos e Queridas,



O vídeo acima traduz o nosso desejo de que 2012 seja um ANO DE MUITA PAZ! Paz de Espírito, Paz na consciência, Paz nas atitudes, Paz nos pensamentos, Paz nas palavras, Paz no seu coração!!!Pois como diz Nando Cordel: " A Paz do mundo começa em mim..."

Que tenhamos todos nós um 2012 cheio de boas realizações.
Com carinho,

Amigos do CEAO.

Colaboração de nossa companheira Eliane Fonseca.

27 de dez. de 2011

MINUTOS DE SABEDORIA





24


SE alguém queixar-se da vida a seu lado, responda com palavras de encorajamento.Não aumente o peso a quem já sente demasiado o peso que carrega.Se alguém se lamenta da vida, procure mostrar os lados bons e belos da existência.Não contribua com suas própias lamentações para o desânimo do companheiro.Reanime-o com esperança e com bom ânimo, com palavras de incentivo e coragem.Talvez desse remédio dependa a cura de seu coração desa lentado.



Torres Pastorino

24 de dez. de 2011

FELIZ NATAL

Que neste dia, possamos sintonizar os nossos corações em uma estação de paz, amor e de luz. Que Jesus possa ser lembrado, quando estivermos em família, e que a união se faça presente em nossos lares. Desejamos a todos vocês um Natal repleto de boas vibrações e reflexões positivas. Feliz Natal!!!

Amigos do CEAO

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NAS ORAÇÕES DE NATAL

Rememorando o Natal, lembramo-nos de que Jesus é o Suprimento Divino à Necessidade Humana.
Para o Sofrimento, é o Consolo;
Para a Aflição, é a Esperança;
Para a Tristeza, é o Bom Ânimo;
Para o Desespero, é a Fé Viva;
Para o Desequilíbrio, é o Reajuste;
Para o Orgulho, é a Humildade;
Para a Violência, é a Tolerância;
Para a Vaidade, é a Singeleza;
Para a Ofensa, é a Compreensão;
Para a discórdia, é a Paz;
Para o egoísmo, é a Renúncia;
Para a ambição, é o Sacrifício;
Para a Ignorância, é o Esclarecimento;
Para a Inconformação, é a Serenidade;
Para a Dor, é a Paciência;
Para a Angústia, é o Bálsamo;
Para a Ilusão, é a Verdade;
Para a Morte, é a Ressurreição.
Se nos propomos, assim, aceitar o Cristo por Mestre e Senhor de nossos caminhos, é imprescindível recordar que o seu Apostolado não veio para os sãos e, sim, para os antigos doentes da Terra, entre os quais nos alistamos...
Buscando, pois, acompanhá-lo e servi-lo, façamos de nosso coração uma luz que possa inflamar-se ao toque de seu infinito amor, cada dia, a fim de que nossa tarefa ilumine com Ele a milenária estrada de nossas experiências, expulsando as sombras de nossos velhos enganos e despertando-nos o espírito para a glória
imperecível da Vida Eterna.

(Do livro "Os Dois Maiores Amores" - Francisco C. Xavier - Autores Diversos)

20 de dez. de 2011

REFLEXÕES





NATAL DE JESUS


O mês de dezembro é muito especial! Comemoramos o Natal de Jesus. A benfeitora espiritual Joanna de Ângelis conta que seres angélicos, por amor ao Cristo, se aproximam da Terra e a psicosfera do planeta fica mais suave. O mundo cristão, neste mês, revive o dia do seu nascimento.
Os mais jovens talvez não conheçam o filme Ben Hur, um épico do cinema, vencedor de 11 estatuetas – o famoso “Oscar”. O filme (agora em DVD) tem início com a linda cena do nascimento de Jesus. Vale a pena conferir! É emocionante!

O Presépio:


Sempre gostei de presépios. Fazem lembrar do carpinteiro José, de sua esposa Maria, da estrela de Belém e da manjedoura que acolheu o menino tão esperado. Lembro também de Francisco, o “pobrezinho de Assis”, que no Natal de 1223, organizou numa gruta, local onde seria celebrada a Missa do Galo, uma reprodução das condições em que nasceu Jesus. Segundo conta a tradição, os moradores dos arredores levaram lanternas e velas e o bosque ficou todo iluminado. Francisco falou ao povo sobre o nascimento de Jesus e o significado do Natal. O momento foi tão inesquecível que no ano seguinte a cena se repetiu em vários lugares. Surgiu o presépio.
Séculos depois, Frei Fabiano de Cristo, no Rio de Janeiro, precisamente no largo da Carioca, no Convento de Santo Antonio, quis repetir Francisco. Na festa de Natal, Fabiano com a ajuda de algumas pessoas, organizou um presépio vivo, como Francisco havia feito. Os moradores quando souberam começaram a subir o morro onde ficava o convento, com pequenas lanternas, iluminando o caminho escuro. Fabiano aproveitou para falar de Jesus, o ilustre aniversariante e da importância do Natal.

O Tempo:
O tempo foi passando e o aniversariante foi sendo esquecido. No lugar dos presépios, representados nas lojas, praças ou nos shoppings surgiram casas com chaminés, meias penduradas nas janelas, neve, pacotes de presentes...E Jesus?
Li no jornal O Globo que, este ano, alguns shoppings no Rio e em São Paulo usarão O Sítio do Picapau Amarelo como tema de Natal. É uma homenagem aos 90 anos da publicação do primeiro livro de Monteiro Lobato, o grande escritor brasileiro, que merece ser homenageado. O Natal no Sítio é bem melhor do que a casa com lareira em dias de verão. Mas onde está o Menino Jesus, o aniversariante?

O significado do Natal:
“Natal é data sagrada,
Dia de paz e de luz,
Quando o mundo comemora
O nascimento de Jesus!”

Certa vez, participando com amigos que habitualmente fazem o Natal com moradores de rua, visitamos um senhor idoso, que em meio aos papelões de sua “casa” pediu que cantássemos “Noite Feliz”. Atendemos seu pedido. Foi um momento de muita emoção. As lágrimas começaram a rolar naquele rosto tão cansado! Sentimos as vibrações espirituais e uma sublime paz envolveu a todos naquele momento. Pouco tempo depois soubemos que “nosso vovô” havia desencarnado. Levou um “presente” tão singelo, mas saiu do coração. Ele queria ouvir falar de Jesus!

Algumas Casas Espíritas no dia 24 de dezembro abrem suas portas para uma reunião de preces pelo Natal. Uma feliz iniciativa para receber corações solitários que amam Jesus.




E os presentes?


Os presentes mais importantes são os abraços, as visitas fraternas, as trocas afetuosas de vibrações com os votos de paz, de alegria, de um Feliz Natal!”. Esse é o verdadeiro sentido do Natal!
Natal é convite à mudança! É possível mudar! Mudar dentro de nós, mudar no lar, na reunião familiar, não esquecendo os que estão na “manjedoura” até hoje. As ruas estão repletas de irmãos sem lar!
Que neste Natal a fraternidade franciscana tome conta dos nossos corações! Que a bandeira da caridade vivida por Fabiano de Cristo possa nos inspirar nessa mudança.
Meus amigos, confiemos em Jesus! Que Ele nos conceda a paz, e nos dê coragem e forças para realizarmos essa mudança, a caminho da Luz! Feliz Natal!



Fonte :Coluna Correio Mulher do Jornal Correio Espírita .

9 de dez. de 2011

LANÇAMENTO DE LIVRO

O livro "Nossas Histórias", de Jayme Lobato, está sendo lançado pela Editora León Denis. A obra é composta por crônicas, que são o resultado dos temas que vão ao ar no Radioteatro Redenção, no programa Semeando Ideias. Fica a dica.

Estudando o" Livro dos Espíritos "

Parte Segunda – Mundo espírita ou dos espíritos
Capítulo 1 – dos Espíritos

Diferentes ordens de Espíritos

96 Os Espíritos são iguais ou há entre eles alguma hierarquia?
– Eles são de diferentes ordens, de acordo com o grau de perfeição a que chegaram.

97 Há um número determinado de ordens ou de graus de perfeição entre os Espíritos?
– O número é ilimitado. Não há entre essas ordens uma linha de demarcação como limite, e, assim, as divisões podem ser multiplicadas ou restringidas à vontade. No entanto, considerando-se as características gerais, podem reduzir-se a três principais.
Em primeiro lugar, os que chegaram à perfeição: os Espíritos puros. Os da segunda ordem são os que atingiram o meio da escala: o desejo do bem é sua preocupação. Os do último grau, ainda no início da escala, são os Espíritos imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e por todas as más paixões que retardam seu adiantamento.

98 Os Espíritos da segunda ordem têm apenas o desejo do bem, ou terão também o poder de praticá-lo?
– Têm esse poder segundo o grau de sua perfeição: uns têm a ciência, outros a sabedoria e a bondade, mas todos ainda têm provas a cumprir.

99 Os Espíritos da terceira ordem são todos essencialmente maus?
– Não; uns não fazem o bem nem o mal; outros, ao contrário, se satisfazem no mal e sentem prazer quando encontram a ocasião de o fazer. E há ainda os Espíritos levianos ou zombadores, mais brincalhões do que maus, que se satisfazem antes na malícia do que na maldade e que encontram prazer em mistificar e causar pequenas contrariedades das quais se riem.

4 de dez. de 2011

REFLEXÕES

ALEGRIA

Alegria é o cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo.

Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.

A água da fonte é carinho liqüefeito no coração da terra e o próprio grão de areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.

Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.

Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que esperas, ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.

Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.

A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse para renovar-se diariamente, em festa de amor e luz.

Autor: Meimei
Psicografia de Chico Xavier