10 de out. de 2010

CANTINHO DA MÚSICA

O Cantinho da Música desta semana traz a letra da canção "A Barca". Aproveitamos para informar que a reunião de outubro será no dia 23, às 14 horas.


A Barca (Pescador de Homens)
Composição: Pe. Cesáreo Gabarain

Tu te abeiraste na praia
Não buscate nem sábios, nem ricos
Somente queres que eu te siga....

Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu deixei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu sabes bem que em meu barco
Eu não tenho espadas nem ouro
Somente redes e o meu trabalho...

Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu deixei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu minhas mãos solicitas
Meu cansaço, que a outros descansem
Amor que almeja seguir amando..

Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu deixei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu, pescador de outros lagos
Ânsia eterna de almas que esperam
Bondoso amigo, assim me chamas...

Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu deixei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Junto a Ti, buscarei outro mar
Junto a Ti, buscarei outro mar
Junto a Ti, buscarei outro mar

8 de out. de 2010

AO CLARÃO DA LUA

O LÍRIO
Lá nas alturas, modesta e loura,
- Do Céu imenso na face nua -
A lua branca todo o Azul doura...

A NUVEM
Ah! se eu pudesse mudar-me em lua:

O PERFUME
E aquela estrela, tão pequenina
Que mal a gente consegue vê-la,
Como cintila, casta e divina!

A LUA
Ah! quem me dera ser uma estrela!

A NUVEM
O lírio branco, cheio de orvalho,
Invoca a lua no seu martírio
E doce e triste treme no galho...

A ESTRELA
Ah! quem me dera ser como o lírio!

O CÉU
Perfume doce bóia nos ares...
Virá nas asas de um vaga-lume?
Será da terra? Será dos mares?

O ORVALHO
Ah! quem me dera ser o perfume!

O POETA
Terno instrumento suspira ao longe
Numa cadência melodiosa...
Será na cela piedoso monge?

UMA CRIANÇA (sonhando)
Ah! quem me dera ser uma rosa!

A NOITE
O sonho vive dentro em meu seio,
Garrulo e meigo, doce e risonho,
Cheio de luzes, de aurora cheio...

O PERFUME
Ah! quem me dera ser como o Sonho!

A MADRUGADA (ao longe)
Ouvem? As aves já vêm cantando,
As estrelinhas tomam seu véu...
É tempo de irmos também chegando...

O CORAÇÃO
Ah! quem me dera subir ao Céu!

Auta de Souza

7 de out. de 2010

O TRABALHO


"Todo espírito que deseja progredir trabalhando na obra de solidariedade universal recebe dos espíritos mais elevados uma missão particular, apropriada às suas aptidões e ao seu grau de adiantamento.

Alguns têm por tarefa acolher os espíritos em seu retorno à vida espiritual, guiá-los, ajudá-los a se desprenderem dos fluidos espessos que os envolvem; outros são encarregados de consolar, instruir as almas sofredoras e atrasadas.

Espíritos de químicos, físicos, naturalistas, astrônomos, prosseguem em suas pesquisas, estudam os mundos, suas superfícies, suas profundezas ocultas, atuam em todos os lugares sobre a matéria sutil, que fazem passar por preparações, modificações destinadas a obras que a imaginação humana teria dificuldades em imaginar.

Outros se aplicam às artes, ao estudo do belo sob todas as suas formas. Espíritos menos evoluídos auxiliam os primeiros em suas tarefas variadas e lhes servem de auxiliares. Um grande número de espíritos se consagra aos habitantes da Terra e dos outros planetas, estimulando-os em suas pesquisas, fortalecendo os ânimos abatidos, guiando os hesitantes pelo caminho do dever. facilidades desconhecidas na Terra; cada um encontra seu lugar nesse soberbo campo de ação, nesse vasto laboratório universal.

Por todos os lados, tanto na amplidão como nos mundos, objetos de estudo e de trabalho, meios de elevação, de participação na obra divina, oferecem-se à alma laboriosa".

Léon Denis

6 de out. de 2010

ESTUDANDO "O LIVRO DOS ESPÍRITOS"

O Livro dos Espíritos, primeira parte, "Das Causas Primárias". Cap.2 ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO - Espírito e Matéria - Perguntas 24, 25 e 26

24 - Espírito é sinônimo de inteligência?

– A inteligência é um atributo essencial do Espírito, mas ambos se confundem num princípio comum, de modo que, para vós, são a mesma coisa.

25 - O Espírito é independente da matéria ou é apenas uma propriedade dela, como as cores são propriedades da luz e o som uma propriedade do ar?

– Ambos são distintos, mas é preciso a união do Espírito e da matéria para que a inteligência se manifeste na matéria.

25a - Essa união é igualmente necessária para a manifestação do Espírito? (Entendemos, aqui, por espírito o princípio inteligente, e não as individualidades designadas sob esse nome).

– Ela é necessária para vós, porque não sois organizados para perceber o Espírito sem a matéria; vossos sentidos não são feitos para isso.

26 - Pode-se conceber o Espírito sem a matéria e a matéria sem o Espírito?

– Pode-se, sem dúvida, pelo pensamento.

5 de out. de 2010

ESPIRITISMO E ECOLOGIA

A DERRUBADA

Rangem troncos seculares aos golpes do lenhador. É o machado formidando no impulso renovador. Toda a floresta se agita em terríveis convulsões, continua a derrubada que precede as plantações. Sol quente. Suor. Serviço. E as árvores vigorosas estraçalham com fragor as frondes cariciosas. Após o trabalho ingente, a invasão do fogaréu; Fumo espesso devorando a doce amplidão do céu. Gritam aves assustadas, sem ninho, sem paz, sem guia, animais inferiores vão fugindo em correria. A seguir vem a coivara completando a grande prova, é o termo da derrubada a favor da vida nova. Somente aí são possíveis, pasto verde e espiga loura, pomares esementeiras, celeiro, casa e lavoura. Já observastes que o homem, ao longo de toda a estrada, precisa também, por vezes, das foices da derrubada? É a dor proveitosa e rude, surgindo em golpes violentos, a força que retifica a mata dos sentimentos. Sem trabalho não teremos, no caminho universal, nem casa com Jesus - Cristo nem pão espiritual.

Livro: Cartilha Da Natureza

Casemiro Cunha / Francisco Cândido Xavier

MINUTOS DE SABEDORIA

3 - Lembre-se de que colheremos, infalivelmente, aquilo que houvermos semeado. Se estamos sofrendo, é por que estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas do passado. Fique alerta quanto ao momento presente! Plante apenas sementes de otimismo e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade.
Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou.

Torres Pastorino

3 de out. de 2010

ANIVERSÁRIO DE ALLAN KARDEC

Hoje comemoramos o aniversário de Allan Kardec. No dia 3 de outubro de 1804 nascia Hippolyte Léon Denizard Rivail. Selecionamos abaixo uma biografia resumida do Codificador da Doutrina Espírita.

"A vida de Allan Kardec pode ser contada de várias maneiras. Para melhor compreensão de alguns aspectos, preferimos dividi-la em duas fases distintas: a primeira em que, desde o seu nascimento até a idade dos 50 anos, foi conhecido por Hippolyte Léon Denizard Rivail; e a segunda, quando se tornou espírita e passou a assinar Allan Kardec.

1ª fase: Allan Kardec nasceu em Lyon (França), a 3 de outubro de 1804 e foi registrado sob o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail.
Iniciou seus estudos na escola de Pestalozzi (em Yverdun, Suiça). A educação transmitida por Pestalozzi marcou profundamente a vida futura do jovem Rivail.

Tornou-se educador e entusiasta do ensino, tendo sido várias vezes convidado por Pestalozzi para assumir a direção da escola, na sua ausência. Durante 30 anos (de 1824 a 1854), dedicou-se inteiramente ao ensino e foi autor de várias obras didáticas, que em muito contribuíram para o progresso de educação, naquela época.

2ª fase: Em 1855, o prof. Rivail depara, pela primeira vez, com o “fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida”.

Passa então a observar estes fenômenos; pesquisa-os cuidadosamente, graças ao seu espírito de investigação, que sempre lhe fora peculiar, não elabora qualquer teoria pré-concebida, mas insiste na descoberta das causas.

Aplica a estes fenômenos o método experimental com o qual já estava familiarizado na função de educador; e, partindo dos efeitos, remonta às causas e reconhece a autenticidade daqueles fenômenos.

Convenceu-se da existência dos espíritos e de sua comunicação com os homens.
Grande transformação se opera na vida do prof. Rivail: convencido de sua condição de espírito encarnado, adota um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec.

De 1855 a 1869, consagrou sua existência ao Espiritismo; sob a assistência dos Espíritos Superiores, representados pelo Espírito da Verdade, estabelece as bases da Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: Filosófico, Científico e Religioso.

Além das obras básicas da Codificação(Pentateuco Kardequiano), contribuiu com outros livros básicos de iniciação doutrinária, como: O que é o Espiritismo, O Espiritismo na sua mais simples expressão, Instruções práticas sobre as manifestações espíritas e Obras Póstumas.

A estas obras junta-se a Revista Espírita, “jornal” de estudos psicológicos, lançado a 1º de janeiro de 1858 e que esteve sob sua direção por 12 anos.

É também de sua iniciativa a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 1º de abril de 1858 - primeira instituição regularmente constituída com o objetivo de promover estudos que favorecessem o progresso do Espiritismo.

Assim surgiu o Espiritismo: com a ação dos Espíritos Superiores, apoiados na maturidade moral e cultural de Allan Kardec, no papel de codificador.

Com a máxima “Fora da caridade não há salvação”, procura ressaltar a igualdade entre os homens, perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.

E a este princípio cabe juntar outro: “Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face à face, em todas as épocas da humanidade”. Esclarece Allan Kardec:
“A fé raciocinada que se apóia nos fatos e na lógica, não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo, quando se compreendeu”.

Denominado “o bom senso encarnado” pelo célebre astrônomo Camille Flammarion, Allan Kardec desencarnou aos 65 anos, a 31 de março de 1869.

Em seu túmulo, no cemitério de Père Lachaise (Paris), uma inscrição sintetiza a concepção evolucionista da Doutrina Espírita: “Nascer, Morrer, Renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.

Fonte: http://www.espiritismoeluz.org.br/biografia/allan_kardec.htm

ANGÚSTIA E PAZ

Previne-te contra a angústia. Esta tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrastante a estado perturbador. Essa insatisfação injustificável, perseverante, penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível.

Aquela mágoa que conservas, vitalizada pela revolta sem lógica, impele-te a desajuste insano. Isto que te assoma em forma de melancolia, que aceitas, empurra-te a abismo sem fundo.

Isso que aflora com freqüência, instalando nas tuas paisagens mentais de pressão constante, representa o surgimento de problema grave.

Aquilo que remóis, propiciando-te dor e mal-estar, impele-te a estados infelizes, que te atormentam. A angústia possui gêneses várias. Procede de erros que se encontram fixados no ser desde a reencarnação anterior, como matriz que aceita motivos verdadeiros ou não, para dominar quem deveria envidar esforços por aplainar e vencer as impressões negativas e as compulsões torpes.

Realmente não há motivos que justifiquem os estados de angústia. A angústia entorpece os centros mentais do discernimento e desarticula os mecanismos nervosos, transformando-se emfator positivo de alienações.

Afeta o psiquismo, o corpo e a vida, enfermando o espírito. Rechaça a angústia, pondo sol nas tuas sombras-problemas. Não passes recibo aos áulicos da melancolia e dispersa com a prece as mancomunações que produzem angústia.

Fomenta a paz, que é o antídoto da angústia. Exercita a mente nos pensamentos otimistas e cultiva a esperança. Trabalha com desinteresse, fazendo pelo próximo o que dizes dele não receber.

A paz é fruto que surge em momento próprio, após a germinação e desenvolvimento do bem no coração. Jamais duvide do amor de Deus.

Fixado aos propósitos de crescimento espiritual, transfere para depois o que não logres agora, agindo com segurança. Toda angústia dilui-se na água corrente da paz.

Joanna de Ângelis

2 de out. de 2010

MOMENTO CEAO

É, amigos. Parece que apenas piscamos os olhos, e quando percebemos, chegamos no mês de outubro. É impressionante como os anos passam cada vez mais rápido. Nesse sentido, que tal refletirmos sobre as nossas vidas? Estamos realmente investindo na reforma íntima? Ou estamos apenas adiando as nossas tarefas? Emmanuel, em "Gotas de Paz", nos alerta: "Valoriza o tempo e não te concedas o luxo das horas vazias".

No dia-a-dia, entre o trabalho e a nossa casa, encontramos algumas dificuldades que acabam por nos afastar do verdadeiro sentido de nossa existência. Alegamos que não temos tempo para nada, e acreditamos que se o dia fosse mais longo, certamente, seríamos mais engajados. Precisamos enxergar o tempo como um campo de possibilidades para semearmos o nosso próprio futuro. Quem sabe assim passaríamos a dar mais valor?

A programação de palestras do mês de outubro foi organizada com o carinho de sempre. Você acha que temos o direito de divulgar o mal de alguém? É possível praticar a caridade pelos criminosos? Sabe até que ponto podemos ser egoístas? Compreende exatamente o que é a Lei do Amor? Clique aqui para ler a nossa programação completa.

Em nosso espaço virtual, também selecionamos os textos com muito carinho. A partir desse mês, você vai acompanhar posts diários sobre Ecologia e Espiritismo, Poesia, Movimento Espírita, Música, Livro dos Espíritos e muito mais. Não podemos deixar de lembrar que em outubro comemoramos o Dia das Crianças. Bezerra de Menezes, em poucas palavras, nos revela a importância da orientação espiritual para os pequenos: "A criança, hoje, - abençoado solo arroteado que aguarda a semente da fertilidade e da vida - necessariamente atendida pela caridade libertadora do Evangelho de Jesus, nas bases em que Allan Kardec o atualizou, é o celeiro fecundo, que se abarrota de esperanças para o futuro".

Esperamos que outubro seja um mês de muitas oportunidades de crescimento para todos nós!

Abraços Fraternos,

Amigos do CEAO

1 de out. de 2010

REUNIÕES PÚBLICAS DE OUTUBRO DE 2010

Terças-feiras - 14:00 Hs

Dia 05 -É Permitido Divulgar o Mal de Outrem?- EV Cap x 19 a 21 - Maria Fausta

Dia 12 - Desigualdade Sociais. Desigualdade de Riquezas - LE. 806 a 813 - Luiz Fernando

Dia 19 - A Fé e a Caridade. Caridade Pelos Criminosos - EV. Cap Xl 13 e 14 - Lêda Lúcia

Dia 26 - Estudando o Livro A Caminho da Luz - Ivone Maria

Sextas-feiras- 20:00 Hs

Dia 01 - Parábola do Festim das Bodas - Ev. Cap. XVII itens 1 e 2 - Adriano Almeida

Dia 08 - Chico Xavier, Um Traço de Luz Entre Duas Esferas - Eduardo Guimarães

Dia 15 - O Egoísmo - EV. Cap XI Iténs 11 e 12 - Aída Paulo

Dia 22 - Religião e a Vida Moderna - Danilo Vilella

Dia 29 - Cartas de Paulo - Ângela Vidal

Sábados- 17:30 hs

DIA 02 - Aprendendo com André Luíz- Wantuil Rodrigues

Dia 09 - A Lei do Amor - EV. Cap. XI 8 a 10 - Karina

Dia 16 - As Provas da Riqueza e da Miséria - LE. 814 a 816 - Angela Rodrigues

Dia 23 - A Tarefa Educativa - Ivone Maria

Dia 30 - Influência dos Espíritos - Jayme Lobato