30 de out. de 2019

REUNIÕES PÚBLICAS - NOVEMBRO

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
05
Maria de Magdala - Livro: Boa Nova, lição 20
Maria Fausta
Maria Helena
12
Semeia a boa semente - ESE, XVII, 5 e 6
Luiz Fernando
Dora
19
Os Espíritos errantes - LE, 223 a 233
Fabricio Langoni
Ana Maria
26
Bem-aventurados os pobres de espírito - ESE, cap.VII
Denise Duarte
Marilza
Sextas - 20h
01
A afabilidade e a doçura - ESE, IX, 6
Camila Sanches
Heloise Barros
08
A importância do arrependimento - CI, VII, 16 a 20
Alan Maia
Dircileide
15
O sono e os sonhos - LE 400 a 412
Heloise Barros
Walkiyria
22
Vida Feliz - Lição LV
Claudia Vidal
Ivani
Não se turbe o Vosso Coração - João: 14:27
Gilberto Marques
29
Estudando Léon Denis: Os Espíritos. Deus.
Livro: Síntese Doutrinária e Prática do Espiritismo
Ângela Vidal
Nancy Sales
Sábado - 17h:30min
02
Aprendendo com André Luiz - Livro: Ação e Reação
Wantuil Rodrigues
Ivani Oliveira
09
Desapego - ESE, XVI, 14
Karina Ocanha
Maria Cristina
16
Felicidade e Infelicidade - LE 920 a 933
Priscila Chagas
Walkiria
23
Priscila Chagas - ESE, XXVII, 9 a 15
Sônia Formiga
Sara Castelo
25
Caridade desinteressada - LE 893 a 900
Dircileide
Antônio Jorge
Provas Voluntárias - ESE, V, 26
Karla Chaves

27 de out. de 2019

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS
LEI DE ADORAÇÃO - CAPÍTULO 2
IV - Da Prece

   658. A prece é agradável a Deus?
     — A prece é sempre agradável a Deus quando ditada pelo coração, porque a intenção é tudo para ele. A prece do coração é preferível à que podes ler, por mais bela que seja, se a leres mais com os lábios do que com o pensamento. A prece é agradável a Deus quando é proferida com fé, com fervor e sinceridade. Não creias, pois, que Deus seja tocado pelo homem vão, orgulhoso e egoísta, a menos que a sua prece represente um ato de sincero arrependimento e de verdadeira humildade.
     659. Qual o caráter geral da prece?
     — A prece é um ato de adoração. Fazer preces a Deus é pensar nele, aproximar-se dele, pôr-se em comunicação com ele. Pela prece podemos fazer três coisas: louvar, pedir e agradecer.
     660. A prece torna o homem melhor?
     — Sim, porque aquele que faz preces com fervor e confiança se torna mais forte contra as tentações do mal, e Deus lhe envia bons Espíritos para o assistir. É um socorro jamais recusado, quando o pedimos com sinceridade.
      660 – a) Como se explica que certas pessoas que oram muito sejam, apesar disso, de muito mau caráter, ciumentas, invejosas, implicantes, faltas de benevolência e de indulgência; que sejam até mesmo viciosas?
      — O essencial não é orar muito, mas orar bem. Essas pessoas julgam que todo o mérito está na extensão da prece e fecham, os olhos para os seus próprios defeitos. A prece é para elas uma ocupação, um emprego do tempo, mas não um estudo de si mesmas. Não é o remédio que é ineficaz, neste caso, mas a maneira de aplicá-lo.
      661. Pode-se pedir eficazmente a Deus o perdão das faltas?
      — Deus sabe discernir o bem e o mal; a prece não oculta as faltas. Aquele que pede a Deus o perdão de suas faltas não o obtém se não mudar de conduta. As boas ações são a melhor prece, porque os atos valem mais do que as palavras.
      662. Pode-se orar utilmente pelos outros?
      — O Espírito daquele que ora está agindo pela vontade de fazer o bem. Pela prece atrai a ele os bons Espíritos que se associam ao bem que deseja fazer.
Comentário de Kardec: Possuímos em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende muito além dos limites de nossa esfera corpórea. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se for ardente e sincera, pode chamar os bons Espíritos em auxílio daquele por quem pedimos, a fim de lhe sugerirem bons pensamentos e lhe darem a força necessária para o corpo e a alma. Mas ainda nesse caso a prece do coração é tudo e a dos lábios não é nada.


      663. As preces que fazemos por nós mesmos podem modificar a natureza das nossas provas 

e desviar-lhes o curso?
      — Vossas provas estão nas mãos de Deus e lia as que devem ser suportadas até o fim, mas Deus leva sempre em conta a resignação. A prece atrai a vós os bons Espíritos que vos dão a força de as suportar com coragem. Então elas vos parecem menos duras. Já o dissemos: a prece nunca é inútil, quando bem-feita, porque dá força, o que já é um grande resultado. Ajuda-te a ti mesmo e o céu te ajudará; tu sabes disso. Aliás, Deus não pode mudar a ordem da Natureza ao sabor de cada um, porque aquilo que é um grande mal do vosso ponto de vista mesquinho, para vossa vida efêmera, muitas vezes é um grande bem na ordem geral do Universo(1). Além. disso, de quantos males o homem é o próprio autor por sua imprevidência ou por suas faltas. Ele é punido no que pecou. Não obstante, os vossos justos pedidos são em geral mais escutados do que julgais. Pensais que Deus não vos ouviu porque não fez um milagre em vosso favor, quando, entretanto, vos assiste por meios tão naturais que vos parecem o efeito do acaso ou da força das circunstâncias. Frequentemente, ou o mais frequentemente, ele vos suscita o pensamento necessário para sairdes por vós mesmos do embaraço.
     664. É útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores, e nesse caso como pode as nossas preces lhes proporcionar consolo e abreviar os sofrimentos? Têm elas o poder de fazer dobrar-se a justiça de Deus?
     —A prece não pode ter o efeito de mudar os desígnios de Deus, mas a alma pela qual se ora experimenta alívio, porque é um testemunho de interesse que se lhe dá e porque o infeliz, v sempre consolado, quando encontra almas caridosas que compartilham as suas dores. De outro lado, pela prece provoca-se o arrependimento, desperta-se o desejo de fazer o necessário para se tornar feliz.  É nesse sentido que se pode abreviar a sua pena, se do seu lado ele contribui com a sua boa vontade. Esse desejo de melhora, excitado pela prece, atrai para o Espírito sofredor os Espíritos melhores que vêm esclarecê-lo, consolá-lo e dar-lhe esperanças. Jesus orava pelas ovelhas transviadas. Com isso vos mostrava que sereis culpados se nada fizerdes pelos que mais necessitam.
      665. Que pensar da opinião que rejeita a prece pelos mortos, por não estar prescrita nos Evangelhos?
      — O Cristo disse aos homens: amai-vos uns aos outros. Essa recomendação implica a de empregar todos os meios possíveis de testemunhar afeição aos outros, sem entrar, por isso mesmo, em nenhum detalhe sobre a maneira de atingir o objetivo. Se é verdade que nada pode desviar o Criador de aplicar a justiça, inerente a ele mesmo, a todas as ações do Espírito, não é menos verdade que a prece que lhe dirigis, em favor daquele que vos inspira afeição, é para este um testemunho de recordação que não pode deixar de contribuir para aliviar os seus sofrimentos e o consolar. Desde que ele revele o mais leve arrependimento, e somente então, será socorrido; mas isso não o deixará jamais esquecer que uma alma simpática se ocupou dele e lhe dará a doce crença de que a sua intercessão lhe foi útil. Disso resulta necessariamente, de sua parte, um sentimento de afeição por aquele que lhe deu essa prova de interesse e de piedade. Por conseguinte, o amor recomendado aos homens pelo Cristo não fez mais do que aumentar entre eles, e ambos obedeceram à lei de amor e de união de todos os seres, lei divina que deve conduzirá unidade, objetivo e fim do Espírito(1).
       666. Podemos orar aos Espíritos?
       — Podemos orar aos bons Espíritos como sendo os mensageiros de  Deus e os executores de seus desígnios, mas o seu poder está na razão da sua superioridade e decorre sempre do Senhor de todas as coisas, sem cuja  permissão nada se faz; eis porque as preces que lhes dirigimos só são eficazes se forem agradáveis a Deus. 


(1)  Resposta dada pelo Espírito do Sr. Monod, pastor protestante de Paris, falecido em abril de 1856. A resposta precedente, número 664, é do Espírito de São Luís.

19 de out. de 2019

SUGESTÃO DE LEITURA


Nossa sugestão de leitura para o mês de outubro é o livro Voltei de Irmão Jacob psicografado por Chico Xavier. Neste livro o autor espiritual narra suas experiências além-túmulo e cita Amaral Ornellas, o mentor espiritual da nossa Casa, como nesta passagem em Diálogo Surpreendente, capítulo 18.

...” Finda minha primeira observação pessoal de serviço, o obsessor fitou-me de maneira diferente. Pareceu-me não tanto agressivo. Revelava-se disposto a me entender a disposição fraterna. Porque eu esperasse maior soerguimento, habituado ao imediatismo da luta terrestre, Ornelas despertou-me, exclamando: -Não aguarde um reajustamento apressado. Se a semente exige tempo, com o frio e o calor, a chuva e o Sol, para germinar e produzir, por que motivo reclamar a realização de espiritualidade superior, de minuto para outro, no ser eterno? Plantemos e trabalhemos. Os resultados da boa iniciativa pertencem a Deus. Sobra-nos, meu caro, o prazer de servir. Tornaremos à questão na primeira oportunidade.
Admirado com a paciência do companheiro, segui-o sem hesitar.”
Sinopse: Antes da passagem, tudo me parecia infinitamente simples! Se a vida continua, para onde vai o Espírito depois da morte? Por meio da psicografia de Francisco Cândido Xavier, o Espírito Irmão Jacob narra suas experiências no Além-túmulo e esclarece temas como o desligamento do corpo físico, o intercâmbio mediúnico, o reajuste à nova vida e o reencontro com familiares e amigos. Por meio de histórias e comentários pessoais, o autor espiritual nos apresenta suas descobertas sobre a rotina que nos espera após a morte e a prática essencial do desenvolvimento pessoal para que possamos ter uma temporada feliz no retorno ao mundo espiritual.


30 de set. de 2019

ROTA DE LUZ - OUTUBRO


AMARAL ORNELLAS


Outubro é o mês de aniversário do nosso Mentor Espiritual, Adolpho Oscar do Amaral Ornellas, nascido em 20 de outubro de 1885.


É um momento de júbilo, pela oportunidade de relembrar a sua trajetória de luz. Dedicado expositor Espírita divulga, com brilhantismo, a Doutrina Espírita em uma época de perseguição aos espíritas. O seu trabalho, proporcionou o alicerce do Consolador Prometido em nossa Pátria. Poeta e escritor utilizou sua arte para consolar os aflitos sendo um exemplo da prática da caridade, em favor do próximo.

Sua empatia era tamanha que participada da dor dos aflitos e dos seus olhos brotavam as lágrimas, geradoras do bálsamo da esperança, consolando e acolhendo aquele que o procurava.
Era a luz que se fazia, dissipando as trevas...

Obrigada, Amaral Ornellas!

Gilberto Marques

REUNIÕES PÚBLICAS

Terças - 14 h
DIA
TEMA
EXPOSITOR
DIRIGENTE
01
O amor sempre vence - Livro: 50 Anos Depois
Gilberto Marques
Dora
08
O Mundo de Regeneração - GE, XVIII, 27 a 35 e ESE, III, 3 a 5
Joaquim Couto
Marilza
15
Tema Livre
Ângela Vidal
Walkiria
22
Caridade para com os criminosos - ESE, XI, 14
Ana Gonçalves
Ana Maria
29
Nem todos entrarão no Reino dos Céus - ESE, XVIII, 6 a 9
Sara Castelo
Maria Helena
Sextas - 20h
04
Influência oculta dos Espíritos - LE, 456 a 472
Adauto Valverde
Ivone Maria
11
A desgraça real - ESE, V, 24
Camila Sanches
Walkiria
18
Apresentar a outra face - ESE, XII, 7 e 8
Helena Ferreira
Gilberto Marques
25
Estudando Léon Denis: O Homem
Livro: Síntese Doutrinária e Prática do Espiritismo
Angela Vidal
Nancy Sales
Sábado - 17h:30min
05
Aprendendo com André Luiz - Livro: Ação e Reação
Wantuil Rodrigues
Maria Cristina
12
Allan Kardec, o educador e o codificador
Gilberto Marques
Sara Castelo
19
Homenagem a Amaral Ornellas
Bernardo Marques
Ivani Oliveira
26
Conhece-te a ti mesmo - LE 919
Cecília Vanessa
Antônio Oliveira