22 de nov. de 2015

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO VII 
RETORNO À VIDA CORPORAL


I - PRELÚDIO DO RETORNO

330. Os Espíritos conhecem a época em que terão de se reencarnar?
     — Eles a pressentem, como o cego sente o fogo de que se aproxima. Sabem que devem retomar um corpo, como sabeis que deveis morrer um dia, mas ignoram quando isso acontecerá. (Ver item 166.)
      330. A) A reencarnação é, portanto, uma necessidade da vida espírita, como a morte é uma necessidade da vida corpórea?
      — Seguramente, assim é.
      331. Todos os Espíritos se preocupam com a sua reencarnação?
      — Há os que absolutamente não pensam nela, que nem mesmo a compreendem; isso depende de sua natureza mais ou menos avançada. Para alguns, a incerteza quanto ao futuro é uma punição.
      332. O Espírito pode abreviar ou retardar o momento da reencarnação?
      — Pode abreviá-lo, solicitando-o por suas preces, e pode também retardá-lo, se recuar ante a prova. Porque entre os Espíritos há também indiferentes e poltrões; mas não o faz impunemente, pois sofre com isso, como aquele que recusa o remédio que o pode curar.
       333. Se um Espírito se sentisse bastante feliz numa condição mediana entre os Espíritos errantes, e não tivesse a ambição de se elevar, poderia prolongar indefinidamente esse estado?
       — Não indefinidamente; cedo ou tarde, o Espírito sente a necessidade de avançar; todos devem elevar-se, pois esse é o destino de todos.
       334. A união da alma com este ou aquele corpo está predestinada, ou no último momento é que se faz a escolha?
      — O Espírito é sempre designado com antecedência. Escolhendo a prova  que deseja sofrer, o Espírito pede para se encarnar; ora, Deus, que tudo sabe e tudo vê, sabe e vê com antecedência que tal alma se unirá a tal corpo.
      335. O Espírito tem o direito de escolher o corpo ou somente o gênero de vida que lhe deve servir de prova?
      — Ele pode escolher também o corpo, porque as imperfeições do corpo são provas que o ajudam no seu adiantamento, se ele vencer os obstáculos encontrados; mas a escolha nem sempre depende dele, que pode pedi-la.
      335 – a) Pode o Espírito, no último momento, recusar o corpo escolhido?
      — Se o recusasse, sofreria muito mais do que aquele que não tivesse  tentado nenhuma prova.
      336. Poderia acontecer que um corpo que deve nascer não encontrasse Espírito para encarnar-se nele?
      — Deus proveria a isso. A criança, quando deve nascer para viver, tem  sempre uma alma predestinada: nada é criado sem um desígnio.
      337. A união do Espírito com determinado corpo pode ser imposta por Deus?
      — Pode ser imposta, da mesma maneira que as diferentes provas, sobretudo quando o Espírito ainda não está apto afazer uma escolha com conhecimento de causa. Como expiação, o Espírito pode ser constrangido a se unir ao corpo de uma criança que, por seu nascimento e pela posição que terá no mundo, poderá tornar-se para ele um meio de castigo.
      338. Se acontecesse que muitos Espíritos se apresentassem para ocupar um mesmo corpo que vai nascer, o que decidiria entre eles?
      — Muitos podem pedi-lo, mas é Deus quem julga, em casos assim, qual é o mais capaz, de preencher a missão a que a criança se destina. Mas, como já disse, o Espírito é designado antes do instante em que deve unir-se ao corpo.
      339. 0 momento da encarnação é seguido de perturbação semelhante ao que se verifica na desencarnação?
      Muito maior, e sobretudo mais longa. Na morte, o Espírito sai da escravidão; no nascimento, entra nela.
      340. O instante em que o Espírito deve encarnar-se é para ele um instante solene? Cumpre ele esse ato como coisa grave e importante?
      — É como um viajante que embarca para uma travessia perigosa e não sabe se vai encontrar a morte nas vagas que afronta.
  Comentário de Kardec: O viajante que embarca sabe a que perigos se expõe, mas não sabe se naufragará. Assim se dá com o Espírito: ele conhece o gênero de provas a que se  submete, mas não sabe se sucumbirá.
      Da mesma maneira que a morte do corpo é um renascimento para o Espírito,a reencarnação é para ele uma espécie de morte, ou antes, de exílio e de clausura. Ele deixa o mundo dos Espíritos pelo mundo corpóreo, como o homem deixa o mundo corpóreo pelo mundo dos Espíritos. O Espírito sabe que se reencarnará, como o homem sabe que morre; mas, como este, não tem consciência do fato senão no último momento, quando chega o tempo desejado. Então nesse momento supremo, a perturbação o envolve, como no homem em agonia, e essa perturbação persiste até que a nova existência esteja nitidamente firmada. O início da reencarnação é uma espécie de agonia para o Espírito.
      341. A incerteza do Espírito quanto à eventualidade do sucesso das provas que vai sofrer na vida é para ele uma causa de aflição, antes da encarnação?
      — Uma grande aflição, pois as provas da sua existência o retardarão ou farão avançar, segundo as tiver bem ou mal suportado.
       342. No momento de sua reencarnação, o Espírito é acompanhado por outros Espíritos, seus amigos, que assistem à sua partida do mundo espírita, como o vão receber na sua volta?
       — Isso depende da esfera que o Espírito habita. Se está nas esferas em que reina a afeição, os Espíritos que o amam o acompanham até o derradeiro momento, o encorajam e freqüentemente, mesmo, o seguem durante a vida.
       343. Os Espíritos amigos que nos seguem durante a vida são, por vezes,  os que vemos em sonho, que nos testemunham a sua afeição e que se nos apresentam com feições desconhecidas?
       — Muito freqüentemente o são; eles vêm visitar-nos, como ides ver um prisioneiro sob chaves.

2 de nov. de 2015

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
03
Parábola do filho pródigo
Sylvia Maria
10
Espíritos felizes: Sixdeniers - CI, 2a parte, II
Luiz Fernando
17
Com as coisas de Deus não se brinca
Denise Duarte
24
Um minuto com Jesus, p. 203
Alice Maria
Pena de morte - LE, 760 a 765
Leda Lúcia
Sextas - 20h
06
Duelo - LE, 757 a 759
Heloise
Benefícios pagos com a ingratidão - ESE, cap. XIII, 19
Fernanda Toscana
13
A verdadeira propriedade
Gilberto Bordallo
20
Um minuto com Jesus, p. 201
Nancy
Espíritos felizes: A Condessa de Paula - CI, 2a parte, II
Gilberto Marques
27
Turbulências familiares
Ângela Vidal
Sábado - 17h : 30min
07
Aprendendo com André Luiz
Wantuil Rodrigues
14
Formas-pensamento
Helena Langoni
21
Há espíritos? - LM, 1a parte, I
Ivone Maria           
28
Um minuto com Jesus, p. 205
Antonio Oliveira
Espíritos felizes: A Viúva Foulon - CI, 2a parte, II
Sara Castelo

25 de out. de 2015

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO VI 
VIDA ESPÍRITA

       320. Os Espíritos são sensíveis à saudade dos que os amavam na Terra?
       — Muito mais do que podeis julgar. Essa lembrança aumenta-lhes a  felicidade, se são felizes, e se são infelizes, serve-lhes de alívio.
       321. dia de comemoração dos mortos tem alguma coisa de mais solene para os Espíritos? Preparam-se eles para visitar os que vão orar sobre os túmulos?
       — Os Espíritos atendem ao chamado do pensamento, nesse dia como nos outros.
       321 – a) Esse é para eles um dia de reunião junto às sepulturas?
       — Reúnem-se em maior número nesse dia, porque maior é o número de pessoas que os chamam. Mas cada um só comparece em atenção aos seus amigos, e não pela multidão dos indiferentes.
       321. b) Sob que forma comparecem e como seriam vistos, se pudessem tornar-se visíveis?
       — Aquela pela qual eram conhecidos em vida.
       322. Os Espíritos esquecidos, cujas tumbas não são visitadas por ninguém, comparecem apesar disso e sentem algum desgosto por não verem nenhum  amigo lembrar-se deles? 
       — Que lhes importa a Terra? Somente pelo coração se prendem a ela . Se não mais o amam, nada mais há que faça o Espírito voltará Terra Ele tem  todo o Universo pela frente.
323. A visita ao túmulo proporciona mais satisfação ao Espírito do que uma prece feita em sua intenção?
       — A visita ao túmulo é uma maneira de se manifestar que se pensa no Espírito ausente: é a exteriorização desse fato. Eu já vos disse que é a prece  que santifica o ato de lembrar; pouco importa o lugar, se a lembrança é ditada pelo coração.
       324. Os Espíritos das pessoas homenageadas com estátuas ou monumentos assistem às inaugurações e as vêem com prazer?
       – Muitos as assistem, quando podem, mas são menos sensíveis às honras que lhes tributam do que às lembranças.
       325. De onde pode vir, para certas pessoas, o desejo de serem enterradas  antes num lugar do que noutro? Voltam a ele com mais satisfação, após a morte? E essa importância dada a uma coisa material é sinal de inferioridade do Espírito?
       – Afeição do Espírito por certos lugares: inferioridade moral O que representa um pedaço de terra mais do que outro, para o Espírito elevado ?  Não sabe ele que a sua alma se reunirá aos que ama, mesmo que os seus ossos estejam separados?
      325 – a) A reunião dos despojos mortais de todos os membros de uma família deve ser considerada como futilidade?
      – Não. E um costume piedoso e um testemunho de simpatia pelos entesamados. Se essa reunião pouco representa para os Espíritos, é útil para os homens: suas recordações se concentram melhor.
      326. A alma que volta à vida espiritual é sensível às honras que tributam aos seus despojos mortais?
      – Quando o Espírito já chegou a um certo grau de perfeição, não tem mais vaidade terrestre e compreende a futilidade de todas as coisas Sabei porem, que freqüentemente há Espíritos que, no primeiro momento da morte gozam de grande satisfação com as honras que lhes tributam, ou se desgostam com o abandono a que lançam o seu envoltório, pois conservam ainda alguns preconceitos deste mundo.
      327. O Espírito assiste ao seu enterro?
     – Muito freqüentemente o assiste. Mas algumas vezes não percebe o                          que se passa, se ainda estiver perturbado.
      327 – a) Fica lisonjeado com a concorrência ao seu enterro?
     — Mais ou menos, segundo o sentimento que provoca essa concorrência.
      328. O Espírito daquele que acaba de morrer assiste às reuniões de seus herdeiros?
      — Quase sempre. Deus o quer, para sua própria instrução e para castigo dos culpados. É nessa ocasião que vê quanto valiam os protestos que lhe faziam. Todos os sentimentos se tornam patentes, e a decepção que experimenta, vendo a rapacidade dos que dividem o seu espólio, o esclarece quanto aos seus propósitos. Mas a vez deles também chegará.
      329. O respeito instintivo do homem pelos mortos, em todos os tempos e entre todos os povos, é um efeito da intuição da existência futura?
      —É a sua conseqüência natural. Sem ela, esse respeito não teria sentido.

12 de out. de 2015

REFLEXOES

Desejamos a todas as cranças : felicidades, que vivam com DIGNIDADE, amparo, orientadas e numa vida colorida de #Amor. Que Deus as abençoe !
ORAÇÃO DA CRIANÇA Ajuda-me agora, para que eu te auxilie depois. Não me relegues ao esquecimento, nem me condenes à ignorância ou à crueldade.Venho ao encontro de tua aspiração, do teu convívio, de tua obra…Em tua companhia estou na condição da argila nas mãos do oleiro.Hoje, sou sementeira, fragilidade, promessa…Amanhã, porém, serei tua própria realização.Corrige-me, com amor, quando a sombra do erro envolve-me o caminho, para que a confiança não me abandone.Protege-me contra o mal.Ensina-me a descobrir o bem, onde estiver.Não me afastes de Deus e ajude-me a conservar o amor e o respeito que devo às pessoas, aos animais e às coisas que me cercam.Não me negues tua boa vontade, teu carinho e tua paciência.Tenho tanta necessidade do teu coração, quanto a plantinha tenra precisa da água para prosperar e viver.Dá-me tua bondade e dar-te-ei cooperação.De ti depende que eu seja melhor ou pior amanhã. Emmanuel / Chico Xavier

30 de set. de 2015

REUNIÕES PÚBLICAS


Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
06
Parábola dos Talentos
Sylvia Maria
13
A beneficência - ESE, cap. XIII, 11 a 16
Luiz Fernando
20
Homenagem a Amaral Ornellas
Gilberto Marques
27
Escolha das provas
Sérgio Daimon
Sextas - 20h
02
Os órfãos - ESE, Cap. VIII,  8
Heloíse
Guerras - LE, 742 a 745
Bruno Toscano
09
Espiritismo na TV
Jadiel João Batista de Oliveira
16
Liberdade, Igualdade, Fraternidade - Obras Póstumas, 1ª parte
Bernardo
23
Marta e Maria
Jorge da Conceição
30
A influência dos meios de comunicação na vida familiar
Ângela
Sábado - 17h:30min
03
Kardec e sua obra
Wantuil
10
O óbolo da viúva - ESE, cap. XIII,  5 e 6
Sônia Brandão
Assassínio - LE, 746 a 751
Sara
17
Obsessão - LM, cap. XXII
Ivone Maria
24
Um minuto com Jesus, p. 199
Elysa
Infortúnios ocultos - ESE - Cap. XIII, 4
Maria Fausta
31
Quando os que amamos se vão
Telma Brilhante