30 de nov. de 2019

REUNIÕES PÚBLICAS - DEZEMBRO

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
03
Jesus o Guia e Modelo - LE, 619 a 628
Ângela Vidal
Dora
10
Vida Feliz - Lição LVI
Alice Maia
Ana Maria
Saudades de Jesus – Livro: Seja Feliz Hoje - Divaldo/Joana de Ângelis
Dircileide Santos
17
Oração Dominical – Livro: Boa Nova, lição 18
Nancy Sales 
Maria Helena
24
Não haverá reunião - FELIZ NATAL


31
Não haverá reunião - FELIZ ANO NOVO


Sextas - 20h
06
Natal de Amor – Livro: Desperte e seja feliz - Divaldo/Joana de Ângelis
Bernardo Marques
Ivani Oliveira
13
O Nascimento de Jesus
Guilherme Kremer
Gilberto Marques
20
Fora da caridade não há salvação - ESE, XV, 10
Ivone Maria
Dircileide Santos
27
Estudando Léon Denis: Estética: Belo, o Verdadeiro, o Bem
Livro: Síntese Doutrinária e Prática do Espiritismo
Angela Vidal
Walkiria
Sábado - 17h:30min
07
Aprendendo com André Luiz - Livro: Ação e Reação
Wantuil Rodrigues
Sara Castelo
14
 O Sentido da Vida
Wanda Luiza
Maria Cristina
21
O Natal de Jesus - Lucas, 2:14
Gilberto Marques
Antônio Oliveira
28
Vida Feliz - Lição LVII
Ivani Oliveira
Ana Maria
Ano Novo, com os dons do Cristo - Livro: Fonte Viva, lição 58
Antônio Oliveira

27 de nov. de 2019

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS
LEI DE ADORAÇÃO - CAPÍTULO 2

V – Politeísmo

       667. Por que o Politeísmo é uma das crenças mais antigas e mais espalhadas, se é falso?
       — A ideia de um Deus único só podia aparecer como resultado do desenvolvimento mental do homem. Incapaz, na sua ignorância, de conceber  um ser imaterial, sem forma determinada, agindo sobre a matéria, ele lhe havia dado os atributos da natureza corpórea, ou seja, uma forma e uma figura, e desde então tudo o que lhe parecia ultrapassar as proporções da inteligência comum tornava-se para ele uma divindade. Tudo quanto não compreendia devia ser obra de um poder sobrenatural, e disso a acreditar em tantas potências distintas quantos os efeitos pudesse ver não ia mais do que um passo. Mas em todos os tempos houve homens esclarecidos que compreenderam a impossibilidade dessa multidão de poderes para governar o mundo sem uma direção superior, e se elevaram ao pensamento de um Deus único.
      668. Os fenômenos espíritas sendo produzidos desde todos os tempos e conhecidos desde as primeiras eras do mundo, não podem ter contribuído para a crença da pluralidade dos deuses?
      — Sem dúvida, porque para os homens, que chamavam deus a tudo o que era sobre-humano, os Espíritos pareciam deuses. E também por isso quando um homem se distinguia entre os demais pelas suas ações, pelo seu gênio ou por um poder oculto que o vulgo não podia compreender, faziam dele um deus e lhe rendiam culto após a morte. (Ver item 603.)
Comentário de Kardec: A palavra deus tinha entre os antigos uma acepção muito extensa; não era, como em nossos dias, uma designação do Senhor da Natureza, mas uma qualificação genérica de todos os seres não pertencentes às condições humanas. Ora, tendo as manifestações espíritas lhes revelado a existência de seres incorpóreos que agem como forças da Natureza, eles os chamaram deuses, como nós os chamamos Espíritos. Uma simples questão de palavras. Com a diferença de que, em sua ignorância entretida deliberadamente pelos que tinham interesse em mantê-la, elevaram templos e altares lucrativos a esses seres, enquanto para nós eles não passam de criaturas nossas semelhantes mais ou menos perfeitas, despojadas de seu envoltório terreno. Se estudarmos com atenção os diversos atributos das divindades pagas, reconheceremos sem dificuldade todos os que caracterizam os nossos Espíritos, em todos os graus da escala espírita, seu estado físico nos mundos superiores, todas as propriedades do períspirito e o papel que exercem no tocante às coisas terrenas.
      O Cristianismo vindo aclarar o mundo com a sua luz divina, não podia destruir uma coisa que está na própria Natureza, mas fez que a adoração se voltasse para aquele a que realmente pertence. Quanto aos Espíritos, sua lembrança se perpetuou sob diversos nomes segundo os povos, e suas manifestações, que jamais cessaram, foram diversamente interpretadas e frequentemente exploradas sob o domínio do mistério.  Enquanto a religião as considerava como fenômenos miraculosos, os incrédulos as tomara por charlatanice. Hoje, graças a estudos mais sérios, feitos a plena luz o Espiritismo, liberto das ideias supersticiosas que o obscureceram através dos séculos, nos revela um dos maiores e mais sublimes princípios da Natureza.

23 de nov. de 2019

SUGESTÃO DE LEITURA

Este mês trazemos como sugestão o livro Relatos da Vida psicografia de Chico Xavier pelo espírito de Irmão X.


Resumo: Conta-nos Emmanuel que, numa das muitas reuniões de estudo no Plano Espiritual, um rapaz encarnado, trazido em sono, perguntou a Irmão X se ele não legaria novas produções para a edificação dos irmãos. A resposta foi que retomaria sim a pena, se o Senhor permitisse. No dia seguinte, Irmão X mostrou uma pasta antiga, da qual retirou vários retalhos de pergaminho contendo apontamentos valiosos e valiosos relatos da vida. O resultado é esta obra, recheada de ensinamentos sobre a vida no Mundo Espiritual, livre-arbítrio, fé, mediunidade, caridade, reforma íntima, fraternidade, pérolas para a nossa própria edificação

13 de nov. de 2019

ROTA DE LUZ - NOVEMBRO


           ELES VIVEM          

No dia dois de novembro, considerado o “Dia dos Mortos”, homenageamos aqueles que não estão mais fisicamente entre nós.
Nossa conduta deve ser de saudade, com um pensamento de amor e gratidão, pelos entes queridos que partiram para a verdadeira vida, a vida espiritual. 

Emmanuel, através de psicografia de Chico Xavier, esclarece que:

“Eles não morreram. Estão vivos! Eles sabem igualmente quanto dói a separação. Pensa neles com a saudade convertida em oração. A tua prece de amor representa acordes de esperança e devotamento, despertando-os para visões mais altas na vida.
Contempla os céus em que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite, mas sim ao encontro de Novo Despertar.” (1)

Gilberto Marques


  (1)     Livro: Retornaram Contando, Emmanuel/Chico Xavier




5 de nov. de 2019

AUTOR: IRMÃO JACOB

Irmão Jacob
Irmão Jacob é o pseudônimo escolhido por Frederico Figner para se manifestar a partir do mundo espiritual. Nascido em 2 de dezembro de 1866 na atual região da República Tcheca, deixou sua terra natal aos 16 anos, passou por vários locais antes de finalmente fixar residência no Brasil. De origem judaica, tornou-se próspero negociante e constituiu família com Esther Reys, união da qual foram gerados seis filhos, inclusive a pequena Rachel, que, tempos depois de desencarnada, materializou-se na presença do pai, em Belém (PA), com o auxílio da médium Anna Prado. Em 1903, o autor já participava de atividades da Federação Espírita Brasileira, local que trabalhou como tesoureiro, vice-presidente e membro do Conselho Fiscal, além de médium passista e receitista. Irmão Jacob contribuiu com a FEB Editora com o título: Voltei. Frederico Fígner desencarnou em 19 de janeiro de 1947, aos 81 anos, no Estado do Rio de Janeiro. (Fonte: Desconhecida.)




30 de out. de 2019

REUNIÕES PÚBLICAS - NOVEMBRO

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
05
Maria de Magdala - Livro: Boa Nova, lição 20
Maria Fausta
Maria Helena
12
Semeia a boa semente - ESE, XVII, 5 e 6
Luiz Fernando
Dora
19
Os Espíritos errantes - LE, 223 a 233
Fabricio Langoni
Ana Maria
26
Bem-aventurados os pobres de espírito - ESE, cap.VII
Denise Duarte
Marilza
Sextas - 20h
01
A afabilidade e a doçura - ESE, IX, 6
Camila Sanches
Heloise Barros
08
A importância do arrependimento - CI, VII, 16 a 20
Alan Maia
Dircileide
15
O sono e os sonhos - LE 400 a 412
Heloise Barros
Walkiyria
22
Vida Feliz - Lição LV
Claudia Vidal
Ivani
Não se turbe o Vosso Coração - João: 14:27
Gilberto Marques
29
Estudando Léon Denis: Os Espíritos. Deus.
Livro: Síntese Doutrinária e Prática do Espiritismo
Ângela Vidal
Nancy Sales
Sábado - 17h:30min
02
Aprendendo com André Luiz - Livro: Ação e Reação
Wantuil Rodrigues
Ivani Oliveira
09
Desapego - ESE, XVI, 14
Karina Ocanha
Maria Cristina
16
Felicidade e Infelicidade - LE 920 a 933
Priscila Chagas
Walkiria
23
Priscila Chagas - ESE, XXVII, 9 a 15
Sônia Formiga
Sara Castelo
25
Caridade desinteressada - LE 893 a 900
Dircileide
Antônio Jorge
Provas Voluntárias - ESE, V, 26
Karla Chaves

27 de out. de 2019

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS
LEI DE ADORAÇÃO - CAPÍTULO 2
IV - Da Prece

   658. A prece é agradável a Deus?
     — A prece é sempre agradável a Deus quando ditada pelo coração, porque a intenção é tudo para ele. A prece do coração é preferível à que podes ler, por mais bela que seja, se a leres mais com os lábios do que com o pensamento. A prece é agradável a Deus quando é proferida com fé, com fervor e sinceridade. Não creias, pois, que Deus seja tocado pelo homem vão, orgulhoso e egoísta, a menos que a sua prece represente um ato de sincero arrependimento e de verdadeira humildade.
     659. Qual o caráter geral da prece?
     — A prece é um ato de adoração. Fazer preces a Deus é pensar nele, aproximar-se dele, pôr-se em comunicação com ele. Pela prece podemos fazer três coisas: louvar, pedir e agradecer.
     660. A prece torna o homem melhor?
     — Sim, porque aquele que faz preces com fervor e confiança se torna mais forte contra as tentações do mal, e Deus lhe envia bons Espíritos para o assistir. É um socorro jamais recusado, quando o pedimos com sinceridade.
      660 – a) Como se explica que certas pessoas que oram muito sejam, apesar disso, de muito mau caráter, ciumentas, invejosas, implicantes, faltas de benevolência e de indulgência; que sejam até mesmo viciosas?
      — O essencial não é orar muito, mas orar bem. Essas pessoas julgam que todo o mérito está na extensão da prece e fecham, os olhos para os seus próprios defeitos. A prece é para elas uma ocupação, um emprego do tempo, mas não um estudo de si mesmas. Não é o remédio que é ineficaz, neste caso, mas a maneira de aplicá-lo.
      661. Pode-se pedir eficazmente a Deus o perdão das faltas?
      — Deus sabe discernir o bem e o mal; a prece não oculta as faltas. Aquele que pede a Deus o perdão de suas faltas não o obtém se não mudar de conduta. As boas ações são a melhor prece, porque os atos valem mais do que as palavras.
      662. Pode-se orar utilmente pelos outros?
      — O Espírito daquele que ora está agindo pela vontade de fazer o bem. Pela prece atrai a ele os bons Espíritos que se associam ao bem que deseja fazer.
Comentário de Kardec: Possuímos em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende muito além dos limites de nossa esfera corpórea. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se for ardente e sincera, pode chamar os bons Espíritos em auxílio daquele por quem pedimos, a fim de lhe sugerirem bons pensamentos e lhe darem a força necessária para o corpo e a alma. Mas ainda nesse caso a prece do coração é tudo e a dos lábios não é nada.


      663. As preces que fazemos por nós mesmos podem modificar a natureza das nossas provas 

e desviar-lhes o curso?
      — Vossas provas estão nas mãos de Deus e lia as que devem ser suportadas até o fim, mas Deus leva sempre em conta a resignação. A prece atrai a vós os bons Espíritos que vos dão a força de as suportar com coragem. Então elas vos parecem menos duras. Já o dissemos: a prece nunca é inútil, quando bem-feita, porque dá força, o que já é um grande resultado. Ajuda-te a ti mesmo e o céu te ajudará; tu sabes disso. Aliás, Deus não pode mudar a ordem da Natureza ao sabor de cada um, porque aquilo que é um grande mal do vosso ponto de vista mesquinho, para vossa vida efêmera, muitas vezes é um grande bem na ordem geral do Universo(1). Além. disso, de quantos males o homem é o próprio autor por sua imprevidência ou por suas faltas. Ele é punido no que pecou. Não obstante, os vossos justos pedidos são em geral mais escutados do que julgais. Pensais que Deus não vos ouviu porque não fez um milagre em vosso favor, quando, entretanto, vos assiste por meios tão naturais que vos parecem o efeito do acaso ou da força das circunstâncias. Frequentemente, ou o mais frequentemente, ele vos suscita o pensamento necessário para sairdes por vós mesmos do embaraço.
     664. É útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores, e nesse caso como pode as nossas preces lhes proporcionar consolo e abreviar os sofrimentos? Têm elas o poder de fazer dobrar-se a justiça de Deus?
     —A prece não pode ter o efeito de mudar os desígnios de Deus, mas a alma pela qual se ora experimenta alívio, porque é um testemunho de interesse que se lhe dá e porque o infeliz, v sempre consolado, quando encontra almas caridosas que compartilham as suas dores. De outro lado, pela prece provoca-se o arrependimento, desperta-se o desejo de fazer o necessário para se tornar feliz.  É nesse sentido que se pode abreviar a sua pena, se do seu lado ele contribui com a sua boa vontade. Esse desejo de melhora, excitado pela prece, atrai para o Espírito sofredor os Espíritos melhores que vêm esclarecê-lo, consolá-lo e dar-lhe esperanças. Jesus orava pelas ovelhas transviadas. Com isso vos mostrava que sereis culpados se nada fizerdes pelos que mais necessitam.
      665. Que pensar da opinião que rejeita a prece pelos mortos, por não estar prescrita nos Evangelhos?
      — O Cristo disse aos homens: amai-vos uns aos outros. Essa recomendação implica a de empregar todos os meios possíveis de testemunhar afeição aos outros, sem entrar, por isso mesmo, em nenhum detalhe sobre a maneira de atingir o objetivo. Se é verdade que nada pode desviar o Criador de aplicar a justiça, inerente a ele mesmo, a todas as ações do Espírito, não é menos verdade que a prece que lhe dirigis, em favor daquele que vos inspira afeição, é para este um testemunho de recordação que não pode deixar de contribuir para aliviar os seus sofrimentos e o consolar. Desde que ele revele o mais leve arrependimento, e somente então, será socorrido; mas isso não o deixará jamais esquecer que uma alma simpática se ocupou dele e lhe dará a doce crença de que a sua intercessão lhe foi útil. Disso resulta necessariamente, de sua parte, um sentimento de afeição por aquele que lhe deu essa prova de interesse e de piedade. Por conseguinte, o amor recomendado aos homens pelo Cristo não fez mais do que aumentar entre eles, e ambos obedeceram à lei de amor e de união de todos os seres, lei divina que deve conduzirá unidade, objetivo e fim do Espírito(1).
       666. Podemos orar aos Espíritos?
       — Podemos orar aos bons Espíritos como sendo os mensageiros de  Deus e os executores de seus desígnios, mas o seu poder está na razão da sua superioridade e decorre sempre do Senhor de todas as coisas, sem cuja  permissão nada se faz; eis porque as preces que lhes dirigimos só são eficazes se forem agradáveis a Deus. 


(1)  Resposta dada pelo Espírito do Sr. Monod, pastor protestante de Paris, falecido em abril de 1856. A resposta precedente, número 664, é do Espírito de São Luís.

19 de out. de 2019

SUGESTÃO DE LEITURA


Nossa sugestão de leitura para o mês de outubro é o livro Voltei de Irmão Jacob psicografado por Chico Xavier. Neste livro o autor espiritual narra suas experiências além-túmulo e cita Amaral Ornellas, o mentor espiritual da nossa Casa, como nesta passagem em Diálogo Surpreendente, capítulo 18.

...” Finda minha primeira observação pessoal de serviço, o obsessor fitou-me de maneira diferente. Pareceu-me não tanto agressivo. Revelava-se disposto a me entender a disposição fraterna. Porque eu esperasse maior soerguimento, habituado ao imediatismo da luta terrestre, Ornelas despertou-me, exclamando: -Não aguarde um reajustamento apressado. Se a semente exige tempo, com o frio e o calor, a chuva e o Sol, para germinar e produzir, por que motivo reclamar a realização de espiritualidade superior, de minuto para outro, no ser eterno? Plantemos e trabalhemos. Os resultados da boa iniciativa pertencem a Deus. Sobra-nos, meu caro, o prazer de servir. Tornaremos à questão na primeira oportunidade.
Admirado com a paciência do companheiro, segui-o sem hesitar.”
Sinopse: Antes da passagem, tudo me parecia infinitamente simples! Se a vida continua, para onde vai o Espírito depois da morte? Por meio da psicografia de Francisco Cândido Xavier, o Espírito Irmão Jacob narra suas experiências no Além-túmulo e esclarece temas como o desligamento do corpo físico, o intercâmbio mediúnico, o reajuste à nova vida e o reencontro com familiares e amigos. Por meio de histórias e comentários pessoais, o autor espiritual nos apresenta suas descobertas sobre a rotina que nos espera após a morte e a prática essencial do desenvolvimento pessoal para que possamos ter uma temporada feliz no retorno ao mundo espiritual.