10 de jun. de 2019

AUTOR: ANDRÉ LUIZ


A partir desse mês vamos apresentar um pouquinho dos autores espíritas (encarnados e desencarnados). Começamos com André Luiz, esperamos que gostem.


André Luiz (autor espiritual)


Parceiro frequente de Francisco Cândido Xavier, o Espírito André Luiz descreve-se como um aprendiz. Seu verdadeiro nome nunca foi revelado, entretanto, sabe-se que foi médico sanitarista quando encarnado, no Rio de Janeiro do início do século XX. O primeiro livro de sua autoria espiritual foi publicado na década de 1940: Nosso Lar, considerado fundamental no estudo do mundo espiritual por apresentar descrições e evidências da vida após a morte. Dentre os autores espirituais que ditaram obras, André Luiz é considerado um dos mais fiéis aos preceitos da Doutrina Espírita e às palavras de Allan Kardec, sendo seus textos considerados sinônimo de lealdade e de respeito aos ideais da Codificação. O trabalho de André Luiz no mundo espiritual deu origem a 17 obras publicadas pela FEB, algumas das quais traduzidas para diversos idiomas e adaptadas para o teatro e o cinema. 
Destaca dentre suas obras a Coleção: A Vida no Mundo Espiritual. Composta por 13 livros que convida-nos a refletir sobre a relação entre a vida no plano terrestre e no plano espiritual:

1. NOSSO LAR
2. OS MENSAGEIROS
3. MISSIONÁRIOS DA LUZ
4. OBREIROS DA VIDA ETERNA
5. NO MUNDO MAIOR
6. LIBERTAÇÃO
7. ENTRE A TERRA E O CÉU
8. NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE
9. AÇÃO E REAÇÃO
10. EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS
11. MECANISMOS DA MEDIUNIDADE
12. SEXO E DESTINO
13. E A VIDA CONTINUA...

3 de jun. de 2019

PROGRAMAÇÃO DE PALESTRAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
04
A porta estreita - ESE, XVIII
Nancy Sales
Dora
11
Expiação e arrependimento - LE, 990 a 1002
Leda Lúcia
Marilza
18
Cuidar do corpo e do Espírito - ESE, XVII,11
Sara Castelo
Maria Helena
25
A melancolia nos dias atuais - ESE, V, 25
Francisco Júnior
Dircileide
Sextas - 20h
07
A geração nova - GE,XVIII
Roberto Lúcio
Gilberto Marques
14
O orgulho e a humildade - ESE, VII,11
Camila Sanches
Walkyria
21
O julgo de Jesus
Heloise Barros
Ivani Oliveira
28
Estudando Léon Denis: A consciência
Livro:  O problema do ser e do destino
Angela Vidal
Dircileide
Sábado - 17h:30min
01
Aprendendo com André Luiz -  Livro: Ação e Reação
Wantuil Rodrigues
Sara Castelo
08
Necessidade da Caridade
Carla Chaves
Antônio Oliveira
Simpatia e antipatia
Dircileide
15
As emoções
Karina Costa
Dircileide
22
Vida Feliz, Lição LIII
Ivani Oliveira
Gilberto Marques
A preguiça - RE, jun/1858
Antonio Oliveira
29
No Caminho de Emaús
Gilberto Marques
Ivani Oliveira

21 de mai. de 2019

LIVRO DO MÊS


Nossa sugestão de leitura para o mês de maio é o livro O Problema, o Destino e a Dor de Léon Dennis.  O livro se divide em três partes:  O Problema do Ser, O Problema do Destino e As Potências da Alma.


O capítulo 24 - A disciplina do pensamento e a reforma do caráter - da terceira parte, é dedicado ao pensamento. Léon Dennis nos convida a reconhecer que nos modelamos pelos nossos pensamentos e a refletir sobre os fatores necessários a sua elevação...“O homem só é grande, só tem valor pelo seu pensamento; por ele suas obras irradiam e se perpetuam através dos séculos.”...


Sinopse:

Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Fundamentando-se nos princípios da Doutrina Espírita, Léon Denis busca responder a questões que, como estas, desafiam a mente humana há séculos. Entre os temas analisados pelo autor, estão a evolução do pensamento, a vida no mundo espiritual, provas históricas da reencarnação, a lei dos destinos, as potências da alma e diversos outros tópicos que permanecem atuais.

Unindo lógica e sentimento, o autor exalta a realidade da sobrevivência do Espírito após a morte física, a partir de valioso conjunto de ensinamentos e reflexões para a evolução do homem e da realidade que o cerca.

17 de mai. de 2019

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPIRITOS

TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS
A LEI DIVINA OU NATURAL - CAPÍTULO I
629. Que definição se pode dar à moral?
— A moral é a regra da boa conduta e, portanto, da distinção entre o bem e o mal. Funda-se na observação da lei de Deus. O homem se conduz bem quando faz tudo tendo em vista o bem e para o bem de todos, porque então observa a lei de Deus.
630. Como se pode distinguir o bem do mal?
— O bem é tudo o que está de acordo com a lei de Deus, e o mal é tudo o que dela se afasta. Assim, fazer o bem é se conformar à lei de Deus; fazer o mal é infringir essa lei.
631. O homem tem meios para distinguir por si mesmo o bem e o mal?
— Sim, quando ele crê em Deus e quando o quer saber. Deus lhe deu a inteligência para discernir um e outro.
632. O homem, que é sujeito a errar, não pode enganar-se na apreciação do bem e do mal e crer que faz o bem quando em realidade está fazendo o mal?
—Jesus vos disse: vede o que quereríeis que vos fizessem ou não; tudo se resume nisso. Assim não vos enganareis.
633. A regra do bem e do mal, que se poderia chamar de reciprocidade ou de solidariedade, não pode ser aplicada à conduta pessoal do homem para consigo mesmo. Encontra ele, na lei natural, a regra desta conduta e um guia seguro?
— Quando comeis demais, isso vos faz mal. Pois bem, é Deus que vos dá a medida do que vos falta. Quando a ultrapassais, sois punidos. O mesmo se dá com tudo o mais. A lei natural traça para o homem o limite das suas necessidades; quando ele o ultrapassa, é punido pelo sofrimento. Se o homem escutasse, em todas as coisas, essa voz que diz: Chega! evitaria a maior parte dos males de que acusa a Natureza.
634. Por que o mal se encontra na natureza das coisas? Falo do mal moral. Deus não poderia criar a Humanidade em melhores condições?
—Já te dissemos: os Espíritos foram criados simples e ignorantes. (Ver item 115.) Deus deixa ao homem a escolha do caminho: tanto pior para ele se seguir o mal; sua peregrinação será mais longa. Se não existissem montanhas, não poderia o homem compreender que se pode subir e descer; e se não existissem rochas, não compreenderia que há corpos duros. E necessário que o Espírito adquira a experiência, e para isto é necessário que ele conheça o bem e o mal; eis porque existe a união do Espírito e do corpo. (Ver item 119.)
635. As diferentes condições sociais criam necessidades novas que não são as mesmas para todos os homens. A lei natural pareceria, assim, não ser uma regra uniforme?
— Essas diferentes condições existem na Natureza e estão de acordo com a lei do progresso. Isso não impede a unidade da lei natural, que se aplica a tudo.
Comentário de Kardec: As condições de existência do homem mudam segundo as épocas e os lugares, e disso resultam para ele necessidades diferentes e condições sociais correspondentes a essas necessidades. Desde que essa diversidade está na ordem das coisas é conforme a lei de Deus, e essa lei, por isso, não é menos una em seu princípio. Cabe à razão distinguir as necessidades reais das necessidades fictícias ou convencionais.
636. O bem e o mal são absolutos para todos os homens?
— A lei de Deus é a mesma para todos; mas o mal depende, sobretudo, da vontade que se tenha de fazê-lo. O bem é sempre bem e o mal sempre mal, qualquer que seja a posição do homem; a diferença está no grau de responsabilidade(1)
637. O selvagem que cede ao seu instinto, comendo carne humana, é culpado?
— Eu disse que o mal depende da vontade. Pois bem, o homem é tanto mais culpado quanto melhor sabe o que faz.
Comentário de Kardec: As circunstâncias dão ao bem e ao mal uma gravidade relativa. O homem comete, frequentemente, faltas que, sendo embora decorrentes da posição em que a sociedade o colocou, não são menos repreensíveis; mas a responsabilidade está na razão dos meios que ele tiver para compreender o bem e o mal. É assim que o homem esclarecido que comete uma simples injustiça é mais culpável aos olhos de Deus que o selvagem que se entrega aos instintos.
638. O mal parece, algumas vezes, ser consequente da força das circunstâncias. Tal é, por exemplo, em certos casos, a necessidade de destruição, até mesmo do nosso semelhante. Pode-se dizer, então, que há infração à lei de Deus?
— O mal não é menos mal por ser necessário; mas essa necessidade desaparece à medida que a alma se depura passando de uma para outra existência; então se torna mais culpável quando o comete, porque melhor o compreende.
639. O mal que se comete não resulta frequentemente da posição em que os outros nos colocaram, e nesse caso quais são os mais culpáveis?
— O mal recai sobre aquele que o causou. Assim, o homem que é levado ao mal pela posição em que os outros o colocaram é menos culpável que aqueles que o causaram, pois cada um sofrerá a pena não somente do mal que tenha feito, mas também do que houver provocado.
640. Aquele que não faz o mal, mas aproveita o mal praticado por outro, é culpável no mesmo grau?
— É como se o cometesse; ao aproveitá-lo, torna-se participante dele. Talvez tivesse recuado diante da ação; mas, se ao encontrá-la realizada, dela se serve, é porque a aprova e a teria praticado se pudesse ou se tivesse ousado.
641. O desejo do mal é tão repreensível quanto o mal?
— Conforme: há virtude em resistir voluntariamente ao mal que se sente desejo de praticar, sobretudo quando se tem a possibilidade de satisfazer esse desejo; mas se o que faltou foi apenas a ocasião, o homem é culpável.
642. Será suficiente não se fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar uma situação futura?
— Não: é preciso fazer o bem no limite das próprias forças, pois cada um responderá por todo o mal que tiver ocorrido por causa do bem que deixou de fazer.
643. Há pessoas que, por sua posição, não tenham possibilidade de fazer o bem?
— Não há ninguém que não possa fazer o bem: somente o egoísta não encontra jamais a ocasião de praticá-lo. É suficiente estar em relação com outros homens para se poder fazer o bem, e cada dia da vida oferece essa possibilidade a quem não estiver cego pelo egoísmo, porque fazer o bem não é apenas ser caridoso mas ser útil na medida do possível, sempre que o auxílio se faça necessário.
644. O meio em que certos homens vivem não é para eles o motivo principal de muitos vícios e crimes?
— Sim, mas ainda nisso há uma prova escolhida pelo Espírito no estado de liberdade; ele quis se expor à tentação para ter o mérito da resistência.
645. Quando o homem está mergulhado na atmosfera do vício, o mal não se torna para ele um arrastamento quase irresistível?
—Arrastamento, sim; irresistível, não; porque, no meio dessa atmosfera de vícios, podes encontrar grandes virtudes. São Espíritos que tiveram a força de resistir e que tiveram, ao mesmo tempo, a missão de exercer uma boa influência sobre os seus semelhantes.
646. O mérito do bem que se faz está subordinado a certas condições, ou seja, há diferentes graus no mérito do bem?
— O mérito do bem está na dificuldade; não há nenhum em fazê-lo sem penas e quando nada custa. Deus leva mais em conta o pobre que reparte o seu único pedaço de pão que o rico que só dá do seu supérfluo. Jesus já o disse, a propósito do óbolo da viúva.


(1) As pesquisas sociológicas deram motivo a uma reavaliação, em nosso tempo, do conceito tradicional de moral. Entendeu-se que a moral é variável, porque o bem de um povo pode ser mal para outro e vice-versa. Renouvier, entretanto, em “Science de Ia morale”, a compara às matemáticas: é uma ciência que deve fundar-se em puros conceitos. Os sociólogos confundiram moral e costumes, mas ultimamente já distinguiram, na confusão dos costumes, uma regra geral, que é a aspiração comum do bem Bergson, em “Lês deux sources de Ia morale et de Ia religion”, estabelece dois tipos de moral: a fechada, que decorre da coação social, e a aberta, que é individual e não se sujeita às convenções. A moral relativa é a convencional, enquanto a moral absoluta é a ditada pela aspiração universal do bem, pela Lei de Deus gravada nas consciências. (N. do T.)

16 de mai. de 2019

FILME: KARDEC

Estreia do filme Kardec 
Sinopse:
Educador francês, Hyppolite Léon Denizard Rivail (Leonardo Medeiros) revolucionou a fé no espiritismo e ficou conhecido como Allan Kardec.  Ao lado de sua esposa Amélie-Gabrielle Boudet (Sandra Corveloni), ele se dedicou aos estudos e à investigação dos diversos fenômenos ligados aos médiuns e às mensagens por eles recebidas. Ao conseguir criar um método racional para entender a doutrina espírita e publicar o revolucionário "O Livro dos Espíritos", este homem enfrentou forte resistência daqueles que consideravam tudo uma farsa e se tornou conhecido mundialmente. Baseado em fatos reais e no livro "Kardec - A Biografia", de Marcel Souto Maior. Do mesmo diretor do sucesso Nosso Lar (2010).
Direção: Wagner Assis
Elenco: Leonardo Medeiros, Guilherme Piva, Genézio de Barros

Gênero: Drama, Biografia

Classificação: 12 anos

Distribuidor: Sony Pictures













12 de mai. de 2019

FELIZ DIA DAS MÃES


Em Louvor das Mães
O lar é a célula ativa do organismo social e a mulher, dentro dele, é a força essencial que rege a própria vida.
Se a criança é o futuro, no coração das mães que repousa a sementeira de todos os bens e de todos os males do porvir.
O homem é o pensamento.
A mulher é o ideal.
O homem é a oficina.
A mulher é o santuário.
O homem realiza.
A mulher inspira.
Compreender a gloriosa missão da alma feminina, no soerguimento na Terra, é apostolado fundamental do Cristianismo renascente em nossa Doutrina Consoladora.
Auxiliar, assim, o espírito materno, no desempenho de sua tarefa sublime, constitui obrigação primária de todos nós que abraçamos nos Centros Espíritas novos lares de idealismo superior e que buscamos na Boa Nova do Divino Mestre a orientação maternal para a renovação de nossos destinos.
Nesse sentido, se nos cabe reconhecer no homem o condutor da civilização e o mordomo dos patrimônios materiais na gleba planetária, não podemos esquecer que na mulher devemos identificar o anjo da esperança, ternura e amor, a descer para ajudar, erguer e salvar nos despenhadeiros da sombra, oferecendo-nos, no campo abençoado da luta regenerativa, novos tabernáculos de serviço e purificação.
Glorifiquemos, desse modo, o ministério santificante da maternidade na Terra, recordando que o Todo-Misericordioso, quando se designou enviar ao mundo o seu mais sublime legado para o aperfeiçoamento e a elevação dos homens, chamou um coração de mulher, em Maria Santíssima, e, através das suas mãos devotadas à humanidade e ao bem, à renunciação e ao sacrifício, materializou para nós o coração divino de Nosso Senhor Jesus Cristo, a luz de todos os séculos e o alvo de redenção da Humanidade inteira.
Espírito: Emmanuel
Psicografia: XAVIER, Francisco Cândido. 
Livro: Cartas do Coração.