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Terças - 14 h
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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DIRIGENTE
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01
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Bem-aventurados os aflitos - ESE,
V
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Sylvia Maria
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Selma
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08
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Períodos de desenvolvimento do Espiritismo - LE, Introdução, 3 a 5 e Conclusão 1 e 5
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Luiz Fernando
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Evalda
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15
|
Caracteres da perfeição - ESE,
XVII, itens 1 e 2
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Wilson
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Dircileide
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Conhecimento do passado - LM, XXVI, item 290
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Maria José
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22
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Irmãos em perigo - Agenda
Cristã, cap. 8
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Alice Maia
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Sylvia Maria
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Aparição dos Espíritos de pessoas vivas - LM, VII, itens 114 a 121
|
Ivone Maria
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29
|
A fé, a esperança e a caridade - Revista
Espírita, fev./1862
|
Roseli Sebastiana
|
Nancy Sales
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Sextas - 20h
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04
|
Em seu benefício - Agenda Cristã, cap. 6
|
Walkyria
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Heloise
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Origem do bem e do mal - LG, III, itens 1 a 10
|
Bruno Toscano
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11
|
Utilidade providencial da riqueza - ESE, XVI, itens 7 e 8
|
Bianca Cirillo
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Nancy Salles
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18
|
Deus: o Pai Nosso
|
Ângela Vidal
|
Walkyria
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25
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Desgosto da vida - LE, 943
a 957
|
Eloy Villela
|
Ângela Vidal
|
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Sábado - 17h:30min
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05
|
Aprendendo com André Luiz
|
Wantuil
|
Sylvia Maria
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12
|
Espíritos errantes - LE, 223
a 233
|
Maria Fausta
|
Walkyria
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|
19
|
Solicitação fraterna - Agenda
Cristã, cap. 7
|
Elysa
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Maria Cristina
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|
Questões sobre a natureza e da identidade dos Espíritos - LM, XXIV
|
Sara Castelo
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26
|
O homem de bem - ESE, XVII,
item 3
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Clodes Coutinho
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Nancy Sales
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29 de fev. de 2016
REUNIÕES PÚBLICAS
15 de fev. de 2016
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO VII
RETORNO A VIDA CORPORAL
361. De
onde vêm para o homem as suas qualidades morais, boas ou más?
— São
as do Espírito que está nele encarnado; quanto mais puro é esseEspírito, mais o
homem é propenso ao bem.
361
– a) Parece resultar daí que o homem de bem é a encarnação de um bom Espírito,
e o homem vicioso, a de um mau Espírito?
— Sim,
mas dize antes que é um Espírito imperfeito, pois de outra forma se
poderia crer nos Espíritos sempre maus, a que chamais demônios.
362. Qual
o caráter dos indivíduos em que se encarnam os Espíritos brejeiros e levianos?(1)
— São
estouvados, espertos e, algumas vezes, seres malfazejos.
363. Os
Espíritos têm paixões estranhas à Humanidade?
— Não;
se assim fosse, vós também as teríeis.
364. É
o mesmo Espírito que dá ao homem as qualidades morais e as da inteligência?
— Seguramente
que é o mesmo, e na razão do grau a que tenha chegado. O homem não tem em
si dois Espíritos.
365. Por
que os homens mais inteligentes, que revelam um Espírito superior neles
encarnados, são, às vezes, ao mesmo tempo, profundamente viciosos?
— É
que Espírito encarnado não é bastante puro, e o homem cede à influência de
outros Espíritos ainda piores. O Espírito progride numa marcha ascendente
insensível, mas o progresso não se realiza simultaneamente em todos os
sentidos; num período ele pode avançar em ciência, num outro em moralidade.
366. Que
pensar da opinião segundo a qual as diferentes faculdades intelectuais e morais
do homem seriam o produto de outros tantos Espíritos diversos, nele
encarnados, tendo cada qual uma aptidão especial?
— Refletindo-se
a respeito, reconhece-se que é absurda. O Espírito deve ter todas as
aptidões. Para poder progredir, necessita de uma vontade única.
Se o homem fosse um amálgama de
Espíritos, essa vontade não existiria e ele não teria individualidade,
pois, na sua morte, todos esses Espíritos seriam como um bando de
pássaros livres da gaiola.
O homem
se queixa muitas vezes de não compreender algumas coisas, mas é curioso
ver-se como ele multiplica as dificuldades, quando tem em mãos uma
explicação muito simples e natural. Isso é ainda tomar o efeito pela
causa; fazer com o homem o que os pagãos faziam com Deus. Eles criam em
tantos deuses quantos os fenômenos do universo. Mas, mesmo entre eles, as
pessoas sensatas não viam nesses fenômenos mais do que efeitos, tendo por
causa um Deus único.
Comentário de Kardec: O mundo
físico e o mundo moral nos oferecem, a respeito, numerosos pontos de
comparação. Acreditou-se na multiplicidade da matéria, enquanto o exame se
detinha na aparência dos fenômenos; hoje, compreende-se que esses fenômenos tão
variados podem não ser mais do que modificações de uma matéria
elementar única. As diversas faculdades são manifestações de uma
mesma causa que é a alma,ou do Espírito encarnado, e não de muitas almas, como
os diferentes sons do órgão são produtos de uma mesma espécie de ar, e não de
tantas espécies de ar quantos forem os sons. Desse sistema resultaria que,
quando um homem perde ou adquire certas aptidões, certas tendências, isso
significa que outros tantos Espíritos o possuíram ou deixaram, o que o tornaria
um ser múltiplo, sem individualidade e, conseqüentemente, sem responsabilidade.
Isto, além do mais, é contraditado pelos tão numerosos exemplos de
manifestações em que os Espíritos provam sua personalidade e sua identidade.
(1) No original: “Esprits
folieis e légers”. Alguns traduzem por “duendes”, porque,
em francês, “espritftillet” é duende. No caso presente, porém,
o acréscimo do adjetivo “légers” e a própria sequência do
assunto parecem dar razão à nossa tradução. (N. do T)
6 de fev. de 2016
EMMANUEL NOS FALA SOBRE O CARNAVAL
Nenhum
espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das
criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as
consciências, nas festas carnavalescas.
É
lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a
mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados
destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se
verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o
título de civilização.
Enquanto
os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens,
lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios
inapreciáveis do progresso
espiritual,
a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e
necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a
revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há
nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva
nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os
reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto
há miseráveis que
estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas
contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de
obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento
austero dos deveres sociais e divinos.
Ação
altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em
semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um
carinho.
Ao lado dos mascarados da pseudoalegria,
passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e
sofredoras.
Por
que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com
os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha
abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que
os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas
despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades,
para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as
almas.
É
incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir
superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado
junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um
eloquente atestado de sua miséria moral.
Emmanuel
Psicografado pelo
médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939 / Revista Internacional de
Espiritismo, Janeiro de 2001
5 de fev. de 2016
PROGRAMAÇÃO PARA OS DIAS DE CARNAVAL
|
PROGRAMAÇÃO PARA OS DIAS DE CARNAVAL
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|||||
|
DIA
|
HORÁRIO
|
TEMA
|
RESPONSÁVEL
|
DIRIGENTE
|
|
|
06
|
SÁBADO
|
9:00h
|
Consumismo - ESE, cap. XVI, 09 a 15
|
Sylvia Maria
|
Nancy
|
|
07
|
DOMINGO
|
Incertezas (desemprego) - ESE, cap. XXV
|
Gilberto Marques
|
Ivone Maria
|
|
|
08
|
SEGUNDA
|
Fragilidade das relações familiares -
ESE, cap. XXII e XIV, item 9
|
Sara Castelo
|
Walquíria
|
|
|
09
|
TERÇA
|
Violência - LE, 3a parte, cap.
VI
|
Ivone Maria
|
Manoel
|
|
31 de jan. de 2016
REUNIÕES PÚBLICAS
Terças - 14 h
|
|||
DIA
|
TEMA
|
EXPOSITOR
|
DIRIGENTE
|
02
|
O Sermão da Montanha
|
Sylvia Maria
|
Selma
|
09
|
Carnaval
|
________
|
________
|
16
|
Profissão de Fé Espírita Raciocinada
- ObrasPóstumas - 1ª parte
|
Ivone Maria
|
Evalda
|
23
|
Em favor de você mesmo - Agenda Cristã, cap. 4
|
Alice
|
Dircileide
|
A ingratidão dos filhos e os laços de família - ESE- Cap. XIV, item 9
|
Nancy
|
||
Sextas - 20h
|
|||
05
|
Parábola do Bom
Samaritano - ESE - Cap. XV
|
Heloíse
|
Walquíria
|
12
|
Desigualdade das riquezas/ Provas de riqueza e de miséria - LE, 808 a
816
|
Gilberto
|
Ângela
|
19
|
A Música Celeste - Obras Póstumas - 1ª parte
|
Bernardo
|
Heloíse
|
26
|
Medicamentos Evangélicos - Agenda Cristã, cap. 5
|
Walquíria
|
Nancy
|
A presença dos avós
|
Angela
|
||
Sábado - 17h:30min
|
|||
06
|
Carnaval
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________
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________
|
13
|
Privilégios Cristãos - Agenda Cristã, cap. 3
|
Antônio
|
Maria Cristina
|
Igualdade de direitos do homem e da mulher - LE, 817 a 822
|
Sara
|
||
20
|
Fora da Caridade não há salvação - ESE - Cap.15, 8 a 10
|
Sylvia
|
Walquíria
|
27
|
O Homem Integral
|
Karina
|
Sara
|
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