Ana Prado
Ana Prado foi uma extraordinária médium que possibilitou a realização de extraordinários fenômenos de materialização em nessa cidade. As sessões aconteciam na residência da família, sendo a filha do casal, Antonina Prado, médium psicografa.
As primeiras manifestações tiveram lugar em 12 de junho de 1918. Num fenômeno de transporte, os Espíritos fizeram aparecer, sob pequena mesa situada na sala devidamente fechada, uma flor que, de forma poética, simbolizava a avalanche de prodigiosas comprovações da imortalidade da alma que aquele pequeno grupo assistiria ao longo de três anos.
A médium Ana Prado foi casada com Eurípedes Prado, um guarda-livros da firma Albuquerque & Cia. e desencarnou em 24 de abril de 1923 na cidade de Belém no estado do Pará.
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