31 de mai. de 2015

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
02
Parábola dos Trabalhadores da Vinha
Sylvia Maria
09
Noções elementares de Espiritismo
Luiz Fernando
16
Espíritos protetores
Edna Paz
23
Decepções, ingratidão. Afeições destruídas - LE, 937 a 938
Nilza Soares
30
Um minuto com Jesus, p. 181
Alice Maria
Preces pagas - ESE, cap. XXVI, 3 e 4
Maria Fausta
Sextas - 20h
05
A lei da Adoração - LE, 649 a 657
Bruno Toscano
12
A caridade e a Fé
Clodes Coutinho
19
Um minuto com Jesus, p. 177
Nair Gonçalves
A cólera - ESE, cap. IX, 9 e 10
Heloise
26
Enfermidade da família
Ângela Vidal
Sábado - 17h:30min
06
O bem e o mal - LE, 629 a 646
Sérgio Daemon
13
Do átomo ao arcanjo
Mauro Araújo
20
Injúrias e violências - ESE, cap. IX, 1 e 4
Ivone Maria
27
Um minuto com Jesus, p. 179
Elysa
A Prece - LE, 658 a 666
Marcio Costa

13 de mai. de 2015

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAP. VI
VIDA ESPÍRITA

IV - Ensaio teórico sobre a sensação nos Espíritos

 257. O corpo é o instrumento da dor; se não é a sua causa primeira é pelo menos a imediata. A alma tem a percepção dessa dor: essa percepção e o efeito. A lembrança que dela conserva pode ser muito penosa, mas não pode implicar ação física. Com efeito, o frio e o calor não podem desorganizar os tecidos da alma; a alma não pode regelar-se nem queimar. Não vemos todos os dias, a lembrança ou a preocupação de um mal físico produzir os seus efeitos? E até mesmo ocasionar a morte? Todos sabem que as pessoas que sofreram amputações sentem dor no membro que não mais existe. Seguramente não é esse membro a sede nem o ponto de partida da dor: o cérebro a impressão, eis tudo. Podemos, portanto, supor que há qualquer  semelhante nos sofrimentos dos Espíritos depois da morte. Um estudo mais  aprofundado do perispírito, que desempenha papel tão importante os fenômenos espíritas — nas aparições vaporosas ou tangíveis, no estado  do Espírito no momento da morte, na ideia tão freqüente de que ainda está vivo na situação surpreendente dos suicidas, dos supliciados, dos que se absorveram  nos prazeres materiais, e tantos outros fatos —, veio lançar luz sobre esta questão, dando lugar às explicações de que apresentamos um resumo.
      O perispírito é o liame que une o Espírito à matéria do corpo; é tomado do meio ambiente, do fluido universal; contém ao mesmo tempo  eletricidade, fluido magnético, e até um certo ponto, a própria matéria inerte. Poderíamos  dizer que é a quintessência da matéria. É o princípio da vida orgânica, mas  não o da vida intelectual, porque esta pertence ao Espírito. É também o agente das sensações externas. No corpo, estas sensações se localizam nos órgãos que lhes servem de canais. Destruído o corpo, as sensações se tornam generalizadas. Eis porque o Espírito não diz que sofre mais da cabeça do que dos pés. É necessário, aliás, nos precavermos de confundir as sensações do perispírito independente com as do corpo: não podemos tomar essa últimas senão como termo de comparação, e não como analogia. Liberto do corpo, o Espírito pode sofrer, mas esse sofrimento não é o mesmo do corpo;  não obstante, não é também um sofrimento exclusivamente moral, como o remorso, pois ele se queixa de frio e de calor. Mas não sofre mais no inverno do que no verão: vimo-los passar através das chamas sem nada experimentar de penoso, o que mostra que a temperatura não exerce sobre eles nenhuma impressão. A dor que sentem não é a dor física propriamente dita: é um vago sentimento interior, de que o próprio Espírito nem sempre tem perfeita consciência, porque a dor não está localizada e não é produzida por agentes exteriores.  É antes uma  lembrança, também penosa. Algumas vezes, há mais que uma lembrança como veremos.
       A experiência nos ensina que, no momento da morte, o perispírito se desprende mais ou menos lentamente do corpo. Nos primeiros instantes o Espírito não compreende a sua situação; não acredita que morreu; sente-se vivo; vê o seu corpo de lado, sabe que é o seu e não entende por que está separado. Esse estado dura o tempo em que existir um liame entre o corpo e o perispírito. Um suicida nos dizia: — “Não, eu não estou morto”, e acrescentava: “e, entretanto, sinto os vermes que me roem”. Ora, seguramente, os vermes não roíam o perispírito e menos ainda o Espírito, mas o corpo. Como a separação do corpo e do perispírito não estava completa, havia uma espécie de repercussão moral, que lhe transmitia a sensação do que se passava no corpo. Repercussão não é bem o termo, pois poderia dar ideia de um efeito muito material. Era antes a visão do que se passava no corpo, ao qual o perispírito continuava ligado, que produzia essa ilusão tomada como real. Assim, não se tratava de uma lembrança, pois durante a vida ele fora roído pelos vermes: era uma sensação atual.
      Vemos, pois, as deduções que podemos tirar dos fatos quando atentamente observados. Durante a vida, o corpo recebe as impressões e as transmite ao Espírito, por intermédio do perispírito, que constitui, provavelmente, o que se costuma chamar de fluido nervoso. O corpo, estando morto, não sente mais nada, porque não possui Espírito nem perispírito. O Espírito, desligado do corpo, experimenta a sensação, mas como esta não lhe chega por um canal limitado, torna-se geral. Como o perispírito é apenas um agente de transmissão, pois é o Espírito que possui a consciência, deduz-se que, se pudesse existir perispírito sem Espírito, ele não sentiria mais do que um corpo morto. Da mesma maneira, se um Espírito não tivesse perispírito, seria inacessível a todas as sensações penosas: é o que acontece com os Espíritos completamente purificados. Sabemos que, quanto mais o Espírito se purifica, mais eterizada se torna a essência do perispírito, de maneira que a influência material diminui à medida que o Espírito progride, ou seja, à medida que o perispírito se torna menos grosseiro.
       Mas, dir-se-á, as sensações agradáveis são transmitidas ao Espírito pelo perispírito, tanto quanto as desagradáveis. Ora, se o Espírito puro é inacessível  a umas, deve sê-lo igualmente às outras. Sim, sem dúvida, àquelas que provêm unicamente da influência da matéria que conhecemos: o som dos nossos instrumentos, o perfume das nossas flores não lhe produzem nenhuma  impressão, e, não obstante, eles gozam de sensações íntimas, de um encanto indefinível, das quais não podemos fazer a mínima ideia, porque estamos para   elas como os cegos de nascença para a luz. Sabemos que elas existem, mas de que maneira? Aí se detém o nosso conhecimento. Sabemos que o Espírito tem percepção, sensação, audição, visão, que essas faculdades são atributos de todo o seu ser, e não apenas de certos órgãos, como nos homens. Mas ainda uma vez de que forma? Isso é o que não sabemos. Os próprios Espíritos não podem explicar-nos porque a nossa linguagem não foi feita para exprimir idéias que não possuímos, assim como, na língua dos selvagens, não há termos para a expressão de nossas artes, nossas ciências e nossas doutrinas filosóficas.
      Ao dizer que os Espíritos são inacessíveis às impressões da nossa matéria, queremos falar dos Espíritos mais elevados, cujo envoltório eterizado não encontra termos de comparação na Terra. Não se dá o mesmo com aquele cujo  perispírito é mais denso, pois ele percebe os nossos sons e sente os nossos odores, mas não por uma parte determinada do seu organismo, como quando vivo. Poderíamos dizer que as vibrações moleculares se fazem sentir em todo o seu ser chegando, assim, ao sensorium commune, que e o próprio Espírito, mas de maneira diversa, produzindo talvez uma impressão diferente que carreta uma modificação na percepção. Eles ouvem o som da voz, e no entanto nos compreendem sem a necessidade da palavra, pela simples transmissão do pensamento, o que é demonstrado pelo fato de ser essa penetração mais fácil para o Espírito desmaterializado. A faculdade de ver é um atributo essencial  da alma, para a qual não há obscuridade, e apresenta-se mais ampla e penetrante entre os que estão mais purificados. A alma, ou o Espírito, tem portanto, em si  mesma a faculdade de todas as percepções. Na vida corpórea, elas são obliteradas pela grosseria dos nossos órgãos na vida extra-corpórea libertam-se mais e mais, à medida que se torna menos denso o envoltório semimaterial.
        Tomado do meio ambiente, esse envoltório varia segundo a natureza dos mundos. Ao passar de um mundo para outro, os Espíritos mudam de envoltório, como mudamos de roupa ao passar do inverno ao verão, ou do pólo ao equador. Os Espíritos mais elevados, quando vêm visitar-nos,revestem o perispírito terrestre, e então as suas percepções se assemelham as dos Espíritos vulgares; mas todos eles, inferiores ou superiores, não ouvem e não sentem senão o que querem ouvir e sentir. Como não possuem órgãos sensoriais, podem tornar  vontade as suas percepções ativas ou nulas, havendo apenas uma coisa que são forçados a ouvir: os conselhos dos bons Espíritos. A vista é sempre ativa, mas eles podem tornar-se invisíveis uns para os outros. Conforme a classe a que pertençam, podem ocultar-se dos que lhes são inferiores, mas não dos superiores.  Nos primeiros momentos após a morte, a vista do Espírito é sempre turva e confusa, esclarecendo-se na proporção em que ele se liberta e podendo adquirir a mesma clareza que tinha durante a vida, além da possibilidade de penetrar nos corpos opacos. Quanto à sua extensão através do espaço infinito, no passado e no futuro, depende do grau de pureza e elevação do Espírito.
    Toda esta teoria, dir-se-á, não é muito tranquilizadora. Pensávamos que, uma vez desembaraçados do nosso envoltório grosseiro, instrumento de nossas dores, não sofreríamos mais, e nos ensinais que sofreremos ainda, pois podemos ainda sofrer, e muito, durante longo tempo. Mas podemos também não sofrer mais, desde o instante em que deixamos esta vida corpórea.
      Os sofrimentos deste mundo decorrem, às vezes, de nossa própria vontade. Remontando à origem, veremos que a maioria são conseqüência de causas que poderíamos ter evitado. Quantos males, quantas enfermidades o homem deve apenas aos seus excessos, à sua ambição, às suas paixões, enfim? O homem que tivesse vivido sempre sobriamente, que não houvesse abusado de nada, que tivesse sido sempre de gostos simples e desejos modestos, se pouparia de muitas tribulações. O mesmo acontece ao Espírito: os sofrimentos que ele enfrenta são sempre conseqüência da maneira por que viveu na terra.  Não terá, sem dúvida, a gota e o reumatismo, mas terá outros sofrimentos que não serão menores.
       Já vimos que esses sofrimentos são o resultado dos laços que ainda existem entre o Espírito e a matéria. Que quanto mais ele estiver desligado da influência da matéria, quanto mais desmaterializado, menos sensações penosas sofrerá. Depende dele afastar-se dessa influência, desde esta vida, pois tem o livre-arbítrio e por conseguinte a faculdade de escolha entre o fazer e o não fazer. Que dome as suas paixões animais; que não tenha ódio, nem inveja, nem ciúme, nem orgulho; que não se deixe dominar pelo egoísmo; que purifique sua alma, pelos bons sentimentos; que pratique o bem; que não dê às coisas deste mundo senão a importância que elas merecem; e, então, mesmo sob o seu envoltório corpóreo, já se terá purificado, desprendido da matéria, e quando o deixar, não sofrerá mais a sua influência. Os sofrimentos físicos por que tiver passado não lhe deixarão nenhuma lembrança penosa; não lhe restará nenhuma impressão desagradável, porque estas não afetaram o Espírito, mas apenas o corpo; sentir-se-á feliz por se ter libertado, e a tranqüilidade de sua consciência o afastará de todo sofrimento moral.
        Interpelamos sobre o assunto milhares de Espíritos, pertencentes a todas as classes sociais, a todas as posições. Estudamo-los em todos os períodos da vida espírita, desde o instante em que deixaram o corpo. Seguimo-los passo a passo na vida de além-túmulo, para observar as modificações que neles se operavam, nas suas idéias, nas suas sensações. E a esse respeito os homens vulgares não foram os que nos forneceram menos preciosos elementos de estudo. Vimos sempre que os sofrimentos estão em relação com a conduta, da qual sofrem as conseqüências, e que essa nova existência é uma fonte de felicidade inefável para aqueles que tomaram o bom caminho. De onde se segue que os que sofrem é porque assim quiseram, e só devem queixar-se de si mesmos, tanto no outro mundo quanto neste.

9 de mai. de 2015

MENSAGEM PARA AS MÃES

Deixamos, aqui, nossos votos de um Feliz Dia ,amanhã e sempre ,a todas as Mamães, e rogamos a Deus e a Jesus para que todas possam , com saúde , alegria , responsabilidade e #Amor, exercer  sua missão da maneira mais digna possível !

Escolhemos este texto , contido em nosso boletim informativo do mês de Maio,que nos lembra, através de Chico Xavier, sobre a continuidade da tarefa maternal , pelas mães desencarnadas
Que recebam nosso carinho e gratidão Também !!!

FelizDiaDasMães !!!

O ANJO BOM 

Dois anos de surras incessantes.

Dois anos vivera Chico junto da madrinha.

 Numa tarde muito fria, quando entrou em colóquio com dona Maria João de Deus, Chico implorou:— Mamãe, se a senhora vem nos ver, porque não me retira daqui?

O espírito caridoso afagou-o e perguntou:

— Mas a senhora sabe que nos faz muita falta...

A mãezinha consolou-o e explicou:

— Não perca a paciência. Pedi a Jesus para enviar um anjo que tome conta de vocês todos.

E sempre que revia a progenitora, o menino indagava:

— Mamãe, quando é que o anjo chegará?

— Espere, meu filho! — era a resposta de sempre.

Decorridos dois meses, o sr. João Cândido Xavier resolveu casar-se em segundas núpcias.

E dona Cidália Batista, a segunda esposa, reclamou os filhos de dona Maria João de Deus, que se achavam espalhados por casas diversas.

 Foi assim que a nobre senhora mandou buscar também o Chico.

Quando a criança voltou ao antigo lar contemplou a madrasta que lhe estendia as mãos.

Dona Cidália abraçou-o e beijou-o com ternura e perguntou:

— Meu Deus, onde estava este menino com a barriga deste jeito? (Chico era maltratado na casa onde vivia anteriormente)

Chico, encorajado com o carinho dela, abraçou-a também, como o pássaro que sentia saudades do ninho perdido.

A madrasta bondosa fitou-o bem nos olhos e indagou:

— Você sabe quem sou, meu filho?

— Sei sim. A senhora é o anjo bom de que minha mãe já falou...

E, desde então, entre os dois, brilhou o amor puro com que Chico seguiu a segunda mãe, até a morte”.

Extraído do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, de Ramiro Gama

LANÇAMENTO DE LIVRO

Viver é a melhor opção .


Esse é o título do novo livro de nosso companheiro de lides espíritas, André Trigueiro, professor , autor de livros e jornalista.
André  desenvolve um trabalho, também,sobre a prevenção do suicídio; tarefa que vem realizando de uma maneira muito eficiente com suas palestras , sua ajuda ao CVV , Centro de Valorização da Vida, etc ..
 Este livro, em seu último capítulo , reporta a visão espírita do tema e tem seus direitos autorais para essa instituição , CVV.

Convidamos a todos , então, para seu lançamento que será na segunda , dia 11 de Maio as 19 hs na Livraria da Travessa no Shopping Leblon . Av. Afrânio de melo franco, 290 - Leblon - Rj

Recomendamos  a leitura desta obra, em favor da Vida !

3 de mai. de 2015

RADIO RIO DE JANEIRO

Programa Falando de Espiritismo

É mais uma pérola da nossa tão querida Rádio Rio de Janeiro .
Um programa produzido e apresentado por Martha Batista,2ª FEIRA - AO VIVO - 15:00 H - TEL. P/PARTICIPAÇÃO: 3386.1400
REPRISES: 2ª F - 04 H Manhã/ 6ª F - 02 H Manhã /domingo - 05 h

Seu perfil é levar a palestra/entrevista ao público, de forma interativa, portanto ao vivo, em 54 minutos, divididos em duas partes e cujo objetivo é divulgar o Espiritismo, primando pela fidelidade doutrinária, a fim de manter a identidade Espírita da nossa emissora Rádio Rio de Janeiro 1400 am, Fundação cristã-espírita cultural Paulo de Tarso. Ele está no ar, desde 1997 e em junho fará 18 anos .
Não Percam !

29 de abr. de 2015

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
05
Parábola da Candeia
Sylvia Maria
12
Caracteres e conhecimento da Lei Natural - LE, 614 a 628
Luiz Fernando
19
Deixai que venham a mim as criancinhas - ESE, cap. VIII,18 e 19
Maria José
Criminosos arrependidos: “Verger” - CI, cap. VII, 2ª parte
Wilson
26
Um minuto com Jesus, p. 175
Alice
Intuição
Joaquim Couto
Sextas - 20h
01
Um minuto com Jesus, p. 171
Alice
Criminosos arrependidos: “Lemaire”- CI, cap. VII, 2ª parte
Gilberto
08
Dos Três Reinos - LE, 2ª parte, cap.11
Marcelo São Tiago
15
Os bons espíritas - ESE, cap. XVII, item 4
Danilo Villela
22
A paciência - ESE, cap. IX, item 7
Helena Langoni
29
Orientação religiosa na família
Ângela Vidal
Sábado - 17h:30min
02
Aprendendo com André Luiz - Entre a Terra e o Céu
Wantuil Rodrigues
09
A experiência da maternidade
Sara
16
Um minuto com Jesus, p. 173
Elysa
Escândalos - ESE, cap.VIII, 11 a 17
Ivone
23
Espíritos de crianças
George Abreu de Souza
30
A marcha do progresso
Odiléa Ferraz

27 de abr. de 2015

LANÇAMENTO DE LIVRO

Livraria Cultura promoverá o lançamento de livro inédito de Chico Xavier
Finalizando as comemorações do mês em que Chico Xavier completaria 105 anos de nascimento, será lançado na Livraria Cultura (SP e DF), nos dias 29 e 30 de abril, o livro inédito Verdade e amor. A obra é o resultado da parceria entre a FEB Editora e a Ed. CEU e apresenta 34 mensagens — entre poemas e prosas —, que trazem reflexões sobre perdão, humildade, paciência, além de valiosas palavras de otimismo, todas psicografadas pelo maior médium de todos os tempos.
Lançamento do livro Verdade e amor:
Dia: 29/4/2015 (quarta-feira)
Horário: das 17h às 20h
Local: Auditório Livraria Cultura – Bourbon Shopping – Pompeia
Rua Turiassu, 2100 - Piso 3 - Loja 211
Perdizes - São Paulo - SP
Dia: 30/4/2015 (quinta-feira)
Horário: das 19h às 21h30
Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura – Shopping Iguatemi –
SHIN CA 4, Lote A - Piso Superior - Loja 101
Lago Norte - Brasília - DF
Reserve o seu em http://bit.ly/18V86SV
Fonte : Facebook da FEB

25 de abr. de 2015

Desencarnações Coletivas


Emmanuel
Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?
(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).
RESPOSTA:
Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.
Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.
***
Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de
sangue e lágrimas.
Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.
***
Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.
É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.

***
Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.
Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.
(Transcrito do livro: XAVIER, Francisco C. Autores diversos. Chico Xavier pede licença. S.Bernardo do Campo: Ed. GEEM. Cap. 19).
Fonte :http://www.febnet.org.br/



9 de abr. de 2015

RÁDIO RIO DE JANEIRO

Rádio Rio de Janeiro 1400 am,ou www.radioriodejaneiro.am.br/oucaoaudio/
  Estudo do livro Libertação, da série André Luiz. De segunda a sexta, ás 11:00h. Não Percam !!
Com Berenice Lima e Deuza Nogueira

Lembrando que nossa casa (CEAO) é, também, um posto arrecadador de ajuda para a  Rádio Rio deJaneiro , a única rádio espírita do Rio de janeiro , que tantas mensagens consoladoras e estudos , leva àqueles que estão, no momento, impossibilitados de comparecer a uma casa espírita, ou mesmo quando , estamos em casa ou no carro, aproveitando tudo que essa rádio nos oferece de bom !!! 

2 de abr. de 2015

O VENTO

 Certa vez, uma senhora foi até Uberaba e lá, diante do Chico, começou a se queixar de que não conseguia nada do que precisava, mesmo trabalhando na Doutrina e orando dia e noite.
Ao ouvir suas queixas, Chico lhe disse:
- Quando a gente tem fé, quando confia, eles ajudam, minha filha!
Uma vez, em Pedro Leopoldo , eu ensinava catecismo às crianças, mas, um dia, me proibiram.
Eu ensinava catecismo para quarenta crianças… e fui proibido porque me tornara espírita. Fiquei em casa.
Mas as crianças queriam o tio Chico…
Então as famílias levaram as crianças lá em casa.
E eu fiquei com muita pena, porque na igreja elas tinham lanche. Já eram duas horas e eu só tinha água e uns pedacinhos de pão em casa.
Eram quarenta crianças… Como eu iria alimentar aquelas crianças?
Eu fiz uma prece e pedi a Deus que me ajudasse, porque elas não podiam ficar sem comer.
Como é que eu iria fazer?
Estávamos embaixo de uma árvore.
E, então, um vento muito estranho começou a balançar as folhas da árvore.
O vento uivava entre os galhos daquela árvore.
Uma vizinha saiu e perguntou:
— Chico, que é isso? Que barulho é esse?
— O vento…
— O vento?!… E essas crianças aí?
— Catecismo!…
— Você não deu nada para elas comerem?
— Não tenho!…
— Oh, Chico! Eu tenho, aqui, bolo e pão.
E a outra vizinha do lado também apareceu e perguntou:
— O que foi isso, Chico? Que vento foi esse?
— O vento…
— E essas crianças aí?
— O catecismo…
E assim, doze famílias se reuniram e passaram a oferecer o alimento, o lanche daquelas crianças, por causa do vento.
- José Antônio V. de Paula - do livro Um Minuto com Chico Xavier.