Terças - 14 h
| |||
DIA
|
TEMA
|
EXPOSITOR
|
DIRIGENTE
|
03
|
Jesus o Guia e Modelo - LE, 619 a 628
|
Ângela Vidal
|
Dora
|
10
| Vida Feliz - Lição LVI |
Alice Maia
|
Ana Maria
|
| Saudades de Jesus – Livro: Seja Feliz Hoje - Divaldo/Joana de Ângelis |
Dircileide Santos
| ||
17
|
Oração Dominical – Livro: Boa Nova, lição 18
|
Nancy Sales
|
Maria Helena
|
24
|
Não haverá reunião - FELIZ NATAL
| ||
31
|
Não haverá reunião - FELIZ ANO NOVO
| ||
Sextas - 20h
| |||
06
| Natal de Amor – Livro: Desperte e seja feliz - Divaldo/Joana de Ângelis |
Bernardo Marques
|
Ivani Oliveira
|
13
| O Nascimento de Jesus |
Guilherme Kremer
|
Gilberto Marques
|
20
|
Fora da caridade não há salvação - ESE, XV, 10
|
Ivone Maria
|
Dircileide Santos
|
27
|
Estudando Léon Denis: Estética: Belo, o Verdadeiro, o Bem
Livro: Síntese Doutrinária e Prática do Espiritismo
|
Angela Vidal
|
Walkiria
|
Sábado - 17h:30min
| |||
07
|
Aprendendo com André Luiz - Livro: Ação e Reação
|
Wantuil Rodrigues
|
Sara Castelo
|
14
|
O Sentido da Vida
|
Wanda Luiza
|
Maria Cristina
|
21
|
O Natal de Jesus - Lucas, 2:14
|
Gilberto Marques
|
Antônio Oliveira
|
28
| Vida Feliz - Lição LVII |
Ivani Oliveira
|
Ana Maria
|
Ano Novo, com os dons do Cristo - Livro: Fonte Viva, lição 58
|
Antônio Oliveira
| ||
30 de nov. de 2019
REUNIÕES PÚBLICAS - DEZEMBRO
27 de nov. de 2019
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS
LEI DE ADORAÇÃO - CAPÍTULO 2
V – Politeísmo
667. Por
que o Politeísmo é uma das crenças mais antigas e mais espalhadas, se é
falso?
— A ideia de um
Deus único só podia aparecer como resultado do desenvolvimento mental do
homem. Incapaz, na sua ignorância, de conceber um ser imaterial, sem
forma determinada, agindo sobre a matéria, ele lhe havia dado os atributos
da natureza corpórea, ou seja, uma forma e uma figura, e desde então tudo o que
lhe parecia ultrapassar as proporções da inteligência comum tornava-se
para ele uma divindade. Tudo quanto não compreendia devia ser obra de um
poder sobrenatural, e disso a acreditar em tantas potências distintas
quantos os efeitos pudesse ver não ia mais do que um passo. Mas em todos
os tempos houve homens esclarecidos que compreenderam a impossibilidade
dessa multidão de poderes para governar o mundo sem uma direção superior,
e se elevaram ao pensamento de um Deus único.
668. Os
fenômenos espíritas sendo produzidos desde todos os tempos e conhecidos desde
as primeiras eras do mundo, não podem ter contribuído para a crença da
pluralidade dos deuses?
— Sem dúvida, porque
para os homens, que chamavam deus a tudo o que era sobre-humano,
os Espíritos pareciam deuses. E também por isso quando um homem se
distinguia entre os demais pelas suas ações, pelo seu gênio ou por um
poder oculto que o vulgo não podia compreender, faziam dele um deus e lhe
rendiam culto após a morte. (Ver item 603.)
Comentário de Kardec: A
palavra deus tinha entre os antigos uma acepção muito extensa; não
era, como em nossos dias, uma designação do Senhor da Natureza, mas uma
qualificação genérica de todos os seres não pertencentes às condições humanas.
Ora, tendo as manifestações espíritas lhes revelado a existência de seres
incorpóreos que agem como forças da Natureza, eles os chamaram deuses, como
nós os chamamos Espíritos. Uma simples questão de palavras. Com a
diferença de que, em sua ignorância entretida deliberadamente pelos que tinham
interesse em mantê-la, elevaram templos e altares lucrativos a esses seres,
enquanto para nós eles não passam de criaturas nossas semelhantes mais ou
menos perfeitas, despojadas de seu envoltório terreno. Se estudarmos com
atenção os diversos atributos das divindades pagas, reconheceremos sem
dificuldade todos os que caracterizam os nossos Espíritos, em todos os graus da
escala espírita, seu estado físico nos mundos superiores, todas as propriedades
do períspirito e o papel que exercem no tocante às coisas terrenas.
O Cristianismo vindo aclarar o mundo com a sua luz divina, não
podia destruir uma coisa que está na própria Natureza, mas fez que a adoração
se voltasse para aquele a que realmente pertence. Quanto aos Espíritos,
sua lembrança se perpetuou sob diversos nomes segundo os povos, e suas
manifestações, que jamais cessaram, foram diversamente interpretadas e frequentemente
exploradas sob o domínio do mistério. Enquanto a religião as
considerava como fenômenos miraculosos, os incrédulos as tomara por
charlatanice. Hoje, graças a estudos mais sérios, feitos a plena luz o
Espiritismo, liberto das ideias supersticiosas que o obscureceram através dos
séculos, nos revela um dos maiores e mais sublimes princípios da Natureza.
23 de nov. de 2019
SUGESTÃO DE LEITURA
Este mês trazemos como sugestão o livro Relatos da Vida psicografia de Chico Xavier pelo espírito de Irmão X.
Resumo:
Conta-nos Emmanuel que, numa das muitas
reuniões de estudo no Plano Espiritual, um rapaz encarnado, trazido em sono, perguntou
a Irmão X se ele não legaria novas produções para a edificação dos irmãos. A
resposta foi que retomaria sim a pena, se o Senhor permitisse. No dia seguinte,
Irmão X mostrou uma pasta antiga, da qual retirou vários retalhos de pergaminho
contendo apontamentos valiosos e valiosos relatos da vida. O resultado é esta
obra, recheada de ensinamentos sobre a vida no Mundo Espiritual,
livre-arbítrio, fé, mediunidade, caridade, reforma íntima, fraternidade,
pérolas para a nossa própria edificação
13 de nov. de 2019
ROTA DE LUZ - NOVEMBRO
ELES VIVEM
No dia dois de
novembro, considerado o “Dia dos Mortos”, homenageamos aqueles que não estão
mais fisicamente entre nós.
Nossa conduta deve
ser de saudade, com um pensamento de amor e gratidão, pelos entes queridos que
partiram para a verdadeira vida, a vida espiritual.
Emmanuel, através de
psicografia de Chico Xavier, esclarece que:
“Eles não morreram.
Estão vivos! Eles sabem igualmente quanto dói a separação. Pensa neles com a
saudade convertida em oração. A tua prece de amor representa acordes de
esperança e devotamento, despertando-os para visões mais altas na vida.
Contempla os céus em
que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no
próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite, mas sim ao
encontro de Novo Despertar.” (1)
Gilberto Marques
(1)
Livro: Retornaram Contando, Emmanuel/Chico Xavier
5 de nov. de 2019
AUTOR: IRMÃO JACOB
Irmão Jacob
Irmão
Jacob é o pseudônimo escolhido por Frederico Figner para se manifestar a partir
do mundo espiritual. Nascido em 2 de dezembro de 1866 na atual região da
República Tcheca, deixou sua terra natal aos 16 anos, passou por vários locais
antes de finalmente fixar residência no Brasil. De origem judaica, tornou-se
próspero negociante e constituiu família com Esther Reys, união da qual foram
gerados seis filhos, inclusive a pequena Rachel, que, tempos depois de
desencarnada, materializou-se na presença do pai, em Belém (PA), com o auxílio
da médium Anna Prado. Em 1903, o autor já participava de atividades da
Federação Espírita Brasileira, local que trabalhou como tesoureiro,
vice-presidente e membro do Conselho Fiscal, além de médium passista e
receitista. Irmão Jacob contribuiu com a FEB Editora com o título: Voltei.
Frederico Fígner desencarnou em 19 de janeiro de 1947, aos 81 anos, no Estado
do Rio de Janeiro. (Fonte: Desconhecida.)30 de out. de 2019
REUNIÕES PÚBLICAS - NOVEMBRO
Terças - 14 h
|
|||
DIA
|
TEMA
|
EXPOSITOR
|
DIRIGENTE
|
05
|
Maria de
Magdala - Livro: Boa Nova, lição 20
|
Maria Fausta
|
Maria Helena
|
12
|
Semeia a boa semente - ESE, XVII, 5 e 6 |
Luiz
Fernando
|
Dora
|
19
|
Os Espíritos
errantes - LE, 223 a 233
|
Fabricio
Langoni
|
Ana Maria
|
26
|
Bem-aventurados os pobres de espírito - ESE,
cap.VII |
Denise Duarte
|
Marilza
|
Sextas - 20h
|
|||
01
|
A
afabilidade e a doçura - ESE, IX, 6 |
Camila Sanches
|
Heloise Barros
|
08
|
A importância do arrependimento - CI, VII, 16 a
20 |
Alan
Maia
|
Dircileide
|
15
|
O sono e os
sonhos - LE 400 a 412
|
Heloise
Barros
|
Walkiyria
|
22
|
Vida Feliz - Lição LV
|
Claudia Vidal
|
Ivani
|
Não se turbe o Vosso Coração - João: 14:27
|
Gilberto Marques
|
||
29
|
Estudando
Léon Denis: Os Espíritos. Deus.
Livro: Síntese Doutrinária e Prática do
Espiritismo
|
Ângela Vidal
|
Nancy
Sales
|
Sábado - 17h:30min
|
|||
02
|
Aprendendo
com André Luiz - Livro: Ação e Reação
|
Wantuil Rodrigues
|
Ivani Oliveira
|
09
|
Desapego - ESE,
XVI, 14
|
Karina Ocanha
|
Maria
Cristina
|
16
|
Felicidade e Infelicidade - LE 920 a 933
|
Priscila Chagas
|
Walkiria
|
23
|
Priscila Chagas - ESE, XXVII, 9 a 15
|
Sônia Formiga
|
Sara
Castelo
|
25
|
Caridade desinteressada - LE 893 a 900
|
Dircileide
|
Antônio
Jorge
|
Provas Voluntárias - ESE, V, 26
|
Karla Chaves
|
||
27 de out. de 2019
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS
LEI DE ADORAÇÃO - CAPÍTULO 2
IV - Da Prece
658. A
prece é agradável a Deus?
— A
prece é sempre agradável a Deus quando ditada pelo coração, porque a
intenção é tudo para ele. A prece do coração é preferível à que podes ler,
por mais bela que seja, se a leres mais com os lábios do que com
o pensamento. A prece é agradável a Deus quando é proferida com fé,
com fervor e sinceridade. Não creias, pois, que Deus seja tocado pelo
homem vão, orgulhoso e egoísta, a menos que a sua prece represente um ato
de sincero arrependimento e de verdadeira humildade.
659. Qual
o caráter geral da prece?
—
A prece é um ato de adoração. Fazer preces a Deus é pensar
nele, aproximar-se dele, pôr-se em comunicação com ele. Pela prece podemos
fazer três coisas: louvar, pedir e agradecer.
660. A
prece torna o homem melhor?
— Sim,
porque aquele que faz preces com fervor e confiança se torna mais forte
contra as tentações do mal, e Deus lhe envia bons Espíritos para
o assistir. É um socorro jamais recusado, quando o pedimos com sinceridade.
660
– a) Como se explica que certas pessoas que oram muito sejam, apesar disso, de
muito mau caráter, ciumentas, invejosas, implicantes, faltas de benevolência e
de indulgência; que sejam até mesmo viciosas?
— O
essencial não é orar muito, mas orar bem. Essas pessoas julgam que todo o
mérito está na extensão da prece e fecham, os olhos para os seus próprios
defeitos. A prece é para elas uma ocupação, um emprego do tempo, mas
não um estudo de si mesmas. Não é o remédio que é ineficaz, neste
caso, mas a maneira de aplicá-lo.
661. Pode-se
pedir eficazmente a Deus o perdão das faltas?
— Deus
sabe discernir o bem e o mal; a prece não oculta as faltas. Aquele que
pede a Deus o perdão de suas faltas não o obtém se não mudar de conduta.
As boas ações são a melhor prece, porque os atos valem mais do que as
palavras.
662. Pode-se
orar utilmente pelos outros?
— O
Espírito daquele que ora está agindo pela vontade de fazer o bem. Pela
prece atrai a ele os bons Espíritos que se associam ao bem que deseja fazer.
Comentário
de Kardec: Possuímos em nós mesmos,
pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende muito além dos
limites de nossa esfera corpórea. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se
for ardente e sincera, pode chamar os bons Espíritos em auxílio daquele por
quem pedimos, a fim de lhe sugerirem bons pensamentos e lhe darem a força
necessária para o corpo e a alma. Mas ainda nesse caso a prece do coração é
tudo e a dos lábios não é nada.
663. As
preces que fazemos por nós mesmos podem modificar a natureza das nossas provas
e desviar-lhes o curso?
— Vossas
provas estão nas mãos de Deus e lia as que devem ser suportadas até o fim,
mas Deus leva sempre em conta a resignação. A prece atrai a vós os bons
Espíritos que vos dão a força de as suportar com coragem. Então elas vos
parecem menos duras. Já o dissemos: a prece nunca é inútil, quando bem-feita,
porque dá força, o que já é um grande resultado. Ajuda-te a ti mesmo e o
céu te ajudará; tu sabes disso. Aliás, Deus não pode mudar a ordem da
Natureza ao sabor de cada um, porque aquilo que é um grande mal do vosso
ponto de vista mesquinho, para vossa vida efêmera, muitas vezes é um
grande bem na ordem geral do Universo(1). Além. disso, de quantos males o homem é
o próprio autor por sua imprevidência ou por suas faltas. Ele é punido no
que pecou. Não obstante, os vossos justos pedidos são em geral mais
escutados do que julgais. Pensais que Deus não vos ouviu porque não fez um
milagre em vosso favor, quando, entretanto, vos assiste por meios
tão naturais que vos parecem o efeito do acaso ou da força das
circunstâncias. Frequentemente, ou o mais frequentemente, ele vos suscita
o pensamento necessário para sairdes por vós mesmos do embaraço.
664. É
útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores, e nesse caso como pode as
nossas preces lhes proporcionar consolo e abreviar os sofrimentos? Têm elas o
poder de fazer dobrar-se a justiça de Deus?
—A
prece não pode ter o efeito de mudar os desígnios de Deus, mas a alma pela
qual se ora experimenta alívio, porque é um testemunho de interesse que se
lhe dá e porque o infeliz, v sempre consolado, quando encontra
almas caridosas que compartilham as suas dores. De outro lado, pela prece
provoca-se o arrependimento, desperta-se o desejo de fazer o necessário para se
tornar feliz. É nesse sentido que se pode abreviar a sua pena, se
do seu lado ele contribui com a sua boa vontade. Esse desejo de melhora,
excitado pela prece, atrai para o Espírito sofredor os Espíritos melhores
que vêm esclarecê-lo, consolá-lo e dar-lhe esperanças. Jesus orava pelas
ovelhas transviadas. Com isso vos mostrava que sereis culpados se nada
fizerdes pelos que mais necessitam.
665. Que
pensar da opinião que rejeita a prece pelos mortos, por não estar prescrita nos
Evangelhos?
—
O Cristo disse aos homens: amai-vos uns aos outros. Essa recomendação
implica a de empregar todos os meios possíveis de testemunhar afeição aos
outros, sem entrar, por isso mesmo, em nenhum detalhe sobre a maneira de
atingir o objetivo. Se é verdade que nada pode desviar o Criador de
aplicar a justiça, inerente a ele mesmo, a todas as ações do Espírito,
não é menos verdade que a prece que lhe dirigis, em favor daquele que vos
inspira afeição, é para este um testemunho de recordação que não pode
deixar de contribuir para aliviar os seus sofrimentos e o consolar. Desde
que ele revele o mais leve arrependimento, e somente então, será
socorrido; mas isso não o deixará jamais esquecer que uma alma
simpática se ocupou dele e lhe dará a doce crença de que a sua intercessão
lhe foi útil. Disso resulta necessariamente, de sua parte, um sentimento
de afeição por aquele que lhe deu essa prova de interesse e de piedade.
Por conseguinte, o amor recomendado aos homens pelo Cristo não fez mais do
que aumentar entre eles, e ambos obedeceram à lei de amor e de união de
todos os seres, lei divina que deve conduzirá unidade, objetivo e fim do
Espírito(1).
666. Podemos
orar aos Espíritos?
— Podemos
orar aos bons Espíritos como sendo os mensageiros de Deus e os
executores de seus desígnios, mas o seu poder está na razão da
sua superioridade e decorre sempre do Senhor de todas as
coisas, sem cuja permissão nada se faz; eis porque as preces que
lhes dirigimos só são eficazes se forem agradáveis a Deus.
(1) Resposta
dada pelo Espírito do Sr. Monod, pastor protestante de Paris, falecido em abril
de 1856. A resposta precedente, número 664, é do Espírito de São Luís.
19 de out. de 2019
SUGESTÃO DE LEITURA
Nossa sugestão de
leitura para o mês de outubro é o livro Voltei de Irmão Jacob
psicografado por Chico Xavier. Neste livro o autor espiritual
narra suas experiências além-túmulo e cita Amaral Ornellas, o mentor espiritual
da nossa Casa, como nesta passagem em Diálogo Surpreendente, capítulo 18.
...” Finda minha
primeira observação pessoal de serviço, o obsessor fitou-me de maneira
diferente. Pareceu-me não tanto agressivo. Revelava-se disposto a me entender a
disposição fraterna. Porque eu esperasse maior soerguimento, habituado ao
imediatismo da luta terrestre, Ornelas despertou-me, exclamando: -Não aguarde
um reajustamento apressado. Se a semente exige tempo, com o frio e o calor, a chuva
e o Sol, para germinar e produzir, por que motivo reclamar a realização de
espiritualidade superior, de minuto para outro, no ser eterno? Plantemos e
trabalhemos. Os resultados da boa iniciativa pertencem a Deus. Sobra-nos, meu
caro, o prazer de servir. Tornaremos à questão na primeira oportunidade.
Admirado com a
paciência do companheiro, segui-o sem hesitar.”
Sinopse: Antes da passagem, tudo
me parecia infinitamente simples! Se a vida continua, para onde vai o Espírito
depois da morte? Por meio da psicografia de Francisco Cândido Xavier, o Espírito
Irmão Jacob narra suas experiências no Além-túmulo e esclarece temas como o
desligamento do corpo físico, o intercâmbio mediúnico, o reajuste à nova vida e
o reencontro com familiares e amigos. Por meio de histórias e comentários
pessoais, o autor espiritual nos apresenta suas descobertas sobre a rotina que
nos espera após a morte e a prática essencial do desenvolvimento pessoal para
que possamos ter uma temporada feliz no retorno ao mundo espiritual.
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