15 de set. de 2013

MINUTOS DE SABEDORIA

32

ACATE com respeito todos as religiões.
Cada homem tem o direito de escolher o caminho que prefere.
Respeite a liberdade de crenças dos outros; tanto quanto apre cia que
respeitem a sua.
Não discuta nem procure tirar ninguém do caminho em que se acha, a
não ser que seja procura do para isso.

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Separação da alma e do corpo

154 O corpo ou a alma sente alguma dor no momento da morte?
– Não; o corpo sofre muitas vezes mais durante a vida do que no momento da morte: a alma não toma nenhuma parte nisso. Os sofrimentos que às vezes ocorrem no momento da morte são uma alegria para o Espírito, que vê chegar o fim de seu exílio.
Na morte natural, a que acontece pelo esgotamento dos órgãos em conseqüência da idade, o homem deixa a vida sem se dar conta disso: é como um foco de luz que se apaga por falta de suprimento.
155 Como se opera a separação da alma e do corpo?
– Quando os laços que a retinham se rompem, ela se desprende.
155 a A separação se opera instantaneamente e por uma transição brusca? Há uma linha de demarcação nitidamente traçada entre a vida e a morte?
– Não; a alma se desprende gradualmente e não escapa como um pássaro cativo subitamente libertado. Esses dois estados se tocam e se confundem de maneira que o Espírito se desprende pouco a pouco dos laços que o retinham no corpo físico: eles se desatam, não se quebram.
Durante a vida, o Espírito se encontra preso ao corpo por seu envoltório semimaterial ou perispírito. A morte é apenas a destruição do corpo e não do perispírito, que se separa do corpo quando nele cessa a vida orgânica. A observação demonstra que, no instante da morte, o desprendimento do perispírito não se completa subitamente; opera-se gradualmente e com uma lentidão muito variável, conforme os indivíduos. Para uns é bastante rápido e pode-se dizer que o momento da morte é ao mesmo instante o da libertação, quase imediata. Mas, para outros, aqueles cuja vida foi extremamente material e sensual, o desprendimento é mais demorado e dura algumas vezes dias, semanas e até mesmo meses. Isso sem que haja no corpo a menor vitalidade nem a possibilidade de um retorno à vida, mas uma simples afinidade entre corpo e Espírito, afinidade que sempre se dá em razão da importância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. É racional conceber, de fato, que quanto mais o Espírito se identifica com a matéria, mais sofre ao se separar dela. Por outro lado, a atividade intelectual e moral, a elevação de pensamentos, operam um início do desprendimento mesmo durante a vida do corpo, de tal forma que, quando a morte chega, o desprendimento é quase instantâneo. Esse é o resultado de estudos feitos em todos os indivíduos observados no momento da morte. Essas observações ainda provaram que a afinidade que em alguns indivíduos persiste entre a alma e o corpo é, algumas vezes, muito dolorosa, visto que o Espírito pode sentir o horror da decomposição. Esse caso é excepcional e particular para certos gêneros de vida e certos gêneros de morte; verifica-se entre alguns suicidas.
156 A separação definitiva da alma do corpo pode ocorrer antes da completa cessação da vida orgânica?
– Na agonia, a alma, algumas vezes, já deixou o corpo. Nada mais resta nele do que a vida orgânica. O homem não tem mais consciência de si mesmo e, entretanto, ainda há nele um sopro de vida orgânica. O corpo é uma máquina que o coração faz mover. Existe, enquanto o coração faz circular o sangue em suas veias, e não tem necessidade da alma para isso.
157 No momento da morte, a alma tem, às vezes, um desejo ou um êxtase que lhe faz entrever o mundo em que vai entrar?
– Muitas vezes a alma sente desfazerem-se os laços que aprendem ao corpo, então, faz todos os seus esforços para rompê-los completamente. Já em parte desprendida da matéria, vê o futuro desdobrar-se à sua frente e desfruta, por antecipação, do estado de Espírito.
158 O exemplo da lagarta, que inicialmente rasteja na terra, depois se fecha na sua crisálida1 numa morte aparente para renascer em uma existência brilhante, pode nos dar uma idéia da vida terrestre, da vida espiritual e, enfim, de nossa nova existência?
– Uma idéia imperfeita, mas a imagem é boa. Não deverá, entretanto, ser tomada ao pé da letra, como muitas vezes fazeis.
159 Que sensação experimenta a alma no momento em que reconhece estar no mundo dos Espíritos?
– Isso depende. Se fizestes o mal com o desejo de fazê-lo, vos envergonhareis de tê-lo feito, num primeiro momento. Para o justo, é bem diferente: é como o alívio de um grande peso, porque não teme nenhum olhar indagador.
160 O Espírito encontra imediatamente aqueles que conheceu na Terra e que desencarnaram antes dele?
– Sim, de acordo com a afeição que havia entre eles, muitas vezes vêm recebê-lo na volta ao mundo dos Espíritos e o ajudam a se desprender das faixas da matéria. Assim como reencontra também muitos que havia perdido de vista durante sua permanência na Terra. Vê os que estão na erraticidade2, como também vai visitar os que estão encarnados.
161 Na morte violenta e acidental, quando os órgãos ainda não estão enfraquecidos pela idade ou por doenças, a separação da alma e o término da vida ocorrem simultaneamente?
– Geralmente é simultâneo, mas, em todos os casos, o momento dessa separação é muito curto.
162 No caso de decapitação, por exemplo, o homem conserva por alguns instantes a consciência de si mesmo?
– Muitas vezes a conserva durante alguns minutos, até que a vida orgânica tenha-se extinguido completamente. Mas às vezes ocorre que a apreensão da morte pode fazer com que perca a consciência mesmo antes do instante do suplício.
Trata-se aqui da consciência que o supliciado pode ter de si mesmo, como homem e por intermédio dos órgãos, e não como Espírito. Se não perdeu a consciência antes do suplício pode, ainda, conservá-la por alguns instantes que são de uma duração muito curta e cessa necessariamente com a vida orgânica do cérebro, o que não implica que o perispírito esteja completamente desligado do corpo. Pelo contrário: em todos os casos de morte violenta, quando não acontece pela extinção natural das forças vitais, os laços que unem o corpo ao perispírito são muito fortes, e o desprendimento completo demora mais.

2 de set. de 2013

REUNIÕES PÚBLICAS



                                                        SETEMBRO DE 2013

Terças, 14 h
dia 03 - Tema : Prova da riqueza e da pobreza, ESE,XVI,  7 - Maria Fausta
           Comentário- Um minuto com Jesus, pag 41 - Alice Maia
dia 10 - Tema 1 : A Verdadeira propriedade, ESE, XVI, 9 e 10 –Sylvia Maria
              Tema 2 : Caridade e amor do próximo, LE, 886 a 888 - Luiz Fernando
 dia 17 - Tema : Conhecimento de si mesmo – Cézar Lourenço Filho
 dia  24- Dramas da Obsessão – Ivone Maria

Sextas, 20h
Dia 06 - Tema : Desigualdade das Riquezas. ESE, XVI, 8 – Gilberto Marques
               Comentário :Um minuto com Jesus - pag 43 - Nair
Dia 13 - Tema 1:Emprego da riqueza. ESE, XVI, 11 e 12 – Nilza Erich
               Tema 2: Amor materno e filial- Bernardo Marques
dia 20 - Tema : Espiritismo no Brasil : suas origens – Renato Costa
dia 27 - Tema : Vida e Ato dos Apóstolos - Angela Vidal

Sábados, 17h30
 dia 07-  Tema : Aprendendo com André Luiz- Wantuil Rodrigues

 dia 14 – Tema :Aniversário da Juventude Espírita Amaral Ornellas - Karina             

  dia 21 – Tema 1 :  Caractéres da perfeição – ESSE, XVII, 1e2- Lahna
                Tema 2 : As virtudes  e os vícios, LE, 893 a 895 – Cecília Vanessa

dai 28-  Tema  : Ser Cristão, uma questão de vivência – Nilza Souza



18 de ago. de 2013

CANTINHO DA POESIA


                                           Visão do Cimo



 

1 O mundo atormentado é nau em desatino
Sob a fúria do mar que se agita e encapela…
Tudo treme ao pavor da indômita procela
E o homem — pobre viajor — é o triste peregrino.
2 Mas além surge a mão do Condutor Divino,
Doce, renovadora, imaculada e bela,
Busca o Celeste Amor que longe se acastela,
E acende para a Terra a luz de outro destino.
3 A voz dum só pastor, uma só fé que brade
Concórdia e entendimento a toda a Humanidade,
Na vitória do bem, purificado e santo.
4 Ruge agora a tormenta: entretanto, a alvorada
Presidirá com Cristo a vida transformada
Ao Clarão imortal da glória do Esperanto.
Amaral Ornellas

9 de ago. de 2013

FELIZ DIA DOS PAIS !

E sendo Domingo , dia 11 de Agosto , a data em que se comemora o Dia dos Pais, deixamos aqui  esta  página para reflexão e o nosso abraço aos Papais , rogando a Deus para os protejam e que alcancem êxito em sua missões , em especial  para com seus filhos, nessa caminhada ! 


DECLARAÇÃO DE BENS

 

 
 O pai moderno, muitas vezes perplexo, aflito, angustiado, passa a vida inteira correndo atrás do futuro e se esquecendo do agora. Na luta para edi ficar este futuro, ele renuncia ao presente. Por is so, é um homem ocupado, sem tempo para os filhos, envolvido em mil atividades — tudo com o objetivo de garantir o seu amanhã.
É com que prazer e orgulho, a cada ano, ele preenche sua declaração de bens para o Imposto de Renda. Cada nova linha acrescida foi produto de muito esforço, muito trabalho. Lote, casa, apar­ tamento, sítio — tudo isso custou dias, semanas, meses de luta. Mas ele está sedimentando o futuro da sua família. Se ele parte um dia, por qualquer motivo, já cumpriu sua missão e não vai deixar ninguém desamparado.
E para ir escrevendo cada vez mais linhas na sua relação de bens, ele não se contenta com um emprego só — é preciso ter dois ou três; vender parte das férias, em vez de descansar junto à famíl ia; levar serviço para fazer em casa, em vez de ficar com os filhos; e é um tal de viajar, almoçar fora, discutir negócios, marcar reuniões, preencher a agenda — afinal, ele é um executivo dinâmico, faz parte do mundo competitivo, não pode fraquejar.
No entanto, esse homem se esquece de que a verdadeira declaração de bens, o valor mais alto, aquele que efetivamente conta, está em outra página do formulário do Imposto de Renda — mais precisamente, naquelas modestas linhas, quase es­condidas, onde se lê “relação dos dependentes”. Aqueles que dependem dele, os filhos que ele colo­cou no mundo, e a quem deve dedicar o melhor de seu tempo.
Os filhos são novos demais, não estão interes­sados em lotes, casas, salas para alugar, aumento da renda bruta — nada disso. Eles só querem um pai com quem possam conviver, dialogar, brincar. Os anos vão passando, os meninos vão crescendo, e o pai nem percebe, porque se entregou de tal forma ao trabalho - vulgo construção do futuro - que não viveu com eles, não participou de suas pequenas alegrias, não os levou ou buscou no co­légio, nunca foi a uma festa infantil, não teve tem­po para assistir à coroação da menina — pois um executivo não deve desviar sua atenção para essas bobagens. São coisas de desocupados.

Há filhos órfãos de pais vivos, porque estão “entregues” - o pai para um lado, a mãe para c outro, e a família desintegrada, sem amor, sem diálogo, sem convivência. E é esta convivência que solidifica a fraternidade entre os irmãos, abre seu coração, elimina problemas, resolve as coisas na base do entendimento.
Há irmãos crescendo como verdadeiros estra­nhos, porque correm de um lado para o outro o dia inteiro — ginástica, natação, judô, balé, aula de música, curso de Inglês, terapia, lição de piano, etc. — e só se encontram de passagem em casa, um chegando, o outro saindo. Não vivem juntos, não saem juntos, não conversam — e, para ver os pais, quase é preciso marcar hora.
* * *
Depois de uma dramática experiência pessoal e familiar vivida, a única mensagem que tenho para dar — e que tem sido repetida exaustivamente em paróquias, encontros familiares, movimentos e entidades — é esta: não há tempo melhor aplicado do que aquele destinado aos filhos.
Dos 18 anos de casado, passei 15 anos correndo e trabalhando, absorvido por muitas tarefas, envolvido em várias ocupações, totalmente entregue a um objetivo único e prioritário: construir o futuro para três filhos e minha mulher. Isso me custou longos afastamentos de casa, viagens, estágios, cursos, plantões no jornal, madrugadas no estúdio da televisão, uma vida sempre agitada, atarefada, tormentosa, e apaixonante na dedicação à profissão escolhida — que foi, na verdade, mais importante do que minha família.
E agora, aqui estou eu, de mãos cheias e de coração aberto, diante de todos vocês, que me conhecem muito bem. Aqui está o resultado de tanto esforço: construí o futuro, penosamente, e não sei o que fazer com ele, depois da perda do Luiz Otávio.
De que valem casa, carros, sala, lote, e tudo o mais que foi possível juntar nesses anos todos de esforço, se ele não está mais aqui para aproveitar isso com a gente?
Se o resultado de 30 anos de trabalho fosse consumido agora por um incêndio, e desses bens todos não restasse nada mais do que cinzas, isso não teria a menor importância, não ia provocar o menor abalo em nossa vida, porque a escala de valores mudou, e o dinheiro passou a ter um peso mínimo e relativo em tudo.
Se o dinheiro não foi capaz de comprar a cura e a saúde de um filho amado, para que serve ele? Para que ser escravo dele?
Eu trocaria — explodindo de felicidade — todas as linhas da declaração de bens por uma única linha que eu tive de retirar, do outro lado da folha: o nome do meu filho na relação dos dependentes. E como me doeu retirar essa linha, na declaração de 1983, ano-base de 82.
 
De Hélio Fraga no livro Espelhos e Reflexos pag 194

8 de ago. de 2013

COMEMORAÇÃO DOS 90 ANOS DO CEAO

               XXIX JORNADA CULTURAL ESPÍRITA AMARAL ORNELLAS

 É com grande alegria que convidamos a todos para comemorarmos juntos os 90 anos de fundação do Centro Espírita Amaral Ornellas.

Nesta data tão especial para os trabalhadores da Casa de Ornellas, compartilhamos nossa semana confraternativa, a s
er realizada de 25/08 a 31/08, onde relembraremos a vida de Amaral Ornellas e mergulharemos nas lições do mestre Jesus, guia e modelo para todos nós.

25/08 , Domingo 16h Coral do Grupo Espírita André Luiz; Palestra “Porque me tornei Espírita, as emoções de Amaral Ornellas” ,por Bernardo Marques;
v Abertura da Exposição “CEAO, 90 anos de amor”.

27/08, Terça-feira 14h- Palestra “No Roteiro de Jesus” , por Gerson Simões Monteiro.

30/08, sexta-feira 20h-Palestra “Jesus e nós uma trajetória de Amor”, por Ana Rosa Airão.

31/08, sábado 17h30 -Palestra “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”, por André Trigueiro.

                                                           

                                                 

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Parte Segunda – Capítulo 3

Retorno da vida corporal à vida espiritual

A alma após a morte; sua individualidade. Vida eterna – Separação da alma e do corpo – Perturbação espiritual

A alma após a morte

149 Em que se torna a alma logo após a morte?
– Volta a ser Espírito, ou seja, retorna ao mundo dos Espíritos, que havia deixado temporariamente.
150 A alma, após a morte, conserva sua individualidade?
– Sim, nunca a perde. O que seria ela se não a conservasse?
150 a Como a alma continua a ter a sua individualidade, uma vez que não possui mais seu corpo material?
– Ela ainda tem um fluido que lhe é próprio, tomado da atmosfera de seu planeta e que representa a aparência de sua última encarnação: seu perispírito.
150 b A alma nada leva consigo deste mundo?
– Nada mais que a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor. Essa lembrança é cheia de doçura ou amargura, de acordo com o emprego que fez da vida. Quanto mais pura, mais compreende a futilidade do que deixa na Terra.
151 O que pensar da opinião de que, após a morte, a alma retorna ao todo universal?
– O conjunto dos Espíritos não forma um todo? Não constitui um mundo completo? Quando estais em uma assembléia, sois parte integrante dessa assembléia e, entretanto, sempre conservais a individualidade.
152 Que prova podemos ter da individualidade da alma após a morte?
– Não tendes essa prova por meio das comunicações que obtendes? Se não fôsseis cegos, veríeis; e, se não fôsseis surdos, ouviríeis, pois muito freqüentemente uma voz vos fala e revela a existência de um ser fora de vós.
Aqueles que pensam que na morte a alma retorna ao todo universal estão errados, se por isso entenderem que, semelhante a uma gota d’água que cai no oceano, perde sua individualidade. Porém, estarão certos se entenderem por todo universal o conjunto de seres incorpóreos, do qual cada alma ou Espírito é um elemento.
Se as almas não se diferenciassem no todo, teriam apenas as qualidades do conjunto e nada poderia distingui-las umas das outras; não teriam nem inteligência, nem qualidades próprias. Porém, muito ao contrário disso, em todas as comunicações demonstram ter consciência do seu eu e uma vontade própria. A diversidade que apresentam em todas as comunicações é conseqüência da sua individualidade. Se após a morte houvesse somente o que se chama de o grande Todo que absorve todas as individualidades, esse Todo seria uniforme e, então, todas as comunicações do mundo invisível seriam idênticas. Uma vez que lá se encontram seres bons e maus, sábios e ignorantes, felizes e infelizes, e de todas as espécies: alegres e tristes, levianos e sérios, etc., é evidente que são seres distintos. A individualidade torna-se ainda mais evidente quando esses seres provam sua identidade por manifestações incontestáveis, por detalhes pessoais relativos à sua vida terrestre que se podem comprovar. Também não pode ser posta em dúvida quando se tornam visíveis em suas aparições. A individualidade da alma nos foi ensinada em teoria, como um artigo de fé. O Espiritismo a torna evidente e, de certo modo, material.
153 Em que sentido se deve entender a vida eterna?
– É a vida do Espírito que é eterna; porém, a do corpo é transitória e passageira. Quando o corpo morre, a alma retorna à vida eterna.
153 a Não seria mais exato chamar vida eterna à vida dos Espíritos puros, aqueles que, tendo atingido o grau de perfeição, não têm mais provas para suportar?
– Isso é, antes, a felicidade eterna. Porém, mais uma vez, é uma questão de palavras: chamai as coisas como quiserdes, contanto que vos entendais

2 de ago. de 2013

MOMENTO CEAO



E agosto chegou, mês da comemoração dos 90 anos do CEAO.

Coroando todos as atividades de estudos especiais que foram realizadas nos últimos meses, teremos nos dias 27, 30 e 31 a XXIX JOCEAO, a Jornada Cultural Espírita Amaral Ornellas com o tema central Jesus e com o objetivo de estimular-nos a refletir sobre a nossa ação no mundo.
Também como parte das comemorações, no dia 25 será inaugurada no dia 25 a exposição CEAO, 90 anos de amor, a palestra Por que me tornei espírita, as emoções de Amaral Ornellas e a apresentação do coral do G. E. André Luiz.
Agosto também é o mês em que se realiza a  Semana Confraternativa das Casas Espíritas do Méier e Adjacências, e, em torno do Espírito Bezerra de Menezes, serão realizadas palestras em diversas Casas. No CEAO, a palestra será no dia 29, com o tema Ramiro Gama: uma vida dedicada à evangelização. A programação estará à disposição de todos na recepção do CEAO.
 Portanto, agosto será um mês em que, através do estudo e da arte, teremos a oportunidade de conhecer vidas dedicadas à vivência dos ensinos de Jesus e de externarmos a nossa gratidão aos trabalhadores dos dois planos da Vida, fundadores deste Abrigo de Luz que nos acolhe, oferecendo consolo e orientação à luz do Evangelho e da Doutrina Espírita.
Que Deus abençoe o Centro Espírita Amaral Ornellas!

Fonte : Editorial do Rota de Luz , Ano XVI Nº 8 - Boletim informativo do CEAO (Agosto de 2013 )