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Terças - 14 h
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DIA
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TEMA
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EXPOSITOR
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DIRIGENTE
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07
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Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça
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Sylvia Maria
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Selma
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14
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Suba mais alto
- Agenda Cristã, cap. 25
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Alice Maria
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Evalda
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O instinto e a inteligência - Gn,III 11 a 19
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Luiz Fernando
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21
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Destruição dos seres vivos uns pelos outros - Gn,III 20 a 24
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Wilson
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Dircileide
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Pactos - LE,549 e 550
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Maria José
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28
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Não ponhais a candeia debaixo do alqueire - ESE, XXIV, 1 a 10
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Nilza de Souza
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Sylvia Maria
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Sextas - 20h
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03
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Felicidade e infelicidade relativas - LE, 920 a 933
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Heloíse
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Fernanda Toscana
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10
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Caridade e amor ao próximo - LE, 886 a 889
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Helena Langone
|
Heloíse
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17
|
Dos lugares assombrado - LM, 2ap., I, 132
|
Fernanda Toscana
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Walkyria
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Os anjos de guarda - Revista Espírita, jan/1859
|
Ângela Vidal
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24
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Tema Livre
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Edgar Abreu
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Nancy Salles
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Sábado - 17h:30min
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04
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Aprendendo com André Luiz
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Wantuil
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Sylvia Maria
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11
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Se você deseja - Agenda Cristã,
cap. 26
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Antônio Oliveira
|
Nancy Salles
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|
Efeitos da Prece - Revista
Espírita, dez/1859
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Sara Castelo
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18
|
O homem no mundo - ESE, XVII,
10
|
Clodes Coutinho
|
Maria Cristina
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25
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O tempo e o espaço -
Gn,VI 1 a 2
|
Sônia Formiga
|
Sara Castelo
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5 de jun. de 2016
REUNIÕES PÚBLICAS
16 de mai. de 2016
ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS
SEGUNDA PARTE - CAPÍTULO VII
RETORNO A VIDA CORPORAL
371. A opinião de que os cretinos e os idiotas teriam uma alma de natureza inferior tem fundamento?
— Não. Eles têm uma alma humana freqüentemente mais inteligente do que pensais, e que sofre com a insuficiência dos meios de que dispõe para se comunicar, como o mudo sofre por não poder falar.
372. Qual é o objetivo da Providência ao criar seres desgraçados como os cretinos e os idiotas?
— São os Espíritos em punição que vivem em corpos de idiotas. Esses Espíritos sofrem com o constrangimento a que estão sujeitos e pela impossibilidade de manifestar-se através de órgãos não desenvolvidos ou
defeituosos.
372 – a) Então não é exato dizer que os órgãos não exercem influência sobre as faculdades?
— Jamais dissemos que os órgãos não exercem influência. Eles a exercem, e muito grande, sobre a manifestação das faculdades, mas não produzem as faculdades. Esta a diferença. Um bom músico, com um mau instrumento, não fará boa música, o que não o impede de ser um bom músico.
Comentário de Kardec: É necessário distinguir o estado normal do estado patológico. No estado normal, o moral supera o obstáculo material. Mas há casos em que a matéria oferece uma tal resistência que as manifestações são entravadas ou desnaturadas, como na idiotia e na loucura. Esses são casos patológicos, e em tal estado a alma não goza de toda a sua liberdade. A própria lei humana a isenta da responsabilidade dos seus atos.
373. Qual o mérito da existência para seres que, como os idiotas e os cretinos, não podendo fazer o bem nem o mal, não podem progredir?
— É uma expiação imposta ao abuso que tenham feito de. Certas faculdades; é um tempo de suspensão.
373 – a) Um corpo de idiota pode então encerrar um Espírito que tivesse um homem de gênio, numa existência precedente?
— Sim, o gênio torna-se às vezes uma desgraça, quando dele se abusa.
Comentário de Kardec: A superioridade moral não está sempre na razão da superioridade intelectual, e os maiores gênios podem ter muito a expiar; daí resulta freqüentemente para eles uma existência inferior às que já tenham vivido, e uma causa de sofrimentos. Os entraves que o Espírito prova em suas manifestações são para ele como as cadeias que constrangem os movimentos de um homem vigoroso. Pode-se dizer que os cretinos e os idiotas são estropiados do cérebro, como o coxo o é das pernas e o cego dos olhos.
374. O idiota, no estado de Espírito, tem consciência de seu estado mental?
— Sim, muito freqüentemente. Compreende que as cadeias que entravam seu desenvolvimento são uma prova e uma expiação.
375. Qual é a situação do Espírito na loucura?
— O Espírito, quando em liberdade, recebe diretamente suas impressões e exerce diretamente a sua ação sobre a matéria; mas, encarnado, encontra-se em condições totalmente diferentes e na contingência de não afazer senão com a ajuda de órgãos especiais. Que uma parte ou conjunto desses órgãos sejam alterados, e a sua ação ou suas impressões, no que respeita a esses órgãos, ficam interrompidos. Se ele perde os olhos, fica cego; sem os ouvidos, fica surdo etc. Imagina agora se o órgão que preside aos efeitos da inteligência e da vontade for parcial ou inteiramente atacado ou modificado, e fácil te será compreender que o Espírito, só tendo então a seu serviço órgãos incompletos ou alterados, deve entrar numa perturbação de que, por si mesmo e no seu foro íntimo, tem perfeita consciência, mas cujo curso já não pode deter.
375 – a) É então sempre o corpo e não o Espírito o desorganizado?
— Sim; mas é necessário não perder de vista que, da mesma maneira que o Espírito age sobre a matéria, esta reage sobre ele numa certa medida, e que o Espírito pode encontrar-se momentaneamente impressionado pela alteração dos órgãos através dos quais se manifesta e recebe as suas impressões. Pode acontecer que, com o tempo, quando a loucura durou bastante, a repetição dos mesmos atos acabe por exercer sobre o Espírito uma influencia da qual ele não se livrará senão depois da sua completa separação de toda impressão material.
376. Qual a razão por que a loucura leva algumas vezes ao suicídio?
— O Espírito sofre pelo constrangimento a que está submetido e pelaimpotência para manifestar-se livremente. Por isso busca libertar-se por intermédio da morte.
377. Após a morte, o Espírito se ressente da perturbação de suas Faculdades?
— Ele pode ressentir-se durante algum tempo, até que esteja completamente desligado da matéria, como o homem que, ao acordar, se ressente por algum tempo da perturbação em que o sono o mergulhara.
378. Como a alteração do cérebro pode reagir sobre o Espírito após a morte?
— É uma lembrança. Um peso oprime o Espírito, e como ele não teveconsciência de tudo o que se passou durante a sua loucura, é necessário um certo tempo para que se ponha ao corrente. É por isso que, quanto mais tenha durado a loucura, durante a vida, mais longamente durará a tortura, o constrangimento, após a morte. O Espírito desligado do corpo se ressente por algum tempo da impressão dos seus ligamentos.
8 de mai. de 2016
FELIZ DIA DAS MÃES
TERNURA
Mãezinha querida
Lembro-me e ti quando acordei para recordar
Debruçada no meu berço, cantavas baixinho e derramavas no meu rosto pequeninas gotas de luz, que mais tarde, vim a saber serem lágrimas
Conchegaste-me no colo, como se me transportasses a brandos ninhos, desde então nunca mais me deixaste.
Quando os outros iam á festa, velavas comigo, ensinando-me a pronunciar o bendito nome de Deus... Noutras ocasiões, trabalhavas de agulhas nos dedos, contando histórias de bondade e alegria para que eu dormisse sonhando...
Se eu fugia, quebrando o pente, ou se voltava da escola com a roupa em frangalhos, enquanto muita gente falava em castigos, afagavas minhas mãos entre as tuas ou beijavas os meus cabelos em desalinho.
Depois cresci, vendo-te ao meu lado, à feição de um anjo entre quatro paredes... Cresci para o mundo, mas nunca deixei de ser, em teus braços, a criança pela qual entregaste a vida.
E, até agora, dia a dia, esperas, paciente e doce, o momento em que me volto para teus olhos, sorrindo pra mim e abençoando-me sempre, ainda mesmo quando os meus problemas te retalhem o peito por lâminas de aflição! ...
Hoje ouvi a música dos milhões de vozes que te engrandecem...
Quis apanhar as constelações do Céu e misturá-las ao perfume das flores que desabrocham no chão, para tecer-te uma coroa de reconhecimento e carinho, mas, como não pudesse, venho trazer-te as pétalas de amor que colhi em minha alma.
Recebe-as Mãezinha!... Não são pérolas, nem brilhantes da Terra... São as lágrimas de ternura que Deus me deu para que te oferte o meu coração, transformado num poema de estrelas.
Mãezinha querida
Lembro-me e ti quando acordei para recordar
Debruçada no meu berço, cantavas baixinho e derramavas no meu rosto pequeninas gotas de luz, que mais tarde, vim a saber serem lágrimas
Conchegaste-me no colo, como se me transportasses a brandos ninhos, desde então nunca mais me deixaste.
Quando os outros iam á festa, velavas comigo, ensinando-me a pronunciar o bendito nome de Deus... Noutras ocasiões, trabalhavas de agulhas nos dedos, contando histórias de bondade e alegria para que eu dormisse sonhando...
Se eu fugia, quebrando o pente, ou se voltava da escola com a roupa em frangalhos, enquanto muita gente falava em castigos, afagavas minhas mãos entre as tuas ou beijavas os meus cabelos em desalinho.
Depois cresci, vendo-te ao meu lado, à feição de um anjo entre quatro paredes... Cresci para o mundo, mas nunca deixei de ser, em teus braços, a criança pela qual entregaste a vida.
E, até agora, dia a dia, esperas, paciente e doce, o momento em que me volto para teus olhos, sorrindo pra mim e abençoando-me sempre, ainda mesmo quando os meus problemas te retalhem o peito por lâminas de aflição! ...
Hoje ouvi a música dos milhões de vozes que te engrandecem...
Quis apanhar as constelações do Céu e misturá-las ao perfume das flores que desabrocham no chão, para tecer-te uma coroa de reconhecimento e carinho, mas, como não pudesse, venho trazer-te as pétalas de amor que colhi em minha alma.
Recebe-as Mãezinha!... Não são pérolas, nem brilhantes da Terra... São as lágrimas de ternura que Deus me deu para que te oferte o meu coração, transformado num poema de estrelas.
Meimei
Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira Franco
http://www.fraseespirita.com.br/2015/04/ternura-meimei.html
1 de mai. de 2016
REUNIÕES PÚBLICAS
Terças - 14 h
|
|||
DIA
|
TEMA
|
EXPOSITOR
|
DIRIGENTE
|
03
|
Bem aventurados
os que têm puro o coração - ESE, cap.V
|
Sylvia
Maria
|
Selma
|
10
|
Desenvolvimento
da Mediunidade - LM, 2ªp, XVII,
200 a 218
|
Luiz Fernando
|
Evalda
|
17
|
Conclusões
Naturais - Agenda Cristã, cap. 20
|
Alice Maria
|
Sylvia Maria
|
Justiça e direitos naturais - LE, 873 a
879
|
Ana Gonçalves
|
||
24
|
A fé
transporta montanhas - ESE, XIX
|
Edna Paz
|
Dircileide
|
31
|
Fluidoterapia:
o passe
|
Ivone Maria
|
Nancy Sales
|
Sextas - 20h
|
|||
06
|
Espíritos
barulhentos - como se livrar deles? Revista
Espírita, fev/1859
|
Bruno Toscano
|
Walkyria
|
As
paixões humanas - LE ,707 a 712
|
Heloíse
|
||
13
|
Pedi e
obtereis - ESE, XVII, 1 a 6
|
Gilberto Marques
|
Heloise
|
20
|
Semeadura
- Agenda
Cristã, cap. 21
|
Walkyria
|
Nancy Sales
|
O tambor de Beresina - Revista Espírita, jul/1858
|
Ângela Vidal
|
||
27
|
Princípio espiritua - Gn, XI, 1 a 14
|
Danilo Villela
|
Ângela Vidal
|
Sábado - 17h:30min
|
|||
07
|
Aprendendo
com André Luiz
|
Wantuil Rodrigues
|
Sara Castelo
|
14
|
Realidades
- Agenda Cristã, cap. 23
|
Pedro Henrique
|
Walkyria
|
Um espírito nos funerais de um corpo - Revista
Espírita, dez/1858
|
Bernardo Marques
|
||
21
|
Buscai
e achareis. Ajuda-te que o céu te ajudará -ESE, XXV, 1 a 5
|
Ana Maria Carvalho
|
Maria Cristina
|
28
|
Encarnação
dos Espíritos - Gn, XI, 17 a 32
|
Telma Brilhantes
|
Nancy Sales
|
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