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Terças - 14 h
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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DIRIGENTE
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01
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Família: projeto divino
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Deuza Nogueira
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Nancy Sales
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08
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Turbulências familiares - Livro: Constelação Familiar, cap. 23
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Luiz Fernando
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Maria Helena
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15
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A ingratidão dos filhos e laços de família - ESE, XIV,9
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Rosely Sebastiana
|
Dircileide
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22
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Cuidemos das crianças - Livro: Vereda Familiar, cap. 11
|
Hermínia San Gil
|
Maria Helena
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29
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Vida Feliz - lição XV
|
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Ana Maria
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|
Enfermidade na família - Livro:
Vereda Familiar, cap.26
|
Angela Vidal
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Sextas - 20h
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04
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A parentela corporal e a parentela espiritual - ESE,
IV, 5 a 7
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Edgard Abreu
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Walkyria
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11
|
Vida Feliz
- lição XXIV
|
Walkyria
|
Nancy Salles
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A
reencarnação fortalece os laços de família - ESE, IV, 18 a 23
|
Gilberto Marques
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18
|
Exercício da paz no lar - Livro:
Vereda Familiar, cap. 4
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Ricardo Gaspar
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Gilberto Marques
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25
|
Estudando Léon Denis: Os problemas da existência - Livro: O Porquê da Vida
|
Denise Duarte
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Camila
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Sábado - 17h:30min
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05
|
Aprendendo com André Luís - Lições sobre Família
|
Wantuil Rodrigues
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Sara Castelo
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12
|
Vida Feliz - lição XXV
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Ivani
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Maria Cristina
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|
O Evangelho no lar
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Aimar Sobreira
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19
|
A liberdade conjugal
- Livro: Vereda Familiar, cap.7
|
Bianca Pinheiro
|
Dircileide
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|
26
|
Consumismo doméstico - Livro:
Vereda Familiar, cap.20
|
Sara Castelo
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Nancy Salles
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2 de mai. de 2018
REUNIÕES PÚBLICAS
24 de abr. de 2018
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO IX
INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO
541. Numa batalha, há Espíritos que a assistem e que amparam cada uma das forças em luta?
— Sim, e que estimulam a sua coragem.
Comentário de Kardec: Assim os antigos nos representavam os deuses tomando partido por este ou aquele povo. Esses deuses nada mais eram do que os Espíritos representados por figuras alegóricas.
542. Numa guerra, a justiça está sempre de um lado; como os Espíritos tomam partido a favor do errado?
— Sabeis perfeitamente que há Espíritos que só buscam a discórdia e a destruição. Para eles a guerra é a guerra; a justiça da causa pouco lhes importa.
543. Certos Espíritos podem influenciar o general na concepção dos seus planos de campanha?
— Sem nenhuma dúvida. Os Espíritos podem influenciá-lo nesse sentido, como em todas as concepções.
544. Os maus Espíritos poderiam suscitar-lhe planos errados, com vistas à derrota?
— Sim, mas não tem ele o seu livre-arbítrio? Se o seu raciocínio não lhe permite distinguir uma ideia certa de uma falsa, terá de sofrer as conseqüências e faria melhor em obedecer do que em comandar.
545. O general pode, algumas vezes, ser guiado por uma espécie de dupla vista, uma visão intuitiva que lhe mostre por antecipação o resultado dos seus planos?
— E freqüentemente o que acontece com o homem de gênio. É o que ele chama inspiração e lhe permite agir com uma espécie de certeza. Essa inspiração lhe vem dos Espíritos que o dirigem e se servem das faculdades de que ele é dotado.
546. No tumulto do combate, o que acontece aos espíritos dos que sucumbem? Ainda se interessam pela luta, após a morte?
—Alguns continuam a se interessar, outros se afastam.
Comentário de Kardec: Nos combates, acontece o mesmo que se verifica em todos os casos de morte violenta: no primeiro momento, o Espírito fica surpreso e como aturdido, não acreditando que está morto; parece-lhe ainda tomar parte na ação. Não é senão pouco a pouco que a realidade se lhe impõe.
547. Os Espíritos que se combatiam quando vivos, uma vez mortos se reconhecem como inimigos e continuam ainda excitados uns contra os outros?
— Nesses momentos, o Espírito jamais se mostra calmo. No primeiro instante, ele ainda pode odiarão seu inimigo e mesmo o perseguir. Mas quando as idéias se lhe acalmarem, verá que a sua animosidade não tem mais ramo de ser. Não obstante, poderá ainda conservar resquícios maiores ou menores, de acordo com o seu caráter.
547 – a) Ouve ainda o fragor da batalha?
— Sim, perfeitamente.
548. O Espírito que assiste friamente a um combate, como espectador, testemunha a separação entre a alma e o corpo? E como esse fenômeno se apresenta a ele?
— Há poucas mortes realmente instantâneas. Na maioria das vezes, o Espírito cujo corpo foi mortalmente ferido não tem consciência disso no mesmo instante. Quando começa a retomar consciência é que se pode distinguir o Espírito a mover-se ao lado do cadáver. Isso parece tão natural que a vista do corpo morto não produz, nenhum efeito desagradável. Toda a vida tendo sido transportada para o Espírito, somente ele chama a atenção e é com ele que o espectador conversa ou a quem dá ordens.
10 de abr. de 2018
LIVRO DO MÊS
Nossa sugestão de leitura é o capítulo intitulado: O necessário e o Supérfluo, do livro A Educação a luz do Espiritismo, por Lydienio Barreto de Menezes. Nesse capítulo, o autor assinala o seguinte:
Como pode o homem conhecer o
limite do necessário? “Aquele que é ponderado o conhece por intuição. Muitos só
chegam a conhecê-lo por experiência e à sua própria custa."
Mediante a organização que nos
deu, não traçou a Natureza o limite das nossas necessidades?
“Sem dúvida, mas o homem é
insaciável. Por meio da organização que lhe deu, a Natureza lhe traçou o limite
das necessidades; porém, os vícios lhe alteraram a constituição e lhe criaram
necessidades que não são reais." (O Livro dos Espíritos - Questão 715 e
716)
“Deus conhece as nossas
necessidades e a elas provê, como for necessário. O homem, porém, insaciável
nos seus desejos, nem sempre sabe contentar-se com o que tem: o necessário não
lhe basta» reclama o supérfluo. A Providência, então, o deixa entregue a si
mesmo. Frequentemente, ele se torna infeliz por culpa sua e por haver
desatendido à voz que por intermédio da consciência o advertia. Nesses casos,
Deus fá-lo sofrer as consequências, a fim de que lhe sirvam de lição para o
futuro.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo XXV, item 7).
Ao analisarmos a questão 716 de
“O Livro dos Espíritos vamos observar que a Natureza dotou o homem de condições
para avaliar quais os limites de suas reais necessidades. Porém, fugindo do
caminho que a Natureza sempre apontou, foi aumentando cada vez mais as suas
necessidades e, nos dias atuais, milhões e milhões são gastos na compra de
produtos que, se nunca tivessem existido, não fariam falta nenhuma. Estamos
vivendo a era do consumismo.
Poderão alguns argumentar que a
produção desses produtos gera empregos necessários para a manutenção de muitas
famílias, o que refutamos, pois esses empregos e capitais poderiam ser utilizados
na produção de uma maior quantidade de alimentos ou bens necessários para
atender a um número maior de habitantes que não têm acesso a eles, já que a
aquisição do supérfluo não está ao alcance de todos. (...)
Respondendo à questão 715 que
encima este comentário, os Espíritos Superiores disseram: “Aquele que é
ponderado conhece os limites das necessidades por intuição.“ O inconsequente,
que tenta açambarcar os bens da Terra para se proporcionar o supérfluo, com prejuízo
daqueles a quem falta o necessário, olvida a lei de Deus e terá que responder
pelas privações que houver causado aos outros.” - Questão 717.
Acautelem-se, portanto os pais
ensinando aos seus filhos quanto ao equilíbrio tão necessário no consumo dos
bens que eles - os pais - ou a natureza oferecem, para evitar surpresas
futuras.
Sugestão de: Antônio Oliveira.
Visite nossa Biblioteca - Ivan de Almeida Sá
1 de abr. de 2018
REUNIÕES PÚBLICAS
Terças - 14 h
|
|||
DIA
|
TEMA
|
EXPOSITOR
|
DIRIGENTE
|
03
|
Vida Feliz - Lição
XXII
|
Ana Maria
|
Maria
Helena
|
Uniões antipáticas - LE, 939 e 940
|
Gilberto
Marques
|
||
10
|
Perdoai para que Deus vos perdoe - ESE, X, 1 a
10
|
Lêda Lúcia
|
Ana Maria
|
17
|
Os elementos gerais do Universo - LE 1aparte, II
|
Sérgio
Daemon
|
Dircileide
|
24
|
Fenômenos renovadores - Livro: Momentos de Saúde
|
Maria
Fausta
|
Ivone
Maria
|
Sextas - 20h
|
|||
06
|
Pecado por pensamento - Adultério - ESE,VIII,
5 e 6
|
Nilza
Erich
|
Walkyria
|
O Materialismo - LE, 147 e 148
|
Heloise Barros
|
||
13
|
Comportamento e Consciência - Livro: Momentos de Consciência
|
Fátima
Queiroz
|
Gilberto
Marques
|
20
|
Vida Feliz - Lição XXIII
|
Camila
|
Nancy
Sales
|
A alma - LE, 134 a 146
|
Ivone
Maria
|
||
27
|
Estudando Léon Denis: Dever e Liberdade - Livro: O Porquê da Vida
|
Ângela
Vidal
|
Ivani
|
Sábado - 17h:30min
|
|||
07
|
Aprendendo com André Luiz
|
Wantuil
Rodrigues
|
Maria
Cristina
|
14
|
Vida Feliz - Lição
XIX
|
Pedro
Henrique
|
Sara
Castelo
|
A prece -
LE, 658 a 666
|
Sônia Brandão
|
||
21
|
Não ponhais a candeia debaixo do alqueire - ESE,XXIV
|
Mauro
Araújo
|
Nancy Sales
|
28
|
Tema Livre
|
Bernardo
Marques
|
Dircileide
|
26 de mar. de 2018
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO IX
INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO
536. Os grandes fenômenos da Natureza, esses que se consideram como perturbações dos elementos, são devidos a causa fortuitas ou têm pelo contrário, um fim providencial?
— Tudo tem uma razão de ser e nada acontece sem a permissão de Deus.
536 – a) Esses fenômenos sempre objetivam o homem ?
– Algumas vezes têm uma razão de ser diretamente relacionado ao homem mas freqüentemente não tem outro objetivo que o restabelecimento do equilíbrio e da harmonia das forças físicas da Natureza.
536 – b) Concebemos perfeitamente que a vontade de Deus seja a causa primaria, nisso como em todas as coisas; mas como sabemos que os Espíritos podem agir sobre a matéria e que eles são os agentes da vontade de Deus perguntamos se alguns dentre eles não exerceriam uma influência sobre os elementos para os agitar, acalmar ou dirigir?
— Mas é evidente; isso não pode ser de outra maneira. Deus não se entrega a uma ação direta sobre a Natureza, mas tem os seus agentes dedicados, em todos os graus da escala dos mundos.
537. A Mitologia dos antigos é inteiramente fundada sobre as idéias espíritas, com a diferença de que consideravam os Espíritos como divindades. Ora, eles nos representavam esses deuses ou esses Espíritos com atribuições especiais. Assim, uns eram encarregados dos ventos, outros do raio, outros de presidir à vegetação etc. Essa crença é destituída de fundamento?
— Tão pouco destituída de fundamento que está ainda muito aquém daverdade.
537 – a) Pela mesma razão poderia haver Espíritos habitando o interior da Terra e presidindo aos fenômenos geológicos?
— Esses Espíritos não habitam precisamente a Terra, mas presidem e dirigem os fenômenos segundo as suas atribuições. Um dia tereis a explicação de todos esses fenômenos e os compreendereis melhor.
538. Os Espíritos que presidem aos fenômenos da Natureza formam uma categoria especial no mundo espírita, são seres à parte ou Espíritos que foram encarnados, como nós?
— Que o serão, ou que o foram.
538 – a) Esses Espíritos pertencem às ordens superiores ou inferiores da hierarquia espírita?
— Segundo o seu papel for mais ou menos material ou inteligente; unsmandam, outros executam; os que executam as coisas materiais são sempre de uma ordem inferior, entre os Espíritos como entre os homens.
539. Na produção de certos fenômenos, das tempestades, por exemplo, é somente um Espírito que age ou se reúnem em massa?
— Em massas inumeráveis.
540. Os Espíritos que agem sobre os fenômenos da Natureza agem com conhecimento de causa em virtude de seu livre-arbítrio, ou por um impulso instintivo e irrefletido?
— Uns, sim; outros, não. Faço uma comparação: figurai essas miríades de animais que pouco a pouco fazem surgir do mar as ilhas e os arquipélagos;acreditais que não há nisso um objetivo providencial e que essa transformação da face do globo não seja necessária para a harmonia geral? São, entretanto, animais do último grau os que realizam essas coisas, enquanto vão provendo às necessidades e sem perceberem que são instrumentos de Deus. Pois bem, da mesma maneira os Espíritos mais atrasados são úteis ao conjunto; enquanto elesensaiam para a vida, e antes de terem plena consciência de seus atos e de seu livre-arbítrio, agem sobre certos fenômenos de que são agentes sem o saberem. Primeiro, executam; mais tarde, quando sua inteligência estiver desenvolvida, comandarão e dirigirão as coisas do mundo material; mais tarde ainda, poderão dirigir as coisas do mundo moral. É assim que tudo serve, tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, pois ele mesmo começou pelo átomo. Admirável lei de harmonia, de que o vosso Espírito limitado ainda não pode abranger o conjunto!
8 de mar. de 2018
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
TODO DIA É DIA DA MULHER
As mulheres
são tão importantes para a humanidade, que a elas foram reservadas duas datas
no calendário terreno: 8 de março, como dia internacional; e 30 de abril, como
dia nacional.
Ouvi de uma
colega de trabalho: “Ficarei feliz quando não houver um dia específico para se
homenagear a mulher.”
É uma afirmação curiosa e,
a nosso ver, profunda, pois todo dia é “dia da mulher”.
Por que não há “dia do
homem”?
Embora alguns já tenham
sugerido tal data, talvez até de maneira pouco séria, toma-se como princípio
que todos os dias são dos homens. Então, não há necessidade de destacar um dia
para tal homenagem.
O registro de duas datas
para a comemoração do dia da mulher não deixa de configurar a triste realidade
de que a mulher ainda é vítima de discriminação e preconceito, medo e
violência, humilhação e vergonha, agressão e dor, como as estatísticas mundiais
demonstram e a mídia estampa em suas reportagens.
Segundo pesquisa da ONU,
sete em cada dez mulheres no mundo serão vítimas de violência física ou sexual.
O Brasil, não tem do que se orgulhar nesse quesito, pois está entre os
primeiros no ranking das
estatísticas de violência contra a mulher.
Por outro lado, tais
homenagens, justas e merecidas, ensejam manifestações e reivindicações no
sentido de aperfeiçoar as relações sociais, minimizando as diferenças de
tratamento por questão de gênero.
Estamos gradativamente
avançando em termos legislativos. Há previsão de proteção pela lei. E o Brasil
possui legislação avançada no que tange à violência contra a mulher.
Entretanto, há muito que aperfeiçoar quanto à aplicabilidade da legislação.
Questionava-se no passado
se a mulher tinha alma. Que coisa!
Hoje compreendemos que a
mulher tem alma, porém, devemos reconhecer que ela precisa ser tratada com
respeito.
A mulher tem sentimento e
merece ser amada.
A mulher é competente e
necessita ser reconhecida, sem discriminação.
A mulher alimenta a vida e
requisita, com justiça, ser tratada dignamente.
Se não fosse por uma
mulher, eu não teria a oportunidade de escrever e, você, de ler essas palavras.
Por isso, nossa gratidão e
congratulações a todas as mulheres!
Fonte:
http://www.febnet.org.br/blog/geral/divulgacao/midias-espiritas/todo-dia-e-dia-da-mulher/ (08/03/2013)
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