TEMA CENTRAL: “É HORA DE AGIR! AMA E
TRABALHA”
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HORÁRIO DAS PALESTRAS - 9h:30min
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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DIRIGENTE
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02 - Sábado
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“Desenvolver o amor em nós”
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Karina Ocanha
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Dircileide
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03 - Domingo
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“Seja Luz”
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Ivone Maria
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Walkyria
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04 - 2ª feira
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“Caridade Essencial”
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Nancy Sales
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Antônio
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05 - 3ª feira
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“Benedita Fernandes - A dama da Caridade”
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Gilberto Marques
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Manoel
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27 de fev. de 2019
CICLO DE PALESTRAS NO PERÍODO DO CARNAVAL
REUNIÕES PÚBLICAS

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Terças - 14 h
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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DIRIGENTE
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05
|
CARNAVAL - Programação Especial
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12
|
A importância da evangelização da infância
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Gilberto
Marques
|
Marilza
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19
|
Expiação e
arrependimento - LE, 990 a
1002
|
Luiz Fernando
|
Dora
|
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26
|
O egoísmo -
ESE, XI, 11 e 12
|
Maria
Fausta
|
Maria
Helena
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Sextas
- 20h
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01
|
Vida Feliz - Lição,
LI
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Ivani
Oliveira
|
Nancy
Sales
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Carnaval e vivência espiritual - Livro: Loucura e Obsessão
|
Gilberto Marques
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08
|
A importância da evangelização da infância
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Ivone
Maria
|
Ivani Oliveira
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15
|
Como enfrentar o sofrimento? -
ESE, V, 12 e 13
|
Alonso
dos Santos
|
Gilberto Marques
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22
|
O agente de propagação mais poderoso é o
exemplo - Revista Espírita, junho de
1869
|
Ivone
Maria
|
Walkyria
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29
|
Estudando Léon Denis: A mediunidade - Livro: No Invisível
|
Ângela Vidal
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Dircileide
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Sábado
- 17h:30min
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02
|
CARNAVAL - Programação Especial
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09
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Aprendendo com André Luiz - Livro: Ação e Reação
|
Wantuil
Rodrigues
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Antonio Oliveira
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16
|
A importância da evangelização da infância
|
Karina
Ocanha
|
Maria
Cristina
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23
|
As paixões - LE, 907 a 912
|
Mauro
Araújo
|
Walkyria
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30
|
A Parábola do Semeador - Mt, 13: 1-9
|
Ângela
Delou
|
Sara
Castelo
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22 de fev. de 2019
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO XI
OS TRÊS REINOS
611. A
comunhão de origem dos seres vivos no princípio inteligente não e a consagração
da doutrina da metempsicose?
– Duas
coisas podem ter a mesma origem e não se assemelharem em nada mais tarde.
Quem reconheceria a árvore, suas folhas, suas flores e seus frutos no
germe informe que se contém na semente de onde saíram? No momento em que o princípio
inteligente atinge o grau necessário para ser Espírito e entrar no período
de humanidade, não tem mais relação com o seu estado primitivo e não é mais a
alma dos animais, como a árvore não é a semente. No homem, somente existe
do animal o corpo, as paixões que nascem da influencia do corpo e os
instintos de conservação inerente à matéria Não se pode dizer, portanto,
que tal homem, é a encarnação do Espírito de tal animal, e. por
conseguinte a metempsicose, tal como a entendem, não é exata.
612. O
Espírito que animou o corpo de um homem poderia encarnar-se num animal?
– Isso
seria retrogradar, e o Espírito não retrograda. O rio não remonta à
nascente. (Ver item 118)
613. Por
mais errônea que seja a ideia ligada à metempsicose, não seria ela o resultado
do sentimento intuitivo das diferentes existências do homem?
—Reconhecemos
esse sentimento intuitivo nessa crença como em muitas outras; mas, como a maior
parte dessas ideias intuitivas, o homem a desnaturou.
Comentário de Kardec: A
metempsicose seria verdadeira se por ela se entendesse a progressão da alma de
um estado inferior para um superior, realizando os desenvolvimentos
que transformariam a sua natureza; mas é falsa, no sentido de
transmigração direta do animal para o homem e vice-versa, o que implicaria a
ideia de uma retrogradação
ou de fusão Ora não podendo realizar-se
essa fusão entre seres corporais de duas espécies temos nisso um indicio de que
se encontram em graus não assimiláveis e que o mesmo deve acontecer com os
espíritos que os animam. Se o mesmo Espírito pudesse animá-los
alternativamente, disso resultaria uma identidade de natureza que se traduziria
na possibilidade de reprodução material. A reencarnação ensinada pelos
Espíritos se funda, pelo contrário, sobre a marcha ascendente da Natureza e
sobre a progressão do homem na sua própria espécie, o que não diminui em nada a
sua dignidade O que o rebaixa é o mau uso que faz das faculdades que Deus lhe
deu para o seu adiantamento. Como quer que seja a antiguidade e a
universalidade da doutrina da metempsicose e o número de homens eminentes que a
professaram provai que o principio da reencarnação tem suas raízes na própria
Natureza; esses são portanto argumentos antes a seu favor do que contrários.
O
ponto de partida do Espírito é uma dessas questões que se ligam ao principio
das coisas e estão nos segredos de Deus. Não é dado ao homem conhecê-los de
maneira absoluta e ele só pode fazer, a seu respeito, meras suposições,
construir sistemas mais ou menos prováveis. Os próprios Espíritos estão longe
de tudo conhecer e sobre o que não conhecem podem ter também opiniões pessoais
mais ou menos sensatas.
É
assim que nem todos pensam da mesma maneira a respeito das relações existentes
entre o homem e os animais. Segundo alguns, o Espírito não chega ao período
humano senão depois de ter sido elaborado e individualizado nos diferentes
graus dos seres inferiores da criação. Segundo outros, o Espírito do homem
teria sempre pertencido à raça humana, sem passar pela fieira animal. O
primeiro desses sistemas tem a vantagem de dar uma finalidade ao futuro dos
animais que constituiriam assim, os primeiros anéis da cadeia dos seres pensantes;
o segundo é mais conforme á dignidade do homem e pode resumir-se da maneira que
segue.
As
diferentes espécies de animais não procedem intelectualmente umas
das outras, por via de progressão; assim, o Espírito da ostra não se
torna sucessivamente do peixe, da ave, do quadrúpede e do quadrúmano; cada
espécie é um tipo absoluto, física e moralmente, e cada um dos seus
indivíduos tira da fonte universal a quantidade de princípio inteligente que
lhe é necessária, segundo a perfeição dos seus órgãos e a tarefa que deve
desempenhar nos fenômenos da Natureza, devolvendo-a à massa após a morte.
Aqueles dos mundos mais adiantados que o nosso (ver item 188) são igualmente
constituídos de raças distintas, apropriadas ás necessidades desses mundos e ao
grau de adiantamento dos homens de que são auxiliares, mas não procedem
absolutamente dos terrestres, espiritualmente falando. Com o homem já não se dá
o mesmo.
Do
ponto de vista físico, o homem constitui evidentemente um anel da cadeia dos
seres vivos; mas do ponto de vista moral há solução de continuidade entre o
homem e o animal. O homem possui, como sua particularidade, a alma ou Espírito,
centelha divina que lhe dá o senso moral e um alcance intelectual que os
animais não possuem; é o seu ser principal, preexistente e sobrevivente ao
corpo, conservando a sua individualidade. Qual é a origem do Espírito? Onde
está o seu ponto de partida? Forma-se ele do principio inteligente
individualizado? Isso é um mistério que seria inútil procurar e penetrar e sobre
o qual, como dissemos, só podemos construir sistemas.
O
que é constante e ressalta ao mesmo tempo do raciocínio e da experiência é a
sobrevivência do Espírito, a conservação de sua individualidade após a morte,
sua faculdade de progredir, seu estado feliz ou infeliz, proporcional ao seu
adiantamento na senda do bem, e todas as verdades morais que são a consequência
desse principio. Quanto às relações misteriosas existentes entre o homem e os
animais, isso, repetimos, está nos segredos de Deus, como muitas outras coisas
cujo conhecimento atual nada importa para o nosso adiantamento e
sobre as quais seria inútil nos determos(1)
(1) “O Livro
dos Espírito!”; contém em si toda a doutrina, mas nem todos os
princípios do Espiritismo estão nele suficientemente desenvolvidos. A
codificação é progressiva. Vemos o aspecto cientifico desenvolver-se em
“O Livro dos Médiuns” e em “A Gênese”; o aspecto
religioso em “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e “O Céu
e o Inferno”. Para esclarecimento dessa questão da origem do homem, o
leitor deve consultar o capítulo VI de “A Gênese”, parte
referente à “Criação Universal”(comunicação de Galileu, recebida
por Flammarion e integrada por Kardec na codificação), o capítulo X, “Gênese
Orgânica”, especialmente no número 26 e seguintes, referentes ao “Homem
Corpóreo”, e o capítulo XI, “Gênese Espiritual”. Aconselhável
também a leitura de “A Evolução Anímica”, de Gabriel Delanne,
obra subsidiária da codificação. Em “Depois da Morte”, de Léon
Denis, o capítulo XI da parte segunda intitulada “A Pluralidade das
Existências”. Nota-se ainda a concordância dos ensinos acima, sobre o
problema da metempsicose, com a constante afirmação dos Espíritos, neste livro,
de que:” Tudo se encadeia na Natureza”. (N. do T.)
18 de fev. de 2019
BOA LEITURA
Esse mês trazemos com sugestão de
leitura o livro Ação e Reação de André Luiz, psicografado
por Francisco Xavier. Aproveitamos para lembrar que este livro
está sendo estudado todo o 1º sábado do mês.
Nessa obra, o capítulo 18 é dedicado
a Resgates Coletivos e André Luiz nos esclarece a lição apreendida por seu mentor
Druso.
...“ O socorro no avião sinistrado é distribuído
indistintamente, contudo, não podemos esquecer que se o desastre é o mesmo para
todos os que tombaram, a morte é diferente para cada um. No momento serão
retirados da carne tão-somente aqueles cuja vida
interior lhes outorga a imediata liberação. Quanto
aos outros, cuja situação presente não lhes favorece o afastamento rápido da
armadura física, permanecerão ligados, por mais tempo, aos despojos que lhes
dizem respeito.
– Quantos dias? – clamou meu colega, incapaz de
conter a emoção de que se via possuído.
– Depende do grau de animalização dos fluidos que
lhes retêm o Espírito à atividade corpórea – respondeu-nos o mentor. – Alguns
serão detidos por algumas horas, outros, talvez, por longos dias... Quem sabe?
Corpo inerte nem sempre significa libertação da alma. O gênero de vida que
alimentamos no estágio físico dita as verdadeiras condições de nossa morte.
Quanto mais chafurdamos o ser nas correntes de baixas ilusões, mais tempo
gastamos para esgotar as energias vitais que nos aprisionam à matéria pesada e
primitiva de que se nos constitui a instrumentação fisiológica, demorando-nos
nas criações mentais inferiores a que nos ajustamos, nelas encontrando
combustível para dilatados enganos nas sombras do campo carnal, propriamente
considerado. E quanto mais nos submetamos às disciplinas do espírito, que nos
aconselham equilíbrio e sublimação, mais amplas facilidades conquistaremos para
a exoneração da carne em quaisquer emergências de que não possamos fugir por
força dos débitos contraídos perante a Lei. Assim é que “morte física” não é o
mesmo que “emancipação espiritual”...
11 de fev. de 2019
ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA - ESDE
"A educação, se bem compreendida, é a chave do progresso moral"
Allan Kardec
A partir do dia 14/02 vamos retornar nossos estudos. Venha estudar conosco.
31 de jan. de 2019
REUNIÕES PUBLICAS
Terças - 14 h
|
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DIA
|
TEMA
|
EXPOSITOR
|
DIRIGENTE
|
05
|
Desprendimento dos bens
terrenos - ESE, XVI,
14 e 15
|
Nilza de Souza
|
Marilza
|
12
|
Liberdade de pensar - LE,
833 a 892
|
Laura Barros
|
Dora
|
19
|
Felicidade
e infelicidade - LE, 920 a 933
|
Aimar Sobreira
|
Walkyria
|
26
|
A vingança
- ESE, XII, 9
|
Lêda
Lúcia
|
Maria
Helena
|
Sextas - 20h
|
|||
01
|
Vida Feliz - Lição, L
|
Ivani
Oliveira
|
Gilberto Marques
|
Caridade e amor ao próximo - LE, 886 a 888
|
Camila
Sanches
|
||
08
|
O sacrifício mais agradável a Deus -
ESE, 7 e 8
|
Jorge
da Conceição
|
Maria
Helena
|
15
|
Necessidade da vida social - LE, 766 a 771
|
Bruno Toscano
|
Nancy
Sales
|
22
|
Estudando Léon Denis: A personalidade integral
Livro:
O problema do ser e do destino
|
Ângela Vidal
|
Ivani Oliveira
|
Sábado - 17h:30min
|
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02
|
Aprendendo com André Luiz Livro: Ação e Reação
|
Wantuil Rodrigues
|
Sara Castelo
|
09
|
Tema Livre
|
Nancy
Sales
|
Maria Cristina
|
16
|
Coragem da fé - ESE, XXIV, 13 a 16
|
Sônia
Brandão
|
Antônio
Oliveira
|
23
|
Morte em família - ESE,
XXIII, 7 e 8
|
Sérgio
Daemon
|
Walkyria
|
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