29 de out. de 2020

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

 TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS

LEI DA ~CONSERVAÇÃO - CAPÍTULO 5

II – Meios de Conservação

704. Deus, dando ao homem a necessidade de viver, sempre lhe forneceu os meios para isso?

    — Sim, e se ele não os encontra é por falta de compreensão. Deus não podia dar ao homem a necessidade de viver sem lhe dar também os meios. É por isso que faz a terra produzir de maneira a fornecer o necessário a todos os seus habitantes, pois só o necessário é útil; o supérfluo jamais o é.

       705. Por que a terra nem sempre produz bastante para fornecer o necessário ao homem?

       — E que o homem a negligência, o ingrato, e no entanto ela é uma excelente mãe.  Frequentemente ele ainda acusa a Natureza pelas consequências da sua imperícia ou da sua imprevidência. A terra produziria sempre o necessário, se o homem soubesse contentar-se. Se ela não supre a todas as necessidades é porque o homem emprega no supérfluo o que se destina ao necessário. Vede o árabe no deserto como encontra sempre do que viver, porque não cria necessidades fictícias. Mas quando metade dos produtos é desperdiçada na satisfação de fantasias, deve o homem se admirar de nada encontrar no dia seguinte e tem razão de se lastimar por se achar desprevenido quando chega o tempo de escassez? Na verdade, eu vos digo que não é a Natureza a imprevidente, é o homem que não sabe regular-se.

      706. Como bens da terra devemos entender apenas os produtos do solo?

      — O solo é a fonte primeira de que decorrem todos os outros recursos, porque esses recursos, em última instância, são apenas uma transformação dos produtos do solo. É por isso que devemos entender pelos bens da terra tudo quanto o homem pode gozar nesse mundo.

      707. Os meios de subsistência faltam frequentemente a certos indivíduos, mesmo em meio da abundância que os cerca; a que se deve ligar esse fato?

      — Ao egoísmo dos homens que nem sempre fazem o que devem; em seguida, e o mais frequentemente, a eles mesmos. Buscai e achareis; estas palavras não querem dizer que seja suficiente olhar para a terra a fim de encontrar o que se deseja, mas que é necessário procurar com ardor e perseverança, e não com displicência, sem se deixar desanimar pelos obstáculos que muito frequentemente não passam de meios de pôr à prova a vossa constância, a vossa paciência e a vossa firmeza. (Ver item 534.)

Comentário de Kardec: Se a civilização multiplica as necessidades, também multiplica as fontes de trabalho e os meios de vida; mas é preciso convir que nesse sentido ainda muito lhe resta a fazer. Quando ela tiver realizado a sua obra. ninguém poderá dizer que lhe falte o necessário, a menos que o falte por sua própria culpa. O mal, para muitos, é viverem uma vida que não é a que a Natureza lhes traçou; é então que lhes falta a inteligência para vencerem. Há para todos um lugar ao sol, mas com a condição de cada qual tomar o seu e não o dos outros. A Natureza não poderia ser responsável pelos vícios da organização social e pelas consequências da ambição e do amor-próprio.                       

     Seria preciso ser cego, entretanto, para não se reconhecer o progresso que nesse sentido têm realizado os povos mais adiantados.

     Graças aos louváveis esforços que a Filantropia e a Ciência, reunidas, não cessam de fazer para a melhoria da condição material dos homens, e malgrado o crescimento incessante das populações, a insuficiência da produção é atenuada, pelo menos em grande parte, e os anos mais calamitosos nada têm de comparável aos de há bem pouco tempo. A higiene pública, esse elemento tão essencial da energia e da saúde, desconhecido por nossos pais, é objeto de uma solicitude esclarecida; o infortúnio e o sofrimento encontram lugares de refúgio; por toda parte a Ciência é posta em ação, contribuindo para o acréscimo do bem-estar. Pode-se dizer que atingimos a perfeição? Oh! certamente que não. Mas o que já se fez dá-nos a medida do que pode ser feito, com perseverança, se o homem for bastante sensato para procurar a sua felicidade nas coisas positivas e sérias e não nas utopias que o fazem recuar em vez de avançar.

     708. Não há situações em que os meios de subsistência não dependem absolutamente da vontade do homem e a privação do necessário, até o mais imperioso, é uma consequência das circunstâncias?

     — E uma prova frequentemente cruel que o homem deve sofrer e à qual subia que seria exposto; seu mérito está na submissão à vontade de Deus, se a sua inteligência não lhe fornecer algum meio de sair da dificuldade. Se a morte deve atingi-lo, ele deverá submeter-se sem lamentar, pensando que a hora da verdadeira liberdade chegou e que o desespero do momento final pode fazê-lo perder o fruto de sua resignação.

     709. Aqueles que em situações críticas se viram obrigados a sacrificar os semelhantes para matar a fome, cometeram com isso um crime? Se houve crime, é ele atenuado pela necessidade de viver que o instinto de conservação lhes dá?

     — Já respondi, ao dizer que há mais mérito em sofrer todas as provas da vida com abnegação e coragem. Há homicídio e crime de lesa-natureza, que devem ser duplamente punidos.

     710. Nos mundos onde a organização é mais apurada, os seres vivos têm necessidade de alimentação?

     — Sim, mas os seus alimentos estão em relação com a sua natureza. Esses alimentos não seriam tão substanciais para os vossos estômagos grosseiros; da mesma maneira, eles não poderiam digerir os vossos.

24 de out. de 2020

AUTOR: CAIBAR SCHUTEL

Cairbar Schutel 

Cairbar de Souza Schutel foi um dos maiores vultos do Espiritismo brasileiro. Encarnado em 22 de Setembro de 1868 na cidade do Rio de Janeiro, filho do negociante Anthero de Souza Schutel e de D. Rita Tavares Schutel, e desencarnado na cidade de Matão, Estado de São Paulo, no dia 30 de Janeiro de 1938, tornou-se incansável propagador da Doutrina Espírita, conseguindo realizar uma obra das mais admiráveis, revelando uma operosidade sem par e uma fé inquebrantável nos ideais reencarnacionistas. Órfão de pai e de mãe antes dos dez anos! A prova maior porque teria de passar seu espírito amoroso, extremamente sensível! Seu avô, Doutor Henrique Schutel, tomou o neto a seus cuidados, matriculando o menino no Imperial Colégio de Pedro II, onde Cairbar estudou até o segundo ano. Não desejando continuar os estudos, abandonou a casa do avô, e se tornou independente, trabalhando como prático de farmácia, de manhã até tarde da noite. Aos 17 anos de idade, Cairbar Schutel já era um bom prático de farmácia e, como não gostasse da vida na antiga Capital da República, ou se sentisse atraído para o interior, abandonou o Rio de Janeiro e, com o espírito povoado de idealismo e sonhos de realização, rumou para o Estado de São Paulo. Localizou-se primeiramente na cidade de Piracicaba, onde dirigiu a Farmácia Neves, e posteriormente em Araraquara e Matão. Naquela época a cidade de Matão era um lugarejo de roça, com mataria grossa a enfeitá-la com algumas poucas casas. Lutando para que a cidade se emancipasse do município de Araraquara, Cairbar Schutel contribuiu de modo decisivo para que Matão subisse à categoria de Município, tendo sido o primeiro Presidente de sua Câmara Municipal (1889). Na política, Cairbar não enfrentava oposição, pois pela sua humildade conseguia conquistar os corações de todos, tendo mesmo adquirido, com seus próprios recursos, o prédio para a instalação da Câmara Municipal. Havia em Matão um amigo seu de nome Manuel Pereira do Prado, mais conhecido por Manuel Calixto, cujo pai era o espírita da localidade. Procurado por Cairbar, o pai de Manuel lhe asseverou que havia dois anos que não fazia mais sessões espíritas, pois ali só se comunicavam, Espíritos atrasados, que pediam missas, e os pedidos eram tantos que ele tinha que arrumar dinheiro para encomendar as missas. Cairbar não se preocupou com a opinião do velho Calixto e fez questão de assistir a um trabalho mediúnico, no qual Calixto recebeu uma mensagem de elevado punho espiritual que muito agradou ao futuro missionário. Tempos depois, surgiram nele diversas mediunidades, sobressaindo a da psicografia, por meio da qual o pai se manifestou, provando a sua sobrevivência. Foi então que Cairbar resolveu aprofundar-se no conhecimento doutrinário, estudando as obras básicas de Allan Kardec e todas as outras publicadas em português. Convertido ao Espiritismo, Cairbar Schutel fundou, no dia 15 de jJulho de 1905, o Centro Espírita Amantes da Pobreza, o primeiro em toda aquela zona paulista. Não satisfeito com isso, fundou em 15 de agosto de 1905 o jornal O Clarim, e, no dia 15 de Fevereiro de 1925, de colaboração com o grande idealista Luís Carlos de Oliveira Borges, que lhe franqueou os meios materiais, lançava a Revista Internacional do Espiritismo. Esses órgãos circulam até hoje, representando exemplo vivo de luta e de persistência. Sabia ser amigo dos párias da vida. Sempre feliz no seu receituário, transformou-se em autêntico Médico dos pobres e Pai da Pobreza de Matão, pois receitava e dava gratuitamente os remédios. Sua residência tornou-se numa espécie de Casa dos Pobres, saindo dali diariamente muita gente sobraçando embrulhos de víveres, roupas e até lenha. O sentimento de amor ao próximo teve nele um modelo digno de ser imitado. Atos de desprendimento e de renúncia eram coisas comuns para ele. Casou-se, em Itápolis, com D. Maria Elvira da Silva (Mariquinhas). Dessa união não houve filhos, tendo a consorte precedido o velho Schutel na vida de além túmulo. Polemista emérito, jamais se curvou as injunções e às perseguições que naqueles tempos se moviam ao Espiritismo. Os próprios adversários do Espiritismo não tinham coragem de atacá-lo, tão grande era a sua projeção moral. E a grandeza da sua dedicação fazia que o estimassem, cheios de respeito. Cairbar Scutel é conhecido nos meios espíritas como o Apóstolo de Matão, e o Espiritismo teve nele zeloso e esforçado propagador e um dos mais ardentes idealistas. Sua memória é cultivada com carinho e admiração. Cercado da consideração de seus familiares e de numerosos espíritas, desencarnou no dia 30 de janeiro de 1938. O povo de Matão havia perdido materialmente o Pai da Pobreza. Todos os espíritas do Brasil e quiçá do mundo sentiram tão valiosa perda. (Fonte: Grandes Espíritas do Brasil, Zêus Wantuil.)

Fonte: https://www.febnet.org.br/ba/file/Pesquisa/Textos/Cairbar%20Schutel.pdf

7 de set. de 2020

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS

LEI DA ~CONSERVAÇÃO - CAPÍTULO 5

I – Instinto de Conservação

      702. O instinto de conservação é uma lei da Natureza?

     — Sem dúvida. Todos os seres vivos o possuem, qualquer que seja o seu grau de inteligência; nuns é puramente mecânico e noutros é racional.

     703. Com que fim Deus concedeu a todos os seres vivos o instinto de conservação?

     — Porque todos devem colaborar nos desígnios da Providência. Foi por isso que Deus lhes deu a necessidade de viver. Depois, a vida é necessária ao aperfeiçoamento dos seres; eles o sentem instintivamente, sem disso se aperceberem.


SUGESTÃO DE LEITURA

Este mês trazemos como  sugestão de leitura o livro Cinquenta anos depois de Emmanuel pela psicografia de Francisco C. Xavier. 

Neste romance Emmanuel conta-nos uma história ligada ao Cristianismo do século II. Nele, alguns personagens do livro “Há Dois Mil Anos” voltam à jornada terrena vivenciando, de modo claro, a lei de causa e efeito. Um dos personagens centrais daquela obra, o Senador Públio Lentulus, apresenta-se nesta em uma nova roupagem, encarnado como um escravo: Nestório. 

Sinopse:

Somente os séculos de trabalho e dor poderão anular os séculos de egoísmo, orgulho e ambição que nos conduziram à iniquidade! Passados cinquenta anos de sua trajetória como o senador Publius Lentulus, o Espírito Emmanuel retorna à existência terrena em uma realidade totalmente diferente da anterior. Como o escravo Nestório, o autor espiritual vivencia a lei de causa e efeito e reencontra alguns personagens apresentados no livro Há dois mil anos, enquanto percorre um caminho de aprendizado sobre orgulho e vaidade, sob sincera misericórdia do Senhor. A psicografia do médium Francisco Cândido Xavier apresenta ainda a história da jovem Célia, mulher de coração sublime que vivenciou as lições de Jesus de maneira profunda e intensamente influenciou Nestório com exemplos de humildade e calma em pleno Cristianismo nascente do século II.

Fonte: https://www.febeditora.com.br/cinquenta-anos-depois

19 de ago. de 2020

56 ANOS DA SEMANA CONFRATERNATIVA DAS CASAS ESPÍRITAS DO MEIER E ADJACÊNCIAS

Esse ano o encontro das Casas Espíritas do Méier e Adjacências será realizada pelo canal do Youtube, através do link abaixo. https://www.youtube.com/playlist?list=PLcg1dnkRjtWGzPzV5IEldL8QVtqX28AJc

Nossa Casa será representada por Ângela Vidal, com palestra no dia 28/08/2020 às 20h.

                        23/08/2020 - Domingo - 16h    

Centro Espírita João Batista

Página do jovem: Renata Lopes dos Santos

Tema: "Saúde do espírito "

Expositor: Sérgio Breves

24/08/2020 - Segunda-feira - 20h

Centro Espírita Nair Montez de Castro

Tema: "Benefício do cultivo do bom ânimo em nossas vidas"

Expositor: Mercedes Vega Villas

25/08/2020 - Terça-feira - 20h

Grupo Espírita Fabiano

Tema: "Transição, pandemia e regeneração "

Expositor: Cristina Delou

26/08/2020 - Quarta-feira - 20h

Grêmio Espírita Nazareno

Tema: "Bem-aventurados os puros de coração"

Expositor: Geraldo Ferreira

27/08/2020 - Quinta-feira - 20h

Agremiação Espírita Pedro II

Tema: "As três principais causas das doenças "

Revista Espírita, fevereiro/1867

Expositor: Breno Araújo

28/08/2020 - Sexta-feira - 20h

Centro Espírita Amaral Ornellas

Tema:"Bem-aventurados os aflitos "

Expositor: Ângela Vidal

29 /08/2020 - Sábado - 16h

Grupo Espírita Discípulos de Francisco de Paula

Tema: "Bezerra de Menezes"

Expositor: Luciana Marins

30/08/2020 - Domingo - 16h

União Espírita Suburbana

Tema: "O Cristo Consolador"

O Evangelho Segundo o Espiritismo

 Expositor: Deusa Nogueira

 

SUGESTÃO DE LEITURA

Este mês trazemos como  sugestão de leitura o livro Há Dois Mil Anos de Emmanuel pela psicografia de Francisco C. Xavier. 

Emmanuel neste livro narra os principais fatos da sua existência como o orgulhoso senador romano Públio Lentulus, designado para alto cargo na região da Palestina, entre os quais estão o encontro com Jesus.

Sinopse:

Quando eu errava no mundo Triste e só, no meu caminho, Chegaste, devagarinho, E enchesteme o coração. A partir da psicografia de Francisco Cândido Xavier, o Espírito Emmanuel descreve a existência física em que foi Publius Lentulus, orgulhoso senador designado para alto cargo na região da Palestina quando Jesus apresentava os ensinos de seu evangelho à Humanidade. Tendo como cenário o Cristianismo nascente do século I, Há dois mil anos mostra embates entre a arrogância das famílias patrícias e a simplicidade fraterna dos primeiros cristãos, numa trama em que opostos como sofrimento e alegria, esplendor e miséria, poder e escravidão, crueldade e benevolência, perdão e vingança se entrelaçam na realidade familiar de Publius Lentulus, interferindo em sua relação com os filhos e com a amada esposa Lívia, convertida aos sublimes ensinamentos de Jesus a contragosto do esposo.

Fontehttps://www.febeditora.com.br/ha-dois-mil-anos




6 de ago. de 2020

ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS

TERCEIRA PARTE - AS LEIS MORAIS

LEI DA REPRODUÇÃO - CAPÍTULO 4

     700 A igualdade numérica aproximada entre os sexos é um indício da proporção em que eles se devem unir?
     —Sim, pois tudo tem um fim na Natureza.(1)
      701. Qual das duas, a poligamia ou a monogamia, é mais conforme à lei natural?
      — A poligamia é uma lei humana, cuja abolição marca um progresso social. O casamento, segundo as vistas de Deus, deve fundar-se na afeição dos seres que se unem. Na poligamia não há verdadeira afeição: não há mais do que sensualidade.
Comentário de Kardec:  Se a poligamia estivesse de acordo com a lei natural devia ser universal, o que, entretanto, seria materialmente impossível em virtude da igualdade numérica dos sexos.
      A poligamia deve ser considerada como um uso ou uma legislação particular apropriada a certos costumes e que o aperfeiçoamento social fará desaparecer pouco a pouco.(2)

(1) 0 Espiritismo é ideológico, tanto do ponto de vista físico quanto do ético: as coisas materiais e os fatos morais, o mundo e o homem, tudo tem uma finalidade, mas não de ordem antropológica. Muitas vezes ela contraria ou escapa ao pensamento do homem. Isso deu motivo à reação antiteleológica da Filosofia moderna. A Ciência, por sua vez, tratando apenas do plano objetivo, não viu mais que “um ângulo do quadro da Natureza” e restringiu-se às “condições determinantes”. Sua natureza analítica não lhe permite abranger o sentido das coisas e dos fatos. Henri Bergson, porém, em L’Évolution  Créatice desenvolveu a teoria do ela vital, segundo a qual todo o curso da evolução, partindo da matéria mais densa, dirige-se à liberação da consciência no homem, aparecendo este como o fim último da vida na Terra. Essa é a tese espírita da evolução, até os limites da vida terrena. Mas o Espiritismo vai além, admitindo a “escala dos mundos”, através da qual a evolução se processa no infinito, sempre com a finalidade da perfeição. (N. do T.)
 (2) 0 impulso poligâmico do homem não é um instinto biológico, mas um simples resquício das fases anteriores de sua evolução. Não sendo irracional, nem controlado pelas leis naturais das espécies animais, ele tem o dever moral de refrear esse impulso e sublimar a sua afetividade através do amor conjugal e familiar. É pela razão e o livre-arbítrio que ele se controla, elevando-se conscientemente acima das exigências biológicas e das ilusões sensoriais. Se esse  controle lhe parece difícil, maior é o seu dever de realizá-lo, porque maior é a sua necessidade de evolução nesse campo e também porque “o mérito do bem está na dificuldade”, como se vê no item 646 deste livro. (N. do T.)

27 de jul. de 2020

ATENDIMENTO FRATENO


Nossa Casa está oferecendo o serviço de atendimento fraterno on-line no horário habitual das reuniões públicas:

TERÇAS-FEIRAS - de 14h às 15h
SEXTAS-FEIRAS - de 20h às 21h
SÁBADOS - de 17h30 às 18h30

O atendimento é realizado por meio do aplicativo Skype. Para ser atendido, é necessário tê-lo instalado em seu dispositivo.

A chamada deve ser feita para CEAO (há uma foto de identificação do centro).

Caso a chamada não seja atendida, será um indicativo que alguém está sendo acolhido no momento.

Votos de Paz!